Relatório de safra – Janeiro de 2022
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17 de Dezembro de 2021
Abrapa na Mídia
Abrapa prevê crescimento de 16,5% na produção de algodão
A produção brasileira de algodão deve crescer 16,5% na safra 21/22, e a área cultivada deve atingir 1,55 milhões de hectares. Em entrevista ao programa Mercado & Companhia, do Canal Rural, o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, comenta as projeções e explica que a retomada da área plantada se deve ao aquecimento da demanda mundial e a consequente alta nos preços na bolsa de Nova York.
Assista.
Canal Rural – Mercado & Companhia – 10.12.2021
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17 de Dezembro de 2021

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17 de Dezembro de 2021
ABRAPA e CBRA estarão em recesso a partir de 20/12/2021 até 03/01/2022
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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16 de Dezembro de 2021
Abrapa apresenta atualização do protocolo de certificação ABR
Com o começo do ciclo 21/22 de produção de algodão, a Abrapa deu a largada na nova temporada de certificação de sustentabilidade pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). Em webinar realizado nesta quinta-feira (16), a entidade apresentou atualizações feitas nos itens de Segurança, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente do Trabalho, previstos no Critério 6 do protocolo.
Os ajustes foram necessários para adequação à nova redação da Norma Regulamentadora - NR 31, que estabelece os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho rural, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades do setor com a prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho rural. As novas regras estão na Portaria SEPRT 22.677, de 22/10/2020, que entrou em vigor no dia 27 de outubro de 2021.
"A oferta de algodão certificado, responsável, é uma tendência mundial. As grandes indústrias têm isso como meta, já estão operando no sistema de substituição de matéria-prima e querem garantir ao consumidor que, quando opta por comprar uma peça têxtil, não esteja contribuindo para exploração de trabalho irregular ou danos ao meio ambiental", ponderou o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero. "Isso a gente tem que provar que não faz, não adianta apenas dizer", frisou
Para explicar as principais alterações no protocolo ABR, a Abrapa convidou José Augusto da Silva Filho, Consultor Técnico em Segurança e Saúde no Trabalho. Segundo ele, houve um significativo acréscimo de disposições. "O aumento do número de itens da NR 31 tem como objetivo proporcionar mais clareza e segurança jurídica ao segmento, com uma simplificação da linguagem para o produtor rural e trabalhadores", esclareceu.
Entre as novidades, está a obrigatoriedade de implementação do Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural - PGRTR, incluindo os requisitos legais de prevenção de acidentes do trabalho e a Gestão de Saúde Ocupacional previstos no Inventário de Riscos do PGRTR, com as medidas de prevenção para o PCMSO - Programa Médico de Saúde Ocupacional.
A revisão também determina que as propriedades rurais devem promover treinamento semipresencial em segurança e saúde do trabalho para os membros da CIPATR antes da posse; amplia a gestão para máquinas, equipamentos e implementos, com os seus respectivos procedimentos nas fazendas e fora das instalações físicas do estabelecimento; e estabelece novos requisitos legais específicos com relação as áreas de vivências, instalações sanitárias, local para refeição, alojamento, lavanderia e área de Lazer, entre outras atualizações.
"A revisão da NR 31 se baseia nas premissas do governo para a modernização das Normas Regulamentadoras, que são harmonizar, simplificar e desburocratizar, sem gerar impactos sobre a manutenção da segurança e saúde do trabalhador",afirmou o consultor.
As alterações ainda serão validadas pelo GT de sustentabilidade da Abrapa e deverão entrar em vigor no protocolo ABR em janeiro de 2022.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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14 de Dezembro de 2021
Abrapa na Mídia
Área plantada de algodão será de 10 cidades de São Paulo na próxima safra
A área plantada com algodão no Brasil na próxima safra de 2021/2022 deve alcançar 1,55 milhão de hectares, um aumento de 13,5% em relação à safra anterior, apontou a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Essa área corresponde a 10 vezes o tamanho da cidade de São Paulo. O volume projetado é de 2,71 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 16,5% sobre a safra 2020/2021. Os dados foram com compilados pela Abrapa e pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (CSAD/MAPA), com informações das associações estaduais.
Conforme as estatísticas, Mato Grosso continua sendo o estado que mais produz algodão no país, com a previsão de uma colheita de 1,89 milhão de toneladas, seguido pela Bahia, com 563 mil toneladas, e onde 35% da área a nova safra já está plantada.
De acordo com o presidente da Abrapa, Julio Cézar Busato, 60% da safra 2021/2022 de algodão já foi comercializada. Mesmo antes da colheita, os produtores já vendem o produto, com preços fixados na bolsa de valores. No dia 2 de dezembro, 100% da safra 2020/2021 já havia sido colhida e beneficiada para a venda, que também já havia sido garantida no ano passado.
"Para a próxima safra [2021/2022], os insumos, que eram a grande preocupação que eram a grande preocupação, já foram comprados e o plantio está seguindo bem, dentro da janela de plantio ideal", disse. Janela de plantio é o período mais adequado para a semeadura das lavouras. Como em 2021 está chovendo bastante nas principais áreas produtivas, os agricultores não precisaram esperar as chuvas, como ocorreu no ano passado, ou adiar o plantio esperando o tempo mais firme.
Segundo Busato, na última safra houve um recorde de adesão de produtores à certificação Algodão Brasileiro Responsável (ABR): 84,2% da pluma produzida na temporada, o equivalente a 1,96 milhão de toneladas, recebeu a certificação e o licenciamento pela Better Cotton, pela adoção de boas práticas ambientais. A média de produtividade das fazendas certificadas foi 6% maior que a média brasileira (1.707 quilos por hectare).
Custos serão os mais altos da história
Nesta quarta-feira, 8, João Martins, presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), disse em entrevista coletiva, que apesar da projeção da safra 2021/2022 ser a maior, com 289 milhões de toneladas (14% acima da safra passada), os custos de produção também devem ser os mais altos já registrados, devido a alta nos custos com insumos.
De acordo com ele, em 2021 o produtor rural testemunhou aumentos de mais de 100% nos custos com fertilizantes e defensivos para culturas como soja, milho e algodão, e em 2022, o cenário deve ser o mesmo. "A alta dos custos de produção deve achatar a margem de lucro do produtor rural de uma maneira geral", disse.
Custos como os insumos (fertilizantes, defensivos e máquinas), bem como energia elétrica, combustíveis e logística devem permear o setor em 2022. Na coletiva a CNA projetou que, em 2022, o PIB do agronegócio deve ter um ritmo de crescimento menor, entre 3% e 5% em relação a 2021, que deve encerrar o ano com o PIB de 9,37% em relação a 2020.
UOL – 09.12.2021
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
14 de Dezembro de 2021
Se você já pesquisou sobre a decomposição do algodão na natureza, deve ter encontrado muitas informações dissonantes sobre o assunto. Isso porque existem muitas variáveis: tipo de tecido, qualidade do solo, clima, pressão atmosférica, produtos químicos aplicados na fibra, entre outros.
Mas, para esclarecer alguns pontos sobre a biodegradabilidade do algodão, conversamos com Sylvio Napoli, gerente de tecnologia da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção) e com Alderi de Araújo, engenheiro agrônomo, doutor em Fitopatologia e chefe geral da Embrapa Algodão.
Confira abaixo as respostas para as perguntas mais comuns.
Do que é composta a fibra de algodão?
Basicamente, de celulose, que é natural, sustentável e biodegradável pela sua constituição química.
Por que, exatamente, a celulose é sustentável?
A celulose é um produto biodegradável e, por isso, sustentável. É amplamente utilizada na indústria madeireira, uma vez que é um dos principais componentes das paredes celulares dos vegetais, as quais constituem cerca de um terço do volume total de uma planta.
Além da madeira, a celulose é utilizada na indústria de embalagens como sacos, caixas de papelão, de madeira, engradados de um modo geral, sendo considerado um composto vegetal ambientalmente correto. Trata-se de um polímero de cadeia longa formado por um único monômero, a glicose, que é um polissacarídeo ou um carboidrato. Sua hidrólise completa resulta exatamente em glicose. Neste sentido, a industrial têxtil, que utiliza a pluma de algodão como uma das suas principais matérias-primas, contribui de forma decisiva para a preservação ambiental, uma vez que o algodão é formado por cerca de 94 % de celulose. Os demais componentes incluem proteínas, substâncias pécticas, ceras, cinzas, ácidos orgânicos e outros açúcares.
Quanto tempo o algodão demora para se degradar no meio ambiente?
Estudos apontam que a fibra de algodão exposta a condições extremas de ambiente começa a se degradar a partir de três meses. Um tecido, que se constitui em uma peça mais complexa, mas que mantem em si as características físicas e químicas da fibra de algodão, pode demorar mais no ambiente, havendo relatos que variam de 5 a 20 meses e de 10 a 20 anos. Variáveis como clima, composição do solo e temperatura são fundamentais nesta observação.
E os corantes, plásticos e etiquetas, como ficam na natureza?
Os corantes não representam fator limitante para esse processo e são degradados mais facilmente pelo efeito da insolação e da umidade. Já peças metálicas presas à peça de roupa sofrem oxidação e tendem a se degradar quando submetidas a condições de umidade e temperatura extremas. Adesivos plásticos são mais resistentes às intempéries e, mesmo com a degradação, podem ser fragmentados em peças menores e representar um fator poluente de maior resistência e permanecer dezenas de anos no ambiente. Entretanto, embora o plástico predomine em diferentes setores da economia, na indústria da moda a tendência não se verifica. "Não vemos como fatores de grande importância, na degradação da peça de roupa, os corantes, mas vemos os adesivos plásticos e os metais como uma preocupação maior que o setor deve observar mais atentamente", explica Alderi de Araújo.
Qual a melhor maneira de descartar uma peça de algodão que não é possível mais usar ou doar?
Uma delas é procurar o fabricante para devolvê-lo. Assim, a empresa pode utilizar o produto usado para fazer a reciclagem mais adequada. A Política Nacional de Resíduos Sólidos torna os consumidores responsáveis por descartar, de forma consciente e sustentável, os itens de vestuário e, ao mesmo tempo, responsabiliza as empresas do setor pelo pós-consumo de seus produtos. Há confecções que possuem programas voltados a esse tipo de propósito e estabelecem planos de coleta de peças para reciclagem, em um processo conhecido como logística reversa. Há ainda várias indústrias que trabalham com reciclagem de tecidos, as quais podem ser procuradas para o descarte de roupas usadas. Essas empresas possuem máquinas que rasgam e trituram os tecidos em grandes quantidades, chegando a retalhar até 3 toneladas por hora que são transformadas em material para enchimento de sofás, edredons, almofadas, travesseiros, sacos para boxes, confecção de carpetes e outros produtos.
Todas as peças são descartadas da mesma maneira?
O descarte varia de acordo com seu atual estágio de uso. Se pensarmos em pós indústria na forma de retalhos, antes da confecção, estes deverão passar pela fase de reciclagem. É preciso fazer a desfibração e destinar o material para indústrias têxteis, automotivas ou construção civil.
Peças prontas seguem o mesmo caminho, porém antes do desfibramento, passam pela descaracterização com a retirada de aviamentos e retalhação para seguirem para reciclagem na indústria.
E a água e resíduos da lavoura que sobram nesse processo?
Os resíduos provenientes das fases anteriores à confecção são todos reaproveitáveis e até o efluente poderá ser encaminhado para a compostagem ou servir de fonte renovável de energia, sendo usada em caldeiras.
Resíduos da plantação também são reaproveitados como alimento para o gado.
Agora você já conhece mais sobre decomposição do algodão na natureza, descarte responsável e biodegradabilidade da nossa fibra! Tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe pra gente nos comentários!
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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10 de Dezembro de 2021
Abrapa na Mídia
Produção de algodão no Brasil deve crescer 16,5% na safra 2021/22, diz Abrapa
A expectativa da entidade é que a área alcance 1,55 milhão de hectares, um avanço de 13,5%
O Brasil deverá produzir 2,71 milhões de toneladas de algodão em pluma na safra 2021/22, alta de 16,5% ante a temporada anterior impulsionada pela elevação na área de plantio da cultura, afirmou nesta quarta-feira (8) a Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa). A expectativa da entidade é que a área alcance 1,55 milhão de hectares, um avanço de 13,5%.
"Está tudo caminhando muito bem, estamos plantando, nossos insumos foram comprados e cerca de 60% da safra já está vendida", disse em nota o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato.
Segundo a entidade, Mato Grosso tem previsão de 1,89 milhão de toneladas e a Bahia deve produzir 563 mil toneladas. Cerca de 35% da área baiana já está plantada.
CNN Brasil – por Reuters – 08.12.2021
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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