Reunião CTIA
25 de Julho de 2018
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09 de Outubro de 2026
16 de Julho de 2018
A Tama Brasil, fabricante do RMW, filme plástico que protege os fardos nas lavouras de algodão, em conjunto com a Abrapa, lança edição limitada dos famosos invólucros amarelos, que estão sendo estrategicamente distribuídos em fazendas à beira das rodovias em Mato Grosso e Bahia. A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e a empresa israelense Tama estão promovendo uma ação inédita no Brasil para a divulgação do movimento Sou de Algodão: uma série especial de fardos personalizados com a logomarca do movimento, distribuídos em fazendas escolhidas em Mato Grosso e Bahia, que possuem lavouras às margens das rodovias. A iniciativa coincide com um ano de expectativa de safra recorde, em que se espera que o país produza dois milhões de toneladas de algodão em pluma. Os filmes logotipados com a marca do Sou de Algodão foram impressos em Israel, suficientes para produzir aproximadamente 1950 fardos cilíndricos. Lançado em 2016, na São Paulo Fashion Week, o movimento Sou de Algodão visa o incremento do consumo da fibra no mercado interno, através do reforço das vantagens da matéria-prima natural para a saúde, o conforto, o meio ambiente e o estilo, tendo a moda como interface com o público final. O plano da Abrapa é, em cinco anos, elevar o consumo de algodão no Brasil em dez pontos percentuais. Nos Estados Unidos, a Tama já utiliza os filmes como mídia para campanhas de combate ao câncer de mama e de personalização das fazendas de clientes. No Brasil, a experiência é inédita. “É uma ideia muito interessante, uma vez que cada fardo é um grande outdoor e que o acondicionamento do produto é feito a céu aberto. A proposta de fazer a ação partiu da própria Tama e foi acolhida com entusiasmo”, explica o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura. Para o gerente de Vendas e Marketing da Tama Brasil, Bruno Caetano Franco, o Sou de Algodão é uma iniciativa importante para todo o setor algodoeiro, e não apenas para o produtor. “Além de ser algo que beneficia diretamente o consumidor final, ele contribui para o desenvolvimento econômico do país ao longo de toda a cadeia produtiva”, afirma. Segundo o executivo, a empresa planeja figurar oficialmente como apoiadora do movimento, em 2019. A Tama tem uma unidade industrial em Feira de Santana, na Bahia, desde 2014, mas seus produtos chegaram ao mercado brasileiro em 2011, associados ao advento das colheitadeiras da marca americana John Deere, JD7760 e CP690, consideradas uma revolução no modo de colher algodão em todo o mundo. Hoje, aproximadamente, 60% das lavouras de algodão no Brasil já utilizam a tecnologia, produzindo mais de 1,3 milhão de fardos. “A John Deere desenvolveu uma tecnologia que permitiu a colheita e o enfardamento simultâneo do algodão na própria lavoura, e a Tama, que já tinha a tradição em fabricar produtos para enfardamento de outros cultivos agrícolas, como o feno, assegurou o fornecimento do filme para as máquinas”, explica o gerente. Hoje a companhia israelense, que detém a patente dos filmes, é o único fornecedor mundial. |
09 de Outubro de 2026
13 de Julho de 2018
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26 de Junho de 2018
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25 de Junho de 2018
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25 de Junho de 2018
09 de Outubro de 2026
18 de Junho de 2018
Depois de Mato Grosso do Sul e Bahia, foi a vez de Minas Gerais receber a Abrapa, em uma mobilização de produtores para o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), cujo foco é a qualidade na classificação instrumental de algodão, através da padronização dos processos e da transparência no acesso a dados fidedignos de análise. O encontro com os produtores ocorreu na quinta-feira (14/06), no auditório da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), onde o gestor de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, apresentou um panorama do SBRHVI e esclareceu as dúvidas levantadas pelos cotonicultores presentes. A agenda da mobilização incluiu uma visita ao Minas Cotton, o laboratório de análise de algodão da Amipa, para a aplicação da lista de Verificação e Diagnóstico de Conformidade do Laboratório (VDCL).
“Tivemos um público muito interessado, e a expectativa é de grande adesão em Minas Gerais”, afirmou Mizoguchi. O encontro foi aberto pelo diretor executivo da Amipa, Lício Pena, que também espera o engajamento em massa dos produtores mineiros ao programa. Segundo Pena explicou, o Minas Cotton já havia aderido à iniciativa. “Essa mobilização é muito importante para os cotonicultores, pois eles passam a compreender a logística do SBRHVI, especialmente, do sistema. Agora, sabendo melhor como funciona, é começar a trabalhar”, disse o executivo.
Para o gerente do laboratório, Anicézio Resende, a oportunidade de tirar dúvidas dos produtores e de checar os itens de conformidade, com a aplicação da lista de VDCL, tornou a mobilização muito eficaz. “Sempre existe um ou outro produtor com alguma resistência; com receio de divulgar seus dados. Mas, aqui em Minas, acho que todo mundo vai aderir, depois de conhecer melhor o programa”, afirmou. A lista de VDCL, segundo Resende, é fundamental para a checagem dos procedimentos. “Nós, que estamos no processo no dia a dia, muitas vezes deixamos passar alguma inconformidade, não tão visível. A lista nos ajuda a enxergar as melhorias que precisam ser feitas”, explicou.
Gabarito
Resende aproveitou a oportunidade para reforçar com os produtores a necessidade do estreito cumprimento à Instrução Normativa número 24 do Mapa (IN24), que estabelece as dimensões das amostras que devem ser mandadas ao laboratório, e apresentou ao gestor da Abrapa uma solução encontrada por eles para facilitar o corte dessas amostras no tamanho correto.
09 de Outubro de 2026
11 de Junho de 2018
No dia 8 de junho, no auditório da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães/BA, a Abrapa reuniu os cotonicultores baianos, tradings, representantes de laboratórios para falar sobre a importância da adesão e do cumprimento dos procedimentos do programa Standard Brasil HVI, SBRHVI, e do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão, CBRA. O momento fez parte da agenda de mobilização a que a entidade deu início em maio, e incluiu a visita para aplicação da lista de Verificação e Diagnóstico de Conformidade do Laboratório (VDCL) no laboratório da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e da Kuhlmann, em Roda Velha. O ano de 2018 é um marco importante na recente história do CBRA, inaugurado em dezembro de 2016, já que, após funcionar em caráter experimental em 2017, ele vai operar normalmente. Também este ano, o Centro oficializou o pedido de certificação ao ICA Bremen.
O encontro com o público foi aberto pelo conselheiro consultivo e ex-presidente da Abrapa, João Carlos Jacobsen Rodrigues, que destacou os ganhos reais que a credibilidade nos resultados das análises de HVI trazem, não apenas para a imagem do algodão brasileiro, mas para a remuneração do cotonicultor. Jacobsen acredita que, em médio prazo, os produtores possam conseguir cerca de R$500 a mais por hectare.
“O algodão americano tem 500 pontos de ágio e o nosso, às vezes, 500 de deságio, por falta de aferição; de instrumentos de verificação de que o produto que foi vendido será o mesmo que chegará ao destino, e que a análise que o cliente está vendo será a mesma remetida pelo laboratório no Brasil. Precisamos eliminar os riscos, dando ao comprador a garantia de que o laudo que ele recebeu é 100% confiável. A boa notícia é que isso tem um valor que os compradores estão dispostos a pagar”, enfatiza.
Para Jacobsen, é muito importante que todos estejam comprometidos em conseguir esse status de credibilidade. “Por isso, é fundamental que o produtor cobre do laboratório a pontuação que ele tem, dentre os demais, no Brasil: quanto é o seu percentual de assertividade. Aderir ao SBRHVI não é despesa. É investimento com retorno garantido”, afirmou.
De acordo com o gestor de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, a agenda de mobilização, que já passou pelo Mato Grosso do Sul e Bahia, prossegue até julho.
09 de Outubro de 2026
07 de Junho de 2018
Embora não suficientes para a demanda individual do cotonicultor brasileiro, cuja média de custos por hectare gira em torno de R$7,6 mil, e haja disparidade entre os recursos anunciados e os efetivados, por dificuldades de acesso, o Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, anunciado na manhã da quarta-feira (06/06) pelo presidente da República Michel Temer contou com o apoio do setor algodoeiro, representado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), segundo a qual o modelo de cultivo da pluma no Brasil, que consorcia soja e milho, otimiza o uso do crédito federal.>
De acordo com a Abrapa, atualmente o crédito oficial representa em torno de 20% do custeio da produção. Cerca de 30% do financiamento vêm da venda antecipada às tradings, outros 30% são oriundos da indústria de químicos e fertilizantes, e o restante, eventualmente, provêm do produtor, com recursos próprios. “Pelo PAP, o limite individual de crédito é de R$3 milhões ao ano, suficientes para o plantio de 394 hectares da commodity. Ainda assim é um recurso muito importante no mix de crédito do cotonicultor”, observa o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, que representou o presidente da entidade, Arlindo de Azevedo Moura, na ocasião.
Em seu discurso, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, afirmou que a necessidade de financiamento do agro brasileiro é calculada em, aproximadamente, R$390 bilhões. “Nosso Plano Safra apresenta R$191 bilhões. Isso significa que estamos menos dependentes do crédito agrícola oficial, e que hoje, praticamente, 50% da produção nacional são aportados graças à chegada de outros agentes para financiar o agronegócio, com a política correta e responsável de redução de taxa de juros. Mostra claramente que, dentro do setor agropecuário brasileiro, os produtores também estão se capitalizando”, afirmou.
Divisas
Segundo Maggi, este ano, a previsão do Mapa é de exportação de 32 milhões de toneladas de milho; 85 milhões de toneladas de grão e farelo de soja; um milhão de toneladas de algodão; 35 milhões de sacas de café; 28 milhões de toneladas de açúcar, dentre outros produtos. “O agronegócio, em 2018, trará para o país US$ 97,3 bilhões, um aumento de U$9,3 milhões em relação ao último ano. Nosso saldo da balança comercial passará de US$ 83 bilhões de dólares. Este é o setor que tem dado ao país o suporte necessário para enfrentar a grande crise que nós vivemos. O setor que se movimenta com ciência, tecnologia, conhecimento e determinação”, enfatizou o ministro, lembrando ao presidente que, “se não fosse a agricultura, a pecuária e todo o agronegócio, as dificuldades do Governo seriam maiores”.
Nova linha
Na ocasião, Blairo Maggi anunciou a disposição do Governo de criar uma linha de financiamento com prazos de dez a doze anos e dois anos de carência, para socorrer os produtores que tiveram problemas específicos em determinadas áreas do setor agrícola. “Nessa modalidade de socorro, não terá subsídio. As taxas serão TLP (Taxa de Longo Prazo) mais 4,7% ao ano. É uma demonstração de que estamos atentos para não deixar que aconteça o que aconteceu no passado, quando tivemos de fazer uma renegociação imensa, que trouxe problemas para os produtores e custou caro para a nação brasileira. Interferir nesses pontos no momento correto é o que pretendemos”, concluiu.
Reconhecimento internacional
“O Governo tem de estar à altura do extraordinário sucesso que é o agronegócio. Hoje estamos renovando o nosso compromisso com o campo brasileiro, que faz do Brasil essa potência agrícola. Os recursos anunciados estimulam a produção e impulsionam o crescimento da economia brasileira”, destacou o presidente da República, Michel Temer, em sua fala, mencionando o retorno que recebe dos líderes mundiais.
“Nossa agricultura virou sinônimo de produtividade, eficiência, de segurança alimentar e eu sou testemunha disso. Quando converso com líderes de vários países, ouço elogios frequentes ao agro brasileiro, e também ao trabalho da Embrapa. Tudo isso feito se fez com respeito à natureza, sem as divergências do passado entre a produção e o meio ambiente”, relatou. Temer elogiou o trabalho do ministro Blairo Maggi e o entusiasmo dos setores agrícolas que o apoiam na criação e execução de políticas para o desenvolvimento do agronegócio do país.
Tecnologia no algodão
Segundo Temer, apoiar o produtor rural é incentivar a inovação tecnológica. “Um tempo atrás, Blairo me levou para colher algodão no Mato Grosso. Lá ele me colocou numa máquina e me disse para colher. Eu não sabia como, e ele me disse: aperta esse botãozinho que a máquina faz tudo! A máquina colhia e já ensacava”, lembrou o presidente, referindo-se às tecnologias que envolvem satélites e GPS, e a capacidade de enfardar o algodão, à medida em que os capulhos são colhidos na própria lavoura. “Esse avanço na tecnologia gera empregos para milhares de pessoas no campo e na cidade”, reconheceu.
O PAP
No custeio, em relação à safra anterior, o PAP representou incremento de 1,5%. O total de R$191 bilhão tem 80% de recursos com juros controlados, equivalentes a R$118,8 bilhão. Para investimento, são 40 bilhões a juros controlados.
Expansão da capacidade de armazenagem e inovação tecnológica (PCA e Inovagro) foram prioridades pelo sexto ano consecutivo. Os programas terão, respectivamente, R$2,15 bilhões e R$1,15 bilhão, com taxa de juros de 6,0% ao ano.
09 de Outubro de 2026