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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #44/2021

05 de Novembro de 2021

Destaque da semana – Mais uma semana volátil, com contrato de Dez/21 em alta, mas com Dez/22 estável.  Hoje, o mercado abre em alta com notícias de uma pílula de tratamento de Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e número acima do esperado de geração de empregos nos EUA.


- Algodão em NY – O contrato Dez/21 atingiu nova máxima nesta semana e depois recuou, fechando ontem a 116,46 U$c/lp (+2,4%). Referência para a safra 2021/22, contrato Dez/22 fechou ontem praticamente estável a 91,76 U$c/lp (+0,04%).


- Preços - Ontem (04/11), o algodão brasileiro estava cotado a 132,00 U$c/lp (alta de 725 pts com relação à semana passada) para embarque em Dez/21-Jan/22 (Middling 1-1/8" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook).


- Altistas 1 - Os contratos futuros da bolsa Chinesa de Zhengzhou (ZCE), apesar de se valorizarem menos que NY (ICE), fecharam a semana em alta, a 151,79 U$c/lp (+1,3%).


- Altistas 2 - O número de compras a fixar pelas fiações aumentou 16.32 milhões de fardos esta semana. As indústrias estão ainda buscando melhores oportunidades para fixar seus preços.


- Altistas 3 – Relatos de diversos países com grande consumo de algodão são de que as fiações continuam tendo margens atrativas mesmo com os atuais níveis de preços, pois têm conseguido repassar no preço dos fios.


- Baixistas 1 – Entretanto, o setor de tecidos e confecções está começando a resistir a essa tendência de alta nos preços do algodão. A questão é como os consumidores finais aceitarão novos aumentos, considerando que já está havendo alta de preços causada por outros fatores, como energia e transportes.


- Baixistas 2 – As vendas de exportação dos EUA ficaram bem aquém do ritmo recente da semana passada, com 38 mil toneladas vendidas. A China foi o maior comprador (26%), seguida pela Turquia com (20%).


- Baixistas 3 – O ritmo de compra mais lento da China provavelmente se deve ao fato de que os preços internos têm estado relativamente mais atraentes na última semana, reduzindo incentivo ao algodão importado.


- China 1 - A China está vivendo mais uma onda de Covid-19, o que levou o governo a adotar medidas drásticas para conter o vírus a qualquer custo. É o que se chama de política de Covid-Zero.


- China 2 – Apesar dos enormes custos envolvidos, a China é a única nação no mundo a implementar a estratégia de Covid-Zero. Singapura, Austrália e Nova Zelândia já passaram a tratar o vírus como endêmico.


- Índia - A Confederação da Indústria Indiana (CII) estima que as exportações de produtos têxteis da Índia aumentem 81% de 2019 a 2026, atingindo US$ 65 bilhões. Só de tecidos, a projeção é de incremento de US$ 4 bilhões.


- Vietnã 1 - Indústrias têxteis vietnamitas enfrentam escassez de mão de obra após o fim dos lockdowns por conta da pandemia de Covid-19. Pesquisa nacional indica que apenas cerca de 40% dos trabalhadores planejavam voltar ao trabalho.


- Vietnã 2 - É que os trabalhadores ainda não se sentem seguros, devido ao baixo índice de vacinação do país (44%).  Indústrias estão tendo que pagar bonificações adicionais para atrair mais profissionais.


- Vietnã 3 - À medida em que as relações entre EUA e China se deterioraram, o Vietnã emergiu como um grande polo industrial exportador, com as exportações anuais aumentando quase vinte vezes nas últimas duas décadas, para US$ 283 bilhões no ano passado.


- Agenda 1 – Na próxima terça-feira (9/11), a Abrapa assina convênio com a China National Cotton Exchange (CNCE) para realizar ações de promoção do algodão Brasileiro na China em 21/22. Entre os destaques, a co-realização de dois grandes eventos, em Qingdao e Beijing, em Dezembro de 2021 e Março de 2022. No horário oficial do Brasil, o evento ocorre na noite de segunda-feira (8/11).


- Agenda 2 – Também na terça-feira (9/11), o USDA divulgará seu relatório de oferta e demanda global (WASDE).


- Beneficiamento 2021 - Até ontem (04/11): BA e TO (91%); GO (99%), MA (64%); MG (96%), MT (77%). Os estados que já chegaram a 100% foram MS, PI, SP e PR. Total Brasil: 81% beneficiado.


- Exportações - O Brasil exportou 203,0 mil tons de algodão em outubro/21, montante 16% menor ao embarcado no mesmo período de 2020. No acumulado de agosto a outubro de 2021, o volume embarcado já soma 394 mil toneladas.


-  Semeadura 2021/22- O plantio da nova safra já começou em dois estados: SP (24%) e PR (2%). Total Brasil: 0,13% plantado.


- Preços - Consulte tabela abaixo ⬇


Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

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Vozes do Agro: Cadeia têxtil brasileira entrega rastreabilidade da semente ao guarda-roupa

​Em artigo, presidente da Abrapa fala sobre recém lançado programa SouABR

05 de Novembro de 2021

Abrapa na mídia


Vozes do Agro: Cadeia têxtil brasileira entrega rastreabilidade da semente ao guarda-roupa


Ao acessar o QR Code das roupas com o selo de Algodão Brasileiro Responsável, consumidor conhece processos que deram origem à peça


JÚLIO CÉZAR BUSATO*


Os consumidores, cada vez mais, querem saber a origem do que estão comprando. O consumo consciente, incentivado por ações como o movimento Sou de Algodão, é uma tendência mundial. Cabe a cada setor buscar ferramentas que possibilitem a transparência exigida pelo mercado.


É isso que estamos fazendo com o lançamento do SouABR, a primeira iniciativa de rastreabilidade física, em larga escala, da cadeia têxtil brasileira – da semente ao guarda-roupa. Como parceiros do projeto-piloto deste programa, que pretende revolucionar o consumo de moda no Brasil, os cotonicultores brasileiros contam com dois gigantes do varejo nacional, igualmente comprometidos com a sustentabilidade: Reserva e Renner.


A primeira coleção com a tag SouABR acaba de chegar às vitrines da Reserva. Por meio de um QR Code na etiqueta das peças, é possível conhecer a origem da matéria-prima certificada com o selo de Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e o caminho percorrido em todas as empresas e etapas da cadeia produtiva.


Essa jornada começa na fazenda. Para obter a certificação ABR, os produtores atendem a um completo protocolo de 178 itens, com as mais rigorosas diretrizes de sustentabilidade do Brasil e do mundo. Assim, garantimos respeito total ao meio ambiente e ao Código Florestal e nos comprometemos com o desenvolvimento das comunidades produtoras.


Após a colheita, o algodão certificado vai para as unidades de beneficiamento e passa por laboratórios de análise de qualidade, fiações, tecelagens, malharias e confecções, até chegar às prateleiras. Ao comprar uma peça SouABR, o consumidor conhecerá o processo completo: a fazenda onde o algodão com certificação socioambiental foi cultivado, a fiação que o transformou em fio, a tecelagem ou a malharia que desenvolveu o tecido ou a malha e a confecção que cortou e costurou a peça até chegar às prateleiras do varejo.


Esse raio-x da cadeia têxtil é resultado de dois anos de trabalho para estruturar o sistema de rastreabilidade em blockchain, tecnologia que torna as informações acessíveis e auditáveis em todas as etapas do processo, garantindo confiabilidade. Originalmente utilizada em segurança da informação para fins econômicos e de inovação, a blockchain passou a ser empregada também em outras áreas, como o mapeamento das etapas do ciclo produtivo de alimentos. Em moda, o Sou de Algodão Brasileiro Responsável é uma das primeiras iniciativas do mundo.


Com o lançamento de uma linha masculina de t-Shirts com a tag SouABR, a carioca Reserva – parceira de número 500 do movimento Sou de Algodão - é a primeira marca do país a abraçar esse desafio, engajando uma importante rede de fornecedores. Em 2022, será a vez da Renner apresentar uma coleção cápsula 100% rastreável, para o público feminino.


A partir de 2023, o programa estará aberto à adesão de qualquer empresa que comercialize produtos têxteis com pelo menos 70% de algodão certificado e rastreado. E não faltará matéria-prima para isso. O Brasil é o maior fornecedor da fibra responsável do planeta – mais de 80% da pluma produzida no país tem o selo ABR.


A certificação socioambiental promove meios de produção justos, transforma vidas e comunidades inteiras e impacta positivamente no desenvolvimento econômico e social. Ao demonstrar, por meio do SouABR, que o algodão presente em uma peça de roupa é certificado, nos alinhamos à demanda global por transparência e estimulamos o consumidor a fazer escolhas com propósito e, assim, contribuir para um mundo melhor para todos.


*Júlio Cézar Busato é presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa)


https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Opiniao/Vozes-do-Agro/noticia/2021/10/cadeia-textil-brasileira-entrega-rastreabilidade-da-semente-ao-guarda-roupa.html


Revista Globo Rural – Vozes do Agro – 28.10.2021

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Projeto Floresta+Agro: Abrapa é parceira da iniciativa

03 de Novembro de 2021

Abrapa na mídia


O Ministério do Meio Ambiente (MMA) conta com uma nova iniciativa dentro do Programa Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA). Trata-se da modalidade Floresta+ Agro, voltada para a remuneração de produtores rurais que conservam Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal. A Abrapa participa de um projeto-piloto. Para falar sobre essa ação e outros temas da cadeia do algodão, o Canal Terra Viva entrevistou o presidente da entidade, Júlio Cézar Busato.


Assista: https://youtu.be/UVAXjgxB9XE


Terra Viva – Terra Viva 2ª Edição – 02.11.2021

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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #43/2021

29 de Outubro de 2021

Destaque da semana – Com a demanda aquecida mesmo com o nível atual de preços, na China mas também em outros mercados importantes, a semana foi marcada por um rally da ordem de 759 pontos. Grandes posições em aberto das indústrias, dificuldades logísticas e atraso nas safras têm dado suporte aos preços.


- Algodão em NY – O contrato Dez/21 fechou ontem em nova máxima do contrato: 113,73 U$c/lp (+7,2%).  Referência para a safra 2021/22, contrato Dez/22 fechou ontem a 91,72 U$c/lp (+3%).


- Preços 1 - Ontem (28/10), o algodão brasileiro estava cotado a 124,75 U$c/lp (+ 25 pts) para embarque em Nov-Dez/21 (Middling 1-1/8" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook).


- Altistas 1 - Os contratos futuros da bolsa Chinesa de Zhengzhou (ZCE) continuam se valorizando em relação à ICE (NY). Hoje, o contrato Jan/22 fechou ao equivalente a 153 U$c/lp, +1,5% no pregão desta Sexta.


- Altistas 2 - O número de compras de fiações a fixar é ainda muito grande, permanecendo praticamente inalterado em 16.08 milhões de fardos esta semana, com mais de 3 milhões de fardos somente no contrato de Dez/21.


- Altistas 3 - Essas fiações terão que comprar contratos para encerrar suas posições. Sabendo disso, especuladores tem endurecido o jogo, pressionando o mercado para cima.


- Altistas 4 - Mais um relatório de vendas semanal bastante robusto, com 83 mil tons vendidas, com China (49%) e Turquia (40%) liderando as compras. Por outro lado, os embarques caíram muito: 67 mil fardos, metade da semana anterior.


-  Baixistas 1 - O tema da crise energética na China, causado por aumento na demanda e redução da oferta, preocupa muito, pois ainda não chegamos ao inverno, época de consumo sazonalmente elevado. Apagões já estão ocorrendo em diversas partes do país. Desde agosto, 16 das 31 províncias Chinesas estão racionando energia no país.


-  Baixistas 2 – O setor têxtil Chinês, apesar de não ser considerado um dos setores de alto consumo de energia, também vem sofrendo racionamento. Em Zhejiang, a maior província produtora de têxteis da China, 161 empresas têxteis foram obrigadas a interromper imediatamente a produção de 21 de setembro até o final do mês.


- China 1 - O ritmo de crescimento do PIB chinês desacelerou no 3º trimestre deste ano. O crescimento de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado ficou abaixo das expectativas e bem abaixo dos 7,9% do 2º trimestre.


- China 2 - A China está colhendo sua primeira safra de algodão produzido seguindo diretrizes de seu próprio programa de certificação, adotado no início deste ano. A iniciativa é um contraponto ao certificado Better Cotton Initiative (BCI), que descredenciou as lavouras do país por denúncias de trabalho escravo.


- China 3 - De acordo com a CNCE, 30% do algodão da região de Xinjiang já foi beneficiado nesta safra.


- EUA - Nos EUA, a colheita, apesar de atrasada, avança bem em todos os estados. Já foram colhidas 35% das lavouras, número abaixo da média de 41% dos últimos cinco anos.


- Paquistão- Segundo a Associação de Beneficiadores de Algodão do Paquistão, já foram colhidas e entregues nas algodoeiras mais de 900 mil tons de fibra, o que representa o dobro do mesmo período no ano passado. A estimativa de produção de algodão para o país é de 1,4 milhão de tons.


- Beneficiamento - Até ontem (28/10): BA e TO (88%); GO (98,5%), MA (61%); MG (95%), MS (99,8%), MT (72%). Os estados que já atingiram 100% foram PI, SP e PR. Total Brasil: 77% beneficiado.


-  Exportações - O Brasil exportou 141,8 mil tons de algodão até 25 de outubro de 2021. O volume já equivale ao exportado em setembro/21, mas a média diária de embarque está 21,6% inferior quando comparado a outubro/20.


- Preços - Consulte tabela abaixo ⬇


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Parceria entre Abrapa e adidos agrícolas amplia mercados na Ásia

Cotton Brazil realiza balanço da atuação conjunta com representantes do Mapa em seis países asiáticos

29 de Outubro de 2021

Parceria entre Abrapa e adidos agrícolas amplia mercados na Ásia



A Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) realizou um ciclo de reuniões com adidos agrícolas nesta semana, dentro do 3º Encontro dos Adidos Agrícolas, realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em parceria com a Apex-Brasil e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). A série de eventos ocorreu com representantes do governo brasileiro na Coreia do Sul, Índia, Tailândia, China, Vietnã e Indonésia.



Em 2020, a Abrapa abriu escritório em Singapura – unidade que passou a coordenar as ações do programa Cotton Brazil, focado na promoção do algodão brasileiro na Ásia e na ampliação de mercados. A parceria da associação com os adidos agrícolas e as embaixadas brasileiras nos principais países importadores tem sido essencial.



"São países conservadores, que valorizam o contato pessoal, que não estamos podendo realizar no momento. A presença e o apoio do nosso governo contribuem muito para dar mais confiança às relações comerciais, e os resultados já podem ser conferidos nos números", observa o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato.



Exemplo disso é a ampliação em mais de 150% das compras de algodão brasileiro pela Coréia do Sul, de janeiro a setembro deste ano. No mesmo período do ano passado, as importações da fibra brasileira somaram US$ 45,35 milhões. Neste ano, já superaram US$ 113 milhões. Com isso, o Brasil passou à frente dos Estados Unidos na preferência do mercado têxtil sul-coreano.



"Apesar de todas as limitações impostas pela pandemia da Covid-19, o mercado local entendeu que as ações de promoção do algodão brasileiro feitas pela Abrapa são de longo prazo. Isso transmitiu mais segurança aos empresários, e a estratégia de aproximação gerou resultados concretos", analisou o adido agrícola brasileiro na Coreia do Sul, Gutemberg Barone, durante a rodada de reuniões com representantes do Mapa nos países asiáticos.



A pauta incluiu um balanço das ações realizadas em 2021, perspectivas para 2022 e a apresentação de novos adidos que irão assumir seus postos a partir de fevereiro do ano que vem. "Além de posicionamento comercial, alinhamos temas importantes, como políticas tarifárias e requisitos burocráticos que são críticos para o processo de importação do algodão. A parceria com os adidos auxilia nosso trabalho de promoção junto aos mercados compradores" afirma Busato.



Atualmente, o Brasil é o quinto maior produtor de algodão no mundo e segundo maior exportador – ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Noventa e nove por cento do volume destinado à exportação são embarcados para o mercado asiático.

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Cinco anos de Sou de Algodão: novidade mais recente

Em parceria com Reserva e Renner, recém lançado programa SouABR é o primeiro programa de rastreabilidade por blockchain da indústria têxtil do Brasil

29 de Outubro de 2021

​No dia 26 de outubro, o Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), completou cinco anos, mobilizando toda a cadeia, do produtor ao consumidor final, com o propósito de promover o consumo consciente da moda por meio da valorização de uma fibra democrática, inclusiva e produzida de forma responsável no Brasil. Ao longo desta semana, falamos sobre os diferentes aspectos do Movimento. Encerramos esta maratona comemorativa apresentando o recém lançado programa SouABR, que oferece rastreabilidade completa da cadeia têxtil, da semente ao guarda-roupa.



Transparência e rastreabilidade é uma demanda do consumidor 


O Brasil é o maior fornecedor de algodão com certificação socioambiental do mundo, e atualmente, 81% de toda a produção é certificado pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que atesta que a fibra foi cultivada atendendo a 178 itens de autenticação, distribuídos em 8 critérios: contrato de trabalho, proibição do trabalho infantil, proibição de trabalho análogo a escravo ou em condições degradantes ou indignas, liberdade de associação sindical, proibição de discriminação de pessoas, segurança, saúde ocupacional, meio ambiente do trabalho, desempenho ambiental e boas práticas.


Com o objetivo de tornar essas informações mais acessíveis ao consumidor, a Abrapa se juntou às varejistas Reserva e Renner e lançou, em 7 de outubro, o SouABR, o primeiro programa de rastreabilidade por blockchain da indústria têxtil do Brasil. Nele, é possível conhecer a cadeia de fornecedores das marcas, comprovando a origem responsável da matéria prima, presente na peça de roupa, por meio da leitura de um QR code, impresso na tag do produto.


"A preferência por algodão certificado e rastreável demonstra um compromisso não apenas com a qualidade dos produtos, mas com todo um cenário de responsabilidade socioambiental e transparência na indústria têxtil. Trabalhar em prol de um impacto cada vez mais positivo, garantindo relações de trabalho justas e produção responsável, é crucial para nos mantermos de pé como uma marca adequada ao nosso tempo”, explica Fernando Sigal, sócio fundador da Reserva.


Para Eduardo Ferlauto, gerente geral de Sustentabilidade da Lojas Renner, o programa demonstra a importância de toda a cadeia ser cada vez mais transparente. “Este projeto em parceria com a Abrapa e a Reserva mostra como é possível conciliar moda, sustentabilidade e tecnologia com o propósito de que essa indústria seja cada vez mais transparente. Estamos muito orgulhosos de fazer parte dessa construção pioneira, que permite dar maior transparência a todo o processo envolvido na produção das roupas, provando que antes mesmo de chegar no guarda-roupa das pessoas, as peças já têm sua própria história", afirma Ferlauto.

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Cinco anos de Sou de Algodão: ações marcantes

Iniciativas para envolver a sociedade vão de cotton trip com formadores de opinião a distribuição de roupas para moradores de rua

28 de Outubro de 2021

​No dia 26 de outubro, o Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), completou cinco anos, mobilizando toda a cadeia, do produtor ao consumidor final, com o propósito de promover o consumo consciente da moda por meio da valorização de uma fibra democrática, inclusiva e produzida de forma responsável no Brasil. Ao longo desta semana, mostraremos as diferentes frentes de atuação do movimento.



Ações marcantes e os seguidores nas redes sociais

Em 2018, com o objetivo de aproximar universos considerados, até então, distantes, o movimento Sou de Algodão promoveu a primeira Cotton Trip, convidando estilistas, docentes de faculdades de moda e jornalistas de sustentabilidade, economia, moda e lifestyle. Com uma programação informativa e lúdica, pessoas que nunca haviam visto uma fazenda produtora de algodão, puderam conhecer, de perto, como se cultiva a fibra sustentável, certificada pelo programa ABR, uma valiosa troca de experiências para todos que participaram.


Já no ano de 2019, o movimento passou a fornecer tags para as marcas que queriam comunicar a parceria e agregar valor ao seu posicionamento. Na pandemia da Covid-19, com a campanha #produzidonobrasil, no momento mais agudo da crise, o consumidor poderia optar por produtos feitos por uma cadeia 100% nacional, da matéria-prima ao varejo. Com grande adesão, por parte das marcas parceiras, ao longo de oito meses, foram distribuídas mais de 7,5 milhões de tags, que chegaram às mãos do consumidor, cada vez mais exigentes e atentos, que já vinham se preocupando com a origem e a forma de fabricação dos produtos que consumiam.


Em plena pandemia e no inverno da cidade de São Paulo, no Dia do Amigo, o movimento Sou de Algodão realizou uma ação com a ONG Moradores de Rua e Seus Cães (MRSC), para aquecer a vida de pessoas invisíveis à sociedade. Sabendo que o cachorro é o melhor amigo do homem, a ação envolveu a distribuição de moletons para os moradores de rua e roupas para seus cães, beneficiando 500 pessoas, que também receberam alimentação e produtos de higiene pessoal.


Para envolver cada vez mais o consumidor final, em um ano em que a casa foi o espaço mais frequentado pelas pessoas, surgiu a ideia de ensinar a reaproveitar camisetas que estavam encostadas no fundo do guarda-roupa, e torná-las novas e modernas. Para isso, a influencer digital Camila Coutinho realizou um tutorial, mostrando como dar novas cores e vida à T-shirt de algodão com técnicas de tie-dye, o que gerou uma grande repercussão.


Outra campanha promovida, já em 2021, foi “Julho sem Plástico”, no qual foram enviados kits com uma ecobag, esponja e infusor de chá feitos de algodão, além de um papel de cera para substituir o filme plástico. Nomes como Maurício Arruda, Carole Crema, Leo Paixão e Lucas Corazza compartilharam a proposta com seus milhões de seguidores.


A ação de Bodas de Algodão, que é comemorado com dois anos de casamento, é uma ação em que o movimento se dedica durante o ano todo. É enviado para alguns casais de celebridades um conjunto de roupão com as iniciais e um lindo buquê de algodão. Até agora, quem já recebeu e compartilhou com os seguidores foi Lulu Santos, Lan Lahn, Priscila Fantin, Jeniffer Nascimento e João Baldasserini.


Essa última ação, principalmente, acontece totalmente nas redes sociais com marcações ao Movimento Sou de Algodão, o que aumenta o alcance do público final. Prova disso são os números das páginas do movimento. Na página do Facebook, em outubro de 2021, já são mais de 113 mil pessoas acompanhando. Já no Instagram, no mesmo período, são 64,5 mil pessoas que seguem. O LinkedIn começou em 2020 e, até outubro de 2021, são mais de dois mil seguidores.


No ano do lançamento, 2016, o movimento também contou com a ajuda de apresentadoras, como Lilian Pacce e Glória Kalil, profissionais dos principais veículos de moda e influenciadores digitais, como Camila Coutinho e Jade Seba, além dos embaixadores e do idealizador do São Paulo Fashion Week, Paulo Borges. Com isso, teve um alcance inicial superior a 18 milhões de pessoas, por meio de mídia digital e com conteúdo em suas páginas das redes sociais Facebook e Instagram, que somaram, respectivamente, 22 mil e 3 mil seguidores, até o final do mesmo ano, e do portal www.soudealgodao.com.br, com mais de 42 mil visitas na página, onde também foi lançado o blog, com conteúdo inédito e autoral sobre moda, sustentabilidade, benefícios do algodão e o próprio propósito do movimento.


Amanhã, falaremos sobre a novidade mais recente do movimento. Fique ligado!

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Cinco anos de Sou de Algodão: semanas de moda e universo estudantitl

Para promover o consumo consciente e a moda responsável, movimento lançado em 2016 pela Abrapa envolve estilistas, estudantes e docentes

27 de Outubro de 2021

Cinco anos de Sou de Algodão: semanas de moda e universo estudantitl



No dia 26 de outubro, o Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), completou cinco anos mobilizando toda a cadeia, do produtor ao consumidor final, com o propósito de promover o consumo consciente da moda por meio da valorização de uma fibra democrática, inclusiva e produzida de forma responsável no Brasil. Ao longo desta semana, mostraremos as diferentes frentes de atuação do movimento.


Após o lançamento na 42ª edição do São Paulo Fashion Week, principal semana de moda da América Latina, o movimento contou com embaixadores como Paulo Borges, Alexandre Herchcovitch e Martha Medeiros que endossaram o propósito, valorizando a fibra, associando-a à cultura, à versatilidade e ao conforto.



Borges, idealizador e diretor criativo do São Paulo Fashion Week, diz apostar na aliança com o movimento: "Ter parceria com uma instituição tão importante da economia e da produção de uma matéria-prima que é tão especial para a moda e para o País, é um sonho. Cada vez mais, eu quero que a gente tenha projetos juntos. É um caminho que tem que ser ampliado, porque esse é um movimento que transforma de forma irreversível o comportamento do consumidor".



O presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, ressalta a importância dessas parcerias para toda a cadeia do algodão. "Precisávamos alcançar as pessoas que influenciam e levam a nossa fibra para o consumidor, para o setor têxtil e para os produtores de moda. Nomes de peso que pudessem ajudar a conectar o algodão ao universo afetivo do público", explica Busato.



Em cinco anos de história, o algodão foi protagonista em várias edições das principais semanas de moda brasileiras, como SPFW, Casa de Criadores e Brasil Eco Fashion Week. Nas mãos de João Pimenta, Another Place, Rober Dognani, Renata Buzzo, Igor Dadona, Isaac Silva e Ronaldo Silvestre, a fibra mostrou todo seu potencial e versatilidade nas mais criativas coleções, onde foi a principal matéria prima. No entanto, esse protagonismo não se dá apenas pelas mãos desses talentosos designers, mas também a partir dos tecidos fabricados pelas marcas parceiras que colaboram nessas criações como Vicunha, Cataguases, Santanense, Urbano Têxtil, Cedro, Canatiba, entre outras.



A transformação da indústria da moda não se faz apenas por meio do envolvimento de agentes como estilistas e marcas, mas com ações que alcancem estudantes e docentes, levando informação, fomento à pesquisa e, principalmente, transparência sobre a responsabilidade da cadeia produtora da fibra.



Pensando nisso, desde 2018, são realizadas palestras e oficinas, envolvendo estudantes de graduação em Moda e Design de todo o Brasil. No mesmo ano, foi lançado o 1º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, com mais de 400 inscritos, de mais de 200 instituições de ensino superior, que revelou três novos talentos para a principal semana de moda autoral brasileira, a Casa de Criadores: Mateus Cardoso (FASM/SP), Dario Mittmann (UEM/PR) e Rodrigo Evangelista (IED/SP).



Como responsável pela Casa de Criadores, grande evento da moda autoral brasileira, André Hidalgo reforça a importância da ação. "O Desafio consegue envolver alunos de todas as regiões do Brasil e isso permite que a oportunidade chegue para todos. Eles podem aprender e se aprimorar para ingressar no mercado de trabalho, já com uma bagagem super significativa. Há talentos incríveis escondidos pelos cantos do Brasil e precisamos dar protagonismo a eles".



De acordo com Mateus Cardoso, estilista e vencedor do primeiro desafio, o Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores foi essencial para impulsionar a carreira. "O projeto mudou toda minha trajetória. Com o curso, abri meu ateliê e estou começando minha marca. Quando olho para trás, vejo que tudo isso é fruto da minha participação, desde a conquista de um espaço até a visibilidade adquirida. O incentivo por parte do Sou de Algodão para a moda nacional é muito importante, principalmente, por dar esse reconhecimento para quem está começando", diz.


A 2ª edição do Desafio, com inscrições encerradas em 15 de outubro, teve mais de 460 inscritos de todo o Brasil e terá semifinais regionais. A grande final acontecerá na 50ª edição da Casa de Criadores, com desfiles presenciais, no primeiro semestre de 2022, com dois representantes de cada região, tornando este um concurso mais democrático e mostrando a cultura regional no universo da moda autoral nacional.


Amanhã falaremos sobre as ações marcantes que foram pensadas pelo movimento. Não perca!



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Produtores de algodão serão pioneiros no programa Floresta +Agro

​Iniciativa, lançada nessa quarta-feira (27) pelo MMA, promove o pagamento por serviços ambientais

27 de Outubro de 2021

Produtores de algodão serão pioneiros no programa Floresta +Agro


Como exemplo de cadeia produtiva sustentável, a cotonicultura foi destaque no lançamento do Floresta +Agro. A nova modalidade do Programa Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais foi anunciada nesta quarta-feira (26), em cerimônia no Ministério do Meio Ambiente.



O Floresta+Agro busca promover e reconhecer os serviços ambientais realizados pelos produtores rurais nas áreas de Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente.  Neste sentido, incentiva a implementação de arranjos de pagamentos entre os participantes das cadeias produtivas da agropecuária, por atividades que resultem em conservação da vegetação nativa em todos os biomas, aumento e manutenção dos estoques de carbono, conservação da biodiversidade, proteção e fertilidade do solo, entre outros benefícios ecossistêmicos.



"O grande desafio do governo federal é alterar uma política histórica de que meio ambiente significa punir e onerar. Queremos incentivar, empreender e inovar", afirmou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, lembrando que os produtores rurais brasileiros preservam 282 milhões de hectares de suas propriedades, em cumprimento ao Código Florestal.



A adesão ao Floresta+ Agro poderá ocorrer de forma individual, coletiva, por projetos, por microrregião e por produtos. Mais uma vez na vanguarda do agro nacional, os cotonicultores serão os primeiros a aderir à iniciativa, graças ao comprometimento com a sustentabilidade socioambiental demonstrado pela crescente adesão ao programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR).



"Atualmente, 81% do algodão brasileiro possui o selo ABR e os demais 19% estão correndo atrás para obter a certificação, o que significa que 81% estão de acordo com o Código Florestal. Isso é um ativo ambiental enorme e precisamos mostrar ao mundo", destacou o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, no lançamento do Floresta +Agro. Mencionou, ainda, a adoção de processos produtivos altamente sustentáveis, como o plantio direto na palha, a segunda safra e a maior produtividade de algodão não irrigado do mundo. "Esse programa vai nos dar a oportunidade de mostrar o que os agricultores brasileiros estão fazendo em termos de preservação e sustentabilidade", concluiu Busato. O projeto está em fase final de formatação pela Abrapa e terá, entre os parceiros, a alemã Bayer.



O Programa Floresta +



Instituído em 2020 pelo MMA, através da portaria 288, o Programa Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais- Floresta+ visa criar, fomentar e consolidar o mercado de pagamento por serviços ambientais, a fim de reconhecer e valorizar projetos e prestadores de serviços ambientais em todos os biomas.



Considera-se serviços ambientais atividades que proporcionam benefícios ecossistêmicos, resultando em melhoria, conservação, recuperação e proteção da vegetação nativa. Tais atividades podem ser realizadas por pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, por grupo familiar ou comunitário, de forma direta ou terceirizada. A remuneração aos prestadores de serviços ambientais pode ser feita por indivíduos ou organizações públicas ou privadas, de âmbito nacional ou internacional, de forma direta ou indireta, monetária ou não.


Video: https://youtu.be/FvGi_qw_mi8



Saiba mais:


https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mma-n-487-de-26-de-outubro-de-2021-355251

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Cinco anos de Sou de Algodão, o movimento da fibra responsável do Brasil

Iniciativa da Abrapa vem, desde 2016, promovendo a moda responsável, por meio de ações e conteúdos voltados, principalmente, para a conscientização do consumidor para melhores escolhas ao se vestir

26 de Outubro de 2021

No dia 26 de outubro, o Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), completa cinco anos, mobilizando toda a cadeia, do produtor ao consumidor final, com o propósito de promover o consumo consciente da moda por meio da valorização de uma fibra democrática, inclusiva e produzida de forma responsável no Brasil. Ao longo dessa semana, serão publicadas mais informações que englobam os cinco anos do Movimento.



Como tudo começou 


A partir de uma visão estratégica, mesmo diante de um cenário desfavorável em virtude da crise que assolava o setor no primeiro semestre de 2016, o conselho de administração e a assembleia aprovaram o lançamento do movimento Sou de Algodão, ainda na gestão 2015/16, presidida por João Carlos Jacobsen. Com a análise das ações da Cotton Inc. e de iniciativas das outras cadeias produtivas que mudavam o mindset do consumidor, o plano estratégico desenhado foi estruturado com ações integradas nos pilares informacional, promocional e de negócios, de forma a envolver e estimular os diversos públicos, incentivar o uso do algodão e promover o crescimento da indústria, por meio do diálogo e da facilitação de negócios entre os diferentes elos da cadeia.



Em 26 de outubro, dando início a um novo capítulo na história do algodão brasileiro, o lançamento do Sou de Algodão aconteceu na principal semana de moda do país, a São Paulo Fashion Week (SPFW), e com um posicionamento, quase provocativo, convidava o consumidor a refletir: "se o mundo é cada vez mais sintético, por que não ser cada vez mais algodão?"



"A nossa fibra é confortável e ideal para o clima brasileiro. Decidimos criar o movimento para valorizar a produção e a qualidade do nosso produto junto à indústria da moda nacional. Logo que foi lançado, sabia que seria um passo muito importante para começarmos a ganhar visibilidade", afirma Jacobsen, ex-presidente da Abrapa.



Na gestão 2017/18, com o presidente Arlindo de Azevedo Moura, foi lançado o segundo manifesto intitulado "o algodão é a fibra democrática, inclusiva e sustentável da moda brasileira". O ex-presidente acredita que o algodão é o fio condutor de uma história de sucesso. "Para além da fibra, o movimento compartilha os princípios de qualidade e sustentabilidade que norteiam todas as estratégias para a promoção do algodão desenvolvidas pela Abrapa", reforça Azevedo.



Com o presidente Milton Garbugio, em 2019/20, o terceiro manifesto foi lançado com a mensagem "Sou de Algodão, o movimento que cultiva a moda responsável do Brasil", para levar informação à população sobre a origem de suas roupas, estimular o uso do algodão responsável e promover o consumo consciente. O ex-presidente acreditou no potencial da narrativa como ferramenta de conscientização. "São pessoas boas e do bem, que trabalham para que o algodão se firme cada vez mais no reconhecimento como uma fibra sustentável. Os consumidores vão se identificar com as histórias e entender por que o algodão é uma matéria-prima tão importante para a nossa economia, bem-estar e meio ambiente", diz.



O terceiro manifesto nasceu na 46ª Casa de Criadores, o principal evento de moda autoral do País. A campanha vai ao encontro da preocupação atual em relação à origem e à qualidade do que consumimos. Além disso, evidencia histórias reais que fazem parte da cadeia da fibra.

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