
Acesso em: Correio Braziliense - Economia - ALGODÃO - BRASILIA - DF
Rapidinhas: Vem da pluma do algodão mais uma conquista do agronegócio brasileiro
24 de Novembro de 2023
24 de Novembro de 2023

Acesso em: Correio Braziliense - Economia - ALGODÃO - BRASILIA - DF
25 de Agosto de 2026
24 de Novembro de 2023
Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), teve 24 adesões no mês de outubro, totalizando 1.443 novas marcas parceiras. Conquistando cada vez mais o reconhecimento do mercado, o movimento atrai empresas comprometidas com a qualidade e a responsabilidade do setor, independente do segmento.
Só no último mês, foram 6 marcas de acessórios e artesanato, 16 confecções, sendo 8 do segmento feminino, 7 do masculino, 1 private label e 1 nova fiação. Uma das marcas que se destacou foi a "Bem Viver Decoração, Tapete e Arte", focada em moda casa com mais de 300 mil seguidores, reforçando a presença do Sou de Algodão nas redes sociais.
Entre as regiões, em outubro, o sudeste ficou em primeiro lugar, com 13 marcas, sendo nove apenas em São Paulo; seguido do sul, com sete, na qual 4 estão em Santa Catarina, principal polo têxtil da região; nordeste e centro-oeste, com duas adesões em cada.
Ao longo dos 10 primeiros meses de 2023, foram efetivadas 283 novas parcerias com marcas, sendo 156 do sudeste, 63 do sul, 46 do nordeste, 16 do centro-oeste e 2 do norte. Entre os segmentos de maior crescimento, só as confecções somam 182, tendo o feminino com o maior número de adesões (50). As fiações, tecelagens e malharias somaram 16. Entre os estados, São Paulo contribuiu com o maior crescimento, com 109, seguido por Santa Catarina, com 35, Rio de Janeiro, Paraná e Ceará, com 16.
Para conferir todas as marcas parceiras Sou de Algodão, é só acessar este link.
Abrace este movimento:
Site: www.soudealgodao.com.br
Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao
25 de Agosto de 2026
24 de Novembro de 2023
Pedro Ângelo Cantanhêde/ Ilca Maria Estevão
Os primeiros passos no mundo da moda podem ser os mais desafiadores na vida de estilista emergente. Com o objetivo de ajudar os novatos nessa evolução, foi criado o Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores. A terceira edição do concurso pagará um prêmio no valor de até R$ 30 mil ao vencedor, que também vai desfilar uma coleção no próximo evento da Casa de Criadores.


Os candidatos inscritos terão a chance de passar por três diferentes etapas de seleção. Na primeira, a comissão organizadora determinará os semifinalistas, até 15 de cada região do país. A comissão será formada por jurados regionais e nacionais do mercado da moda.

O campeão da terceira edição do desafio terá a oportunidade de integrar oficialmente o lineup da Casa de Criadores e apresentará uma coleção durante a 56ª edição do evento, programada para o primeiro semestre de 2025. O Sou de Algodão também premiará o vencedor com um prêmio no valor de até R$ 30 mil.


Os estudantes de moda podem se inscrever no Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores até o dia 30 de abril de 2024, por este link. O regulamento completo pode ser conferido aqui.
Acesso em: Concurso premia e leva estudantes de moda à Casa de Criadores – Blog do Ataíde (blogdoataide.com.br)
25 de Agosto de 2026
24 de Novembro de 2023
Porto Alegre, 21 de novembro de 2022 – Integrantes do Grupo de Trabalho em Laboratório (GTL), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), definiram, no dia 14 de novembro, importantes diretrizes para o aprimoramento do Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) na safra 2023-2024. Entre as medidas, destacam-se melhorias no sistema, treinamento de inspetores, planejamento de manutenção de equipamentos e maior rigor no controle de checagens das amostras.
Foi enfatizada também a necessidade de preparar os laboratórios para atenderem à crescente demanda impulsionada pelo fato de o Brasil ter se tornado o maior exportador mundial de algodão na safra 2022-2023, histórica em volume e produtividade.
O objetivo do encontro foi traçar estratégicas de melhorias no Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) para o próximo ciclo, além de abordar a evolução do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB) – certificação voluntária/autocontrole – realizado em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O algodão brasileiro é a primeira cadeia produtiva a ser certificada por autocontrole, no país. A certificação reforça a autenticidade dos laudos de análise por instrumento de alto volume do tipo HVI, o tipo de classificação mais utilizada nas transações com algodão em todo o mundo.
Os líderes dos laboratórios participaram das discussões estratégicas focadas na otimização dos programas, visando manter a qualidade e a certificação do algodão nacional. “Debatemos os três pilares e seus principais gargalos, que são o programa de checagem e melhorias no sistema. Também definimos os treinamentos para o próximo ano e as datas para a formação de novos inspetores de algodão em pluma”, afirmou o gestor do Programa Standard Brasil HVI SBRHVI, Edson Mizoguchi.
Atualmente, os laudos são emitidos por 12 laboratórios brasileiros e 73 equipamentos que integram o programa. De acordo com o Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro, Safra 2022/2023, números de outubro indicam que 11.535.312 análises já tinham sido feitas este ano, o que corresponde a 77% do total.
As informações são da Abrapa.
25 de Agosto de 2026
17 de Novembro de 2023
Entre os dias 8 e 13 de novembro, o movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), promoveu três palestras para os alunos do curso de moda da FAAP e Anhembi Morumbi, com a participação de André Hidalgo, diretor da Casa de Criadores, que é o evento mais importante de moda autoral no país. Além disso, o movimento ainda promoveu um webinar para a turma da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ao todo, foram quase 150 estudantes que ficaram sabendo mais detalhes sobre o 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.
Claudia Regina, professora da Universidade Anhembi Morumbi, se mostrou empolgada com a oportunidade para os alunos. “Foi demais, deu tudo certo! Já estou fazendo o levantamento com os alunos e eles vão se inscrever, está todo mundo muito interessado! Queremos até agendar mais um de forma online pra quem não conseguiu participar”, afirmou.
Durante os encontros, os estudantes participantes puderam conhecer mais sobre a competição que vai revelar o novo nome da moda autoral nacional. Além disso, eles também aprenderam mais sobre o movimento Sou de Algodão, suas ações e seu impacto na promoção de uma moda mais consciente e responsável, que tem como protagonista e matéria-prima o algodão brasileiro.
Angélica Adverse, professora de Moda da UFMG, parabenizou o movimento pela iniciativa. "Quero lhes parabenizar pelo trabalho, estou impressionada com a estrutura, é um super projeto. Quando eu estudava, eu ganhei um prêmio internacional que me abriu muitas portas, o Smirnoff International Fashion Awards. Apesar de ser um super prêmio, ele dava apenas um terço do apoio que vocês oferecem aos estudantes. Os felicito pelo trabalho!", disse.
O 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores tem como objetivo atrair alunos de graduação e dos cursos técnicos profissionalizantes da área da moda e design, de todas as partes do Brasil. Na edição anterior, o Desafio recebeu mais de 400 inscrições vindas de todas as regiões do país, evidenciando um crescente engajamento com a temática.
Como se inscrever no 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores
Os interessados em participar devem realizar as inscrições no portal http://www.soudealgodao.com.br/desafio até o dia 30 de abril de 2024, podendo ser projetos individuais ou em duplas. Além disso, os trabalhos poderão ser dos segmentos de moda masculina, feminina, alta costura, prêt à porter, fitness, homewear/loungewear ou streetwear.
Sobre Sou de Algodão
É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 42% de toda a produção mundial de algodão sustentável.
Abrace este movimento:
Site: www.soudealgodao.com.br
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TikTok: @soudealgodao_
25 de Agosto de 2026
17 de Novembro de 2023
Destaque da Semana - Após um período de perdas nas cotações de algodão, as cotações voltaram a subir, mas ainda nos menores patamares dos últimos quatro meses.
Algodão em NY - O contrato Dez/23 fechou nesta quinta 26/10 cotado a 78,68 U$c/lp (+2,8% na semana). O contrato Jul/24 fechou 82,07 U$c/lp (+1,5% na semana) e o Dez/24 a 78,02 (+1,4% na semana).
Basis Ásia - o Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 899 pts para embarque Out/Nov (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 16/nov/23).
Altistas 1 - A China suspendeu de maneira abrupta, desde 15/11, os leilões de algodão proveniente de reservas estatais, após leiloar 885 mil toneladas, desde 31/7, o que pode contribuir para o aquecimento dos preços locais.
Altistas 2 - A inflação nos EUA (CPI) diminuiu um pouco, o que gerou um sentimento no mercado que as taxas de juros podem parar de subir. Índice de Preços ao Consumidor (CPI) foi de +3,1% em relação ao ano anterior, abaixo dos 3,7% do último dado mensal.
Altistas 3 - O relatório semanal de vendas de exportação do USDA mostrou que as vendas dos EUA permanecem fortes, apesar de terem caído 17% em relação à semana anterior. Em relação à média das 4 semanas anteriores, aumentou 18%.
Baixistas 1 - Das vendas da última semana dos EUA (segundo o USDA), 52% foram para a China. Apesar de ser positiva a forte presença do gigante asiático, acredita-se que esses fardos irão para a reserva estatal e não serão utilizadas no curto prazo.
Baixistas 2 - Dados de mercado mostram que as fiações chinesas têm apresentado taxas operacionais em queda e aumento nos estoques de produtos acabados (fios), como reflexo da menor demanda global.
Baixistas 3 - Os preços do petróleo caíram mais de US$ 5 por barril esta semana. Os preços mais baixos do petróleo tornam o poliéster, o maior competidor do algodão, mais barato.
EUA 1 - A colheita de algodão nos EUA avança rapidamente esta semana para 67% (+10 pp), em comparação com o ano passado, de 70%, e a média de cinco anos, de 63%;
EUA 2 - Produtores de algodão dos EUA comemoraram esta semana a prorrogação da Farm Bill dos EUA de 2018, que estava programada para expirar. A prorrogação por um ano foi aprovada pela Câmara dos Representantes e pelo Senado dos EUA.
EUA 3 - A prorrogação da Farm Bill vigente mantém os atuais programas inalterados e dá ao setor agrícola maior segurança neste momento que as decisões de plantio começam, afirmou a o Conselho Nacional do Algodão (NCC) dos EUA.
China 1 - A China National Cotton Reserve Corp (CNCRC) divulgou nota na segunda-feira afirmando que os leilões de reserva de 2023 seriam encerrados a partir de 15 de novembro.
China 2 - O total vendido durante este período de leilão foi de 884.745 toneladas, para 447 fiações. Distribuição do algodão por origem: EUA (39%), Brasil (28%), Austrália (4%) e Xinjiang (29%).
Bangladesh - A boa notícia no mês passado foi o aumento na emissão de Cartas de Crédito. Entretanto, as taxas de juro e os custos industriais mais elevados continuam a limitar a rentabilidade na indústria têxtil. Além disso, o setor sofreu com intensas greves de trabalhadores reivindicando melhores salários.
Vietnã - Com preços mais baixos nas últimas semanas, a demanda por algodão aumentou no país. As fiações locais aproveitaram a oportunidade para cobrir as suas necessidades, principalmente de curto prazo.
Agenda - Estão abertas as inscrições para a 1ª turma da Brazilian Cotton School, que abordará todas as etapas envolvidas na cadeia da fibra natural. O curso será presencial e ocorrerá em Brasília e São Paulo de 4 a 22 de março. Realização da Abrapa, Anea, Abit e BBM. Inscrições no www.braziliancottonschool.com.br.
Exportações - O Brasil exportou 108,7 mil tons de algodão até a segunda semana de nov/23. A média diária de embarque é 15,7% maior em comparação com o nov/22.
Beneficiamento 2022/23 – Até o dia 16/11, foram beneficiados: BA (96%), GO (99,5%), MA (76%), MG (95%), MS (97%), PR (100%), SP (100%), MT (80%), PI (82,39%). Total Brasil: 84% beneficiado.
Plantio 2023/24 - Plantio iniciado no estado de SP (29%). Total Brasil: 0,17%.
Preços - Consulte tabela abaixo ⬇
Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com
25 de Agosto de 2026
17 de Novembro de 2023
Acompanhe, no Relatório da Safra da Abrapa, para o mês de novembro, o que acontece de mais relevante na cotonicultura brasileira: o beneficiamento da safra, que se aproxima da conclusão, as exportações e o mercado da fibra, além da intenção de plantio para o próximo ciclo. Clique no link e acesse o documento completo:
https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Relatorio_safra_Abrapa.nov2023_.pdf
25 de Agosto de 2026
17 de Novembro de 2023
Termina no próximo dia 30 de novembro o prazo de inscrições para a primeira turma da Brazilian Cotton School, iniciativa conjunta entre a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM). A primeira “escola do algodão” do Brasil terá 30 módulos, que somam 120 horas, distribuídas em três semanas. A primeira, realizada em Brasília, e as demais semanas, em São Paulo, com início no dia 04 de março. As aulas serão 100% presenciais, com etapa de visitas a fazendas produtoras, ao Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), e ao Porto de Santos.
A exemplo das versões internacionais, promovidas pela International Cotton Association (ICA), em Liverpool, na Inglaterra, e pelo International Cotton Institut, da American Cotton Shippers Association (ACSA), que acontece em Memphis, nos EUA, a Brazilian Cotton School, será a oportunidade para o aluno de ter uma visão panorâmica da cadeia produtiva, desde a fazenda até a indústria, passando por mercado, regulação, logística, dentre outras abordagens.
“Uma cotton school nacional é um sonho antigo, partilhado por produtores, traders, corretores e pela indústria têxtil, e se concretiza num momento muito importante para a cotonicultura brasileira. Não temos dúvidas de que seremos os maiores exportadores mundiais de algodão. Isso vai acontecer de uma forma sustentável e duradoura e, mais que nunca, os agentes da fibra no país precisam estar preparados”, afirma o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel.
Em português
De acordo com o diretor-executivo da Brazilian Cotton School, Marcelo Escorel, a primeira edição, em 2024, será em português, mas a ideia é internacionalizar o curso. “O modelo brasileiro de produzir algodão tem características únicas e muito importantes e não tenho dúvidas de que, sendo grandes players do mercado internacional, vamos atrair estudantes de todo o mundo, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos e Inglaterra”, afirmou.
Escorel reforça ainda que a Brazilian Cotton School é uma excelente oportunidade de networking, especialmente, para profissionais que estão começando nas atividades envolvidas, direta ou indiretamente, na cadeia do algodão. “Nosso público-alvo são grupos de produtores ou empresas, com profissionais ‘high potencial’, que participarão das decisões a serem tomadas pelo setor ao longo de suas carreiras e dos próximos ciclos de crescimento da produção de algodão no Brasil”, disse, lembrando que as vagas são limitadas.
Para Alexandre Schenkel, ter uma cotton school no Brasil “vai facilitar e ampliar o aprimoramento profissional deste público, que, para ter uma experiência semelhante, precisava viajar para outros países, com todos os custos e ausência do trabalho que isso representa”, argumenta.
As inscrições podem ser feitas diretamente no site:
www.braziliancottonschool.com.br.
25 de Agosto de 2026
17 de Novembro de 2023
Integrantes do Grupo de Trabalho em Laboratório (GTL), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), definiram, no dia 14 de novembro, importantes diretrizes para o aprimoramento do Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) na safra 2023-2024. Entre as medidas, destacam-se melhorias no sistema, treinamento de inspetores, planejamento de manutenção de equipamentos e maior rigor no controle de checagens das amostras.
Foi enfatizada também a necessidade de preparar os laboratórios para atenderem à crescente demanda impulsionada pelo fato de o Brasil ter se tornado o maior exportador mundial de algodão na safra 2022-2023, histórica em volume e produtividade.
O objetivo do encontro foi traçar estratégicas de melhorias no Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) para o próximo ciclo, além de abordar a evolução do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB) – certificação voluntária/autocontrole – realizado em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O algodão brasileiro é a primeira cadeia produtiva a ser certificada por autocontrole, no país. A certificação reforça a autenticidade dos laudos de análise por instrumento de alto volume do tipo HVI, o tipo de classificação mais utilizada nas transações com algodão em todo o mundo.
Os líderes dos laboratórios participaram das discussões estratégicas focadas na otimização dos programas, visando manter a qualidade e a certificação do algodão nacional. “Debatemos os três pilares e seus principais gargalos, que são o programa de checagem e melhorias no sistema. Também definimos os treinamentos para o próximo ano e as datas para a formação de novos inspetores de algodão em pluma”, afirmou o gestor do Programa Standard Brasil HVI SBRHVI, Edson Mizoguchi.
Atualmente, os laudos são emitidos por 12 laboratórios brasileiros e 73 equipamentos que integram o programa. De acordo com o Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro, Safra 2022/2023, números de outubro indicam que 11.535.312 análises já tinham sido feitas este ano, o que corresponde a 77% do total.
25 de Agosto de 2026
16 de Novembro de 2023
Com mais de 400 presentes, entre jornalistas, influenciadores, associações estaduais, apoiadores, marcas parceiras e a Abrapa, no último dia 9 de novembro, o movimento Sou de Algodão marcou presença, pelo segundo ano consecutivo, nas passarelas do São Paulo Fashion Week, maior semana de moda da América Latina. Prestando uma homenagem ao denim, ícone de estilo que completa 150 anos de história em 2023, o desfile foi marcado pela colaboração de renomados profissionais da moda brasileira, destacando-se a produção e direção criativa por Paulo Borges, criador e diretor do SPFW, o styling conduzido por Paulo Martinez, e a beleza assinada por Ricardo dos Anjos.
Ao todo, foram apresentados 40 looks exclusivos, fruto da parceria com 09 estilistas parceiros do movimento, entre eles Amapô, David Lee, Dendezeiro, Heloísa Faria, Korshi 01, Martins, Ronaldo Silvestre, Thear e Weider Silveiro. As peças da Dendezeiro, inclusive, são rastreadas pelo programa SouABR, proporcionando uma jornada transparente desde a origem da fibra com certificação ABR (Algodão Brasileiro Responsável) até a varejista final. Além disso, a execução contou com o apoio de 19 empresas têxteis, incluindo tecelagens, fiações, malharias e confecções, e mais 08 artesãos dedicados.
Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa, diz que em eventos como esses é possível ver a ponta da cadeia. “Nós estamos aqui colhendo esses frutos tão bonitos, junto com parceiros que apoiam o Sou de Algodão e estão no manejo da nossa cultura. Eles nos ajudam a ter um respeito com o consumidor final”.
Repercussão no Mundo da Moda
Paulo Borges, diretor do São Paulo Fashion Week e responsável pela direção criativa do desfile, explicou que a proposta foi apresentar as diversas possibilidades no uso do denim e construir imagens especiais, além de potencializar o algodão brasileiro como um dos melhores do mundo. “O jeans, mais do que um produto super urbano e atemporal, representa uma expressão sempre em movimento. Retrata os novos comportamentos”, explica.
Já Paulo Martinez, quem assinou o styling, falou sobre o processo criativo. “O jeans é destaque na moda brasileira, tendo se estabelecido como fundamental no guarda-roupa nacional. Muitos desfiles do Brasil e do mundo já destacaram a importância da peça. No entanto, o movimento Sou de Algodão vai além, apresentando criações produzidas de forma responsável, destacando a importância do algodão brasileiro na produção desse tecido icônico”, reforça.
Ricardo dos Anjos, responsável pela beleza dos modelos, contou que a maquiagem escolhida foi a mais natural possível com 3 tons de azul - marinho, royal e claro - representando as tonalidades do jeans.
O impacto do desfile foi notável, com mais de 75 publicações em grandes portais de moda e mais de 400 menções nas redes sociais, marcando não apenas o movimento Sou de Algodão, mas também a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).
Alguns destaques vão para as matérias: Steal The Look, GQ, Vogue, Revista Claudia Online, Globo Rural, Forbes Agro, Reuters Internacional, CNN, Capricho, Glamour, L'Officiel e Gshow.
"Estamos extremamente satisfeitos com os resultados alcançados no SPFW. A nossa participação proporcionou uma visibilidade única ao algodão brasileiro, destacando a beleza de nossas criações, além da transparência e da responsabilidade presentes em todo o processo, desde a plantação até a confecção. Este desfile reforçou nosso compromisso com a moda consciente e ecoou a importância do algodão brasileiro no cenário global”, comemora Silmara Ferraresi, Diretora de Relações Institucionais da Abrapa e Gestora do Movimento Sou de Algodão.
Todas as peças apresentadas estão disponíveis no acervo Sou de Algodão para empréstimos. Confira aqui.
Ficha Técnica do desfile Sou de Algodão no SPFW N56
Direção Criativa: Paulo Borges
Stylist: Paulo Martinez
Make and hair: Ricardo dos Anjos
Cenário: tecidos Santista Jeanswear.
Estilistas: Amapô, David Lee, Dendezeiro, Heloísa Faria, Korshi 01, Martins, Ronaldo Silvestre, Thear, Weider Silveiro
Fiações: Círculo e Têxtil Piratininga
Malharias: Aradefe e Textilfio
Tecelagens: Canatiba, Capricórnio, Cataguases, Cedro, Covolan, MN Tecidos, Paraguaçu Têxtil, Paranatex, Santana Textiles, Santista Jeanswear, Tear Têxtil, Teray Têxtil, e Vicunha
Serviços de desenvolvimento e confecções: Emphasis Confecções e Volts Denim
Artesãos: Edineia Sinatra, Frede Gomides, Márcia Mendes, Milene Kuhn, Neuzy Valim, Oscar Menezes, Samuel Ramos e Zilda Sanches.









Sobre Sou de Algodão
É um movimento único no Brasil que nasceu, em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 82% de toda a produção nacional de algodão.
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25 de Agosto de 2026