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Relatório Mensal de Estatística da Abrapa: Exportações brasileiras cresceram 6% no primeiro semestre
12 de Fevereiro de 2026

Projeção - As exportações brasileiras de algodão devem alcançar 4,08 milhões de toneladas no ano-safra 2025/26 de acordo com o USDA, alta de 10,3% com relação ao ano anterior. Exportações - No primeiro semestre de 2025/26 as exportações brasileiras cresceram 6%, com aumentos relevantes para China, Bangladesh, Turquia e Índia. Estoques - Apesar da estimativa de redução de 119 mil hectares de área plantada em 2025/2026, os estoques finais devem continuar crescendo no Brasil e estão projetados para atingir um recorde de 930 mil toneladas. Portos brasileiros - No primeiro semestre de 2025/26, 9% do algodão brasileiro foi embarcado por portos diferentes de Santos, com destaque para o Porto de Salvador e de São Francisco do Sul. Algodão no mundo - A produção global está projetada para crescer 92,5 mil toneladas, alcançando 26,1 milhões de toneladas, já que há uma safra maior na China. Menos Consumo - O consumo global deve recuar 43,5 mil toneladas, para 25,85 milhões de toneladas, em razão da menor demanda principalmente no Paquistão. Estoque global - Os estoques finais globais foram revisados para cima pelo USDA, alcançando 16,35 milhões de toneladas. Acesse o relatório completo: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Relatorio_WASDE_USDA_IMEA_Fevereiro.pdf

Nota de Pesar - Marcelo Logemann
12 de Fevereiro de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) manifesta seu profundo pesar pelo falecimento do empresário Marcelo Logemann, ocorrido ontem, 11 de fevereiro, aos 71 anos, em Porto Alegre. Marcelo era membro da terceira geração de uma das famílias que participaram da criação do Grupo SLC, fundado em 1945. A operação agrícola do grupo nasceu em 1977, por iniciativa de Jorge Logemann, pai de Marcelo. Como acionista da companhia, esteve entre os que contribuíram para a consolidação da cotonicultura moderna no Brasil, colaborando para o fortalecimento e a profissionalização do setor. A Abrapa expressa sua solidariedade aos irmãos Eduardo, Jorge Luiz, Ana e Elisabeth Logemann, aos demais familiares, amigos e colaboradores do Grupo SLC neste momento de perda. O setor algodoeiro reverencia sua trajetória e sua contribuição para o agronegócio brasileiro.

Relatório de qualidade de janeiro: Algodão brasileiro segue competitivo, confiável e alinhado às exigências do mercado
11 de Fevereiro de 2026

Nesta terça-feira, 10 de fevereiro a Abrapa divulgou o primeiro relatório de qualidade do algodão brasileiro de 2026. Os dados publicados no relatório referente às análises de janeiro confirmam a consolidação de um perfil de alta qualidade na safra 2024/2025, com destaque para micronaire, resistência e comprimento. O índice micronaire permanece amplamente concentrado na faixa ideal entre 3,5 e 4,9, com 94,7%, patamar praticamente estável em relação à safra anterior. A resistência da fibra apresenta desempenho ainda mais robusto, com 96,5% dos fardos acima de 28 g/tex, superando o resultado de 2023/2024 e confirmando ganhos consistentes na qualidade. No comprimento da fibra (UHML), observa-se avanço contínuo, com 93,9% da produção atual atingindo ou superando 1,11 polegadas, frente a 92,1% na safra passada. Já o índice de fibras curtas permanece praticamente estável, com 79,4% dos fardos dentro do limite, resultado semelhante ao do ciclo anterior, sinalizando padronização e consistência na produção nacional. Já os indicadores de cor mostram comportamento misto, enquanto o grau de reflectância recuou levemente em relação à safra 2023/2024, o grau de amarelamento apresentou melhora, o que pode indicar o impacto de fatores climáticos, mas que não compromete o padrão geral da pluma. Para ler o relatório de janeiro na íntegra, acesse o link: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Relatorio-de-Qualidade-Safra-24-25-Jan-2026.pdf Para um comparativo completo de todo o histórico da qualidade da fibra, visite o B.I. do algodão brasileiro: http://bit.ly/48CQECy

Sou de Algodão e Abrapa destacam a rastreabilidade e a qualidade do algodão brasileiro em evento do Grupo Veste S.A. Estilo
09 de Fevereiro de 2026

Nesta quarta-feira (4), a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participou do evento de lançamento do Programa de Valorização do Fornecedor VESTE, promovido pelo Grupo Veste S.A Estilo - um dos maiores players do setor, proprietário das marcas Bo.Bô, Dudalina, Individual, JohnJohn e Le Lis - em São Paulo (SP). Convidada a contribuir com uma exposição técnica e institucional, a entidade abordou a cadeia produtiva do algodão brasileiro e as melhores práticas de produção adotadas pelo setor, com destaque para aspectos como sustentabilidade, qualidade e rastreabilidade. O movimento Sou de Algodão e o programa SouABR também foram pauta do encontro, reforçando a importância da transparência de toda a cadeia de custódia do algodão certificado ABR até o consumidor final. Representaram a Abrapa, o diretor executivo da associação Marcio Portocarrero, e a gestora de relações institucionais do movimento Sou de Algodão, Manami Kawaguchi, que conduziram a apresentação para os principais fornecedores e executivos da companhia. A força do algodão brasileiro e da cadeia verticalizada Durante o encontro, foi destacado o protagonismo do Brasil no cenário internacional, por contar com a maior cadeia têxtil verticalizada do Ocidente, abrangendo desde o cultivo do algodão até o varejo; o que fortalece a competitividade do país, aliando escala produtiva, tecnologia, gestão e conformidade socioambiental. Outro ponto de destaque foi para a sustentabilidade do algodão brasileiro, produzido majoritariamente em regime de sequeiro, isto é, com uso predominante de água da chuva - um diferencial relevante do ponto de vista ambiental e de eficiência no uso de recursos naturais, além da adoção de práticas responsáveis, de acordo com o protocolo de 195 itens para certificação socioambiental pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). “O nosso algodão é resultado de uma cadeia altamente estruturada, que evoluiu em tecnologia, gestão e responsabilidade socioambiental. Hoje, o Brasil é referência global não apenas em volume e qualidade da fibra, mas também em transparência e compromisso com boas práticas”, cita Marcio Portocarrero. SouABR: rastreabilidade do campo ao guarda-roupa A apresentação também abordou o SouABR, o primeiro programa brasileiro de rastreabilidade na cadeia têxtil, idealizado pela Abrapa através do Sou de Algodão, que permite acompanhar a jornada do algodão certificado ao longo de toda a cadeia produtiva, do campo ao produto final. A iniciativa integra produtores rurais, fiações, tecelagens, malharias, confecções e varejo, oferecendo informações claras sobre origem, certificações e processos produtivos. “A rastreabilidade é uma ferramenta estratégica de transparência. Com o SouABR, conseguimos conectar os diferentes elos da cadeia e transformar dados técnicos em informação acessível, valorizando a origem do algodão brasileiro e fortalecendo a relação entre marcas, fornecedores e consumidores”, reitera Manami Kawaguchi. Parceria com a Veste S.A. e compromisso com a responsabilidade A participação no evento do Programa de Valorização do Fornecedor reforça a parceria entre o Sou de Algodão e a Veste S.A. Estilo, que integra o movimento como marca parceira, compartilhando valores relacionados à responsabilidade socioambiental e comunicação transparente ao longo da cadeia de custódia. Além disso, duas de suas marcas, Dudalina e Individual, participam do programa SouABR, oferecendo a seus clientes a origem certificada ABR, do algodão, presente em peças de camisaria. “A participação da Abrapa em nosso evento com fornecedores foi fundamental para reforçar a relevância do algodão brasileiro na cadeia da Veste. Trata-se de uma fibra estratégica para a companhia, que representou 55% do total de fibras utilizadas em 2025, e a troca de conhecimento sobre origem, qualidade e responsabilidade na produção fortalece ainda mais nossa visão de uma cadeia cada vez mais transparente e sustentável”, destaca Elisa Lima, CFO da Veste S.A. Estilo. Ao promover o encontro, o Grupo Veste S.A. Estilo reforça a importância do diálogo, da capacitação e da valorização dos fornecedores e parceiros como parte essencial de uma cadeia têxtil mais ética, eficiente e responsável - princípios que norteiam a atuação do movimento Sou de Algodão e da Abrapa. Sobre Sou de Algodão Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 83% de toda a produção nacional de algodão. Abrace este movimento:  Site: www.soudealgodao.com.br Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao TikTok: @soudealgodao_

Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa - 06/02/2026
06 de Fevereiro de 2026

Destaque da semana 1 - O mercado internacional de algodão manteve um viés claramente baixista, com os contratos da ICE (NY) renovando mínimas históricas, refletindo oferta confortável e ausência de gatilhos claros de curto prazo. Além disso, indicadores mais fracos do mercado de trabalho nos EUA — como aumento nas demissões e redução das vagas — reforçaram dúvidas sobre a solidez da economia americana. Esse pano de fundo trouxe de volta um ambiente claro de aversão ao risco, contaminando praticamente todas as classes de ativos. Destaque da semana 2 - Mesmo assim, observa-se atividade consistente de compras físicas em diversos mercados asiáticos, aproveitando os níveis mais baixos de preço. Na Ásia, fiações seguem ativas em volumes pontuais, enquanto a proximidade do Ano Novo Lunar começa a reduzir o ritmo de negócios na China e em países vizinhos. Destaque da semana 3 - O Brasil participou da Première Vision Paris 2026 com um estande setorial com o conceito “Brasil: from farm to fashion”.  A presença foi uma parceria ABIT, Abrapa, ANEA e Apex Brasil, através dos projetos de promoção Texbrasil e Cotton Brazil.  É a primeira parceria da cadeia do campo à indústria em um evento internacional. Canal do Cotton Brazil - Quer se manter atualizado sobre o mercado de algodão no mundo? Participe: https://bit.ly/Canal-CottonBrazil. Algodão em NY - O contrato Jul/26 fechou nesta quinta 05/fev cotado a 65,26 U$c/lp (-2,7% vs. 29/jan). O contrato Dez/26 fechou em 68,00 U$c/lp (-1,4% vs. 29/jan). Basis Ásia - o Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 751 pts para embarque Mar/Abr-26 (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 05/fev/26. Baixistas 1 – O mercado segue em tendência técnica claramente negativa, com médias móveis pressionando os preços e sucessivas renovações de mínimas, sem sinais técnicos consistentes de reversão no curto prazo. Baixistas 2 – A manutenção de uma forte posição vendida dos fundos indica que os especuladores continuam apostando em novas quedas, ampliando a pressão baixista. Baixistas 3 – O avanço constante do open interest (contratos em aberto) com queda de preços reforça a leitura de entrada de novos shorts (especuladores apostando na baixa), sinal clássico de mercado dominado pelo lado vendedor. Baixistas 4 – A proximidade do Ano Novo Chinês (17/fev) já reduz significativamente a atividade de compra na China, enfraquecendo a demanda no curto prazo. Baixistas 5 – Há necessidade crescente de venda física por parte de produtores, devido à demanda por caixa e entrada da nova safra, o que aumenta a oferta disponível no mercado Altistas 1 - A queda das cotações em NY estimulou compras oportunistas de fiações na Ásia, principalmente para embarques próximos, evitando uma retração mais forte do mercado físico. Esse movimento foi observado em países como Vietnã, Bangladesh e Paquistão. Altistas 2 - As exportações semanais dos EUA continuam mostrando melhora no ritmo de embarques, com volumes enviados acima do mesmo período do ano passado. Altistas 3 - O diferencial entre preços domésticos e internacionais na China segue favorável às importações, mantendo as fiações chinesas ativas no mercado externo. Isso reforça expectativas de possível cota adicional de importação ao longo de 2026. Altistas 4 – O basis brasileiro segue firme, agora baseado em Mai/26, indicando boa demanda pela pluma do Brasil mesmo em um ambiente de preços futuros deprimidos.  Compradores relatam satisfação com qualidade da fibra nacional, principalmente em relação ao comprimento da fibra. Altistas 5 – Em termos históricos e ajustados pela inflação, o algodão está em níveis extremamente baratos, justamente no momento de decisão de plantio no Hemisfério Norte, o que tende a desestimular plantio por lá. China 1 – Os contratos futuros de algodão em Zhengzhou inverteram a direção ao longo da semana e fecharam em baixa generalizada, acompanhados por leve recuo no volume negociado, sinalizando postura mais cautelosa às vésperas do feriado do Ano Novo Lunar. China 2 – O beneficiamento do algodão entrou em sua fase final em nível, com um número crescente de algodoeiras encerrando as operações na China. China 3 – Segundo o Cncotton.com, foram mantidas as estimativas para a China em 2025/26, com produção de 7,41 milhões de toneladas, importações de 1,1 milhões, consumo de 8,16 milhões e exportações de 20 mil toneladas. Os estoques finais seguem projetados em 6,88 milhões de toneladas até 31 de agosto de 2026. Índia 1 – O governo indiano esclareceu que a tarifa de importação de algodão (11%) será mantida, com exceção para fibra extra longa. Índia 2 – Os EUA reduziram as tarifas “recíprocas” sobre importações de produtos indianos de 25% para 18% e também eliminaram uma tarifa adicional de 25% vinculada às compras indianas de petróleo russo. A medida tende a melhorar a competitividade das exportações indianas de têxteis e vestuário ao mercado americano. Paquistão – O mercado de fios segue moderado, com compradores sensíveis a preços e compras pontuais, enquanto a demanda externa, especialmente da China, sustenta as vendas. A redução recente de custos financeiros e energéticos tende a aliviar parcialmente as margens do setor têxtil. Bangladesh 1 – As fiações de Bangladesh continuaram ativas no mercado internacional de algodão, apesar da cautela diante das eleições gerais.  Bangladesh 2 – A associação do setor (BTMA) suspendeu temporariamente planos de paralisação após negociações com o governo, enquanto uma greve no porto de Chattogram causou atrasos logísticos. Vietnã – As fiações vietnamitas operam entre 75% e 80% da capacidade, ligeiramente acima das semanas anteriores, embora ainda abaixo dos níveis históricos. As compras continuam concentradas em lotes competitivos de algodão brasileiro, americano e australiano. Première Vision Paris – O estande setorial do grupo brasileiro foi apresentado com o conceito “Brasil: from farm to fashion” e destacou a cadeia têxtil nacional de forma integrada, do cultivo do algodão à confecção de vestuário. A iniciativa buscou evidenciar atributos como sustentabilidade, rastreabilidade, qualidade e valor agregado do algodão brasileiro. Exportações - As exportações brasileiras de algodão somaram 316,8 mil toneladas em jan/26, queda de 23,7% com relação a jan/25.                                Beneficiamento 2024/25 - Até ontem (05/02), o beneficiamento encontra-se praticamente concluído no país. Restam apenas os estados da BA (99%) e MT (99%) com o beneficiamento a ser finalizado. Total Brasil: 99,09%  Plantio 2025/26 – Até o dia de ontem (05/02) foram semeados nos estados da BA (84%), GO (95,63%),MA (100%),MG (86%),MS (100%),MT (90%), PI (85,3%), PR (100%) e SP (100%). Total Brasil: 89,19%. Preços - Consulte a tabela de cotações e diferenciais abaixo. Quadro de cotações para 05 -02 Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil - cottonbrazil@cottonbrazil.com

Abrapa intensifica articulação das diretrizes do programa ABR com entidades estaduais no início da nova safra
06 de Fevereiro de 2026

No início da safra 2025/2026, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) realizou uma série de visitas técnicas a associações estaduais de produtores, como parte do trabalho anual de alinhamento do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). As agendas foram realizadas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, com foco no alinhamento técnico junto às equipes locais e na preparação para as auditorias de campo. As visitas fazem parte do processo que antecede o início das auditorias do ABR, programa que estabelece critérios socioambientais para a produção de algodão no Brasil. Anualmente a Abrapa promove reuniões técnicas, tanto em sua sede quanto diretamente nas estaduais, para garantir a correta aplicação dos critérios do programa ao longo da safra. Diretrizes técnicas Entre os temas tratados estão a atualização dos requisitos técnicos do ABR, incluindo aspectos relacionados à sustentabilidade e o fortalecimento do papel das associações estaduais, que são responsáveis pelo acompanhamento direto dos produtores filiados. De acordo com o gerente de sustentabilidade da Abrapa, Fábio Carneiro, o papel da Abrapa nesta fase é de auxiliar as associações na organização das principais diretrizes do programa nas unidades produtoras que aderem ao ABR. “Neste cenário, a Abrapa atua como instância de suporte institucional, oferecendo diálogo e alinhamento das diretrizes às equipes locais”, explicou Carneiro. Rodada nos estados No Mato Grosso do Sul, a agenda incluiu reuniões com vice-presidentes da entidade estadual, nas quais foram apresentados o novo posicionamento do ABR e os investimentos recentes da Abrapa na modernização do programa, como a atualização de sistemas, plataformas digitais e instrumentos de gestão. Em Goiás, a equipe esteve em Rio Verde para reuniões com a Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa), onde também foram discutidas iniciativas relacionadas à agenda de carbono e parcerias técnicas em desenvolvimento. Segundo a Abrapa, o trabalho de campo junto às estaduais é uma etapa fundamental para assegurar a consistência do programa e a qualidade do processo de certificação. Segundo Fábio Carneiro, “O início da safra é um momento estratégico para alinhar expectativas, atualizar critérios e apoiar tecnicamente as equipes que estão mais próximas do produtor”, destacou. Com esse movimento, a Abrapa reforça o compromisso com a melhoria contínua do programa ABR, garantindo que as auditorias de campo ocorram de forma alinhada, transparente e em conformidade com os padrões de responsabilidade socioambiental da cotonicultura brasileira. Para saber mais sobre o programa ABR, acesse: https://abrapa.com.br/algodao-brasileiro-responsavel-abr/

Sistemas Abrapa