
Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão
ALGODÃO PELO MUNDO #41/2021
15 de Outubro de 2021

15 de Outubro de 2021

25 de Agosto de 2026
15 de Outubro de 2021
A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) lamenta e repudia a invasão e depredação da sede da Aprosoja e demais entidades representativas dos produtores rurais brasileiros, ocorrida nesta quinta-feira (14), em Brasília.
Atos como os ocorridos são uma afronta à democracia. A Abrapa respeita o direito à manifestação, desde que realizada de forma pacífica e respeitado o direito à propriedade. A entidade espera que os envolvidos sejam identificados e responsablizados.
25 de Agosto de 2026
14 de Outubro de 2021
A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), por meio do movimento Sou de Algodão, junto com a carioca Reserva e a Renner, lançam o Programa SouABR, que oferece informações sobre a origem da matéria-prima certificada e o processo de produção da peça adquirida pelos consumidores. O objetivo do SouABR, primeira iniciativa de rastreabilidade por blockchain da indústria têxtil nacional, é oferecer transparência e mostrar que o algodão presente na roupa tem a certificação socioambiental Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que entrega à indústria o comprometimento dos produtores com os três pilares da sustentabilidade: social, ambiental e econômico.
Através da leitura do QR Code presente na etiqueta da peça, o consumidor pode conhecer a fazenda onde o algodão foi cultivado, a fiação que o transformou em fio, a tecelagem ou a malharia que desenvolveu o tecido ou a malha e a confecção que cortou e costurou. Todas as peças rastreáveis do programa SouABR usam, no mínimo, 70% de algodão em sua composição, sendo que 100% dessa fibra natural presente no produto tem certificação. A primeira coleção foi lançada pela Reserva para o público masculino e a Renner apresentará, a partir de 2022, as roupas para o segmento feminino.
Vogue - Paula Mello - 14/10/2021
25 de Agosto de 2026
14 de Outubro de 2021
Abrapa na mídia
Este 7 de outubro de 2021 marca a primeira comemoração do Dia Mundial do Algodão. A data foi aprovada em agosto passado na Assembleia Geral emreconhecimento à importância da cultura para o alcance da Agenda 2030.
Como parte das comemorações, a Organização Mundial do Comércio, OMC, preparou um evento online para debater o cenário e o potencial da cadeia de valorda commodity no desenvolvimento econômico e redução de pobreza.
Ambiente
Em entrevista à ONU News, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Abrapa, Júlio Busato, reforçou o papel econômico e social da cotonicultura.
"Esse ano, nós produzimos 2,3 milhões de toneladas de algodão e 700 mil toneladas vão abastecer a indústria têxtil brasileiras, que são quase 30 mil empresas e empregam 1,5 milhão de pessoas".
O algodão ocupa 2,1% das terras aráveis do mundo, mas atende a 27% das necessidades têxteis mundiais. De acordo com Busato, 60% da produção é de segunda safra, otimizando o uso do solo.
"O agricultor planta soja, colhe rapidamente, e depois faz uma safra de algodão. Isso é uma otimização enorme do uso do solo sem irrigação. 92% do algodão brasileiro é plantado em área de sequeiro".
Percursores
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, o Brasil é o segundo maior exportador e quarto maior produtor de algodão.
O país produz cerca de 2,5 milhões de toneladas e comercializa aproximadamente metade desse valor para outros países. A quantidade deixa a exportação brasileira apenas atrás dos Estados Unidos.
Quatro produtores de algodão foram percursores da celebração deste dia 7 de outubro: Benim, Burkina Faso, Chade e Mali. A aliança, conhecida como os Quatro do Algodão, fez a proposta de celebração à OMC. Estes países estão na lista dos principais produtores e exportadores.
Segundo a ONU, além da importância nessas nações, a commodity também é responsável pela renda de mais de 28 milhões de produtores em 75 países em cincocontinentes. Com os setores associados, a cultura garante o sustento de 100 milhões de famílias em todo o mundo.
Curiosidades
https://news.un.org/pt/story/2021/10/1765732
ONU News – 07.10.2021
25 de Agosto de 2026
14 de Outubro de 2021
Abrapa na mídia
No Dia Mundial do Algodão, 7 de outubro, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), por meio do movimento Sou de Algodão, junto à carioca Reserva, do grupo AR&CO, e à Renner, lançam o inédito Programa SouABR (sigla para Algodão Brasileiro Responsável), que oferece informações sobre a origem certificada do algodão e o processo de produção da peça adquirida pelos consumidores brasileiros.
Em desenvolvimento há mais de um ano e meio, o principal objetivo do programa é oferecer transparência ao consumidor, e estimular escolhas mais conscientes, mostrando que o algodão presente naquela peça de roupa tem na origem, a certificação socioambiental Algodão Brasileiro Responsável, ABR, que entrega à indústria o comprometimento dos produtores com os três pilares da sustentabilidade: social, ambiental e econômico.
25 de Agosto de 2026
14 de Outubro de 2021
Abrapa na mídia
A Reserva inaugura nesta quinta-feira (7/10) um novo capítulo na transparência da indústria nacional da moda. A partir de agora, todas as peças vendidas pela marca virão com um QR Code que mostrará a origem do algodão e de toda a matéria-prima utilizada para a confecção dos itens. A grife do Grupo AR&Co é a primeira a integrar o programa Sou de Algodão Brasileiro Responsável (SouABR), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), que rastreia a origem do algodão responsável.
O lançamento acontece no Dia Mundial do Algodão. “Agora, todos os nossos clientes terão peças totalmente rastreáveis da semente ao guarda-roupa”, afirma Rony Meisler, CEO da AR&Co. A cadeia de fornecedores que participam do SouABR junto à Reserva são: Fiação Fio Puro e Incofios, na parte de fiações; as tecelagens RenauxView e Vicunha; Dalila Têxtil, com a malharia; ByCotton, EGM e Lavinorte, nas confecções
Revista PEGN – 07.10.2021
25 de Agosto de 2026
14 de Outubro de 2021
25 de Agosto de 2026
14 de Outubro de 2021
Abrapa na mídia
A Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) é uma entidade que preza pela produção do algodão sustentável e responsável. Para tanto, criaram o selo ABR (Algodão Brasileiro Responsável), que visa dar a garantia de que a fibra é produzida e vendida dentro das normas mais exigentes quanto a sua qualidade e rastreabilidade. A ideia é que o algodão tenha uma forma de produção e consumo consciente, desde a primeira cadeia, no plantio, até a última, o consumidor final – este tendo a possibilidade de ver nas etiquetas das peças o caminho traçado.
Harper's Bazaar – Por Ligia Kas – 12.10.2021
25 de Agosto de 2026
14 de Outubro de 2021
A Abrapa participou, nesta quinta-feira (14), do primeiro dia de debates do 40º Encontro Nacional de Comércio Exterior – Enaex 2021. O evento, realizado de forma virtual pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), reúne, até amanhã, autoridades públicas e representantes de entidades privadas em torno do tema Reformar para Crescer.
O presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, apresentou dados do setor e estratégias de conquista dos mercados interno e externo em painel sobre Cenários e Perspectivas para o Agronegócio no Mundo mais Protecionista. Busato lembrou que o Brasil já foi grande importador de algodão, se tornou um mercado de oportunidade e, há apenas quatro anos, se destacou como fornecedor global, se consolidando como segundo maior exportador mundial da pluma – atrás, apenas, dos Estados Unidos.
Apesar da posição de destaque, o mercado asiático, destino de 99% da pluma brasileira, ainda prefere a fibra norte-americana e paga mais por ela. "Na média, nosso algodão é melhor que o americano em comprimento de fibra, resistência e micronaire, e igual em uniformidade de fibra. No entanto, no ano passado, vendemos nosso produto 8% mais barato que os americanos", pontuou Busato.
Foi para reduzir essa diferença e ampliar a fatia brasileira no mercado mundial, que hoje é de 24%, que a Abrapa criou o Cotton Brazil. Lançado em 2020, o projeto é executado em parceria com a Agência Brasileira de Promoçãode Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com o apoio da da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e dos Ministérios de Relações Exteriores (MRE) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). "Estamos mostrando ao mercado asiático que o Brasil, como quarto maior produtor de algodão do mundo, tem quantidade, qualidade, rastreabilidade e o programa de sustentabilidade mais completo em nível mundial", relatou o presidente da Abrapa.
Ricardo Santin, presidente da Asscoiação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), participou do mesmo painel e também destacou o compromisso do agro com práticas responsáveis. "Além de fazer bem, o Brasil precisa levar a mensagem que é um país que produz sustentavelmente", afirmou. Ressaltou, ainda, a necessidade de mais acordo comerciais.
Bartolomeu Braz, vice-presidente da Aprosoja, acredita que é preciso enfrentar o protecionismo mostrando que o Brasil está apto a abastecer a demanda mundial atual e futura. "Temos condições de produzir com sustentabilidade, qualidade e responsabilidade, em menos área, transformando pastagens degradadas em áreas produtivas", ponderou.
A diversificação de parceiros comerciais foi apontada como fundamental por Marcos Jank, coordenador do Centro Insper Agro Global. "Não podemos ter dependência tão forte da China. Nossa presença tem que se fortalecer nos países emergentes do Oriente, começando pela Ásia e avançando para a África", afirmou, elogiando a estratégia da Abrapa de investir em um amplo projeto de promoção no sudeste asiático.
Jank acredita que é preciso reforçar a comunicação. "Temos que levar para fora nossas soluções, como as variedades que nos permitiram chegar ao cerrado, a questão da produtividade mais alta e das duas safras, a integração lavoura-pecuária, o plantio direto, energias renováveis, alta conversão de grãos em carnes. Todas essas coisas que o Brasil fez em agricultra tropical não têm paralelo no mundo e são as soluções reais para equilibrar meio ambiente e alimentação", ressaltou. No encerramento do painel defendeu, ainda, novos acordos comerciais e a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC).
25 de Agosto de 2026
13 de Outubro de 2021
O inédito Programa SouABR (sigla para Algodão Brasileiro Responsável) foi lançado, no Dia Mundial do Algodão, 7 de outubro. Ele oferece informações sobre a origem certificada da fibra e o processo de produção da peça adquirida pelos consumidores brasileiros.
A ação é da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), por meio do movimento Sou de Algodão, com a carioca Reserva, do grupo AR&CO, e a Renner. O desenvolvimento do projeto começou há mais de um ano e meio.
Sustentabilidade
Oferecer transparência ao consumidor é o principal objetivo do programa. Além de estimular escolhas mais conscientes, mostrando que o algodão presente naquela roupa tem na origem, a certificação socioambiental Algodão Brasileiro Responsável, ABR. O selo entrega à indústria o comprometimento dos produtores com os três pilares da sustentabilidade: social, ambiental e econômico.
SouABR é a primeira iniciativa de rastreabilidade, em larga escala, na cadeia têxtil nacional. "Tudo isso armazenado graças ao blockchain", explica Flavio Redi. Ele é CEO da EcoTrace, consultoria responsável pelo desenvolvimento da plataforma de T.I, especialista em rastreabilidade de commodities, com segurança e transparência para o mercado. "O blockchain garante a rastreabilidade do algodão desde a propriedade de origem, com a garantia da certificação ABR, passando por toda cadeia têxtil até o produto na loja."
O caminho que o algodão certificado percorre começa na fazenda, onde a produção atende a um completo protocolo. Este abrange desde o respeito ao meio ambiente e às leis trabalhistas, bem como zela pela eficiência econômica.
A certificação ABR possui 178 itens de verificação distribuídos em oito critérios. São eles:
contrato de trabalho,
proibição do trabalho infantil,
proibição de trabalho análogo a escravo ou em condições degradantes ou indignas,
liberdade de associação sindical,
proibição de discriminação de pessoas,
segurança e saúde ocupacional,
meio ambiente do trabalho,
desempenho ambiental e boas práticas
Protocolo
O histórico de sustentabilidade da cadeia do algodão se iniciou em 2005, no Mato Grosso. Depois, expandiu-se para outros estados, em 2009. Em 2012 foi criado um protocolo único para todos os produtores brasileiros, o programa ABR. Há 9 anos, este atua em benchmarking com outra iniciativa reconhecida mundialmente: a Better Cotton Initiative (BCI).
"É uma jornada longa conseguir levar essa certificação até a palma da mão do consumidor, nos enche de orgulho! Nosso cliente está mais exigente e estamos buscando entregar o que ele pede: responsabilidade e transparência", afirma Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.
O consumidor lê o QR Code da etiqueta da roupa. Assim, pode conhecer a fazenda onde o algodão com certificação socioambiental foi cultivado. Além disso, informa-se sobre a fiação que transformou a fibra em fio, a tecelagem ou a malharia que desenvolveu o tecido ou a malha e a confecção que cortou e costurou. Todas as peças rastreáveis do programa SouABR usam, no mínimo, 70% de algodão, em sua composição, sendo que 100% dessa fibra natural presente no produto tem certificação socioambiental.
https://agranjatotalagro.com.br/programa-oferece-informacoes-sobre-certificacao-do-algodao/
A Granja – Por Carla Santos – 07.10.2021
25 de Agosto de 2026