
Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão
ALGODÃO PELO MUNDO #04/2022
28 de Janeiro de 2022

28 de Janeiro de 2022

17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
28 de Janeiro de 2022
Abrapa analisa produção e mercado do algodão
O cenário internacional de oferta e demanda de algodão foi tema de entrevista do presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, ao programa Agro Manhã, transmitido simultaneamente pelos canais Terraviva e Agro Mais. Busato ressaltou que o consumo mundial estimado para este ano é de 27 milhões de toneladas da pluma, contra uma expectativa de produção de 26,3 milhões, o que se traduz em uma grande oportunidade para os cotonicultores brasileiros.
Assista: https://youtu.be/m3OsRQ0X7bo
Terraviva - Agro Manhã - 18.01.22
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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28 de Janeiro de 2022
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
26 de Janeiro de 2022
A experiência brasileira de desenvolvimento da cotonicultura a partir da utilização de alta tecnologia e da busca constante de melhoria da qualidade da fibra é um exemplo para os países africanos. O compartilhamento deste know how é um dos objetivos do seminário "Integração Africana para o Melhoramento Genético Sustentável do Algodão", promovido pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
O evento online, iniciado nesta quarta-feira (26), reúne representantes da ABC, de instituições brasileiras do setor público e privado e dos 15 países parceiros da cooperação técnica do Brasil na África. A Abrapa participou da abertura do evento. Desde 2009, a entidade apóia a iniciativa de cooperação com o continente africano, levando sua experiência na promoção do associativismo e do cooperativismo, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do setor algodoeiro nos países do C4 - Benin, Burquina Faso, Chade e Mali.
"Entendemos que os pequenos e médios cotonicultores somente poderão ser competitivos se estiverem organizados em associações que os representem nos assuntos que demandam ação política junto aos poderes constituídos e, ao mesmo tempo, coordenando ações de promoção comercial e de difusão de novas tecnologias", afirmou o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, na abertura do seminário.
Ele lembrou que a retomada do cultivo do algodão no Brasil ocorreu nos últimos 20 anos. Com o apoio da Embrapa e de empresas de pesquisa privadas, foi possível introduzir variedades transgênicas que possibilitaram resistência a pragas, maior produtividade por área e melhor qualidade de fibra. "Entendemos que dessa forma, nos preparamos para ocupar o posto de um dos maiores produtores e exportadores de algodão do mundo e esperamos que a nossa colaboração no projeto de Cooperação possa servir de modelo a ser seguido pelos países que fazem parte da iniciativa", concluiu.
O Programa Brasileiro de Apoio ao Fortalecimento da Cotonicultura em países em desenvolvimento da África, coordenado pela ABC com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), é executado em parceria técnica com instituições nacionais públicas e privadas de excelência no setor do algodão.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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21 de Janeiro de 2022
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17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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21 de Janeiro de 2022
Webinar debate Brasil como potência agroambiental
O Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) é um exemplo do comprometimento dos agricultores brasileiros com a sustentabilidade. A iniciativa foi apresentada pelo presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, no webinar "O Brasil como Potência Agroambiental", realizado nesta sexta-feira (21) pela revista A Granja, O debate contou com a participação de Samanta Pineda, especialista em direito socioambiental, e Bernardo Pires, gerente de Sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
Busato contou que há 17 anos os cotonicultores contam com o Sistema Abrapa de Informações (SAI), que permite saber onde e por quem cada fardo de algodão brasileiro foi produzido e beneficiado. A rastreabilidade possibilitou a implementação do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que completa 10 anos. "A ideia da Abrapa, junto com as associações estaduais, era que os produtores estivessem legalizados tanto ambientalmente quanto na parte trabalhista", lembrou.
Para obter a certificação ABR, cada fazenda deve atender a 178 itens nos pilares social, ambiental e econômico, o que implica no cumprimento de 100% da legislação trabalhista, das normas da OIT e do Código Florestal brasileiro. "Temos o programa de sustentabilidade mais completo do mundo, porque só o Brasil tem um código florestal", afirmou o presidente da Abrapa. Hoje, 84% de todo o algodão nacional tem o selo ABR.
"O agro nacional é permanentemente atacado e isso tem um viés econômico. O que temos que fazer é ir lá e mostrar o que estamos fazendo de bom e temos muito para mostrar. Estamos produzindo e preservando o país", ponderou Busato. A advogada Samanta Pineda também enxerga as críticas internacionais como barreiras comerciais à produção agrícola brasileira. "A forma de proteção comercial que o mundo tem contra esta potência que é o Brasil é atacar algumas coisas, mas escolheram o lado errado porque também somos uma potência ambiental", avaliou.
A especialista em Direito Socioambiental ressaltou, ainda, que nenhuma lei do mundo prevê Áreas de Preservação Permanente (APPs) e reservas legais, que chegam a 80% da propriedade em algumas regiões brasileiras. "Não existe, em nenhum outro lugar, um ônus para o produtor rural igual ao nosso. O Código Florestal é a lei mais rígida do planeta em termos de obrigações ambientais", salientou. "O Brasil é a solução tanto para a segurança alimentar do planeta quanto para as mudanças climáticas", concluiu.
O gerente de Sustentabilidade da Abiove, Bernando Pires, mostrou que mitos sobre o agro brasileiro – como a afirmação de que a soja está acabando com a Amazônia - podem ser facilmente contestados com dados. Segundo ele, a cultura ocupa 6 milhões de um total de 420 milhões de hectares, o equivalente a 1,3%. Além disso, toda a produção agrícola do país representa apenas 8% do território nacional e 98% estão em áreas que atendem integralmente ao estabelecido no Código Florestal. "O Brasil mostra para o mundo que é possível produzir e preservar", afirmou no encerramento do debate.
A gravação do webinar está disponível em https://youtu.be/rqyH9QREeYo
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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20 de Janeiro de 2022
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
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19 de Janeiro de 2022
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17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
11 de Janeiro de 2022
O Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), demonstra que continua crescendo vigorosamente e fechou o ano de 2021 com 802 marcas parceiras, sendo 404 novas marcas, o dobro no comparativo com dezembro de 2020 e uma média de 33 novas marcas ao mês. Entre os destaques que aderiram ao longo do ano passado estão Shoulder, Maria Filó, Reserva, Karsten, Alphabeto, Baby Duck e Grão de Gente.
Muitos são os benefícios exclusivos desfrutados pelas marcas parceiras, como sua divulgação no site www.soudealgodao.com.br, nos conteúdos em redes sociais, a aproximação com outras empresas para novos negócios e com universidades, e o direito de uso da tag Sou de Algodão em seus produtos. Durante o ano passado, foram quase 20,5 milhões de tags utilizadas pelas marcas parceiras, que ajudam o consumidor a identificar produtos feitos com, no mínimo, 70% de algodão e a fazer escolhas mais conscientes.
Com marcas sediadas em quase todos os estados brasileiros, São Paulo aparece no topo, com 264 empresas, seguido por Santa Catarina, com 148, Minas Gerais e Paraná, com 71 marcas cada, e Rio de Janeiro, que soma 48. Das regiões, a maior participação vem do Sudeste, com quase 50% (398 marcas), seguido pelo Sul com 33% (266 marcas), o que reflete o mapa da indústria e do empreendedorismo no Brasil.
De acordo com Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa, o movimento Sou de Algodão agrega valor a todos participantes da cadeia produtiva. Além disso, as mais de 800 marcas também participam do programa "Sou de Algodão Conecta", que destaca o potencial de novos negócios entre os participantes. Em 2022, este trabalho será intensificado com novos encontros e novidades como uma área de fórum para a interação direta, para trocas de experiências e novas parcerias.
"Temos parceiros que trabalham em etapas diferentes da produção do algodão, e o que nos une é justamente a matéria prima. É super importante termos esse pilar dentro do movimento para nos conhecermos melhor e podermos avançar muito mais no futuro. Queremos levar transparência, rastreabilidade, sustentabilidade e mostrar quem somos, como pensamos e o que fazemos para os consumidores", explica Busato.
Outra novidade do ano no movimento Sou de Algodão foi o Programa SouABR, lançado em outubro do ano passado em parceria com a Reserva, que trouxe uma nova realidade ao mercado por meio do primeiro programa de rastreabilidade de origem certificada do algodão, na Indústria Têxtil nacional, tendo como proposta oferecer ao público um "raio-x" da peça adquirida com a disponibilização das informações de todo o caminho percorrido até a compra.
Fernando Sigal, Diretor de Produto da Reserva, explica que a preferência por algodão certificado e rastreável demonstra um compromisso não apenas com a qualidade dos produtos, mas com todo um cenário de responsabilidade socioambiental e transparência na indústria têxtil. "Trabalhar em prol de um impacto cada vez mais positivo, garantindo relações de trabalho justas e produção responsável, é crucial para nos mantermos de pé como uma marca adequada ao nosso tempo", finaliza.
Para 2022, a Abrapa, por meio do Movimento Sou de Algodão, irá lançar mais uma coleção, desta vez com a Renner, para o público feminino. Busato afirma que a concretização da rastreabilidade real do algodão com certificação socioambiental, em maior número de peças, traz novas perspectivas para o mercado. "O consumidor quer ter, comprovadamente, matéria prima e uma cadeia de valor responsável, na fabricação da peça que compra", explica.
Para conferir todas as marcas que se juntaram ao Movimento, até agora, é só acessar o site.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026