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Abrapa discute estratégias de manejo e comercialização do algodão no Maranhão
15 de Julho de 2024

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) se uniu a produtores, convidados e especialistas do agronegócio, nesta sexta-feira (12), para discutir estratégias de manejo e comercialização do algodão no Maranhão. O debate ocorreu durante o VII Dia de Campo, promovido pela Associação Maranhense de Produtores de Algodão (Amapa), no Campo Experimental da Fazenda Planeste, da SLC Agrícola, localizado em Balsas (MA). “O Maranhão tem um futuro promissor na produção de algodão, com potencial para aumentar ainda mais sua competitividade no mercado nacional e internacional”, disse Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa. Em 2024, o Maranhão deverá colher 60,2 mil toneladas de algodão, se consolidando o estado como o quinto maior produtor do país nesse setor. Os agricultores maranhenses plantaram uma área de 32,6 mil hectares, e a produtividade esperada é de 1.845kg de pluma/ha. Schenkel também destacou as ações realizadas pela entidade para promover o algodão brasileiro no mercado internacional. Ele afirmou que, pela primeira vez, o Brasil se tornou o maior fornecedor de algodão do mundo, superando os Estados Unidos. “Esse trabalho, realizado por meio do Cotton Brazil, envolveu a união dos produtores, investimentos em pesquisa e tecnologia, organização do setor e parceria com a Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea)”, afirmou. O programa de desenvolvimento de mercado externos para o algodão brasileiro, Cotton Brazil, já promoveu 52 eventos internacionais, que somaram mais de 500 clientes e stakeholders. Marcelo Duarte, diretor de relações internacionais da Abrapa, também conversou com os participantes sobre a importância das atividades realizadas fora do Brasil para a promoção da pluma. Ele explicou que, para facilitar essas ações, foi aberto um escritório de representação em Singapura, uma cidade estrategicamente localizada no continente, que concentra a maior parte das exportações mundiais. Produtividade A abertura do Dia de Campo foi feita por Juliano Reis, gerente da Fazenda Planeste, que destacou a importância do encontro para o desenvolvimento do setor. Em seguida, Wellington Silva, coordenador executivo da Amapa, apresentou as principais iniciativas da associação e seu impacto na produção local. Os participantes puderam aprofundar-se em temas como o manejo da segunda safra, apresentado por Willian Araújo, coordenador de produção, e as práticas do campo experimental, abordadas por Joilson Rodrigues, coordenador de pesquisa. Ambos ressaltaram a necessidade de técnicas inovadoras para garantir a qualidade e a produtividade do algodão. No segundo bloco do evento, o foco foi em "Algodão Lucrativo", discutindo custos, comercialização e logística. Marcelo Kappes, da KPS Agropecuária, analisou a relação entre custos de produção e retorno para os agricultores, enquanto Eleusio Freire, da Cotton Consultoria, abordou questões de comercialização e logística essenciais para o sucesso do setor. A Uniggel Sementes encerrou as apresentações discutindo como maximizar lucros, incluindo investimentos e rentabilidade na prensagem de caroço. “Essas discussões são fundamentais para fortalecer a cadeia produtiva do algodão e garantir a competitividade do nosso setor”, destacou o presidente da Abrapa. O evento também serviu como uma plataforma para networking entre os participantes, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento das relações na cadeia produtiva do algodão.

Abrapa discute estratégias de manejo e comercialização do algodão no Maranhão
12 de Julho de 2024

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) se uniu a produtores, convidados e especialistas do agronegócio, nesta sexta-feira (12), para discutir estratégias de manejo e comercialização do algodão no Maranhão. O debate ocorreu durante o VII Dia de Campo, promovido pela Associação Maranhense de Produtores de Algodão (Amapa), no Campo Experimental da Fazenda Planeste, da SLC Agrícola, localizado em Balsas (MA). “O Maranhão tem um futuro promissor na produção de algodão, com potencial para aumentar ainda mais sua competitividade no mercado nacional e internacional”, disse Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa. Em 2024, o Maranhão deverá colher 60,2 mil toneladas de algodão, se consolidando o estado como o quinto maior produtor do país nesse setor. Os agricultores maranhenses plantaram uma área de 32,6 mil hectares, e a produtividade esperada é de 1.845kg de pluma/ha. Schenkel também destacou as ações realizadas pela entidade para promover o algodão brasileiro no mercado internacional. Ele afirmou que, pela primeira vez, o Brasil se tornou o maior fornecedor de algodão do mundo, superando os Estados Unidos. “Esse trabalho, realizado por meio do Cotton Brazil, envolveu a união dos produtores, investimentos em pesquisa e tecnologia, organização do setor e parceria com a Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea)”, afirmou. O programa de desenvolvimento de mercado externos para o algodão brasileiro, Cotton Brazil, já promoveu 52 eventos internacionais, que somaram mais de 500 clientes e stakeholders. Marcelo Duarte, diretor de relações internacionais da Abrapa, também conversou com os participantes sobre a importância das atividades realizadas fora do Brasil para a promoção da pluma. Ele explicou que, para facilitar essas ações, foi aberto um escritório de representação em Singapura, uma cidade estrategicamente localizada no continente, que concentra a maior parte das exportações mundiais. Produtividade  A abertura do Dia de Campo foi feita por Juliano Reis, gerente da Fazenda Planeste, que destacou a importância do encontro para o desenvolvimento do setor. Em seguida, Wellington Silva, coordenador executivo da Amapa, apresentou as principais iniciativas da associação e seu impacto na produção local. Os participantes puderam aprofundar-se em temas como o manejo da segunda safra, apresentado por Willian Araújo, coordenador de produção, e as práticas do campo experimental, abordadas por Joilson Rodrigues, coordenador de pesquisa. Ambos ressaltaram a necessidade de técnicas inovadoras para garantir a qualidade e a produtividade do algodão. No segundo bloco do evento, o foco foi em "Algodão Lucrativo", discutindo custos, comercialização e logística. Marcelo Kappes, da KPS Agropecuária, analisou a relação entre custos de produção e retorno para os agricultores, enquanto Eleusio Freire, da Cotton Consultoria, abordou questões de comercialização e logística essenciais para o sucesso do setor. A Uniggel Sementes encerrou as apresentações discutindo como maximizar lucros, incluindo investimentos e rentabilidade na prensagem de caroço. “Essas discussões são fundamentais para fortalecer a cadeia produtiva do algodão e garantir a competitividade do nosso setor”, destacou o presidente da Abrapa. O evento também serviu como uma plataforma para networking entre os participantes, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento das relações na cadeia produtiva do algodão.

Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa
12 de Julho de 2024

Destaque da Semana - Hoje é dia de relatório do USDA. Na semana, o mercado caiu pressionado por previsões de chuvas no Texas e passagem sem danos do furacão Beryl pelas lavouras. Para conferir o relatório do USDA que sai logo mais e receber informações estratégicas sobre o setor, participe do Canal Cotton Brazil: 🖱️ https://bit.ly/CanalCottonBrazil. Algodão em NY - O contrato Out/24 fechou nesta quarta 11/07 cotado a 69,06 U$c/lp (-2,5% vs. 03/jul). O contrato Dez/24 fechou 70,87 U$c/lp (-2,1% vs. 03/jul) e o Dez/25 a 73,07 U$c/lp (-1,1% vs. 03/jul). Basis Ásia - O Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia é de 765 pts para embarque Out/Nov-24 (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 11/jul/24). Altistas 1 - As condições das lavouras de algodão dos EUA continuam em queda. O índice “excelente/bom” está em 45% - uma queda de 5% na semana, abaixo da safra passada e da média de cinco anos (48%). Altistas 2 - Apesar da umidade do solo ter melhorado no Texas, a região ainda sofre com falta de chuva. Além disso, altas temperaturas castigam estados do Oeste. Baixistas 1 - A expectativa é de que o USDA anuncie hoje um aumento na safra 2024/25 e possivelmente crescimento nos estoques finais dos EUA. Baixistas 2 - A previsão média é de que o aumento de área já anunciado pelo USDA em 28/jun reflita em um reajuste da produção em 260 mil tons. Baixistas 3 - No mercado de fios, os preços permanecem sob pressão, com demanda fraca em muitos países, incluindo o principal mercado: China. Cotações - O Índice Cotlook A registrou seu valor mais baixo desde dez/2020: US$ 81c/lb. Este índice reflete o preço médio do algodão no extremo oriente (Ásia). China 1 - Os preços no mercado de futuros de algodão de Zhengzhou terminaram a semana em baixa. A compra pelas fiações permanece fraca e muitas reduziram o ritmo devido à lenta venda de fios. China 2 - As lavouras em Xinjiang entraram na fase de florescimento e sofrem um pouco devido às altas temperaturas. Paquistão - A colheita está se expandindo. Nos pátios das algodoeiras, começam a chegar algodão em caroço das áreas de plantio precoce. Índia 1 - A semeadura está à frente do ano passado, mas a precipitação das monções está ligeiramente abaixo da média do período longo. Índia 2 - O setor têxtil indiano torce para que a nova proposta orçamentária do governo, prevista para 23/07, inclua preços competitivos para fibras como algodão, poliéster e viscose, além de subsídios. Austrália - A exportação de algodão em maio foi de 35.333 tons (acima de abr/24, mas inferior a mai/23). No ano comercial, o total é de quase 935 mil tons, abaixo de 2022/23. Egito - O plantio chegou a 124,5 mil ha em 07/07, equivalente a 93% do total estimado e 16% acima do realizado no mesmo período da safra passada. Variedades comerciais ocupam 75% da área e a produção de sementes 25%. Vietnã - No primeiro semestre, o Vietnã importou 766 mil tons de algodão – 21,6% a mais que no mesmo período de 2023. Os dados são do Escritório Geral de Estatísticas. Em valores, a cifra é de US$ 1,53 bilhão (+9%). Vietnã 2 - O Brasil foi o principal fornecedor, respondendo por US$ 443 milhões (111% a mais que no ano passado). EUA e Austrália tiveram queda ao passo em que a Índia ampliou o fornecimento em 116%, chegando a US% 85 milhões. Logística - Mercadorias em navios redirecionados da rota do Mar Vermelho (Canal de Suez) demoram 2 a 3 semanas a mais para chegar ao destino. Resultado: crescentes gargalos em diversos portos de transbordo. Exportações - As exportações brasileiras de algodão somaram 49,2 mil tons na primeira semana de julho. A média diária de embarque é 2,8 vezes maior que a média registrada no mesmo mês de 2023. Colheita 2023/24 - Até ontem (11/07), foram colhidos no estado da BA 23,4%, GO 35,8%, MA 18%, MG 33%, MS 45,6%, MT 6%, PI 26,1%, PR 100% e SP 74%. Total Brasil: 11,65%. Beneficiamento 2023/24 - Até ontem (11/07), foram beneficiados na BA 14%, GO 7,87%, MS 18%, MT 0,3%, PR 100% e SP 64%. Total Brasil: 3,58%. Preços - Consulte tabela abaixo ⬇ Tabela de cotação 12.07 Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, iniciativa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

Sou de Algodão divulga os 10 finalistas do 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores
11 de Julho de 2024

O Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, concurso promovido pelo movimento Sou de Algodão e a Casa de Criadores, divulgou os 10 finalistas, no último dia 5 de julho. Pela primeira vez, a grande final será com dois representantes de cada região do Brasil. Além disso, o 3º Desafio bateu recorde de inscrições, com mais de 950, superando as duas primeiras edições juntas. Agora, os nomes revelados terão aproximadamente quatro meses para se preparar e desenvolver uma nova coleção. "Estamos entusiasmados em anunciar os talentos que passaram para a próxima fase do concurso. Ter uma final com candidatos de todas as regiões do Brasil celebra a diversidade e a riqueza brasileira, dando oportunidade e visibilidade a estudantes que representam o futuro do setor. O 3º Desafio é uma forma de revelar novos nomes e promover a criatividade e a inovação na moda nacional”, comemora André Hidalgo, diretor da Casa de Criadores. Durante a grande final, que deve acontecer em novembro deste ano, em uma edição presencial da Casa de Criadores, em São Paulo, os finalistas exibirão suas coleções em um desfile e, os três primeiro colocados vão receber produtos das tecelagens parceiras do movimento e um programa de orientação profissional, promovido por apoiadores do concurso. O grande vencedor será contemplado com um prêmio no valor de R$ 30 mil, e passará a integrar o line-up oficial da Casa de Criadores a partir da primeira edição do próximo ano. O professor orientador do primeiro colocado também será reconhecido com um prêmio: uma bolsa orientação no valor de R$ 10 mil, destinada à pesquisa sobre algodão. Em edições passadas, o Desafio revelou nomes como Mateus Cardoso, Dario Mittmann, Rodrigo Evangelista e Guilherme Dutra. “Para nós, chegar em uma final com todas as regiões do nosso País, é sinônimo de vitória. Trabalhamos para que a moda nacional seja, cada vez mais, valorizada e reconhecida. E ficamos ainda mais felizes quando conseguimos juntar o nosso algodão brasileiro, que é uma  fibra versátil e de qualidade, com o futuro do mercado”, comemora Silmara Ferraresi, diretora de relações institucionais da Abrapa e gestora do movimento Sou de Algodão. Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa, acredita que os novos talentos revelados têm um compromisso fundamental com a responsabilidade ambiental, social e econômica ao trabalharem com o algodão nas coleções. “Esse envolvimento é crucial, pois eles são o futuro que continuarão a promover o uso desse recurso natural, reforçando a importância de uma moda mais consciente”, finaliza. Números do 3º Desafio Sou de algodão + Casa de Criadores Mais de 55% das inscrições são de estudantes do Sudeste, região com tradição no ensino de moda, e 2,4% são trabalhos do Norte. Na fase da semifinal regional, foram 64 trabalhos, e os 25 jurados, todos profissionais da área da moda, avaliaram os estudantes de suas respectivas regiões. No Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste e Sul, foram 15 representantes cada, e o Norte teve quatro. Cada trabalho contou com a ajuda de um professor orientador. Ao todo, foram 169 docentes, sendo 122 mulheres e 47 homens. Confira abaixo os nomes dos finalistas por região Centro-Oeste  Júlia Theophilo Dias de Lima, de Brasília/DF, do Instituto Federal de Brasília (IFB). Orientada pela professora Rafaela Felipe Asmar Lucas Fernando Rodrigues de Souza, de Goiânia/GO, da Universidade Salgado de Oliveira (Universo). Orientado pela professora Suely Moreira Borges Calafiori Nordeste  Artur Leovegildo de Oliveira Batista, de Crato/CE, da Universidade Federal do Cariri (UFCA). Orientado pela professora Cleonisia Alves Rodrigues do Vale Natalia Ferreira de Souza Passos, de Salvador/BA, da Universidade Salvador (Unifacs). Orientada pelo professor Maurício Portela Norte Fernanda Marcele Bastos Pereira, de Belém/PA, da Faculdade Estácio do Pará (FAP). Orientada pela professora Clarisse Fonseca Chagas Jose Bruno Silva Sacramento, de Belém/PA, da Universidade da Amazônia (Unama). Orientado pelo professor Felícia Assmar Maia Sudeste  João Paulo de Freitas, do Rio de Janeiro/RJ, da Universidade Anhembi Morumbi. Orientado pela professora Maria Fernanda Cintra Laura Diniz Ferreira de Oliveira e Yohanna de Oliveira Pereira, do Rio de Janeiro/RJ, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Orientada pelo professor Walvyker Alves de Souza Sul  Maria Fernanda de Oliveira dos Santos e Queren Pereira dos Santos, de Curitiba/PR, da UniSenaiPR. Orientadas pela professora Amanda Calixto de Castro Vitoria Schneider Antunes, de Porto Alegre/RS, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RS). Orientada pela professora Mariana Dourado Castro Para conhecer todos os finalistas, é só clicar nesse link.

14º Congresso Brasileiro do Algodão amplia foco em fitopatologia e nematologia para enfrentar desafios crescentes na cultura
11 de Julho de 2024

Em resposta ao aumento significativo das manchas foliares nas últimas safras, o 14º Congresso Brasileiro do Algodão (14º CBA) trará uma abordagem ampliada e detalhada para combater dois dos maiores desafios da cultura do algodoeiro em condições tropicais: doenças e nematoides. O evento dedicará uma sala temática a mais para o eixo fitopatologia/nematologia, totalizando três ambientes para debater a questão. Organizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o 14º CBA será realizado de 03 a 05 de setembro, em Fortaleza/CE. Ao aprofundar a discussão desses temas, o Congresso visa oferecer soluções práticas e sustentáveis para enfrentar esses desafios emergentes, contribuindo assim para o avanço e aprimoramento contínuo da produção de algodão no país. Na área de fitopatologia, o objetivo estará na crescente incidência da mancha foliar no algodoeiro. De acordo com o coordenador do eixo, o fitopatologista/nematologista Rafael Galbieri, nas últimas safras, observou-se um aumento significativo da doença, tanto no baixeiro quanto nos terços superiores das plantas, resultando em perdas de produção substanciais. “Esse será um dos pontos centrais das apresentações e discussões nas salas temáticas, que abordarão temas como diagnóstico do agente causal (Corynespora cassiicola), sintomatologia de acordo com a posição na planta, danos causados, reação de cultivares, manejo com fungicidas e a relação da doença com a população e porte das plantas. Espera-se que as discussões também incluam projeções e estratégias para a próxima safra, visando mitigar esses impactos negativos”, afirmou. Além disso, haverá espaço dedicado à mancha de ramulária, explorando questões como a variabilidade do fungo, manejo genético e químico, bem como a possível interação com outras doenças no sistema de produção. No painel de nematologia, o congresso destacará a importância dos nematoides na cultura do algodão, com ênfase nos danos causados, na ocorrência e evolução de espécies tradicionais como M. incognita e R. reniformis, além de novas espécies como Meloidogyne enterolobii. Será detalhada a questão da resistência genética do algodoeiro ao nematoide-das-galhas e, especialmente, ao R. reniformis, com a apresentação das inovações tecnológicas, como cultivares resistentes, que estarão disponíveis para os produtores na próxima safra. “O painel também abordará estratégias de manejo químico e biológico, oferecendo uma oportunidade única para discussões técnicas e a troca de informações entre especialistas e produtores”, explicou o pesquisador.

Sou de Algodão tem exposição em Congresso de Semiótica na USP
05 de Julho de 2024

O Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), foi um dos parceiros do X Congresso da Federação Latino-americana de Semiótica (FELS), que aconteceu entre os dias 2 e 5 de julho de 2024, na Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), na cidade de São Paulo. O convite foi feito por Andreia Meneguete, ex-colunista do blog Sou de Algodão, e Vinicius Serralheiro, organizadoras da exposição, que também fez a curadoria das peças para a exposição. “O tema geral do nosso congresso foi sobre pensar no futuro. Nada mais justo do que termos as peças dos criadores e estilistas brasileiros, para analisarmos sobre o que vem por aí no mercado da moda nacional. O que os consumidores desejam, o que dita a próxima tendência, o modo de vestir uma peça de roupa, são alguns dos questionamentos que propomos”, explica Meneguete. O congresso aconteceu em parceria com as universidades e entidades brasileiras de pesquisa e formação em semiótica. Contou com a presença de pesquisadores latino-americanos, para discussões sobre o futuro do planeta e da humanidade, de forma integrada, a partir da perspectiva privilegiada da semiótica. Como ciência do campo das humanidades e da linguagem, ela deve se abrir para questionamentos transtemporais e refletir sobre si mesma, reconhecendo as possibilidades e os limites, identificar suas potências e suas fragilidades e defender e valorizar seu lugar no devir. Silmara Ferraresi, diretora de relações institucionais da Abrapa e gestora do movimento Sou de Algodão, acredita que o futuro da moda está intrinsecamente ligado à responsabilidade ambiental e social. “O algodão, com sua versatilidade e responsabilidade, desempenha um papel crucial nessa transformação. Nós acreditamos que cada peça de roupa conta uma história. Trabalhamos para que esta seja de respeito ao meio ambiente, valorização do nacional e apoio a economia local”, finaliza a executiva.

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