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Live de Esquenta apresenta novidades do 13º CBA

Evento contou com participação especial do CEO e cofundador do Grupo Reserva, Rony Meisler

31 de Agosto de 2021

Evento contou com participação especial do CEO e cofundador do Grupo Reserva, Rony Meisler


Começou a contagem regressiva para o 13º Congresso Brasileiro do Algodão, que acontecerá entre 16 e 18 de agosto de 2022, em Salvador/ BA. A largada foi dada nesta sexta-feira (27), em uma live realizada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).



O chamado Esquenta CBA, transmitido pelo youtube da entidade, mostrou o local do próximo congresso – o incrível Centro de Convenções de Salvador - apresentou os patrocinadores parceiros e antecipou algumas atividades da programação. A próxima edição do maior encontro nacional do setor terá como tema Algodão Brasileiro: Desafios e Perspectivas no Novo Cenário Mundial.



Realizado desde 1997, o CBA apresenta, a cada dois anos o que há de mais recente em pesquisa e tecnologia para o cultivo do algodão e debate demandas e rumos do setor. Em 2022 não será diferente. "Avaliamos que a sustentação da cadeia produtiva do algodão passa por um setor forte, capaz de resolver os principais desafios, a fim de produzir, de forma sustentável, uma fibra adequada aos nossos mercados compradores", afirmou o coordenador-geral da Comissão Científica do 13º CBA, Jean Belot.



A próxima edição do Congresso contará com 24 salas temáticas e 5 workshops. Para garantir que a programação responderá às maiores preocupações do setor, os temas estão sendo definidos a partir de uma pesquisa realizada junto a todos os atores da cadeia produtiva do algodão. Como nos eventos anteriores, o 13º CBA também incentivará a produção científica por meio de uma premiação para os melhores trabalhos de estudantes, professores e pesquisadores de instituições de todo o País.



Bate-papo sobre algodão e varejo


Rony Meisler, CEO e cofundador do Grupo Reserva, foi o convidado especial do Esquenta CBA.  Em um bate-sobre algodão e varejo com o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, Meisler falou sobre o compromisso da empresa com a sustentabilidade e sobre a parceria com a entidade. A Reserva é a marca parceira de número 500 do Sou de Algodão, movimento que incentiva a moda consciente e o consumo responsável. "A questão da sustentabilidade cada vez menos será uma opção, ela é imperativa. Isso já nasceu com a Reserva", disse Meisler, destacando que a empresa prioriza matéria-prima e confecções nacionais.



"Apesar de sermos de mundos diferentes, temos uma coisa que nos une, que é a preocupação com a sustentabilidade e a transparência", destacou Júlio Busato. Além do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que certifica a adoção de boas práticas sociais, ambientais e econômicas nas fazendas e algodoeiras, o setor se prepara para um projeto rumo à cotonicultura carbono zero. "Em parceria com a Embrapa e universidades, já estamos medindo quanto CO2 aprisionamos no solo através da incorporação de matéria-orgânica no cultivo de algodão", contou o presidente da Abrapa. Ressaltou, ainda, que o Brasil é campeão mundial no uso de defensivos agrícolas de origem biológica.



O CEO da Reserva elogiou as iniciativas e disse ter orgulho da parceria com a Abrapa. "Vocês foram absolutamente geniais na construção de uma marca que nos aproxima do consumidor final. Existe um preconceito de que o agro é mau, o que é um absurdo", ponderou. "Iniciativas como o Sou de Algodão desmistificam essa questão de uma maneira belíssima", avaliou Meisler. "Nosso propósito é cuidar, emocionar e surpreender nossos stakeholders todos os dias, entre eles nossa comunidade, nossos consumidores e nossos colaboradores. Na parceria com a Abrapa estamos cuidando deles, causando o menor dano possível ao meio ambiente", ressaltou.



Meisler e Busato aproveitaram a oportunidade para contar um pouquinho sobre uma novidade que será anunciada na Semana do Dia Mundial do Algodão, em outubro.  "Em parceria com a Abrapa, a Reserva vai ser a primeira empresa do Brasil a dar transparência a toda a cadeia de fornecimento. Um projeto de rastreabilidade que vai do algodão ao varejo é absolutamente transformador, muito obrigado à Abrapa por ter nos escolhido", comemorou o CEO da Reserva. "Nós nos escolhemos", disse Busato. "Seremos os primeiros do mundo a fazer isso. Juntos, Abrapa e Reserva vão dar o exemplo", completou.



No final do Esquenta CBA, Júlio Busato revelou a grande atração do aguardado show de encerramento da 13º edição do evento: a dupla Fernando e Sorocaba. "Teremos o melhor congresso de todos os tempos", garantiu o presidente da Abrapa.

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Programa Cotton Brazil é renovado por mais dois anos

30 de Agosto de 2021

Programa Cotton Brazil é renovado por mais dois anos


A renovação da parceria entre a Abrapa e a Apex-Brasil para a promoção do algodão brasileiro no exterior foi notícia no Canal Terra Viva, na última sexta-feira (27). A assinatura do convênio ocorreu durante Dia de Campo na Fazenda Pamplona, do grupo SLC Agrícola, em Cristalina/GO.


Canal Terra Viva -  27.08.2021


Assista:


https://www.youtube.com/watch?v=xWjzBfwr0fw

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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #34/2021

27 de Agosto de 2021











- Algodão em NY - Preocupações com três tempestades tropicais que ameaçam regiões produtoras nos EUA influenciaram o mercado esta semana. O contrato Dez/21 fechou em 94,16 U$c/lp, alta de 1,5% nos últimos 7 dias.



- Preços 1 - Ontem (19/8), o algodão brasileiro estava cotado a 106,50 U$c/lp (sem alteração) para embarque em Out-Nov/21 (Middling 1-1/8" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook).



- Preços 2 - Influenciado pelo forte basis Ásia (diferença entre cotação em NY e preço negociado na Ásia), o índice Cotlook, indicador de referência de preço mundial de algodão posto Ásia, fechou em U$c/lp 103,90,  maior valor desde Fev/2012.



- Altistas 1 - O mercado está observando possíveis tempestades se desenvolvendo, que podem atingir regiões produtoras nos EUA.  Com a safra no estágio inicial de abertura dos capulhos, fortes ventos e chuvas podem causar muitos estragos.



- Altistas 2 - O número de contratos em aberto está no mais alto nível desde Agosto de 2018.



- Baixistas 1 - O percentual de lavouras consideradas boas e ótimas nos EUA continua subindo.  Esta semana, o inidicador chegou a 71% (+4pp). Ano passado nesta época o índice era de 46%.



- Baixistas 2 - Os dados semanais de exportação e vendas divulgados esta semana pelos EUA foram significativos, mas desapontaram o mercado por não mostrar vendas para a China.



- Cotton Brazil - Esta semana foi assinado o segundo convênio entre Apex Brasil e Abrapa para promoção do algodão brasileiro no exterior. O prazo é de dois anos e prevê a manutenção das ações atuais e novas iniciativas, principalmente na Ásia.



- China 1 - Os leilões de algodão da reserva da China continuam vendendo 100% dos lotes ofertados, apesar da recente mudança de regra que impede que traders participem dos leilões, liberando a venda somente para fiações.



- China 2 - Os preços locais esta semana caíram 2,4% na bolsa de Zengzhou (ZCE). A redução pode estar relacionada à medida tomada pelo governo de restringir a participação de tradings nos leilões da reserva. Inflação de preço de commodities é uma das grandes preocupações do governo Chinês.



- Índia - O departamento de meteorologia local alerta que as chuvas de monções em Agosto devem fechar 10% abaixo do normal, o que pode afetar a produtividade no maior produtor do mundo.



- Bangladesh - A demanda no país continua alta, com as indústrias buscando urgentemente atender suas demandas de curto prazo com cargas em trânsito marítimo ou via terrestre (Índia).



- Paquistão - Após o feriado de dois dias do Ashura na semana passada, o mercado retomou com forte demanda. Mesmo com o início da colheita, os preços locais seguem em alta devido à desvalorização da moeda local e ao menor volume de algodão importado.



- Portos 1 - O terminal de Meishan, no porto de Ningbo (China) foi reaberto nesta Quarta-feira, após duas semanas. O terceiro maior porto do mundo, entretanto, só deve estar operando à plena capacidade em uma semana.



- Portos 2 - Os gargalos logísticos globais, entretanto, devem perdurar por alguns meses ainda.  Além da China continuar impondo medidas restritivas nos portos devido à Covid-19, a falta de contêineres e escassez de navios nas posições certas estão provocando atrasos e aumento de custos.



- EUA - Ontem e hoje, economistas do Banco Central dos EUA estão se reunindo em Jackson Hole, Wyoming, para seu simpósio anual. Suas deliberações normalmente impactam o mercado do dólar americano e consequentemente das commodities.



- Lavouras - A colheita já começou no hemisfério Norte. Nos EUA, o Sul do Texas já está colhendo, enquanto na Turquia e Grécia as operações de colheita devem começar em breve. A China começa a colher no mês que vem, enquanto na Índia o plantio ainda não terminou.



-  Exportações - O Brasil exportou 29,3 mil tons de algodão nas três primeiras semanas do mês de agosto/21.



-  Colheita - Até ontem (26/08): BA e TO (77%); GO (98%), MA (64%); MG (80%), MS (100%), MT (77%), PI (96%) SP (96%) e PR (100%). Total Brasil: 78% colhido.



- Beneficiamento - Até ontem (26/8): BA e TO (40%); GO (59%), MA (20%); MG (45%), MS (73%), MT (18%), PI (56%) SP (96%) e PR (100%). Total Brasil: 26% beneficiado.



Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com



- Preços - Consulte tabela abaixo


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Abrapa apresenta panorama da safra 20/21 para o setor têxtil

27 de Agosto de 2021

A Abrapa apresentou as perspectivas de oferta, qualidade e preços do algodão na safra 2020/2021 a conselheiros, diretores e associados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). O presidente da entidade, Júlio Cézar Busato, foi um dos convidados da reunião de agosto do Conselho de Administração da Abit, realizada nesta quinta-feira (26) de forma virtual.


Busato lamentou o recuo da produção, resultado da redução de 17% da área cultivada em relação à safra 19/20 devido à baixa cotação da pluma no momento da decisão de plantio. "Foi uma decisão bastante difícil para os produtores. Gostaríamos de ter plantado mais mas, infelizmente, este ano estimamos uma safra de 2,4 milhões de toneladas", afirmou.


Problemas no estabelecimento da cultura - especialmente em Mato Grosso, Goiás e Bahia - e a falta de chuvas no final do ciclo contribuíram para uma queda na produtividade.  A qualidade da pluma, no entanto, será similar a da safra anterior, garantiu o presidente da Abrapa.


Para a temporada 21/22, as perspectivas são positivas. "O algodão está com bons preços e, embora soja e milho também estejam muito competitivos, existe uma vontade dos produtores de retomar a área da safra passada", informou Busato. Destacou, ainda, que o mercado doméstico é prioritário para os cotonicultores brasileiros. "Temos a visão clara de que primeiro temos que atender nosso mercado interno, ou seja, nosso maior e melhor cliente", afirmou.


A reunião também contou com a participação com representantes da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), do Ministério de Minas e Energia e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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Abrapa e a Apex renovam parceria para promoção do algodão brasileiro

26 de Agosto de 2021

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) renovaram, por mais dois anos, a parceria para promoção da fibra brasileira no mercado externo por meio do programa Cotton Brazil. O convênio foi assinado nesta quinta-feira (26), em Dia de Campo na Fazenda Pamplona, do Grupo SLC Agrícola, em Cristalina/GO.


A nova etapa do Projeto Setorial de Promoção Comercial do Algodão Brasileiro prevê ações estruturantes, de promoção e de comunicação, amparadas nos mesmos pilares estratégicos da primeira fase da parceria: presença física na Ásia; presença digital pelo website Cotton Brazil e pelas redes sociais; marketing de relacionamento;  eventos técnicos e de marketing; business intelligence; missões compradores e missões comerciais e projetos comprador; eficiência e inovação; e parcerias estratégicas. A iniciativa conta com o apoio da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e de Relações Exteriores (MRE).


Entre as ações programadas está a elaboração de protocolos de certificação de boas práticas nas operações de embarque. Também serão feitos novos estudos mercadológicos nos nove maiores compradores do algodão brasileiro - China, Bangladesh, Vietnã, Turquia, Paquistão, Indonésia, Índia, Tailândia e Coréia do Sul - , visando medir o impacto da primeira fase do Cotton Brazil e definir estratégias comerciais para cada mercado.


Durante a cerimônia de assinatura do convênio, o presidente da Apex, Augusto Pestana, comemorou os resultados da primeira etapae a continuidade do projeto conjunto. “O próprio setor já conquistou seu espaço internacional e, para a Apex, é um privilégio poder se associar, trazer um pouco da nossa expertise e  contribuir para termos novas ambições e levarmos o algodão brasileiro para uma posição de liderança”, avaliou.


O diretor de Promoção Comercial e Investimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jean Marcel Fernandes, destacou a importância da cotonicultura para a economia brasileira e mundial. “O algodão não é apenas uma fibra, é um produto com grande potencial para geração de emprego e renda. Com esta parceria, tenho certeza que, em breve, cumpriremos a meta de tornar o Brasil o maior exportador mundial de algodão”, pontuou.


Na avaliação de Bruno Leite, chefe de gabinete do Departamento de Promoção do Agronegócio do MRE, a organização dos cotonicultores e a evolução da produção brasileira são referência no país. “Gostamos de mencionar o caso da Abrapa como um exemplo, para outros setores, do que é a estratégia correta de representação coletiva setorial, de apresentação da qualidade do produto brasileiro, das iniciativas de sustentabilidade e de inovação”, afirmou.“O produto brasileiro tem qualidade, tem preço competitivo e precisa, agora, saber se vender na esfera internacional. Para isso, contem sempre com o Itamaraty”, disse Leite.


Segundo Renato de Paula Caldeira, diretor da Anea, o algodão produzido no Brasil já destaque no mercado internacional.  “A gente tem visto que a qualidade brasileira se aproxima ou é melhor que qualquer outra no mundo. A maior parte das tradings vê o Brasil como futuro exportador de algodão”, garantiu.


O vice-presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, lembrou que a temporada 20/21 de exportações bateu recorde de embarques e o desafio, agora, é agregar maior valor ao algodão brasileiro. “O produtor é muito bom, está sendo eficiente da porteira para dentro. Vamos aproveitar essa eficiência e a nossa sustentabilidade e, com o apoio da Apex-Brasil, vamos crescer cada vez mais. Nosso objetivo é sermos líderes mundiais, estamos semeando um futuro melhor”, ressaltou.


O presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, encerrou a cerimônia lembrando que a cotonicultura brasileira, no passado, perdeu duas grandes oportunidades de ganhar destaque no mercado internacional. Agora, o país tem tudo para chegar ao topo do ranking mundial. “De repente o Brasil, que era um mercado de oportunidade, se apresenta como o segundo maior exportador de algodão. Produzimos 12 meses no ano, temos quantidade, qualidade, rastreabilidade e sustentabilidade. Entramos em briga de cachorro grande e, para vender nosso algodão, nos unimos ao governo, como nossos concorrentes fazem”, ponderou.  “É um grande passo. Hoje, podemos dizer que estamos lá fora vendendo algodão brasileiro junto com o nosso governo”, concluiu.


O Brasil é o quarto produtor mundial de algodão e segundo no ranking de maiores exportadores da fibra. O país é o maior fornecedor de pluma de origem sustentável do mundo, respondendo por 36% de todo algodão Better Cotton, licenciado pela entidade suíça Better Cotton Initiative (BCI).


Cotton Brazil


Fruto de uma parceria do setor produtivo como governo brasileiro, ), o Cotton Brazil foi lançado em 2020 com o objetivo de promover internacionalmente a fibra produzida no Brasil e posicionar o país como maior exportador mundial de algodão até 2030.


Apesar da qualidade equivalente à de seus principais concorrentes, a pluma brasileira ainda é vistacomo inferior, o que se reflete nos preços. As ações do Cotton Brazil visam mudar essa percepção, aprimorar a imagem do país como produtor confiável e permanente,obter melhor remuneraçãoeampliar a participação do algodão brasileiro no mercado internacional.


No primeiro ciclo do projeto, encerrado em junho deste ano, foram realizadas duas rodadas de webinars com mais de mil potenciais compradores dos principais mercados asiáticos,além de reuniões com embaixadas, diplomatas e entidades do setor industrial têxtil local. A Ásia é o destino de 99% das exportações brasileiras da pluma - o potencial de crescimento desse mercado motivou, inclusive, a abertura de um escritório da Abrapa em Singapura.



Saiba mais em www.cottonbrazil.com

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Presidente da Abrapa participa do primeiro webinar do Sou de Algodão Conecta

​O novo pilar de negócios do Movimento Sou de Algodão é exclusivo para as mais de 650 marcas parceiras e tem como objetivo ampliar o relacionamento entre elas

25 de Agosto de 2021

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Júlio Cézar Busato, participou, na terça-feira (24/08), do primeiro webinar do Sou de Algodão Conecta, pilar de negócios do Movimento Sou de Algodão. Com o objetivo de ampliar o relacionamento entre as mais de 650 marcas parceiras do Movimento e gerar colaborações de sucesso, o primeiro encontro teve como tema principal "As gerações e o comportamento do consumidor: como a indústria da moda e a cadeia produtiva vêm se adaptando à nova realidade". Os participantes do debate foram os presidentes do Instituto de Pesquisa Locomotiva, da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex), além da própria Abrapa.



A primeira parte do encontro foi reservada para as apresentações dos convidados. Depois disso, o executivo da Abrapa abriu o debate destacando a história do algodão,  dados do setor algodoeiro e como a sustentabilidade é importante para a cadeia produtiva. O presidente do Instituto de Pesquisa Locomotiva, Renato Meirelles, aproveitou a fala de Busato e completou dizendo que os consumidores passaram a ser mais rigorosos, já que, segundo pesquisa realizada pelo próprio instituto, 86% da população brasileira se interessa por sustentabilidade, 75% consideram que as empresas de vestuário deveriam se preocupar com o tema e tê-lo como pauta permanente, e 45% acham que as marcas deveriam se posicionar sobre ele. Ainda sobre essa questão, 15% das pessoas se declararam dispostas a pagar mais por produtos de marca com posicionamento sustentável e 60% deixariam de consumir de empresas que apresentassem problemas éticos.



Fernando Pimentel, da Abit, e Edmundo Lima, da Abvtex, disseram que, cada vez mais, os grandes varejistas investem na cadeia produtiva e nas boas práticas, e concordaram que, por causa da educação, do acesso à informação, da presença digital e das novas prioridades do consumidor, a sustentabilidade e a transparência se tornaram os requisitos mais importantes - mesmo não sendo motivo para que a marca venda mais. Além disso, mostraram a importância dos canais digitais para as vendas, como o e-commerce, para ampliar a comunicação e alcançar mais consumidores, preservando os valores éticos e educando o público.



Já no último bloco, o presidente da Abrapa apresentou o Programa Algodão Brasileitro Responsável (ABR) e finalizou dizendo: "Nós somos de ambientes diferentes, mundos diferentes, mas é o algodão que nos une. A Abrapa produz, a Abit transforma em fio ou tecido, a Abvtex distribui, e as marcas fazem o elo da cadeia com o consumidor final. Por isso, é bom estarmos aqui para nos conhecermos melhor e podermos avançar muito mais no futuro. Queremos levar transparência, rastreabilidade, sustentabilidade e mostrar quem somos, como pensamos e o que fazemos para os consumidores".



Sobre Sou de Algodão


É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos. Na última safra, o Brasil foi responsável por 38% do algodão responsável certificado no mundo.



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Temas e formato do CBA acompanham a evolução do setor

Salas temáticas, debates, palestras e workshops integram programação direcionada a toda a cadeia do algodão

24 de Agosto de 2021

As demandas do setor produtivo e a evolução da cotonicultura a partir da migração do cultivo para o Cerrado permeiam os debates do Congresso Brasileiro do Algodão desde sua primeira edição, há duas décadas. Ao longo dos anos, salas temáticas, mesas redondas, plenárias e workshops foram sendo incorporados à programação do CBA e expandindo o alcance do evento, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).


O que começou como um encontro para apresentação de pesquisas produzidas em diferentes instituições do país se transformou no maior evento nacional de algodão.  A última edição, realizada em 2019 em Goiânia, reuniu cerca de 5 mil pessoas relacionadas à cadeia do algodão, entre pesquisadores, produtores, gestores, consultores, empresários. A mudança de formato foi um caminho natural.


 "A força e o diferencial do nosso Congresso é o público diversificado. Procuramos apresentar os diversos aspectos que podem interessar a esses públicos", diz Jean Belot, coordenador-geral da Comissão Científica do 13º CBA, que acontecerá entre 16 e 18 de agosto de 2022, em Salvador. Pesquisador do Instituto Matogrossense do Algodão (IMAmt), Belot participou de todas as edições do Congresso, criado em 1997 pela Embrapa Algodão.


O evento começou a mudar em 2001, em Campo Grande, quando passou a ser organizado pelas associações estaduais.  Desde então, inclui a participação de produtores e consultores nas mesas redondas. "Isso promove uma interação e resulta no debate de temas relevantes para o setor produtivo", avalia Fernando Lamas, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste que também participa desde a primeira edição do CBA "O Congresso não perdeu seu viés científico, mas as discussões são mais aplicadas", sintetiza.


Na última edição, a grande inovação foi a realização de workshops.  "É um formato de maior convívio, que nos permite tratar de temas relativamente amplos, com diversas abordagens e de um modo muito mais dinâmico, com partes teórica e prática", explica Jean Belot. As oficinas do 12º CBA abordaram questões como o uso de drones na agricultura e o mapeamento da planta de algodão. O formato foi muito bem recebido pelos congressistas e deve ser consolidado no 13º CBA.


O evento de 2022 contará com 24 salas temáticas e 5 workshops - os temas serão validados pela Comissão Científica em setembro, para definição dos palestrantes. Uma novidade, porém, já pode ser antecipada: pela primeira vez, o CBA terá transmissão online e tradução simultânea para inglês nas discussões de interesse dos compradores internacionais. "Temos que mostrar que estamos atentos à qualidade que eles precisam e fazendo de tudo para melhorar nossos processos de produção. Nosso Congresso também será utilizado para isso", revela Belot. "É uma consequencia de todas as ações da Abrapa para aumentar nossas vendas na Ásia, de forma que o Brasil possa se tornar o maior exportador mundial da fibra em 10 anos", destaca.


 


Agenda Científica 


 


A cada nova edição, o que orienta a agenda científica do Congresso Brasileiro do Algodão são as prioridades do setor. A programação procura abarcar a totalidade das preocupações da cadeia produtiva nas duas últimas safras, desde o cultivo até o beneficiamento e o embarque para as indústrias.


Um tema, porém, está presente desde a primeira edição do CBA: o controle de pragas. Eleusio Curvelo Freire, chefe geral da Embrapa Algodão de 1999 a 2003 e coordenador da comissão científica em edições anteriores do congresso, conta que a agenda evoluiu, mas o bicudo e as doenças fúngicas se mantiveram no centro dos debates.  "Não podem faltar temas como avanços da biotecnologia embarcada nas cultivares, bicudo, nematoides e controle biológico de pragas", pontua.  


 


Alderi Araújo, Chefe Geral da Embrapa Algodão, conta que os primeiros congressos deram destaque ao bicudo e a doenças emergentes, como a ramulose e a chamada doença azul, transmitida pelo pulgão. Novas variedades e custo elevado de inseticidas para controle de pulgão pautaram o 4º CBA, realizado em 2003 em Goiânia. "Em 2005, um das questões centrais foi custo de produção. Já em 2007, se discutiu um programa de erradicação do bicudo, que não evoluiu porque as condições do Brasil são completamente diferentes das dos EUA", relata.


Os dois últimos Congressos – 2017 em Maceió e 2019 em Goiânia –  deram ênfase à tecnologia da fibra.  Segundo Jean Belot, o tema tem sido abordado de forma multidisciplinar. "A cada ano, temos que abordar os problemas de fibras curtas e contaminação, para tentar resolver isso a nível de campo, colheita e beneficiamento", enfatiza o coordenador da Comissão Cientifica. "Com o aumento das exportações para o mercado asiático, é cada vez mais importante produzirmos uma fibra que seja aceita nesse mercado", pondera. 


Neste sentido, Alderi Araújo aponta como temas essenciais todos os fatores  que interferem na qualidade da fibra - sejam de natureza genética, como a qualidade das variedades colocadas no mercado, ou de natureza agronômica. Como caminho para o futuro, o Chefe Geral da Embrapa Algodão aposta na chamada agricultura digital. "Vem sendo feito todo um trabalho que busca a racionalização do uso de insumos nas lavouras, por exemplo. Avançamos muito e já estamos entrando na linha da agricultura 4.0", garante.

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Safra 21/22 deve ter certificação oficial

Banco do Brasil amplia e refina serviço para megaprodutores do agronegócio

24 de Agosto de 2021


Agora vai. A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão


(Abrapa) está otimista com a adoção do "Blue Card", uma espécie de visto que vai atestar a qualidade da pluma nacional exportada. A expectativa é que os trâmites para o selo avancem após a aprovação pelo Ministério da Agricultura, na última semana, da certificação voluntária de produtos de origem vegetal. "A ideia é adotar o selo para a próxima safra, 2021/22", diz Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.


Disputa. A iniciativa da Abrapa é inspirada no "Green Card": selo de qualidade para o algodão norte-americano, principal concorrente da fibra brasileira no exterior. Com o Blue Card, a Abrapa espera aumentar a valorização da pluma local. "Em 2020,


Estadão – Coluna BroadAgro -  23.08.2021


Leia na íntegra: https://economia.estadao.com.br/noticias/agronegocios,banco-do-brasil-amplia-e-refina-servico-para-megaprodutores-do-agronegocio,70003818239



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Movimento Sou de Algodão lança projeto de conexão de negócios entre marcas parceiras

Com Sou de Algodão Conecta, as mais de 650 marcas podem fortalecer o networking e gerar negócios em colaboração

23 de Agosto de 2021

O Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) lança, no mês de agosto, o Sou de Algodão Conecta. O novo pilar de negócios tem como objetivo ampliar o relacionamento entre as mais de 650 marcas parceiras do Movimento e gerar colaborações de sucesso, além de chamar atenção de outras companhias do segmento têxtil para entrarem no grupo de empresas que utilizam o algodão no Brasil. O primeiro encontro ocorrerá online no dia 24 deste mês, às 19h, exclusivamente para representantes das marcas parceiras. O tema principal será "As gerações e o comportamento do consumidor: como a indústria da moda e a cadeia produtiva vêm se adaptando à nova realidade", e os participantes do debate são o Instituto de Pesquisa Locomotiva, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex), além da própria Abrapa



Segundo Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa, o Sou de Algodão Conecta será um importante elo entre a cadeia produtiva, as empresas que já aderiram ao Sou de Algodão e aquelas que desejam entender mais sobre a iniciativa. "Hoje contamos com mais de 650 parceiros que já fazem a diferença no mercado têxtil e queremos compartilhar o conhecimento, projetos de sucesso e benefícios que as marcas conquistam ao se juntarem ao Movimento. Além disso, sempre traremos informações importantes sobre o algodão e como a fibra movimenta a economia nacional, tornando o Brasil o segundo maior exportador do mundo".



O Sou de Algodão Conecta trará às marcas um amplo apoio institucional para movimentar negócios e parcerias. A cada encontro será possível reunir informações, dados de mercado e troca de experiências entre marcas, estilistas e produtores associados. "Dessa forma, vamos conectar empresas de Norte a Sul do país, estimular o conhecimento e alavancar projetos que


irão fortalecer toda a cadeia e trarão benefícios para as marcas, para o setor e para o consumidor final", ressalta Busato.



Na primeira fase do projeto, todos os encontros serão realizados online, por meio de webinars, sempre com temas diferentes. Entre os assuntos debatidos, destaca-se a importância do networking, treinamento de etiquetagem de produtos, apoio institucional para atuar no mercado e-commerce, como escolher o melhor tecido sustentável e atitudes inteligentes e conscientes que vão atrair o consumidor que busca novas práticas responsáveis social e ambientalmente.



Todas as marcas parceiras presentes no Sou de Algodão Conecta vão receber, ao final de cada encontro, conteúdos dos encontros para estudos e projeção de novas ações. "Todo o nosso conhecimento será compartilhado para que as companhias divulguem e promovam a importância do algodão responsável. Queremos que, por meio deles, outras empresas entendam e se interessem em ser parceiras e consigam passar ao consumidor o valor que a fibra tem para o Brasil", finaliza o executivo.



Sobre Sou de Algodão


É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 36% de toda a produção mundial de algodão responsável.



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Algodão/Abrapa: Movimento Sou de Algodão ja tem parceria com 650 empresas

23 de Agosto de 2021

Algodão/Abrapa: Movimento Sou de Algodão ja tem parceria com 650 empresas



São Paulo, 20/08/2021 - O Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), totalizou parceria com 650 empresas ao fim do primeiro semestre deste ano, informou a organização do movimento em nota. A meta da organização era alcançar este número de parcerias até o fim do ano.



As marcas que aderem ao projeto se comprometem a utilizar no mínimo 70% de algodão na composição das suas peças. As confecções representam 78,46% das empresas que aderiram ao movimento, seguidas pelos artesanatos (10,15%) e pelas tecelagens (5,38%). A maior parte das empresas, 49%, é da região Sudeste. Outros 34% são do Sul, 10% do Nordeste e 1% do Centro-Oeste e Norte.



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Broadcast Agro – Por Isadora Duarte -  20.08.2021



Dinheiro Rural - https://www.dinheirorural.com.br/algodao-abrapa-movimento-sou-de-algodao-ja-tem-parceria-com-650-empresas/



Istoé - https://istoe.com.br/algodao-abrapa-movimento-sou-de-algodao-ja-tem-parceria-com-650-empresas/



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