Últimas notícias

Linha especial para renegociação de dívidas rurais: veja os principais pontos para os cotonicultores
24 de Julho de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) informa que foi publicada, nesta quinta-feira (23), a Resolução CMN nº 5.330/2026, que regulamenta a linha especial de crédito prevista na Medida Provisória nº 1.376/2026 para composição de dívidas rurais. A regulamentação estabelece as condições para que produtores rurais e cooperativas que enfrentaram perdas de produção ou de renda possam renegociar operações de crédito rural, observados os critérios de enquadramento previstos na norma. Com o objetivo de orientar os produtores de algodão, a Abrapa apresenta, a seguir, os principais pontos da Resolução e as providências necessárias para acesso à linha especial. A publicação da Resolução não torna a renegociação automática. A contratação da operação depende da análise da instituição financeira, do enquadramento da operação nas regras estabelecidas, da apresentação da documentação exigida e do cumprimento das políticas internas de crédito de cada banco. ➡️Quem pode solicitar? Poderão acessar a linha especial os produtores rurais e cooperativas que tenham registrado, entre 2019 e 2025, perdas em duas ou mais safras, com redução mínima de 30% da renda bruta agropecuária, em decorrência de: eventos climáticos extremos, como seca, estiagem, geada, granizo, chuvas intensas, enchentes e vendavais; ou redução dos preços de comercialização dos produtos agropecuários. As perdas deverão ser comprovadas por laudo técnico emitido por profissional habilitado. ➡️Quais operações podem ser renegociadas? Podem ser enquadradas operações de crédito rural de: custeio;  comercialização;  industrialização; e investimento (parcelas vencidas ou vincendas), desde que atendidos os critérios previstos na Resolução. ➡️Condições da linha especial Beneficiário Limite Taxa de juros Prazo Pronaf até R$ 400 mil ↪️ 6% ao ano até 8 anos Pronamp até R$ 2 milhões ↪️ 9% ao ano até 8 anos Demais produtores até R$ 4 milhões ↪️ 12% ao ano até 8 anos Além disso: carência de dois anos para pagamento do principal; durante a carência, haverá pagamento apenas dos juros da operação. ➡️Condições especiais para perdas mais severas Produtores que comprovarem perdas em três ou mais safras, com redução mínima de 40% da renda bruta agropecuária, poderão acessar condições diferenciadas: Beneficiário Limite Taxa de juros Prazo Pronaf até R$ 500 mil ➡️5% ao ano até 10 anos Pronamp até R$ 2,5 milhões ➡️ 8% ao ano até 10 anos Demais produtores até R$ 8 milhões ➡️ 11% ao ano até 10 anos ➡️Dívidas acima dos limites Quando o saldo das operações ultrapassar os limites da linha especial, a Resolução autoriza as instituições financeiras a oferecerem uma linha complementar com recursos de LCA, Poupança Rural ou recursos livres. Nessa hipótese, as condições financeiras serão livremente negociadas entre o produtor e a instituição financeira. ➡️Prazo para contratação As operações poderão ser contratadas até 12 de novembro de 2026. Orientação da Abrapa A Abrapa recomenda que os produtores que se enquadram nos critérios da Resolução procurem sua instituição financeira e sua equipe técnica o quanto antes para verificar a elegibilidade das operações, providenciar o laudo técnico, quando necessário, e organizar toda a documentação exigida. A antecipação desse processo pode contribuir para maior agilidade na análise e contratação da operação. Pontos de atenção A contratação da linha depende da aprovação da instituição financeira e não constitui direito automático do produtor. A instituição financeira poderá solicitar um segundo laudo técnico caso identifique inconsistências ou necessidade de complementação das informações.  O laudo deverá demonstrar a relação entre as perdas registradas e a operação de crédito que será liquidada ou amortizada. Para fins de enquadramento, as safras serão consideradas por ano civil. Perdas em diferentes culturas dentro do mesmo ano contam como uma única safra. Os limites das modalidades não são cumulativos. Caso o produtor atenda aos requisitos das duas modalidades, será aplicado apenas o limite correspondente às condições mais favoráveis. Cooperativas de produção agropecuária poderão contratar operações de até R$ 50 milhões, observadas as regras previstas na Resolução. Operações contratadas com recursos do FCO, FNE e FNO deverão manter a mesma fonte de recursos e seguir as regras específicas de cada Fundo. As instituições financeiras poderão prorrogar, por até 30 dias, parcelas de operações adimplentes com vencimento até 14 de agosto de 2026, desde que o produtor solicite a contratação da linha especial e cumpra os requisitos da norma. O Fundo Garantidor previsto na Medida Provisória nº 1.376/2026 ainda depende de regulamentação específica e, portanto, ainda não está disponível. A Abrapa seguirá acompanhando a implementação da medida junto ao governo federal e às instituições financeiras e permanecerá à disposição dos produtores para esclarecer dúvidas sobre a aplicação da Resolução.

Abrapa é apoiadora da segunda edição da Etapa Algodão do Rally da Safra
24 de Julho de 2026

O Rally da Safra começa nesta segunda-feira (27) a segunda edição da Etapa Algodão, iniciativa que conta com o apoio institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). A expedição técnica percorrerá as principais regiões produtoras da Bahia e de Mato Grosso para realizar um diagnóstico das lavouras durante a colheita da safra 2025/26. As estimativas pré-Rally da Agroconsult, organizadora da iniciativa, apontam que a produção brasileira poderá alcançar 4,2 milhões de toneladas de pluma. Para o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, iniciativas que geram informações técnicas e independentes fortalecem o planejamento do setor e ampliam a transparência sobre a produção brasileira. “O Rally da Safra contribui para uma leitura qualificada da safra. Esses dados são fundamentais para produtores, indústria, mercado e formuladores de políticas públicas, além de reforçarem a credibilidade e a competitividade do algodão brasileiro no cenário internacional.” Mesmo com redução de 4,1% na área plantada, estimada em 2,12 milhões de hectares, a expectativa é de que o bom desempenho produtivo compense parte dessa retração. A produtividade média é projetada em 318 arrobas de algodão em caroço por hectare. As equipes do Rally percorrerão áreas estratégicas de produção no Oeste da Bahia passando pelas regiões de Correntina, Posto do Rosário, Roda Velha, Formosa do Rio Preto, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães de 27 de julho até 1º de agosto. Na sequência, entre 10 e 14 de agosto, os técnicos atuarão no Sudeste do Mato Grosso, verificando as condições das lavouras nas regiões de Rondonópolis, Primavera do Leste, Santo Antônio do Leste e Campo Verde, finalizando esse trecho com visitas aos grandes grupos do setor em Cuiabá. Já entre os dias 23 e 28 de agosto, os técnicos estarão no Oeste e Médio-Norte mato-grossense, contemplando as regiões de Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Campos de Júlio, finalizando o trecho em Cuiabá. Esta é a segunda edição da Etapa Algodão do Rally da Safra. “Utilizamos uma metodologia que inclui o mapeamento por satélite para garantir a exatidão do tamanho da área plantada e de dados sobre áreas irrigadas, além do diagnóstico técnico in loco da safra de algodão, com identificação das principais doenças, pragas e plantas daninhas”, explica Heloisa Melo, sócia diretora da Agroconsult e coordenadora técnica da etapa. As avaliações de campo, juntamente com uma nova análise de imagens de satélite a ser realizada em agosto pelo CropData, plataforma de mapeamento e classificação de área da Agroconsult, permitirão aprofundar as análises e ajustar os números de produção e oferta até o encerramento oficial do Rally. Os resultados serão apresentados durante o Congresso Brasileiro do Algodão, em 22 de setembro. Mato Grosso Concentrando uma redução de 6,5% na área plantada de algodão em relação à safra passada, o Mato Grosso poderá registrar queda de 5,6% na produção de pluma, segundo estimativas pré-Rally, alcançando 2,9 milhões de toneladas de pluma. Apesar disso, a produtividade é projetada em 318 arrobas de algodão em caroço por hectare – contra 315 na temporada passada. A região Médio Norte teve crescimento relevante das lavouras e consolidou-se como a maior região em área plantada do estado e do Brasil. Há expectativa de boa produtividade no estado, com exceção da região Leste, que recebeu chuvas irregulares durante o desenvolvimento das lavouras. Bahia A área plantada na Bahia deve permanecer estável em 425 mil hectares – entre áreas de sequeiro e irrigadas - mostram as projeções pré-Rally. A redução do sequeiro será compensada pelo avanço das lavouras com irrigação. “Este é o novo normal da Bahia, com uma nova curva de calendário de plantio: a área irrigada já representa quase metade de toda área plantada do estado, o que justifica o plantio mais ‘atrasado’ desse ciclo”, aponta Heloísa. Já a produção poderá crescer 10,6%, alcançando 882 mil toneladas, segundo dados pré-Rally, com produtividade estimada em 335 arrobas de algodão em caroço por hectare. A coordenadora técnica do Rally explica que há expectativa de produtividades maiores para o estado. “Os primeiros talhões colhidos apresentam ótimo potencial”. Perspectivas para a safra mundial 26/27 A safra brasileira irá compor o mercado global entre agosto/26 e julho/27, período cuja projeção aponta para um déficit mundial de cerca de 600 mil toneladas de algodão. Segundo Heloísa, esse cenário é motivado pela redução de oferta prevista nos principais países produtores, como Austrália, Estados Unidos e, possivelmente China e Índia. Sinais climáticos adversos, como os impactos do El Niño na Índia - que causou atrasos no plantio e nas monções - e alertas nas condições de plantio dos EUA, reforçam essa retração. Diante disso, a expectativa é de que o déficit global de 600 mil toneladas sustente os preços internacionais da fibra ao longo de todo o ciclo. Sobre o Rally Com a experiência acumulada ao longo de 23 anos de atividades e cerca de 1,5 milhão de quilômetros percorridos, com 35 mil lavouras avaliadas, o Rally da Safra realiza em 2026 a segunda edição da Etapa Algodão. Lançada no ano passado, a etapa contou com mais de 30 visitas a produtores de algodão. São patrocinadores desta edição: Basf, FiberMax, Laferlins, ADM, TIM, Mitsubishi Motors, Xarvio, Mediterranean, Itaú BBA, Tama, Yara e Brado Logística. A expedição técnica conta com o apoio institucional da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (ANEA) e Abrapa.

15º Congresso Brasileiro do Algodão reúne programação técnica e estratégica para impulsionar o futuro da cotonicultura
23 de Julho de 2026

“Algodão brasileiro: fibra natural. Uma jornada com propósito, qualidade e transparência.” Esse é o tema do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que será realizado de 22 a 24 de setembro, em Belo Horizonte. Considerado um dos mais importantes encontros da cadeia produtiva do algodão no mundo, o evento reunirá produtores, pesquisadores, consultores, lideranças setoriais, representantes da indústria e especialistas para debater os principais desafios, oportunidades e tendências que impactam o presente e  futuro da cotonicultura, tendo como eixo central a valorização da fibra natural brasileira, aliada ao propósito, à qualidade e à transparência em toda a cadeia produtiva. De 22 a 24 de setembro, Belo Horizonte será palco do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), um dos mais importantes encontros da cadeia produtiva do algodão no mundo. O evento reunirá produtores, pesquisadores, consultores, lideranças setoriais, representantes da indústria e especialistas para discutir os principais desafios, oportunidades e tendências que impactam o presente e o futuro da cotonicultura. Ao longo de três dias de programação, os participantes terão acesso a plenárias estratégicas, hubs técnicos, minicursos, workshops e espaços de networking que promovem a troca de conhecimento e experiências entre os diferentes elos da cadeia produtiva. O congresso também será uma oportunidade para acompanhar avanços em pesquisa, tecnologia, sustentabilidade, manejo, mercado e inovação, temas fundamentais para a competitividade do algodão brasileiro. Reconhecido internacionalmente pela qualidade da fibra, pela rastreabilidade e pelos elevados padrões de sustentabilidade, o Brasil consolida sua posição entre os principais produtores e exportadores globais de algodão. Nesse contexto, o 15º CBA se apresenta como um ambiente de conexão entre ciência, negócios e desenvolvimento setorial, fortalecendo o diálogo e a construção de soluções para os desafios atuais e futuros da cotonicultura. Plenária Técnica: aprofundamento, inovação e soluções para o campo Uma das novidades desta edição é a realização das Plenárias Técnicas, criadas para ampliar o protagonismo do conteúdo científico dentro da programação do Congresso. Com foco em ciência, manejo, inovação aplicada e soluções práticas para o campo, os encontros reunirão pesquisadores, especialistas e consultores para discutir temas que impactam diretamente a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade da produção algodoeira. As plenárias acontecerão no período da manhã, em dois dias do evento, promovendo a integração entre diferentes públicos interessados em conteúdo técnico-científico. “A iniciativa visa fortalecer e valorizar a programação científica do evento, ampliando seu alcance junto aos participantes e aumentando sua capacidade de contribuir para o debate técnico e para o cumprimento dos objetivos do Congresso”, destaca Rafael Galbieri, pesquisador e coordenador da Comissão Científica do 15º CBA. “Para esta edição, foram selecionados dois temas de elevada relevância para a agricultura: um voltado à produção vegetal, com foco em nutrição de plantas e gestão de nutrientes no sistema, e outro relacionado aos desafios fitossanitários associados ao manejo de doenças. Estamos focados em garantir que o congressista adquira informações relevantes, atualizadas e de utilização direta na produção”, afirma. Plenária Conexões amplia o debate sobre o futuro da cadeia Complementando a programação técnica, a Plenária Conexões amplia o olhar sobre os fatores que influenciam o desenvolvimento da cotonicultura. O espaço conecta conhecimento técnico a temas como mercado, liderança, inovação, estratégia, políticas públicas e visão setorial. Ao reunir lideranças, especialistas e representantes institucionais, a plenária promove reflexões sobre os caminhos que irão moldar o futuro da cadeia produtiva e fortalecer a competitividade do algodão brasileiro. “A competitividade do algodão brasileiro depende da nossa capacidade de compreender as transformações que acontecem dentro e fora da porteira. A Plenária Conexões reforça o papel do Congresso como um espaço de reflexão estratégica sobre os temas que impactam o futuro da cotonicultura”, avalia Gustavo Piccoli, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA). Confira a programação completa.

Comunicado - Medida Provisória nº 1.376/2026 e a renegociação de dívidas rurais
22 de Julho de 2026

Prezados, A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) informa que a Medida Provisória nº 1.376/2026, que trata da renegociação de dívidas rurais, ainda aguarda regulamentação pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Essa etapa é indispensável para definir os procedimentos e critérios que permitirão a aplicação da medida pelas instituições financeiras. A Abrapa segue acompanhando de perto a regulamentação junto aos órgãos competentes e manterá as associações estaduais e os produtores informados sobre qualquer avanço. Assim que o CMN publicar as normas e houver orientações oficiais para a implementação da medida, todas as informações serão comunicadas aos associados. Att., Diretoria Executiva da Abrapa

Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro - Junho de 2026
22 de Julho de 2026

Publicado pela Abrapa nesta terça-feira (15/07) o primeiro Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro da safra 2025/2026. Nesta primeira edição, referente ao mês de junho, já foram realizadas 140.414 análises pelos laboratórios que integram o Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI). Ao longo da safra, a previsão é alcançar 19.074.766 análises, considerando uma produção estimada de 4,08 milhões de toneladas de algodão. O relatório será atualizado mensalmente, de junho a abril, acompanhando a evolução da colheita, do beneficiamento e das análises laboratoriais da fibra brasileira. As informações são geradas a partir das avaliações realizadas pelos laboratórios do SBRHVI, que analisam 100% da produção dos participantes do programa, garantindo transparência e confiabilidade aos dados. Confira todos os detalhes no Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro por meio do link abaixo: ABRAPA_Relatorio_Junho_V3_compressed.pdf

Cotton Brazil Dialogues reúne líderes globais da moda e da cadeia têxtil em imersão pelo algodão brasileiro
21 de Julho de 2026

O algodão brasileiro já conquistou reconhecimento internacional pela qualidade da fibra, produtividade e capacidade de abastecimento. Agora, o desafio é fortalecer esse posicionamento junto a quem influencia as tendências da indústria da moda, estabelece padrões de sustentabilidade e participa das decisões que moldam o futuro da cadeia têxtil global. É com esse propósito que a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) realiza, em duas etapas, nos meses de julho e agosto, o Cotton Brazil Dialogues, iniciativa que marca uma nova fase da estratégia internacional de promoção do algodão brasileiro. A programação é coordenada pela Abrapa e a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e das associações estaduais ligadas a Abrapa, Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa). As entidades acompanharão a delegação nos maiores estados produtores de algodão do Brasil, proporcionando aos participantes uma experiência prática sobre o sistema produtivo brasileiro e aproximando-os da realidade do campo. Uma nova agenda de relacionamento A evolução da missão, que acontece desde 2015, acompanha as transformações da cadeia têxtil mundial. O relacionamento com compradores internacionais permanece como um dos pilares da iniciativa, mas o Cotton Brazil Dialogues amplia esse diálogo com outros atores estratégicos, como marcas, varejistas, indústrias têxteis e organizações internacionais. A proposta é fortalecer conexões em toda a cadeia de valor do algodão, aproximando quem produz a fibra daqueles que influenciam sua transformação, comercialização e percepção pelo consumidor final. Ao longo de seis dias, as delegações percorrerão propriedades rurais, algodoeiras, laboratórios e centros de pesquisa nos estados de Mato Grosso, Bahia e Goiás. A programação inclui visitas técnicas e workshops sobre qualidade da fibra, genética, agricultura regenerativa, certificação socioambiental, emissões e remoções de carbono, rastreabilidade e os avanços da cotonicultura brasileira. Para o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, o Cotton Brazil Dialogues representa uma evolução da estratégia internacional da entidade. "O algodão brasileiro já conquistou reconhecimento pela qualidade da fibra e pela capacidade de atender aos mercados internacionais. Agora queremos dar um passo além, aproximando do campo aqueles que ajudam a construir o futuro da cadeia têxtil mundial. O Cotton Brazil Dialogues nasce para fortalecer esse relacionamento, mostrar como produzimos e criar um ambiente permanente de diálogo, confiança e cooperação entre produtores, indústria, marcas e organizações internacionais." A mudança de conceito acompanha a evolução da cadeia têxtil mundial. Se antes o foco estava concentrado na aproximação com compradores internacionais, agora o objetivo é construir um relacionamento permanente com os diferentes elos que agregam valor ao algodão, influenciam o comportamento do consumidor e ajudam a definir padrões globais de qualidade, inovação e sustentabilidade. A presença de representantes da moda, do varejo, da indústria têxtil e de organizações internacionais reforça o novo posicionamento do Cotton Brazil Dialogues: mais do que apresentar o algodão brasileiro ao mercado, a iniciativa busca fortalecer o relacionamento com toda a cadeia produtiva, promovendo troca de conhecimento, transparência e construção de parcerias de longo prazo. Ao aproximar produtores, indústria, marcas e organizações internacionais, o Cotton Brazil Dialogues fortalece o posicionamento do Brasil como líder global no fornecimento de algodão e como referência em qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade e inovação. Sobre o Cotton Brazil O Cotton Brazil consiste na execução, de forma estruturada e integrada, de um plano de promoção internacional do algodão brasileiro, para que o país seja reconhecido mundialmente pela qualidade, sustentabilidade e padrão tecnológico de seu produto. Lançado em 2020, o projeto é executado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), responsável por promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos do país. Conta, também, com o apoio dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de Relações Exteriores, além da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea). Serviço: Cotton Brazil Dialogues Quando: De 26 a 31/07 e de 16 a 22/07 Onde: Cuiabá (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Luís Eduardo Magalhães (BA), Cristalina (GO) e Brasília (DF). Credenciamento para imprensa: comunicação@abrapa.com.br

Sistemas Abrapa