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15º Congresso Brasileiro do Algodão reúne programação técnica e estratégica para impulsionar o futuro da cotonicultura
23 de Julho de 2026

“Algodão brasileiro: fibra natural. Uma jornada com propósito, qualidade e transparência.” Esse é o tema do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que será realizado de 22 a 24 de setembro, em Belo Horizonte. Considerado um dos mais importantes encontros da cadeia produtiva do algodão no mundo, o evento reunirá produtores, pesquisadores, consultores, lideranças setoriais, representantes da indústria e especialistas para debater os principais desafios, oportunidades e tendências que impactam o presente e  futuro da cotonicultura, tendo como eixo central a valorização da fibra natural brasileira, aliada ao propósito, à qualidade e à transparência em toda a cadeia produtiva. De 22 a 24 de setembro, Belo Horizonte será palco do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), um dos mais importantes encontros da cadeia produtiva do algodão no mundo. O evento reunirá produtores, pesquisadores, consultores, lideranças setoriais, representantes da indústria e especialistas para discutir os principais desafios, oportunidades e tendências que impactam o presente e o futuro da cotonicultura. Ao longo de três dias de programação, os participantes terão acesso a plenárias estratégicas, hubs técnicos, minicursos, workshops e espaços de networking que promovem a troca de conhecimento e experiências entre os diferentes elos da cadeia produtiva. O congresso também será uma oportunidade para acompanhar avanços em pesquisa, tecnologia, sustentabilidade, manejo, mercado e inovação, temas fundamentais para a competitividade do algodão brasileiro. Reconhecido internacionalmente pela qualidade da fibra, pela rastreabilidade e pelos elevados padrões de sustentabilidade, o Brasil consolida sua posição entre os principais produtores e exportadores globais de algodão. Nesse contexto, o 15º CBA se apresenta como um ambiente de conexão entre ciência, negócios e desenvolvimento setorial, fortalecendo o diálogo e a construção de soluções para os desafios atuais e futuros da cotonicultura. Plenária Técnica: aprofundamento, inovação e soluções para o campo Uma das novidades desta edição é a realização das Plenárias Técnicas, criadas para ampliar o protagonismo do conteúdo científico dentro da programação do Congresso. Com foco em ciência, manejo, inovação aplicada e soluções práticas para o campo, os encontros reunirão pesquisadores, especialistas e consultores para discutir temas que impactam diretamente a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade da produção algodoeira. As plenárias acontecerão no período da manhã, em dois dias do evento, promovendo a integração entre diferentes públicos interessados em conteúdo técnico-científico. “A iniciativa visa fortalecer e valorizar a programação científica do evento, ampliando seu alcance junto aos participantes e aumentando sua capacidade de contribuir para o debate técnico e para o cumprimento dos objetivos do Congresso”, destaca Rafael Galbieri, pesquisador e coordenador da Comissão Científica do 15º CBA. “Para esta edição, foram selecionados dois temas de elevada relevância para a agricultura: um voltado à produção vegetal, com foco em nutrição de plantas e gestão de nutrientes no sistema, e outro relacionado aos desafios fitossanitários associados ao manejo de doenças. Estamos focados em garantir que o congressista adquira informações relevantes, atualizadas e de utilização direta na produção”, afirma. Plenária Conexões amplia o debate sobre o futuro da cadeia Complementando a programação técnica, a Plenária Conexões amplia o olhar sobre os fatores que influenciam o desenvolvimento da cotonicultura. O espaço conecta conhecimento técnico a temas como mercado, liderança, inovação, estratégia, políticas públicas e visão setorial. Ao reunir lideranças, especialistas e representantes institucionais, a plenária promove reflexões sobre os caminhos que irão moldar o futuro da cadeia produtiva e fortalecer a competitividade do algodão brasileiro. “A competitividade do algodão brasileiro depende da nossa capacidade de compreender as transformações que acontecem dentro e fora da porteira. A Plenária Conexões reforça o papel do Congresso como um espaço de reflexão estratégica sobre os temas que impactam o futuro da cotonicultura”, avalia Gustavo Piccoli, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA). Confira a programação completa.

Comunicado - Medida Provisória nº 1.376/2026 e a renegociação de dívidas rurais
22 de Julho de 2026

Prezados, A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) informa que a Medida Provisória nº 1.376/2026, que trata da renegociação de dívidas rurais, ainda aguarda regulamentação pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Essa etapa é indispensável para definir os procedimentos e critérios que permitirão a aplicação da medida pelas instituições financeiras. A Abrapa segue acompanhando de perto a regulamentação junto aos órgãos competentes e manterá as associações estaduais e os produtores informados sobre qualquer avanço. Assim que o CMN publicar as normas e houver orientações oficiais para a implementação da medida, todas as informações serão comunicadas aos associados. Att., Diretoria Executiva da Abrapa

Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro - Junho de 2026
22 de Julho de 2026

Publicado pela Abrapa nesta terça-feira (15/07) o primeiro Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro da safra 2025/2026. Nesta primeira edição, referente ao mês de junho, já foram realizadas 140.414 análises pelos laboratórios que integram o Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI). Ao longo da safra, a previsão é alcançar 19.074.766 análises, considerando uma produção estimada de 4,08 milhões de toneladas de algodão. O relatório será atualizado mensalmente, de junho a abril, acompanhando a evolução da colheita, do beneficiamento e das análises laboratoriais da fibra brasileira. As informações são geradas a partir das avaliações realizadas pelos laboratórios do SBRHVI, que analisam 100% da produção dos participantes do programa, garantindo transparência e confiabilidade aos dados. Confira todos os detalhes no Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro por meio do link abaixo: ABRAPA_Relatorio_Junho_V3_compressed.pdf

Cotton Brazil Dialogues reúne líderes globais da moda e da cadeia têxtil em imersão pelo algodão brasileiro
21 de Julho de 2026

O algodão brasileiro já conquistou reconhecimento internacional pela qualidade da fibra, produtividade e capacidade de abastecimento. Agora, o desafio é fortalecer esse posicionamento junto a quem influencia as tendências da indústria da moda, estabelece padrões de sustentabilidade e participa das decisões que moldam o futuro da cadeia têxtil global. É com esse propósito que a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) realiza, em duas etapas, nos meses de julho e agosto, o Cotton Brazil Dialogues, iniciativa que marca uma nova fase da estratégia internacional de promoção do algodão brasileiro. A programação é coordenada pela Abrapa e a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e das associações estaduais ligadas a Abrapa, Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa). As entidades acompanharão a delegação nos maiores estados produtores de algodão do Brasil, proporcionando aos participantes uma experiência prática sobre o sistema produtivo brasileiro e aproximando-os da realidade do campo. Uma nova agenda de relacionamento A evolução da missão, que acontece desde 2015, acompanha as transformações da cadeia têxtil mundial. O relacionamento com compradores internacionais permanece como um dos pilares da iniciativa, mas o Cotton Brazil Dialogues amplia esse diálogo com outros atores estratégicos, como marcas, varejistas, indústrias têxteis e organizações internacionais. A proposta é fortalecer conexões em toda a cadeia de valor do algodão, aproximando quem produz a fibra daqueles que influenciam sua transformação, comercialização e percepção pelo consumidor final. Ao longo de seis dias, as delegações percorrerão propriedades rurais, algodoeiras, laboratórios e centros de pesquisa nos estados de Mato Grosso, Bahia e Goiás. A programação inclui visitas técnicas e workshops sobre qualidade da fibra, genética, agricultura regenerativa, certificação socioambiental, emissões e remoções de carbono, rastreabilidade e os avanços da cotonicultura brasileira. Para o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, o Cotton Brazil Dialogues representa uma evolução da estratégia internacional da entidade. "O algodão brasileiro já conquistou reconhecimento pela qualidade da fibra e pela capacidade de atender aos mercados internacionais. Agora queremos dar um passo além, aproximando do campo aqueles que ajudam a construir o futuro da cadeia têxtil mundial. O Cotton Brazil Dialogues nasce para fortalecer esse relacionamento, mostrar como produzimos e criar um ambiente permanente de diálogo, confiança e cooperação entre produtores, indústria, marcas e organizações internacionais." A mudança de conceito acompanha a evolução da cadeia têxtil mundial. Se antes o foco estava concentrado na aproximação com compradores internacionais, agora o objetivo é construir um relacionamento permanente com os diferentes elos que agregam valor ao algodão, influenciam o comportamento do consumidor e ajudam a definir padrões globais de qualidade, inovação e sustentabilidade. A presença de representantes da moda, do varejo, da indústria têxtil e de organizações internacionais reforça o novo posicionamento do Cotton Brazil Dialogues: mais do que apresentar o algodão brasileiro ao mercado, a iniciativa busca fortalecer o relacionamento com toda a cadeia produtiva, promovendo troca de conhecimento, transparência e construção de parcerias de longo prazo. Ao aproximar produtores, indústria, marcas e organizações internacionais, o Cotton Brazil Dialogues fortalece o posicionamento do Brasil como líder global no fornecimento de algodão e como referência em qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade e inovação. Sobre o Cotton Brazil O Cotton Brazil consiste na execução, de forma estruturada e integrada, de um plano de promoção internacional do algodão brasileiro, para que o país seja reconhecido mundialmente pela qualidade, sustentabilidade e padrão tecnológico de seu produto. Lançado em 2020, o projeto é executado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), responsável por promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos do país. Conta, também, com o apoio dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de Relações Exteriores, além da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea). Serviço: Cotton Brazil Dialogues Quando: De 26 a 31/07 e de 16 a 22/07 Onde: Cuiabá (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Luís Eduardo Magalhães (BA), Cristalina (GO) e Brasília (DF). Credenciamento para imprensa: comunicação@abrapa.com.br

Julho sem Plástico: por que a moda também precisa repensar o plástico que veste todos os dias
21 de Julho de 2026

O mês de Julho sem Plástico costuma trazer à tona embalagens, sacolas e canudos, mas raramente coloca o guarda-roupa no centro da conversa. Grande parte das roupas produzidas no mundo hoje é feita de poliéster e outras fibras sintéticas derivadas do petróleo - ou seja, plástico. O movimento Sou de Algodão, iniciativa da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), usa a data para chamar atenção a um debate que ainda é pouco explorado: o impacto das fibras sintéticas no meio-ambiente e na saúde, e o papel das fibras naturais, com destaque para o algodão, na construção de uma moda mais consciente. Segundo dados da The International Union for Conservation of Nature (IUCN), aproximadamente 35% dos microplásticos liberados nos oceanos em todo o mundo têm origem na lavagem de têxteis sintéticos. Essas partículas acabam chegando a rios, oceanos e até à cadeia alimentar. Diferentemente do poliéster e de outras fibras derivadas de combustíveis fósseis, o algodão é uma fibra natural, biodegradável e renovável, cultivada a partir de uma planta que também gera alimento e óleo. No Brasil, 79% de toda a produção de algodão segue os critérios do Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que certifica boas práticas ambientais, sociais e econômicas ao longo da cadeia produtiva. Além da questão ambiental, o contato direto do tecido com a pele é outro ponto que ganha espaço nas conversas sobre saúde e bem-estar. Fibras naturais como o algodão favorecem a transpiração da pele e tendem a causar menos irritações do que tecidos sintéticos, o que amplia o interesse por peças de algodão em públicos sensíveis, como bebês, crianças e pessoas com pele mais reativa. Para o Sou de Algodão, Julho sem Plástico é uma oportunidade de ampliar essa conversa e mostrar que o consumo consciente também passa pela etiqueta da roupa. Escolher peças de fibras naturais, entender a composição têxtil antes de comprar e valorizar cadeias produtivas responsáveis, como a do algodão brasileiro, são atitudes simples que fazem parte de uma moda mais responsável, do campo ao guarda-roupa. O movimento reforça ainda que essa transformação não depende apenas do consumidor final, mas também da indústria, que tem papel central ao optar por matérias-primas mais sustentáveis e investir em rastreabilidade. Nesse sentido, o Sou de Algodão segue atuando junto à cadeia produtiva têxtil e de moda para ampliar o uso e o reconhecimento do Algodão Brasileiro Responsável como alternativa concreta ao plástico que hoje veste boa parte da população. Ao colocar o algodão no centro da discussão sobre Julho sem Plástico, o movimento convida a imprensa e o público a olhar para o próprio armário com outros olhos: entender de que fibra é feita cada peça é também um gesto de consciência ambiental, e o algodão brasileiro segue como um dos caminhos mais naturais para isso. Sobre Sou de Algodão Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 83% de toda a produção nacional de algodão. Abrace este movimento:  Site: www.soudealgodao.com.br Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao TikTok: @soudealgodao_  

Abrapa cria Gerência de Desenvolvimento de Negócios para ampliar mercados e impulsionar a inovação do algodão brasileiro
20 de Julho de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) passa a contar, no mês de julho,  com uma nova estrutura voltada à geração de oportunidades para a cotonicultura brasileira. A criação da Gerência de Desenvolvimento de Negócios reforça a estratégia da entidade de ampliar mercados, fortalecer o posicionamento do algodão brasileiro e desenvolver novas frentes de atuação para a fibra, tanto no Brasil quanto no exterior. A área será conduzida pela gerente Renata Caixeta, que assume a missão de integrar iniciativas de promoção do algodão brasileiro, desenvolvimento de mercados, inovação e relacionamento com diferentes segmentos da indústria. A nova gerência nasce em um momento estratégico para a cadeia produtiva, marcado pelos 10 anos do movimento Sou de Algodão, uma iniciativa da Abrapa que se consolidou como referência na valorização da fibra natural brasileira e na aproximação entre o campo, a indústria, a moda e o consumidor. A partir desse legado, a Gerência de Desenvolvimento de Negócios amplia seu escopo para identificar novas oportunidades de mercado, fomentar parcerias estratégicas e acelerar projetos capazes de aumentar o valor agregado do algodão brasileiro Para o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, a criação da nova gerência representa um passo importante na estratégia da entidade de preparar o algodão brasileiro para os desafios e oportunidades do futuro. "O Brasil já é uma referência mundial na produção e exportação de algodão e queremos avançar também na geração de valor para essa fibra, ampliando mercados, estimulando a inovação e fortalecendo a conexão entre o campo, a indústria e o consumidor”. Segundo Renata Caixeta, o objetivo é conectar ainda mais o algodão brasileiro às demandas da sociedade e da indústria. "A missão da Gerência de Desenvolvimento de Negócios é ampliar as fronteiras do algodão brasileiro. Vamos fortalecer iniciativas já consolidadas, como o Sou de Algodão, aproximando ainda mais a fibra do consumidor, ao mesmo tempo em que buscamos novas oportunidades em setores industriais de alto valor agregado. O algodão brasileiro tem qualidade, sustentabilidade e tecnologia para ocupar espaços cada vez maiores dentro e fora do país." Entre as prioridades da nova estrutura estão o fortalecimento do mercado interno, o aumento da participação do algodão natural frente às fibras sintéticas, o desenvolvimento de parcerias com os setores de moda, design, indústria e pesquisa, além da prospecção de aplicações inovadoras para a fibra em segmentos como construção civil, indústria automotiva, farmacêutica e materiais avançados. A iniciativa também reforça o compromisso da Abrapa em agregar valor à produção nacional, aproximando o campo da indústria e do consumidor por meio de inovação, sustentabilidade, rastreabilidade e comunicação.

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