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Ricardo Amorim é confirmado no 15º Congresso Brasileiro do Algodão em Belo Horizonte
25 de Agosto de 2026O economista Ricardo Amorim está confirmado como um dos palestrantes do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que será realizado de 22 a 24 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Com o tema “Algodão brasileiro: fibra natural. Uma jornada com propósito, qualidade e transparência”, o evento reunirá produtores, pesquisadores, lideranças, empresas e especialistas para discutir os principais desafios e oportunidades da cadeia do algodão. Reconhecido por suas análises sobre economia e negócios, Amorim levará ao evento uma visão sobre o cenário econômico e as perspectivas para o Brasil e o mundo, contribuindo para ampliar o debate sobre os desafios e oportunidades da cadeia do algodão. “O agronegócio brasileiro vive um momento de grandes transformações. Mudanças na economia global, geopolítica, câmbio e no comércio internacional trazem desafios, mas também abrem oportunidades importantes para o Brasil. Na cadeia do algodão, que já conquistou enorme relevância e competitividade internacional, o desafio é continuar avançando em produtividade, tecnologia, sustentabilidade e acesso a mercados. Em um mundo cada vez mais instável, quem entender essas mudanças antes e estiver preparado para tomar melhores decisões terá uma enorme vantagem”, diz Amorim. Considerado um dos principais encontros da cotonicultura brasileira, o congresso promove, ao longo de três dias, uma programação que integra ciência aplicada, inovação, mercado e estratégia, com plenárias técnicas, hubs especializados, workshops e minicursos. O objetivo é ampliar conexões, gerar negócios e fortalecer o futuro da fibra natural brasileira. Inscreva-se As inscrições para o Congresso Brasileiro do Algodão estão abertas. Garanta sua participação e acompanhe os principais debates, pesquisas e inovações que estão moldando o futuro da cotonicultura brasileira. Mais informações e inscrições em https://congressodoalgodao.com.br/. Sobre o CBA O Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) é o principal fórum técnico e científico da cotonicultura nacional. Realizado a cada dois anos, reúne produtores, pesquisadores, empresas, consultores e lideranças do setor para discutir os principais desafios da produção de algodão no Brasil. A programação inclui plenárias, painéis técnicos, apresentação de trabalhos científicos, área de exposição, workshops e espaços de troca entre os diferentes elos da cadeia produtiva.
Na Semana da Pessoa com Deficiência, Abrapa destaca MP das Blusinhas como oportunidade para avançar em políticas públicas de sustentabilidade e redução dos microplásticos
24 de Agosto de 2026Entidades da sociedade civil e do setor produtivo se unem, durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, celebrada entre 21 e 28 de agosto, em uma mobilização para ampliar a conscientização sobre os possíveis impactos da exposição aos microplásticos e nanoplásticos na saúde humana, com atenção especial ao desenvolvimento neurológico infantil. A mobilização ganhou adesão de diferentes setores da sociedade e reúne entidades do setor produtivo, organizações da sociedade civil e representantes do Congresso Nacional. A Nota de Conscientização: Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla chama a atenção para fatores ambientais capazes de comprometer o neurodesenvolvimento e defende maior articulação entre famílias, profissionais da saúde, pesquisadores, universidades, setor produtivo, indústria, governos e sociedade civil. A nota destaca que a presença de resíduos e partículas plásticas já é observada na água, no solo, no ar e em alimentos consumidos diariamente. A exposição humana pode ocorrer tanto pela ingestão quanto pela inalação dessas partículas. O documento também chama atenção para estudos que vêm investigando os efeitos da exposição crônica aos micro e nanoplásticos, especialmente em períodos considerados críticos para o desenvolvimento, como a gestação, a infância e a adolescência. A mobilização ressalta, ainda, a necessidade de ampliar as pesquisas sobre os efeitos dessas partículas no organismo humano e transformar o conhecimento científico em ações de prevenção. Da conscientização à ação Além do alerta, as entidades defendem a construção de uma agenda que envolva ciência, prevenção, inovação e sustentabilidade. Entre as medidas apontadas estão o desenvolvimento de tecnologias capazes de reduzir a liberação de microplásticos, o estímulo à economia circular, a gestão adequada de resíduos, a inovação em materiais de menor impacto ambiental e a construção de políticas públicas destinadas a reduzir a exposição da população. A proposta é estabelecer uma rede de cooperação que envolva diferentes setores da sociedade e permita avançar tanto na produção de conhecimento quanto na adoção de medidas preventivas. Fibras sintéticas também entram no debate Um dos pontos abordados pela nota é a presença das microfibras plásticas liberadas por tecidos sintéticos de origem fóssil, como poliéster, nylon e acrílico, durante o uso e as lavagens. O documento cita o estudo da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), elaborado por Boucher e Friot (2017), segundo o qual essas fibras respondem por aproximadamente 35% da poluição por microplásticos que chega aos oceanos. Como alternativa, a mobilização defende o estímulo a materiais e fibras de menor impacto ambiental, incluindo o incentivo à inovação em fibras naturais e blends sustentáveis. Para a Abrapa, signatária do documento, esse é um debate que precisa avançar também sobre os padrões de produção e consumo da cadeia têxtil. “Estamos diante de uma discussão que vai muito além do algodão. É uma agenda de saúde, ciência, sustentabilidade e responsabilidade com as próximas gerações. Como setor produtivo, temos o dever de participar desse diálogo e contribuir para que as escolhas de hoje considerem seus impactos no futuro, explica o presidente da Abrapa”, explica o presidente da Abrapa Gustavo Piccoli. Debate chega também ao Congresso A discussão ganha relevância em um momento em que o Congresso Nacional analisa medidas com impacto direto sobre o mercado de vestuário e a cadeia têxtil. Entre elas está a Medida Provisória nº 1.357/2026, conhecida como “MP das blusinhas”, que trata da tributação incidente sobre compras internacionais de até US$ 50 realizadas por meio de plataformas de comércio eletrônico. A Abrapa acompanha a tramitação da matéria e tem defendido que a discussão sobre o acesso de produtos têxteis importados ao mercado brasileiro considere não apenas aspectos tributários e comerciais, mas também a composição das peças e os impactos ambientais associados às diferentes fibras. Para o presidente Piccoli trazer essa dimensão para o debate é uma forma de estimular escolhas mais conscientes e políticas públicas que conciliem competitividade, desenvolvimento econômico, saúde e sustentabilidade. “A mobilização reforça, assim, uma mensagem mais ampla: reduzir a exposição aos microplásticos e proteger as futuras gerações depende de ações que começam nas escolhas individuais, mas passam necessariamente pela ciência, pela indústria, pelo setor produtivo e pelas decisões de políticas públicas”. Confira na íntegra a Nota de Conscientização.
Abrapa destaca que Brasil encerra ano comercial com recorde histórico de 3,37 milhões de toneladas de algodão exportadas
18 de Agosto de 2026O Brasil encerrou o ano comercial 2025/26 com recorde histórico nas exportações de algodão. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o país exportou 3,37 milhões de toneladas da fibra, volume 19% superior ao registrado no ano comercial anterior, quando foram embarcadas 2,84 milhões de toneladas. As exportações geraram US$ 5,3 bilhões em receita. Os números fazem parte do Relatório de Safra da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) , divulgado em agosto, que reúne os principais indicadores da cotonicultura brasileira, com dados de produção, exportações, mercado doméstico, oferta e demanda e cenário internacional. É a primeira vez que o Brasil supera a marca de 3 milhões de toneladas exportadas em um único ano comercial. O resultado reforça a crescente relevância do país no comércio internacional de algodão e consolida sua posição como maior exportador mundial da fibra. Os dados mais recentes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados em agosto de 2026, indicam que o Brasil deve manter essa liderança também em 2026/27. A projeção aponta 3,33 milhões de toneladas de algodão exportadas pelo Brasil, contra 2,68 milhões de toneladas pelos Estados Unidos. O presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, explica que ultrapassar pela primeira vez a marca de 3 milhões de toneladas exportadas é um marco para o algodão brasileiro e para toda a cadeia produtiva. “Esse resultado mostra que o Brasil conquistou escala, competitividade e confiança do mercado internacional. Mais do que comemorar um recorde, precisamos olhar para o que ele representa: o país se consolidou como um fornecedor estratégico de algodão para a indústria têxtil mundial.” Exportações mais que dobraram em quatro anos O desempenho ganha ainda mais relevância quando observado em uma perspectiva de médio prazo. No ano comercial 2022/23, o Brasil exportou 1,45 milhão de toneladas. O volume passou para 2,68 milhões em 2023/24, 2,84 milhões em 2024/25 e chegou a 3,37 milhões de toneladas em 2025/26. Em quatro anos comerciais, o volume exportado pelo país mais que dobrou, evidenciando o avanço da participação brasileira no mercado internacional de algodão. O desempenho também se refletiu na balança comercial. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o superávit brasileiro do algodão alcançou US$ 5,29 bilhões, resultado 9% superior ao registrado no mesmo período do ano comercial anterior. China lidera compras do algodão brasileiro No acumulado de agosto de 2025 a julho de 2026, a China encerrou o ano comercial como principal destino do algodão brasileiro, com 770,5 mil toneladas, aproximadamente 23% do total embarcado. Na comparação com o mesmo período do ano comercial anterior, os embarques para o mercado chinês aumentaram 309,2 mil toneladas. Bangladesh também se destacou, com crescimento de 173,2 mil toneladas nas compras da fibra brasileira. Turquia, Paquistão, Vietnã e Índia também permaneceram entre os principais destinos do algodão brasileiro, reforçando a presença do país em diferentes mercados consumidores. Para Piccoli, a diversificação dos destinos contribui para ampliar a presença internacional do algodão brasileiro e fortalece a posição do país entre os principais fornecedores mundiais. “O mercado indiano, por exemplo, ampliou significativamente sua participação, enquanto China, Bangladesh e Turquia permaneceram entre os principais compradores. Essa presença em diferentes mercados reforça a competitividade do algodão brasileiro e amplia as oportunidades para toda a cadeia produtiva”. Brasil mantém liderança sobre os Estados Unidos A posição brasileira também se destaca no cenário projetado para o próximo ano comercial. Segundo o USDA, o Brasil deve permanecer na liderança mundial das exportações de algodão em 2026/27, com aproximadamente 3,33 milhões de toneladas, enquanto os Estados Unidos aparecem com projeção de 2,68 milhões de toneladas. O Brasil também deve permanecer como terceiro maior produtor mundial de algodão, com produção projetada pelo USDA em 3,97 milhões de toneladas na safra 2026/27, atrás apenas de China e Índia. O cenário reforça o papel cada vez mais relevante do Brasil no abastecimento da indústria têxtil mundial, combinando escala de produção, competitividade e presença em mercados estratégicos. “Os números recorde não é uma linha de chegada. É uma conquista que aumenta nossa responsabilidade. Precisamos continuar investindo em qualidade, sustentabilidade, rastreabilidade, inovação e relacionamento com os compradores para que a liderança brasileira seja cada vez mais reconhecida e sustentável no longo prazo”, destaca o presidente Piccoli.
Abrapa participa de encontro da ApexBrasil sobre estratégias para diversificação das exportações
17 de Agosto de 2026A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participou, na última terça-feira (11), em São Paulo, de encontro promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) com representantes de diferentes cadeias produtivas para avaliar os impactos das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos e discutir estratégias de diversificação das exportações brasileiras. A agenda integra a construção do Plano de Diversificação de Exportações da ApexBrasil, que reúne contribuições dos setores produtivos para identificar novos mercados e fortalecer ações de inteligência e promoção comercial. A Abrapa foi representada pelo diretor-executivo, Marcio Portocarrero, e pelo gerente do programa Cotton Brazil, Fernando Rati. A participação da Associação nas discussões reforça a estratégia do setor de acompanhar as mudanças no comércio internacional e atuar de forma antecipada para preservar a competitividade e ampliar a presença do algodão brasileiro nos principais mercados consumidores. Segundo o diretor-executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, a ampliação das articulações do Brasil para avançar em acordos e alianças comerciais é fundamental para fortalecer a competitividade dos produtos brasileiros. “Em um cenário internacional cada vez mais competitivo, ampliar mercados e criar melhores condições de acesso para os produtos brasileiros é estratégico. Por isso, colaboramos com a ApexBrasil em iniciativas que destravem relações comerciais e reduzam barreiras que possam colocar o Brasil em desvantagem frente aos nossos concorrentes”, afirma Portocarrero. Algodão brasileiro e o tarifaço dos EUA Para a cadeia do algodão, o impacto direto das novas tarifas norte-americanas é considerado pequeno. A atenção do setor está voltada, principalmente, aos possíveis efeitos indiretos sobre a competitividade brasileira no comércio internacional, especialmente diante das políticas tarifárias e dos acordos comerciais mantidos pelos Estados Unidos com países que também são mercados prioritários para o algodão brasileiro. Nesse cenário, a Abrapa reforçou a importância de dar continuidade e ampliar as ações de promoção comercial desenvolvidas em parceria com a ApexBrasil por meio do Cotton Brazil, com foco na consolidação do Brasil como uma origem forte e confiável de algodão e na ampliação da participação da fibra brasileira no mercado internacional. “Nosso impacto direto com as novas tarifas é pequeno, mas precisamos olhar para os efeitos de médio e longo prazo. O caminho é continuar fortalecendo a promoção do algodão brasileiro, ampliando nossa presença nos mercados estratégicos e consolidando o Brasil como uma origem cada vez mais relevante para a indústria têxtil mundial”, destaca Fernando Rati.
Brazilian Cotton School abre inscrições e reforça formação de líderes da cadeia do algodão brasileiro
14 de Agosto de 2026Estão oficialmente abertas as inscrições para a 4ª turma da Brazilian Cotton School (BCS), iniciativa criada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM). O programa é voltado à capacitação de profissionais que atuam, ou desejam atuar, em diferentes segmentos da cadeia produtiva e têxtil do algodão brasileiro. As pré-inscrições por meio de preenchimento de formulário podem ser realizadas até outubro, no site da Brazilian Cotton School. As aulas da nova turma acontecerão entre os dias 28 de fevereiro e 19 de março de 2027 em formato 100% presencial, com atividades em Luís Eduardo Magalhães (BA) ou Brasília (DF) – a ser definido em breve -, e em São Paulo (SP). Consolidada como uma das principais iniciativas de formação do setor, a Brazilian Cotton School oferece uma visão integrada da cadeia do algodão, reunindo mais de 120 horas de conteúdo ministrado por especialistas reconhecidos nacional e internacionalmente. O programa aborda desde o planejamento agrícola e a produção no campo até beneficiamento, indústria têxtil, logística, comercialização, mercado futuro, sustentabilidade, aspectos jurídicos, financeiros e fiscais, além de tendências globais do setor. Além das mentorias teóricas em sala de aula, os participantes realizam visitas técnicas a fazendas produtoras, centros de pesquisa, indústria têxtil e ao Porto de Santos, vivenciando na prática as diferentes etapas que fazem do Brasil uma das maiores potências mundiais na produção e exportação de algodão. Em três anos, a escola já formou mais de 100 profissionais de diferentes regiões do Brasil. “Desde sua criação, em 2023, a Brazilian Cotton School vem contribuindo para fortalecer a competitividade do algodão brasileiro por meio da formação de profissionais altamente qualificados”, destaca o diretor da escola, Jonas Nobre. A escola promove a integração entre os diversos elos da cadeia e incentivando a troca de conhecimento entre produtores, exportadores, indústria, instituições financeiras, escritórios de advocacia, empresas de logística, corretoras, pesquisadores e demais agentes do setor. A Cotton School foi inspirada em modelos internacionais de excelência e nasceu da união das quatro principais entidades representativas da cadeia do algodão no Brasil. O objetivo é ampliar o conhecimento técnico e estratégico sobre o setor e contribuir para consolidar o protagonismo brasileiro no mercado global. Serviço 4ª turma da Brazilian Cotton School Inscrições: até outubro Período das aulas: de 28 de fevereiro a 19 de março de 2027 Formato: 100% presencial Locais: Brasília (DF) ou Luís Eduardo Magalhaes e São Paulo (SP) Carga horária: mais de 120 horas Informações e inscrições: www.braziliancottonschool.com.br
Dia Internacional da Juventude: Abrapa destaca nova geração da cotonicultura brasileira
12 de Agosto de 2026A nova geração começa a ocupar cada vez mais espaço na cotonicultura brasileira. Filhos e netos de produtores chegam ao campo trazendo novos conhecimentos, tecnologias e modelos de gestão, ao mesmo tempo em que assumem o desafio de dar continuidade ao trabalho construído pelas gerações anteriores. Neste Dia Internacional da Juventude, celebrado em 12 de agosto, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) destaca a importância da sucessão para a continuidade e o fortalecimento do setor. “Uma das grandes fortalezas da cotonicultura brasileira é justamente a capacidade de unir a experiência de quem ajudou a construir o setor com uma nova geração que chega preparada, conectada e disposta a inovar. A sucessão é fundamental para garantirmos a continuidade desse trabalho e também para incorporarmos novos olhares sobre gestão, tecnologia e sustentabilidade”, destaca o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli. A trajetória de Ana Luiza Orth representa esse movimento. Integrante de uma família que cultiva algodão desde 1998 e estudante de Relações Internacionais, ela cresceu acompanhando a atividade e, na universidade, passou a direcionar seus estudos para o agronegócio e sua importância para o Brasil e para o mercado internacional. “Para mim, é uma grande honra fazer parte de um setor tão organizado e relevante para a economia brasileira e para o mercado internacional. Ao mesmo tempo, é uma grande responsabilidade. A nossa geração tem o desafio de dar continuidade ao excelente trabalho construído pelas gerações anteriores, buscando sempre inovar e se adaptar às constantes transformações do sistema internacional”, afirma. Segundo Ana, a contribuição dos jovens passa pela modernização, profissionalização da gestão e maior utilização de tecnologia e dados na tomada de decisão. Essa renovação, no entanto, acontece em permanente troca com quem já está no campo. “Eu procuro ouvir muito meu pai e meu avô, que construíram toda a história do nosso Grupo e já passaram por todo o tipo de situação. A experiência é um dos conhecimentos mais valiosos. Ao mesmo tempo, busco contribuir trazendo novos conhecimentos adquiridos na universidade, na minha experiência com comércio internacional e nas oportunidades que tive de conhecer o setor do algodão em outros países.” Para ela, é justamente essa combinação que ajuda a preparar a cotonicultura para os próximos anos. “Acredito que a combinação entre tradição e inovação é o que realmente fortalece a sucessão no agro e na cotonicultura.”
