Sou de Algodão.
24 de Abril de 2018
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09 de Outubro de 2026
19 de Abril de 2018
09 de Outubro de 2026
18 de Abril de 2018
09 de Outubro de 2026
18 de Abril de 2018
09 de Outubro de 2026
09 de Abril de 2018
Desde o início da tarde desta sexta-feira, 6 de abril, o Sistema Abrapa de Identificação (SAI) está aberto para a solicitação de etiquetas para a safra 2017/2018. Para fazer o pedido, basta acessar http://novosai.abrapa.com.br. O SAI está em evolução constante, desde que foi criado, em 2004, e, recentemente, promovemos alguns ajustes internos para torná-lo ainda melhor. Por isso, estamos a postos para atender a qualquer eventual transtorno que possa ocorrer na fase de adaptação. Vale lembrar que a rastreabilidade - feita através de etiquetas com sequência numérica e código de barras, que são fixadas nos fardos processados nas algodoeiras - aumentou a credibilidade do nosso algodão. O SAI também tornou mais prática e ágil a classificação instrumental e visual da pluma e facilitou o controle e o manuseio dos fardos por beneficiadores, produtores e compradores, otimizando a operação. Em caso de dúvidas, entre em contato: Atendimento na Abrapa: E-mail: aquila@abrapa.com.br E-mail: sistemas.abrapa@abrapa.com.br Telefone: (61) 9 9813-6398 Telefone: (61) 9 9814-6482 Procurar por: No período da manhã (Áquila Estevão e Thiago Emanuel) No período da tarde (Áquila Estevão e Ronaldo) Site: www.abrapa.com.br Atendimento GS1 Brasil: Telefone: (11) 3068-6229 Site: www.gs1br.org Atendimento nas gráficas credenciadas para a safra 2017/2018: GRÁFICA APLIC - Goiânia - GO E-mail: daniela@aplicetiquetas.com.br E-mail: marcovendas@aplicetiquetas.com.br Telefone: (62) 3282-3949 Telefone: (62) 8458-1122 Procurar por: Daniela Vilaça ou Marco Antonio Site: www.aplicetiquetas.com.br GRÁFICA FLEXOPRINT - Marialva -PR E-mail: sakata@flexoprint.com.br Telefone: (44) 3232-8115 Telefone: (44) 9846-0819 Procurar por: Thiago Sakata Site: www.flexoprint.com.br GRÁFICA SCAN BRASIL - Guarulhos - SP E-mail: paula.oliveira@scanbrasil.com.br E-mail: gabriela.modesto@scanbrasil.com.br Telefone: (11) 2423-7500 - ramal: 255 / 240 Telefone: (11) 98404-8803 / (11) 99321-0397 Procurar por: Ana Paula ou Gabriela Modesto Site: www.scanbrasil.com.br Endereço para correspondência Abrapa: Associação Brasileira dos Produtores de Algodão - Abrapa Edifício Abrapa, 1º andar Setor de Indústrias Bernardo Sayão (SIBS), Núcleo Bandeirante, Quadra 01, Conjunto B, Lote 2, CEP: 71736-102, Brasília-DF |
09 de Outubro de 2026
09 de Abril de 2018
Na iminência da colheita da safra 2017/2018, que, em alguns estados, já começa em maio, a Abrapa reuniu em sua nova sede, em Brasília, as empresas certificadoras do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) ¬- ABNT, GenesisGroup e SGS - para o alinhamento dos procedimentos e esclarecimentos de dúvidas relativas à certificação em para a safra em curso. O alinhamento foi realizado na quinta-feira, 5 de abril, terceiro dia de reuniões do Grupo de Trabalho (GT) de Sustentabilidade da Abrapa, que teve início na segunda-feira (3).
A programação incluiu apresentação dos resultados obtidos pelas consultorias trabalhista e ambiental na atualização das listas Verificação para Diagnóstico da Propriedade (VDP) e de Verificação para Certificação da Propriedade (VCP) para a próxima safra, a que são submetidas as fazendas que se habilitam ao ABR. Na oportunidade, palestrantes, integrantes do GT de Sustentabilidade e representantes das empresas certificadoras puderam debater acerca dos temas propostos.
Presente ao treinamento, Lucas Engelbrecht, da área de Certificação e Aprimoramento de Negócios da SGS, avaliou como muito positiva a oportunidade. "As associações puderam exemplificar os requisitos de sustentabilidade que são avaliados durante as auditorias, e a Abrapa apresentou os resultados dos trabalhos realizados pelas consultorias jurídicas, relativos às alterações nas legislações sócio ambientais. Isso contribui demais para a melhoria dos padrões", afirma Engelbrecht.
Certificadora do programa desde o início, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) enfatizou o caráter aprimorador da certificação. "Quando vamos a uma propriedade, o que desejamos não é encontrar eventuais falhas. Nosso objetivo é fazer daquela uma oportunidade de agregação de valor para o produtor rural", explicou o coordenador de certificação da ABNT, Antonio Parente.
09 de Outubro de 2026
09 de Abril de 2018
Na semana passada, entre os dias 03 e 06 de abril, o gestor do Programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, participou do Curso de Atualização e Capacitação de Classificadores de Algodão em Pluma, promovido pela Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa), com presença de 27 classificadores de nove estados brasileiros. O curso, auditado, foi realizado na Casa do Algodão, em Goiânia, chancelado e homologado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Na ocasião, Mizoguchi explanou sobre o programa Standard Brasil HVI.
De acordo com Mizoguchi, a tônica do treinamento foi a Instrução Normativa de número 24 (IN 24), uma atualização da antiga IN 63, que estabelece o regulamento técnico do algodão em pluma, definindo o seu padrão oficial de classificação, com os requisitos de identidade e qualidade, amostragem, assim como o modo de apresentação e a marcação ou rotulagem, nos aspectos referentes à classificação do produto. O curso abordou a classificação manual, visual, e instrumental.
09 de Outubro de 2026
04 de Abril de 2018
De acordo com o presidente da Associação Nacional da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), Fernando Pimentel, os números apurados primeiro bimestre de 2018 são positivos, assim como as projeções para o restante do ano. “Nossa expectativa é de um crescimento da ordem de 3,5% para o segmento de confecção e de 4 a 4,1% para a indústria têxtil, com geração de 16 a 20 mil postos formais de trabalho”, afirma. Pimentel diz que o aumento das importações irregulares e/ou desleais preocupa a indústria.
“Não temos uma visão autárquica do país, mas algumas situações nos afligem, como a entrada de produtos oriundos de países que concorrem desigualmente conosco em termos de compliance, as que apresentam características de irregularidades no processo, e os contrabandos. Outra questão no radar da indústria, segundo Pimentel, é a agenda de competitividade do Brasil, ligada às políticas públicas e industriais”, elenca. O presidente da Abit afirma que, nesse período, o setor tem investido na modernização das suas plantas industrias para conquistar ganhos em produtividade e qualidade.
Sobre a recessão que a economia brasileira amargou nos últimos anos, com efeitos diretos sobre a indústria têxtil e de confecções, Pimentel acredita, que, aparentemente, o pior já passou. “Mas não dá para falar ainda que estamos entrando num ciclo de desenvolvimento sustentável, até que se façam todas as reformas necessárias. Há muito o que fazer para o país entrar num novo ciclo, sobretudo reforma da Previdência e tributária, sob pena de o país ficar novamente com crescimento medíocre, de 1 a 2%”, concluiu.
09 de Outubro de 2026
04 de Abril de 2018
De acordo com o presidente da Associação Nacional da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), Fernando Pimentel, os números apurados primeiro bimestre de 2018 são positivos, assim como as projeções para o restante do ano. “Nossa expectativa é de um crescimento da ordem de 3,5% para o segmento de confecção e de 4 a 4,1% para a indústria têxtil, com geração de 16 a 20 mil postos formais de trabalho”, afirma. Pimentel diz que o aumento das importações irregulares e/ou desleais preocupa a indústria.
“Não temos uma visão autárquica do país, mas algumas situações nos afligem, como a entrada de produtos oriundos de países que concorrem desigualmente conosco em termos de compliance, as que apresentam características de irregularidades no processo, e os contrabandos. Outra questão no radar da indústria, segundo Pimentel, é a agenda de competitividade do Brasil, ligada às políticas públicas e industriais”, elenca. O presidente da Abit afirma que, nesse período, o setor tem investido na modernização das suas plantas industrias para conquistar ganhos em produtividade e qualidade.
Sobre a recessão que a economia brasileira amargou nos últimos anos, com efeitos diretos sobre a indústria têxtil e de confecções, Pimentel acredita, que, aparentemente, o pior já passou. “Mas não dá para falar ainda que estamos entrando num ciclo de desenvolvimento sustentável, até que se façam todas as reformas necessárias. Há muito o que fazer para o país entrar num novo ciclo, sobretudo reforma da Previdência e tributária, sob pena de o país ficar novamente com crescimento medíocre, de 1 a 2%”, concluiu.
09 de Outubro de 2026
04 de Abril de 2018
Se depender de estados como São Paulo, Bahia, Mato Grosso do Sul e Piauí, que deverão ser os primeiros a colocar as colhedeiras em campo em 2017/2018, o Brasil terá condições de suprir totalmente a demanda da indústria nacional no chamado período de entressafra, que compreende, principalmente, os meses de maio e junho, sem que haja necessidade de importação.
A previsão é uma resposta ao pleito da Abit para que o país possa importar a matéria-prima, com os benefícios fiscais concedidos aos produtos incluídos na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec), para atender à demanda de pequenas indústrias no período. Quarto maior exportador mundial de algodão, o Brasil não contempla, atualmente, a fibra na Letec, instrumento previsto pelo Mercosul para permitir que os integrantes do bloco apliquem alíquotas de importações diferentes da Tarifa Externa Comum (TEC).
A cota pleiteada pela Abit é de 30 mil toneladas, com desembaraço até o final de junho. O benefício seria usufruído por pequenas malharias, tecelagens ou fiações. “Essas empresas vêm de uma recessão severa acumulada nos anos de 2015 e 2016. Passam por um processo de desalavancagem e não têm folga nem sofisticação tecnológica para operar. A quantidade representará menos de 2% da safra. Acreditamos que isso não vá causar danos ao mercado, mas pode ajudar muito aos pequenos produtores”, argumenta Fernando Pimentel.
De acordo com os cotonicultores, um aporte de 30 mil toneladas de algodão importado, no momento em que o Brasil inicia a colheita, teria um impacto grande em estados como São Paulo, que começa a produzir em abril, e concentra em seu território boa parte da indústria nacional, inclusive as pequenas. Peter Derks, diretor-presidente da Associação Paulista dos Produtores de Algodão (APPA), explica que São Paulo deverá ter uma safra de 11,7 mil toneladas de pluma, contra 3,5 mil em 2016/2017, colhida em mil hectares na região de Campos de Holambra. “Só produzimos de abril a junho. Depois disso, não temos mais algodão”, afirmou.
Já a Bahia, que amargou uma seca severa até 2016, voltou à normalidade climática e a previsão é de uma safra de 465,1 mil toneladas, que começa a ser colhida já em maio. “Vamos ter algodão suficiente para atender à indústria nacional nesse período, diferentemente da safra passada, em que houve atraso no plantio”, garante o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Busato. Além de Bahia e São Paulo, Mato Grosso do Sul e Piauí também terão fibra disponível no período.
Representando a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), o produtor Walter Horita ressaltou que o instrumento da Letec existe para garantir a oferta em caso de desabastecimento de matéria-prima, o que não se aplica à super safra esperada para 2017/2018. “Suspender uma tarifa de importação, mesmo que não aconteça de fato a compra, já impacta no mercado. Tudo é questão de planejamento. Existe algodão no Brasil, na mão de produtores e tradings, guardado para ser vendido com preço melhor na entressafra. É uma mudança de regra no meio do caminho, muito grande, para tão pouca necessidade”, afirma.
09 de Outubro de 2026