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Abrapa publica Relatório de Estatística com atualização dos dados de oferta e demanda global do algodão
14 de Abril de 2026

Nesta terça-feira, 14 de abril, a Abrapa publicou o Relatório de Estatística do Algodão. Além de trazer os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que mostram dados globais de oferta e demanda do algodão, o documento também traz informações de safra e exportações brasileiras detalhadas. Veja os principais destaques do Relatório: Produção Global - Estimada em 26,53 milhões de toneladas, registrando alta de 2,1%, em comparação a 2024/2025. Dentre os maiores produtores mundiais, são projetadas altas nas ofertas chinesa (+828 mil ton) e brasileira, (+545 mil toneladas). Há previsão de queda nas ofertas da Austrália (-239 mil toneladas), da Turquia (-195 mil toneladas) e dos Estados Unidos (-108 mil toneladas), se comparadas com o ano comercial 2024/2025. China – Produção prevista em 7,80 milhões de toneladas. Mesmo com a safra maior, o USDA elevou a estimativa de importações em 90 mil toneladas e revisou o consumo em 110 mil toneladas para cima. Exportações Globais - O Brasil permanece como maior exportador global da safra 2025/2026, com uma estimativa de de 3,16 milhões de toneladas embarcadas. Para abril, o USDA reduziu as projeções de exportação indiana em 43 mil toneladas. Importações - Para o mês de abril é projetada uma queda de 34 milhões de toneladas nas importações apesar do aumento de 87 mil toneladas da China e 43,54 mil toneladas da Índia. A previsão de queda é influenciada principalmente pelas estimativas do Paquistão (-65,34 mil ton), de Bangladesh e do Vietnã, ambos com queda em 43,54 mil toneladas. Grande salto - As exportações para a Índia seguem como principal destaque para o mês de março. Se comparado com o mesmo período do ano passado, as importações indianas de pluma brasileira foram de 3.110 para 41.387 toneladas. Consumo no mundo- Projeção de 25,94 milhões de toneladas consumidas, leve queda de 0,2% em comparação com a safra passada. Estoques Globais - O USDA estima estoques mundiais de 16,77 milhões de toneladas, para 2025/2026, alta de 4,0% no comparativo com o fechamento da safra 2024/25. Acesse o Relatório completo: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Relatorio_de_estatistica_Abril.pdf

Professores orientadores têm papel estratégico na construção da programação científica do 15º CBA.
14 de Abril de 2026

A produção científica é um dos pilares que sustentam o avanço da cotonicultura brasileira. No 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que será realizado de 22 a 24 de setembro de 2026, em Belo Horizonte (MG), professores e pesquisadores orientadores terão novamente um papel central na formação da programação científica do evento, estimulando a participação de novos talentos da pesquisa agro. As submissões de trabalhos científicos estarão abertas de 1º de abril a 11 de junho de 2026, reunindo contribuições de estudantes, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas do conhecimento ligadas ao algodão. Nesse processo, os professores orientadores desempenham uma função essencial: orientar a produção acadêmica, estimular a qualidade metodológica das pesquisas e incentivar a apresentação de resultados relevantes para o setor produtivo. O CBA é reconhecido como o principal fórum técnico da cotonicultura brasileira, reunindo especialistas, pesquisadores e lideranças do agro para discutir inovação, produtividade e sustentabilidade. A participação de trabalhos científicos fortalece esse ambiente de troca de conhecimento e permite que pesquisas desenvolvidas em universidades, centros de pesquisa e instituições privadas cheguem diretamente aos profissionais da cadeia produtiva. Entre os temas contemplados para submissão de trabalhos estão áreas estratégicas para o desenvolvimento do setor, como produção vegetal, agricultura digital, colheita e beneficiamento, qualidade de fibra e do caroço, controle de pragas, fitopatologia, nematologia, manejo de plantas daninhas, melhoramento vegetal, biotecnologia e socioeconomia. Nesse contexto, os orientadores assumem uma posição de destaque ao estimular que estudantes e jovens pesquisadores transformem projetos acadêmicos em contribuições práticas para o campo. Ao apoiar a submissão de trabalhos ao congresso, os professores ajudam a aproximar a pesquisa da realidade produtiva, promovendo a difusão de conhecimento científico aplicado à cotonicultura. Além disso, o congresso prevê duas formas de premiação para orientadores: pela qualidade e relevância dos trabalhos premiados sob sua orientação e pela quantidade de trabalhos inscritos, considerando orientadores que tenham no mínimo cinco trabalhos submetidos por estudantes de graduação ou pós-graduação. Entre os reconhecimentos estão bolsas de pesquisa de 10 e 15 mil reais e benefícios para participação no evento, conforme detalhado no regulamento de premiação do congresso. A participação no congresso representa uma oportunidade para que orientadores ampliem o alcance das pesquisas conduzidas em suas instituições, estabeleçam conexões com empresas, produtores e centros de pesquisa e acompanhem as principais tendências tecnológicas e científicas do setor. A presença ativa da comunidade acadêmica contribui para manter o Congresso Brasileiro do Algodão como um espaço de referência para a discussão técnica e científica da cultura no país. Professores orientadores interessados em incentivar a participação de seus alunos podem acessar o site oficial do evento (www.congressodoalgodao.com.br) e acompanhar todas as orientações para submissão de trabalhos. Sobre o CBA O Congresso Brasileiro de Algodão (CBA) é o principal fórum técnico e científico da cotonicultura nacional. Realizado a cada dois anos, o evento reúne produtores, pesquisadores, empresas, consultores e lideranças do setor para discutir os principais desafios da produção de algodão no Brasil. A programação inclui plenárias, painéis técnicos, apresentação de trabalhos científicos, área de exposição, workshops e espaços de troca entre os diferentes elos da cadeia produtiva.

Estudantes podem apresentar pesquisas no 15º Congresso Brasileiro do Algodão e concorrer à participação com tudo pago
14 de Abril de 2026

Estudantes de graduação e pós-graduação terão uma oportunidade única de apresentar suas pesquisas no principal evento técnico da cotonicultura brasileira. O 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que acontecerá de 22 a 24 de setembro de 2026, em Belo Horizonte (MG), abrirá espaço para que novos pesquisadores compartilhem seus estudos e contribuam para o avanço da ciência aplicada ao agro. As submissões de trabalhos científicos estarão abertas de 1º de abril a 11 de junho de 2026, e estudantes poderão inscrever pesquisas desenvolvidas em diferentes áreas relacionadas à cadeia produtiva do algodão. Entre os temas contemplados estão produção vegetal, agricultura digital, colheita e beneficiamento, qualidade de fibra e do caroço, controle de pragas, fitopatologia, nematologia, manejo de plantas daninhas, melhoramento vegetal, biotecnologia e socioeconomia, refletindo a diversidade de pesquisas que impulsionam a inovação na cotonicultura. Além da oportunidade de apresentar seus trabalhos diante de especialistas, pesquisadores e profissionais do setor, os estudantes também poderão concorrer a premiações que incluem inscrição no congresso, passagem aérea e hospedagem para participação no evento. Para participar da premiação, é importante atenção ao prazo: apenas os trabalhos enviados até 14 de maio de 2026 serão elegíveis para concorrer na categoria de estudantes. A iniciativa busca estimular a participação de jovens pesquisadores e valorizar estudos que tragam contribuições relevantes para o desenvolvimento da cultura do algodão no Brasil. Ao participar do congresso, os estudantes têm a chance de apresentar seus resultados, receber feedback de especialistas e ampliar sua rede de contatos dentro do setor agro. Além disso, o congresso proporciona um ambiente privilegiado de aprendizado, com acesso a palestras, debates técnicos e discussões sobre os principais desafios e oportunidades da cotonicultura. Para estudantes interessados em participar, todas as orientações para submissão de trabalhos científicos estão disponíveis no site oficial do evento (www.congressodoalgodao.com.br). Sobre o CBA O Congresso Brasileiro de Algodão (CBA) é o principal fórum técnico e científico da cotonicultura nacional. Realizado a cada dois anos, o evento reúne produtores, pesquisadores, empresas, consultores e lideranças do setor para discutir os principais desafios da produção de algodão no Brasil. A programação inclui plenárias, painéis técnicos, apresentação de trabalhos científicos, área de exposição, workshops e espaços de troca entre os diferentes elos da cadeia produtiva.

Profissionais da cadeia do algodão também podem apresentar trabalhos científicos no 15º Congresso Brasileiro do Algodão
14 de Abril de 2026

A inovação no agro nasce, muitas vezes, da experiência prática no campo. Por isso, o 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) também abre espaço para que profissionais da cadeia produtiva apresentem trabalhos científicos e compartilhem conhecimentos aplicados ao setor. Produtores rurais, consultores, pesquisadores de instituições privadas, profissionais de fazendas, técnicos da indústria e especialistas do setor poderão submeter seus estudos e experiências técnicas para integrar a programação científica do congresso, que será realizado de 22 a 24 de setembro de 2026, em Belo Horizonte (MG). As submissões estarão abertas entre 1º de abril e 11 de junho de 2026 para técnicos de fazenda, produtores rurais, pesquisadores, consultores, indústria e outros, e os trabalhos podem abordar diferentes temas estratégicos para o desenvolvimento da cotonicultura. Entre as áreas contempladas estão produção vegetal, agricultura digital, colheita e beneficiamento, qualidade de fibra e do caroço, controle de pragas, fitopatologia, nematologia, matologia e destruição de soqueira, melhoramento vegetal, biotecnologia e socioeconomia. A participação de profissionais que atuam diretamente no campo ou em empresas da cadeia produtiva contribui para enriquecer o debate técnico do congresso. Muitas das soluções que impulsionam a produtividade e a sustentabilidade da cultura do algodão surgem justamente da integração entre pesquisa científica e experiência prática. Ao apresentar trabalhos científicos no congresso, esses profissionais têm a oportunidade de compartilhar resultados de projetos, tecnologias aplicadas, experiências de manejo e soluções desenvolvidas para desafios enfrentados no dia a dia da produção. Além de ampliar a visibilidade dessas iniciativas, o congresso também promove um ambiente de troca de conhecimento entre academia, setor produtivo e indústria, fortalecendo a inovação dentro da cadeia do algodão. As premiações irão do primeiro ao oitavo colocado, com prêmios como bolsa de pesquisa, notebook, tablets e kindles. Profissionais interessados em compartilhar suas experiências e contribuir para o debate científico do setor podem acessar o site oficial do evento (www.congressodoalgodao.com.br) para conferir as orientações completas sobre o processo de submissão. Sobre o CBA O Congresso Brasileiro de Algodão (CBA) é o principal fórum técnico e científico da cotonicultura nacional. Realizado a cada dois anos, o evento reúne produtores, pesquisadores, empresas, consultores e lideranças do setor para discutir os principais desafios da produção de algodão no Brasil. A programação inclui plenárias, painéis técnicos, apresentação de trabalhos científicos, área de exposição, workshops e espaços de troca entre os diferentes elos da cadeia produtiva.

Algodão brasileiro registra salto de qualidade na safra 2024/25
14 de Abril de 2026

O algodão brasileiro apresentou aumento de qualidade na safra 2024/25, segundo um levantamento da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão). A pluma brasileira se destacou nesse ciclo por alinhar uniformidade e qualidade em toda a produção. Segundo a Associação, este aumento é resultado da implementação de tecnologia, aprimoramento genético e padronização dos processos de beneficiamento e classificação dos fios. Há 10 anos, empresas do setor estão se adaptando a novos critérios de uniformidade de produção e análise de dados como forma de investimento na produção de algodão. Como reflexo desse movimento, neste último ciclo, praticamente toda a produção de algodão no país (cerca de 4,25 milhões de toneladas), passou pelo sistema de análise HVI (do inglês High Volume Instrument), utilizado para metrificar a qualidade da safra.  Para o gerente de qualidade da Abrapa, Deninson Lima, esse salto na qualidade reflete maior transparência e confiabilidade na produção e na relação com compradores internacionais do algodão brasileiro.  “Quando todos os fardos apresentam o mesmo padrão elevado de qualidade, a relação de confiança com os compradores se fortalece e o preço da pluma tende a melhorar, tanto no comércio interno quanto no internacional”, afirmou.  A análise indica que o algodão brasileiro apresentou desempenho considerado “ótimo ou excelente” nos critérios de: resistência, comprimento, micronaire (indicador que mede a finura e maturidade da fibra), uniformidade, brilho e coloração. O destaque para a categoria resistência demonstra o melhor desempenho da série histórica para a categoria.  “Nós temos uma excelente finura de fibra, um excelente comprimento, resistência e uniformidade também. Em termos de qualidade intrínseca, a gente não perde para nenhum outro país, principalmente os nossos concorrentes diretos, como Austrália e Estados Unidos”, explicou Lima. Em 2025, o setor bateu recorde de exportações e se consolidou como o maior vendedor de algodão no mundo. Para o ciclo 25/26, a expectativa da Abrapa é manter o padrão de produção e qualidade, com um aumento também nasvendas para o exterior.

Algodão brasileiro consolida salto de qualidade na safra 2024/2025, aponta relatório de qualidade da Abrapa
13 de Abril de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) divulgou na última sexta-feira, 10 de abril, o último relatório de qualidade da safra 2024/2025.  O documento traz um panorama completo da qualidade da pluma brasileira após a análise de praticamente toda a produção nacional já colhida, beneficiada e classificada. Ao todo, foram analisados 17,4 milhões de fardos por meio do sistema HVI (High Volume Instrument), o equivalente a cerca de 4,25 milhões de toneladas de algodão. O volume representa praticamente a totalidade da safra, reforçando a transparência e a robustez do programa SBRHVI, formado por uma rede de 13 laboratórios e 90 equipamentos espalhados pelos principais estados produtores. Para o gerente de qualidade da Abrapa, Deninson Lima, os resultados são animadores pois demonstram a evolução consistente do algodão brasileiro. “O avanço da qualidade da fibra mostra que os esforços concentrados de todos os elos da cadeia produtora para garantir a melhoria da qualidade da fibra estão dando resultados positivos”. Lima também explicou que o trabalho nacional para garantir a melhoria da qualidade da pluma tende a influenciar na reputação do Brasil enquanto produtor. “Quando todos os fardos apresentam o mesmo padrão elevado de qualidade, a relação de confiança com os compradores se fortalece e o preço da pluma tende a melhorar, tanto no comércio interno quanto no internacional”. Melhoria consistente na qualidade Os números confirmam o fortalecimento do padrão da fibra brasileira para a indústria têxtil. No indicador de resistência, por exemplo, 96,6% das amostras ficaram acima de 28 gf/tex, um dos melhores resultados da série histórica recente. Já o comprimento da fibra também avançou, 94,2% do algodão apresentou medida igual ou superior a 1,11 polegada, reforçando a competitividade do produto no mercado global. Outro destaque desta safra é o micronaire, indicador que mede a finura e maturidade da fibra. De acordo com o Deninson Lima: “Na safra 2024/2025, 95,8% do algodão brasileiro ficou dentro da faixa considerada ideal (entre 3,5 e 4,9), mantendo estabilidade em níveis elevados”. A uniformidade das fibras também apresentou bom desempenho, com 94,9% das amostras acima de 80%, enquanto o índice de fibras curtas, fator que impacta diretamente o rendimento industrial, registrou 80,8% dentro do limite desejável (até 10%). No quesito brilho (reflectância), 85,6% do algodão atingiu padrão acima de 75, e o grau de amarelamento permaneceu controlado, com 77,5% dentro dos parâmetros ideais. A análise detalhada mostra ainda um avanço qualitativo na distribuição do comprimento da fibra. Quase 80% do algodão brasileiro concentra-se nas faixas mais valorizadas (acima de 1,14 polegada), com crescimento expressivo das categorias superiores, tendência que vem se intensificando desde a safra 2022/2023. No aspecto de coloração, predominam os padrões mais demandados pelo mercado. As classes intermediárias e superiores (como 31 e 41) concentram a maior parte da produção, indicando boa aparência visual e menor presença de impurezas. Qualidade e transparência Esse desempenho é resultado direto de uma combinação de fatores, como investimento em tecnologia no campo, aprimoramento genético, boas práticas agrícolas e padronização rigorosa dos processos de beneficiamento e classificação. Atualmente, 100% da produção nacional passa por avaliação em HVI dentro do programa SBRHVI, o que garante transparência e confiabilidade às informações. Próxima safra Com a safra 2024/2025 totalmente analisada, os próximos relatórios da Abrapa já passam a refletir os dados da nova temporada 2025/2026, cujo ciclo produtivo está em andamento. A expectativa do setor é manter a trajetória de evolução, consolidando o Brasil como referência global não apenas em volume, mas também em qualidade de algodão. Para saber mais detalhes sobre a qualidade do algodão brasileiro da safra 2024/20254, acesse o relatório completo: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Relatorio-de-Qualidade-Safra-24-25-Marco.pdf

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