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Após três dias, Abrapa finaliza workshop de cálculo de incerteza de medição

24 de Maio de 2024

Com base no terceiro pilar do programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) organizou o Workshop de Cálculo de Incerteza de Medição de Análise de Algodão por Instrumento de Alto Volume, de 21 a 23 de maio, em Brasília. O evento reuniu os 12 laboratórios participantes do programa, de forma híbrida, com orientação do instrutor César Leopoldo de Souza, focando nos desafios associados à classificação instrumental.


"Este treinamento de nível avançado visa aprimorar os cálculos de incerteza das análises realizadas no instrumento de alto volume do tipo HVI, abordando as principais características comerciais de qualidade intrínseca da fibra de algodão, tais como micronaire, comprimento UHML, índice de uniformidade, resistência em gramas por tex, bem como o grau de brilho Rd e de amarelamento +b”, afirmou Edson Mizoguchi, gestor de Qualidade da Abrapa.


Nenhum resultado de medição é completamente confiável, pois está sujeito a erros. É por isso que o cálculo da incerteza é importante para avaliar a qualidade da medição e garantir a confiabilidade da ferramenta utilizada. Ela também é requisito obrigatório para cumprir a conformidade com a NBR ISO/IEC 17025, norma internacional que estabelece as exigências gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração.


"Conduzimos o treinamento como um grupo de trabalho, não seguindo uma apostila específica, mas abordando as componentes clássicas de uma medição que são aplicáveis a qualquer ensaio. No último dia, realizamos o cálculo da incerteza para um resultado de análise de micronaire", explicou o instrutor.


Ele destacou ainda que apesar do workshop envolver bastante estatística e matemática, ficou satisfeito com o nível e a participação da equipe. "A Abrapa merece elogios tanto pela escolha do formato, quanto pelo método", acrescentou.


A importância da incerteza de medição é fundamental para compreender a qualidade de um resultado. Ela representa a medida da confiabilidade do resultado obtido por um laboratório. “Quando um laboratório emite um relatório de ensaio com resultados, é crucial que esses sejam confiáveis e precisos. A incerteza de medição é uma maneira de quantificar essa confiabilidade. Quanto menor for a faixa de incerteza, maior será a credibilidade do resultado", concluiu.

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Abrapa reúne todas as associadas na 1ª Assembleia Geral Extraordinária de Representantes

23 de Maio de 2024

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Schenkel, conduziu a 1ª Assembleia Geral Extraordinária do Conselho de Representantes da entidade. Realizada virtualmente, em 22 de maio, a reunião contou com a participação de todos os membros das associações estaduais e discutiu assuntos estratégicos, como a renovação da parceria com a Better Cotton (BC), os preparativos para o 14º Congresso Brasileiro do Algodão (14ºCBA), e o andamento do Projeto Bicudo, desenvolvido em parceria com a Embrapa e outras instituições.


Desde 2013, o Algodão Brasileiro Responsável (ABR) funciona em parceria com a Better Cotton, incorporando critérios internacionais ao checklist do programa brasileiro e fortalecendo a posição do algodão nacional no mercado global. Os participantes da Assembleia discutiram os principais pontos para a renovação do acordo da parceria com a BC, uma das principais licenciadoras de algodão do mundo. “Entre eles estão o estabelecimento da proibição de desmatamento em áreas cultivadas com algodão certificado pela BC, o compromisso de redução do uso de defensivos agrícolas, a inclusão do recorte de gênero nas atividades das fazendas produtoras e o relacionamento das fazendas produtoras de algodão com as comunidades locais”, avaliou Schenkel. Foi deliberada a criação de um grupo especial para avaliar e discutir cada um desses pontos com o objetivo de avançar na renovação da parceria.


Houve também a avaliação do andamento do Projeto Bicudo, desenvolvido em parceria com a Embrapa e outras instituições. “Fomos informados de notícias promissoras com relação à obtenção de material genético resistente ao bicudo-do-algodoeiro e optou-se pela realização de uma reunião com os pesquisadores para avaliar quais serão os próximos passos”, disse o presidente.


No dia anterior, 21 de maio, a entidade realizou a 2ª sessão Ordinária do Conselho de Administração para fazer o encaminhamento das propostas que foram apresentadas na Assembleia. Entre os temas estavam o relatório final da consultoria de qualidade conduzida por Darryl Ernest para o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) e o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB), além dos relatórios da safra 2022/2023 do Sistema Abrapa de Identificação (SAI) e do PQAB. Também foram discutidos detalhes do 14º Congresso Brasileiro do Algodão (14º CBA), que ocorrerá entre os dias 03 e 05 de setembro, em Fortaleza/CE.


Sucesso total


Os preparativos para o 14º CBA tiveram destaque especial na pauta da Assembleia. A expectativa é que o maior evento da cotonicultura no Brasil supere, mais uma vez, a marca de três mil participantes, de todos os elos da cadeia produtiva e da comunidade científica. A comercialização de 100% das cotas de exposição superou todas as versões anteriores. Os participantes discutiram sobre a política de comercialização de cotas extras, além da agenda científica e das plenárias dos três dias de congresso, que serão colocadas à disposição dos congressistas.

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Prazos para inscrições dos trabalhos científicos no 14º estão acabando

Prêmios em dinheiro e em logística para participação no congresso atraem pesquisadores e ajudam a fomentar o desenvolvimento da cotonicultura brasileira

23 de Maio de 2024

Terminam, respectivamente, em 30 de maio e 13 de junho, os prazos de submissão de trabalhos científicos para o 14º Congresso Brasileiro do Algodão (14º CBA), nas categorias “Graduação e Pós-graduação” e “Áreas Temáticas”. O evento, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), será realizado no Centro de Eventos de Fortaleza/CE, entre os dias 03 e 05 de setembro de 2024. Segundo a Abrapa, a premiação tem sido mantida e incrementada, a cada nova edição do congresso, como uma forma de fomentar a pesquisa e o desenvolvimento científico na cotonicultura, através de prêmios que permitem aos jovens pesquisadores ampliar seus conhecimentos e o interesse pela cultura.


No 14º CBA, os postulantes competem nas categorias “Graduação e Pós-graduação” e “Áreas Temáticas”. Nas primeiras, os trabalhos escolhidos vão permitir que seus autores possam participar, com tudo pago (passagens, hospedagem e inscrição), do congresso. Já os escolhidos na categoria Áreas Temáticas terão direito a prêmios diversos, incluindo bolsas de estudo em dinheiro, conforme as especificidades detalhadas no edital. Todos os requisitos de configuração e envio dos trabalhos estão detalhados no site do congresso, em www.congressodoalgodao.com.br.


Os trabalhos deverão abordar temas inovadores e criativos, que proponham soluções para problemas enfrentados pela cadeia produtiva do algodão. Eles serão avaliados por uma comissão de especialistas, nas diferentes áreas temáticas do congresso. Cada trabalho passa pelo crivo de três experts, que darão suas notas de acordo com as variáveis de avaliação.


“Vencem os que obtiverem as melhores notas”, explica Odilon Reny Ribeiro Ferreira Silva, representante da Embrapa Algodão na Comissão Científica do 14º CBA. “Estamos fomentando o surgimento de novas equipes de pesquisadores do algodão brasileiro, para que o país continue pujante e produtivo, como um grande player na cotonicultura mundial”, afirma.


Segundo o presidente da Abrapa, Alexandre Schekel, os trabalhos científicos são a grande promessa do CBA. “Esse material compõe uma massa crítica muito interessante, e a gente espera que, em alguns deles, possamos encontrar soluções para muitos dos problemas que o produtor enfrenta em seu dia a dia. Nada mais justo do que premiar o esforço e o talento de quem se engaja à missão de levar o algodão brasileiro ao topo”, finaliza, Alexandre Shenkel.


Prêmios e Categorias:


Categoria Estudante de Graduação:  deslocamento, inscrição e hospedagem.


Categoria estudante de Pós-Graduação - deslocamento, inscrição e hospedagem.


Categoria Área Temáticas – Primeiro colocado: bolsa de pesquisa no valor de R$10 mil.


Categoria Professor Orientador – Primeiro colocado: bolsa de pesquisa no valor de R$15 mil; segundo colocado: bolsa de pesquisa no valor de R$10 mil.


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Indústria têxtil egípcia aprova algodão brasileiro e Turquia já percebe melhorias do ABR-LOG

Feedbacks foram os pontos altos da “Missão Egito-Turquia”, realizada pela Abrapa e concluída neste final de semana

21 de Maio de 2024

Durante oito dias, um grupo de 12 brasileiros participou de um intercâmbio técnico-comercial realizado pela Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) no Egito e na Turquia. Com o objetivo de aperfeiçoar o diagnóstico da indústria têxtil egípcia e estreitar laços com os industriais turcos, a “Missão Egito-Turquia” terminou neste final de semana com saldo positivo.


“Confirmamos que o mercado egípcio precisa do algodão brasileiro para complementar o mix de fibras usado pelas fiações e que a qualidade da nossa pluma é reconhecida pelos egípcios. Por outro lado, os industriais turcos nos deram importantes feedbacks mostrando já os primeiros resultados do nosso programa de certificação da etapa de logística do algodão brasileiro”, analisou o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel.


A “Missão Egito-Turquia” integra o calendário de ações do Cotton Brazil, iniciativa da Abrapa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. O Cotton Brazil é realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e apoio da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea).


A comitiva brasileira visitou o grupo Bidewi, em Alexandria - primeira fiação egípcia a importar algodão do Brasil. E o feedback foi positivo. “O algodão brasileiro se destacou quanto ao rendimento operacional e à qualidade da fibra em relação a outros países. A palavra-chave é complementariedade, porque, além da fibra longa egípcia, a indústria têxtil também precisa de fibras médias”, contextualizou Schenkel.


A agenda no Egito incluiu uma visita técnica ao Agriculture Research Center (Centro de Pesquisa Agrícola) – órgão equivalente à Embrapa brasileira. Lá, a comitiva discutiu formas de cooperação técnica quanto à tecnologia de produção, com foco em melhoria genética para qualidade da fibra. Já na Holding Company, empresa estatal que hoje é a maior compradora de algodão do Egito, a pauta girou em torno de parcerias comerciais.


Cotton Brazil Outlook. Tanto no Egito quanto na Turquia, a Abrapa realizou edições do seminário “Cotton Brazil Outlook”, em que o diretor de Relações Internacionais, Marcelo Duarte, mostrou o status da safra 2023/2024 e perspectivas futuras. A palestra enfatizou também os principais ativos do algodão brasileiro, com destaque para o índice de mais de 80% de certificação socioambiental da safra nacional.


No Cairo, capital do Egito, o evento reuniu cerca de 70 industriais, executivos e investidores. A introdução coube ao embaixador do Brasil na cidade, Paulino Franco, que ressaltou a importância da abertura do mercado egípcio para o algodão brasileiro – que começou em janeiro de 2023. “Uma das ações da embaixada tem sido construir condições para que esse comércio seja cada vez mais aproveitado”, pontuou. O presidente da Anea, Miguel Faus, traçou um panorama das tendências mundiais para a logística do mercado de algodão, com destaque para os preços de frete.


Na Turquia, o seminário foi realizado na cidade de Antalya para um público de 60 profissionais, industriais, agentes e traders. O evento abriu espaço para a troca de informações e feedback dos importadores. “Um dos pontos altos foi ouvir que melhoramos a qualidade de condicionamento dos fardos de dois anos para cá, pois vimos na prática os primeiros efeitos do programa de certificação ABR-LOG, da Abrapa”, destacou Alexandre Schenkel.


O ABR-LOG é um protocolo de certificação desenvolvido pela Abrapa em parceria com a Anea de forma específica para os terminais logísticos que exportam algodão. Criado em 2022, ele inclui 127 itens de avaliação – entre critérios socioambientais e, principalmente, operacionais, visando garantir que os fardos cheguem ao destino sem avarias, danos físicos ou sujeira.


Números - No ciclo 2022/23, a importação egípcia de algodão brasileiro foi de 99,5 toneladas. De agosto de 2023 a março de 2024, esse volume já soma 8.521 toneladas – 85 vezes mais que nos 12 meses do ano comercial anterior.


Já a Turquia foi o quinto maior importador mundial de pluma na temporada 2022/23, comprando 165 mil toneladas de algodão brasileiro. Esse volume permitiu ao Brasil um market share de 18% sobre o total.

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Indústria têxtil egípcia aprova algodão brasileiro e Turquia já percebe melhorias do ABR-LOG

Feedbacks foram os pontos altos da “Missão Egito-Turquia”, realizada pela Abrapa e concluída neste final de semana

21 de Maio de 2024

Durante oito dias, um grupo de 12 brasileiros participou de um intercâmbio técnico-comercial realizado pela Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) no Egito e na Turquia. Com o objetivo de aperfeiçoar o diagnóstico da indústria têxtil egípcia e estreitar laços com os industriais turcos, a “Missão Egito-Turquia” terminou neste final de semana com saldo positivo.


“Confirmamos que o mercado egípcio precisa do algodão brasileiro para complementar o mix de fibras usado pelas fiações e que a qualidade da nossa pluma é reconhecida pelos egípcios. Por outro lado, os industriais turcos nos deram importantes feedbacks mostrando já os primeiros resultados do nosso programa de certificação da etapa de logística do algodão brasileiro”, analisou o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel


.A “Missão Egito-Turquia” integra o calendário de ações do Cotton Brazil, iniciativa da Abrapa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. O Cotton Brazil é realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e apoio da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea).

A comitiva brasileira visitou o grupo Bidewi, em Alexandria - primeira fiação egípcia a importar algodão do Brasil. E o feedback foi positivo. “O algodão brasileiro se destacou quanto ao rendimento operacional e à qualidade da fibra em relação a outros países. A palavra-chave é complementariedade, porque, além da fibra longa egípcia, a indústria têxtil também precisa de fibras médias”, contextualizou Schenkel.



A agenda no Egito incluiu uma visita técnica ao Agriculture Research Center (Centro de Pesquisa Agrícola) – órgão equivalente à Embrapa brasileira. Lá, a comitiva discutiu formas de cooperação técnica quanto à tecnologia de produção, com foco em melhoria genética para qualidade da fibra. Já na Holding Company, empresa estatal que hoje é a maior compradora de algodão do Egito, a pauta girou em torno de parcerias comerciais.



Cotton Brazil Outlook. Tanto no Egito quanto na Turquia, a Abrapa realizou edições do seminário “Cotton Brazil Outlook”, em que o diretor de Relações Internacionais, Marcelo Duarte, mostrou o status da safra 2023/2024 e perspectivas futuras. A palestra enfatizou também os principais ativos do algodão brasileiro, com destaque para o índice de mais de 80% de certificação socioambiental da safra nacional.



No Cairo, capital do Egito, o evento reuniu cerca de 70 industriais, executivos e investidores. A introdução coube ao embaixador do Brasil na cidade, Paulino Franco, que ressaltou a importância da abertura do mercado egípcio para o algodão brasileiro – que começou em janeiro de 2023. “Uma das ações da embaixada tem sido construir condições para que esse comércio seja cada vez mais aproveitado”, pontuou. O presidente da Anea, Miguel Faus, traçou um panorama das tendências mundiais para a logística do mercado de algodão, com destaque para os preços de frete.

Na Turquia, o seminário foi realizado na cidade de Antalya para um público de 60 profissionais, industriais, agentes e traders. O evento abriu espaço para a troca de informações e feedback dos importadores. “Um dos pontos altos foi ouvir que melhoramos a qualidade de condicionamento dos fardos de dois anos para cá, pois vimos na prática os primeiros efeitos do programa de certificação ABR-LOG, da Abrapa”, destacou Alexandre Schenkel.


O ABR-LOG é um protocolo de certificação desenvolvido pela Abrapa em parceria com a Anea de forma específica para os terminais logísticos que exportam algodão. Criado em 2022, ele inclui 127 itens de avaliação – entre critérios socioambientais e, principalmente, operacionais, visando garantir que os fardos cheguem ao destino sem avarias, danos físicos ou sujeira.



Números - No ciclo 2022/23, a importação egípcia de algodão brasileiro foi de 99,5 toneladas. De agosto de 2023 a março de 2024, esse volume já soma 8.521 toneladas – 85 vezes mais que nos 12 meses do ano comercial anterior.

Já a Turquia foi o quinto maior importador mundial de pluma na temporada 2022/23, comprando 165 mil toneladas de algodão brasileiro. Esse volume permitiu ao Brasil um market share de 18% sobre o total.

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Dia Mundial do Jeans: 6 motivos para amá-lo!

20 de Maio de 2024

20 de maio é o Dia Mundial do Jeans! O produto mais democrático do mundo faz anos e a sorte é toda nossa, porque a cada ano que passa ele fica mais incrível. E para começar as comemorações em grande estilo, separamos 6 itens para lembrar os leitores que o jeans está de parabéns em todos os sentidos. 


Em 1873, quando os norte-americanos Jacob W. Davis e Levi Strauss criaram esta peça, eles não imaginavam que ela seria fundamental na economia, na moda, na valorização do algodão e que nós não viveríamos sem ela. 


Separe alguns minutinhos para parabenizar o seu “melhor amigo” e sair falando bem dele por aí! 



1 – Gigante pela própria natureza


Nosso país tem uma das principais cadeias produtivas de jeanswear no mundo. E, com uma estrutura produtiva desse tamanho (alô, marcas parceiras), a oferta do produto no Brasil conta com um potencial ilimitado de crescimento! 


Quer ver? O jeans, sozinho, já responde por 11,3% do consumo de roupas no varejo nacional e movimentou quase R$ 22 bilhões em 2020, mesmo com o mercado de moda sob os efeitos da pandemia. 


Segundo a pesquisa do site Mordor Intelligence, “O mercado de jeans deverá crescer de US$ 101,94 bilhões em 2023 para US$ 125,10 bilhões até 2028, com um CAGR (Compound Annual Growth Rate) de 4,18% durante o período de previsão (2023–2028).” 


E não tem como esperar outra coisa, é só olhar para as inúmeras possibilidades estampadas nas vitrines das lojas: calças, jaquetas, croppeds, camisas, shorts, saias e até botas! 


Uma pesquisa realizada pelo IEMI Inteligência de Mercado, solicitado pela marca parceira Vicunha, em 2021, com 800 pessoas acima de 16 anos, aponta o jeans como a peça mais democrática do mundo, além de ter sido considerada um “modelo de vida híbrido” ao funcionar tanto no home office, quanto no trabalho presencial em escritórios. Para os brasileiros, o Dia Mundial do Jeans é todo dia, sim!  



2 – Jeans reciclados e sustentável


Quando Charles Bergh, CEO da Levi Strauss, afirmou não lavar seus jeans com frequência e reforçou a importância da conscientização do uso da água, a internet foi à loucura! Mas pensando bem, qual seria a necessidade de higienizar com frequência um material tão estruturado como esse? 


Para equilibrar os insumos utilizados na produção do jeans, algumas iniciativas apresentam soluções práticas e responsáveis para continuar usando e abusando do produto, como upcycling, tingimento natural, reaproveitamento da água, reciclagem de tecidos e produção certificada. 


A marcas parceiras Renner, por exemplo, lançou a edição Re Jeans, uma coleção confeccionada no conceito de economia circular que logo virou o selo Re-Moda Responsável que passou a assinar todas as ações da empresa na área de sustentabilidade.



Coleção Renner 2018

Já a Malwee apresentou o projeto “Água Para o que Importa” produzindo calças jeans com o uso de apenas 300ml de água. Esse conceito, reduziu 98% do uso de água na produção em parceria com a startup Água Na Caixa, que produz a água mineral carbono neutro do Brasil, envasada em caixinha reutilizável e 100% reciclável. 



Coleção Malwee 2022

3 – A peça democrática e responsável


Para começar, a fibra brasileira é cultivada de forma responsável (82% da sua produção possui certificação socioambiental) e mais de 90% de nossas plantações dependem apenas da água da chuva para se desenvolver. 


Ou seja, a maioria das peças jeans brasileiras faz parte desse sistema produtivo que movimenta a economia e contribui para uma moda consciente e responsável. 


Para você entender melhor, o ABR, programa Algodão Brasileiro Responsável, implantado pela Abrapa, garante a sustentabilidade da nossa fibra por três pilares: ambiental, social e econômico. 


Além disso, o ABR atua há mais de 10 anos em benchmarking com a Better Cotton Initiative (BCI). Na prática, isso significa que, no Brasil, para ter o licenciamento internacional, a produção precisa ser certificada ABR, que une 51 critérios mínimos de produção da BCI, os mesmos usados no mundo inteiro, e outros 132 adicionais relacionados com a nossa legislação. 



4 – O Jeans rastreável existe


E ele é todinho “nosso”! O SouABR é um programa que entrega a rastreabilidade total de produtos em algodão, garantindo a certificação socioambiental da origem da fibra e mostrando toda a cadeia responsável pela produção. 


Qual é a peça queridinha, amada e idolatrada pelos brasileiros e feita com a nossa fibra? Ele mesmo, o jeans! Por isso, convidamos os parceiros das Lojas Renner, C&A e Youcom para lançarem as primeiras calças do Brasil totalmente rastreadas através de uma tecnologia que permite acompanhar todo o ciclo produtivo, do cultivo do algodão à fabricação das roupas. 


Isso significa confiança, credibilidade ao consumidor final e uma nova forma de ver o jeans produzido com respeito ao meio ambiente e às pessoas. 



C&A lança jeans rastreável pelo programa SouABR

5 – Todo mundo venera o jeans


Em 2023, o jeans fez 150 anos e todo mundo comemorou com ele. Foi quase como o aniversário de uma celebridade, em que as pessoas fazem suas manifestações de amor virtuais, prestam homenagem, fotos juntas e tudo o que uma grande estrela merece.


Na edição N56 da SPFW, só se falava nele. Afinal, o maior evento de moda do Brasil não poderia deixar de exaltar essa peça que já esteve milhares de vezes na passarela, fazendo parte das coleções de pequenas e grandes marcas.


Nosso movimento não poderia ficar de fora dessa festa e convidou o Paulo Borges e Paulo Martinez para dirigirem nosso “Tributo ao Jeans”, no Dia Mundial do Jeans no ano passado, um desfile exclusivo com 28 marcas parceiras entre estilistas, tecelagens, fiações, malharias, artesãos e outros serviços.



                                     
Looks dos Heloisa Faria, Martins e Textil Piratininga + Artesãos no Tributo ao Dia Mundial do Jeans

6 – Clássico, atemporal e ancestral


Por fim, mas não menos importante, o Dia Mundial do Jeans é rodeado de fatos importantes que conversam com a nossa história.


Seja no seu início, quando foi designado para ser o uniforme dos trabalhadores, ou agora mesmo quando utilizamos esta peça para aquela entrevista de trabalho, aquele date especial ou naquele look despojado para ficar em casa.


O jeans é uma das roupas mais utilizadas pelos brasileiros, chegando a mais de 90% da população, se consagrando como um produto atemporal que ultrapassa os limites geracionais.


A verdade é que, embora outros itens tenham um lugar significativo no coração dos brasileiros, é o jeans que permeia todas as classes sociais e econômicas sem distinção, mostrando que o algodão é realmente a fibra que acolhe, conforta e veste a nossa gente.

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Congresso incentiva algodão brasileiro

A expectativa é a de superação do número de 3 mil participantes

20 de Maio de 2024

O algodão brasileiro ganha o mundo. Esta pode ser uma das interpretações, sem exagero, do tema do 14º congresso nacional, abertas as inscrições no site www.congressodoalgodão.com.br


Com o tema “Construindo história rumo ao protagonismo mundial”, o simpósio celebra os 25 anos de criação da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).


O encontro, programado para setembro, em Fortaleza, vai tentar incentivar um olhar futurista, voltado para inovações levando em conta uma certeza: a de produzir o melhor algodão com métodos voltados para a preservação ambiental.


A meta estabelecida pelos idealizadores do Congresso Brasileiro do Algodão será alcançada se forem combinados meios de levar o produto brasileiro ao topo da hierarquia de favoritos da indústria mundial.


A expectativa é a de superação do número de 3 mil participantes, entre fornecedores, industriais, colaboradores e representantes da comunidade científica, as pesquisadoras e os pesquisadores de algodão.


"A cotonicultura brasileira vive um momento muito especial: a produção prevista para essa safra é recorde e o produto vem ganhando cada vez mais penetração no mundo”, afirma o entusiasmado presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel.


Para a principal liderança do Agro-algodão, “o produtor e seus times técnicos e de comercialização estão ávidos por informações, para aproveitar ao máximo todas as possibilidades para maximizar suas operações”.


A programação prevê “palestras silenciosas”, nas quais o público participa utilizando-se de fones de ouvido, tendo a oportunidade de inquietude, ao migrar de tema, quando desejar, de acordo com seus interesses ou desinteresses.


Festa no Corpus Christi


No feriado do “Corpo de Cristo”, quando os católicos celebram os mistérios atribuídos ao Salvador, a festa é “Deus Dará”, programada para o próximo dia 30, uma quinta-feira, em Praia do Forte.


A festa de música eletrônica recoloca a Bahia no mapa nacional deste gênero altamente impactado pelos recursos tecnológicos, como poderá verificar quem comparecer às ruínas do Castelo Garcia D’Ávila, cenário do “sound mafuá”.


Entre as atrações mais comentadas em redes sociais e suas ferramentas cativantes, destaca-se o duo Dubdogz, formado por dois irmãos gêmeos, Marcos e Lucas Raback.


POUCAS & BOAS


Terminam hoje na praia de Itapema, em Santo Amaro, os festejos do Bembé do Mercado com entrega dos presentes e apresentações culturais. O evento que completa 135 anos em 2024 é uma manifestação religiosa/cultural que remete ao fim da escravização e se mantém como forma de resistência do povo negro. Aberta no dia 13 de maio no Largo do Bembé, conta com a participação de mais de 60 grupos entre terreiros e comunidades quilombolas. Desde 2012 tem o reconhecimento como Patrimônio Imaterial da Bahia no Ipac e desde 2019 como Patrimônio Cultural Nacional no Iphan.


A Academia Barreirense de Letras (ABL) comemora amanhã os 19 anos de fundação com um encontro festivo na sede da entidade. No evento acontece a terceira edição do ‘Sarau Esquenta para a Festa Literária Internacional de Barreiras (Flib)’ que será realizada entre 23 e 25 de maio. A noite terá ainda o pré-lançamento da coletânea de contos ‘Mistério dos Cerrados’. Organizado pelos escritores e membros da academia, Franco Porto e Théo Santos, o livro é o terceiro editado com o selo da ABL.


Em Lauro de Freitas ainda repercutem os dados divulgados pelo Datasus, apontando que o município está na 10° posição entre os municípios brasileiros com menor indicador de mortalidade nos transportes em 2023. Para chegar ao indicador, a pesquisa analisa o número de óbitos provocados por acidentes de transporte, calculado pelo número de habitantes. Para a equipe da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Ordem Pública (Settop), os resultados refletem o trabalho na prevenção.


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Gráficas homologadas para impressão de etiquetas e lacres de mala SAI passam por auditoria surpresa

17 de Maio de 2024

De 14 a 16 de maio, a qualidade dos serviços prestados pelas três gráficas homologadas pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) para a emissão de etiquetas e lacres do Sistema Abrapa de Identificação (SAI), safra 2023/2024, passou por nova avaliação. A Solprat, empresa encarregada do monitoramento do trabalho, realizou auditorias surpresas na Grif Rótulos e Etiquetas Adesivas, Indústria Gráfica Brasileira Ltda e Rótulos Prakolar Sato. O objetivo foi acompanhar o processo de produção em cada uma das gráficas.


“Todas estão operando dentro das especificações e cumprindo as exigências necessárias”, avaliou Adolfo Chacon, consultor da Solprat. As auditorias são essenciais para garantir que todo o processo esteja alinhado com os padrões de qualidade e rastreabilidade estabelecidos pela entidade, assegurando a confiança e transparência na produção de algodão brasileiro.


“Verificamos várias evidências em relação a ferramentas, documentos e certificações, além de avaliar a produção em si. Todas as empresas demonstraram estar receptivas às exigências e sugestões”, afirmou.


As gráficas já estão em processo de impressão de lacres e etiquetas, que varia entre BOPP adesivo, vinil adesivo e vinil adesivo com ilhós. A qualidade das tags precisa estar garantida, pois possuem uma numeração única para assegurar a rastreabilidade do algodão brasileiro.


O SAI entrou em operação, nesta safra, em 25 de março, e a Abrapa prevê a utilização de aproximadamente 17 milhões de etiquetas nesta temporada, considerando a produção estimada de 3,5 milhões de toneladas de algodão no Brasil.


Implementado em 2004 como parte do pilar de rastreabilidade da entidade, o SAI desempenha um papel crucial no rastreamento do fardo de algodão, fornecendo informações detalhadas sobre a origem da produção, o produtor, certificações da fazenda, unidade de beneficiamento e qualidade do algodão, além dos resultados de HVI e laboratório de classificação.

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Diálogo sobre agricultura sustentável reúne Abrapa e entidades em encontro da Bayer

17 de Maio de 2024

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), representada pelo diretor executivo Marcio Portocarrero, participou de uma reunião paralela ao Encontro de Cientistas Chefes Agrícolas do G20 (G20 – MACS), no dia 16 de maio, em Brasília. O evento proporcionou um diálogo entre as delegações sobre soluções baseadas na ciência para impulsionar a produtividade agrícola e mitigar as mudanças climáticas. O G20 é formado por representantes dos países com as maiores economias do mundo.


“A cotonicultura brasileira está alinhada com o conceito de produção sustentável. Através da adoção de alta tecnologia, práticas para o uso eficiente da água, implementação de manejo integrado de pragas, preferência por bioinsumos em detrimento dos produtos químicos, além do cuidado com o meio ambiente e o respeito ao trabalhador, o Brasil se destaca como líder mundial na produção de algodão responsável", disse Portocarrero.


Um dos destaques foi a apresentação da Iniciativa PRO Carbono, desenvolvida em parceria com a Embrapa, pela Bayer. Na ocasião, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, ressaltou a importância do fortalecimento de iniciativas público privadas na busca de alternativas para a mudança da matriz produtiva do Brasil, com foco na mitigação dos impactos ambientais. Ela destacou o desenvolvimento de modelos de quantificação do carbono estocado no solo na agricultura tropical, incluindo a criação de uma calculadora da pegada de carbono.


Geraldo Berger, chefe de assuntos regulatórios para a América Latina da Bayer, e Helga Flores Trejo, chefe de assuntos internacionais e multilaterais da empresa, afirmaram que vem trabalhando em conjunto com o governo brasileiro e diversas companhias e instituições privadas através da iniciativa PRO Carbono, no contexto do programa ABC - Agricultura de Baixo Carbono.


O objetivo é promover o emprego de tecnologias no campo que garantam um balanço positivo, a partir do aumento do sequestro de carbono no solo. Ao mesmo tempo, o programa busca garantir o aumento da produtividade com rotação de culturas e estabelecer métodos que permitam a racionalização do uso de corretivos, sementes, fertilizantes, pesticidas e energia.


O encontro reforçou a importância da colaboração entre o setor público, privado e academia para o desenvolvimento de soluções inovadoras para a agricultura brasileira.

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Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores divulga lista de semifinalistas

64 projetos, de todas as regiões do País, foram selecionados e passarão por avaliação de júri formado por estilistas, jornalistas e formadores de opinião

17 de Maio de 2024

O Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, concurso promovido pelo movimento Sou de Algodão e a Casa de Criadores, divulgou hoje, 17 de maio, os 64 selecionados para a semifinal. Agora, o concurso tem 15 representantes das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro Oeste, somando 60 trabalhos, e quatro da região Norte. Com estes resultados iniciais, os organizadores preveem uma final com dois representantes de cada localidade, totalizando 10 desfiles dos trabalhos que serão selecionados pelo júri regional.


“Estamos muito felizes com os trabalhos selecionados para a semifinal, com representantes de várias localidades, de todo o Brasil, mostrando que o nosso algodão tem força. Esse projeto amplia as possibilidades na moda brasileira, dá oportunidade para novos nomes e reforça a versatilidade da nossa fibra”, explica Silmara Ferraresi, gestora do movimento Sou de Algodão.


Seguindo os critérios de seleção, feita pela comissão organizadora, os trabalhos escolhidos atenderam os requisitos presentes no regulamento oficial. Os 51 trabalhos individuais e os 13 em dupla, serão avaliados por um júri convidado para cada uma das cinco regiões do País. Entre eles, estão estilistas, formadores de opinião e jornalistas de moda, como Maurício Duarte, Daniela Falcão, Gabriel Fusari, Mateus Barbosa, Sam Tavares, Rener Oliveira, Heloisa Strobel, Renata Brosina e Carol Hungria. Os finalistas irão apresentar seus trabalhos em desfile presencial na 55ª edição do evento Casa de Criadores, em novembro de 2024.


“A união da Casa de Criadores com o Sou de Algodão tem se mostrado cada vez mais forte. Tivemos mais de 1.000 alunos envolvidos nos projetos inscritos, nesta edição do Desafio. Isso nos mostra que estamos no caminho certo, dando espaço para lançar novos talentos, além de possibilitar que estudantes de todo o Brasil tenham sua primeira oportunidade no concorrido universo da moda”, explica André Hidalgo, diretor da Casa de Criadores.



A premiação 


O grande vencedor do 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores receberá um prêmio de R$ 30 mil, entrará para line-up oficial da Casa de Criadores e desfilará uma nova coleção na 56ª edição do evento, previsto para o primeiro semestre de 2025. O professor orientador desse trabalho também será reconhecido, com uma Bolsa Orientação, no valor de R$ 10 mil.


O segundo e terceiro colocados também serão premiados. Eles ganharão 100 e 50 metros de tecido, respectivamente, fornecidos por tecelagens e malharias parceiras do movimento Sou de Algodão.



Confira os nomes dos estudantes, cidades e universidades que passaram para a semifinal 


Centro-Oeste 


- Ana Paula Machado de Lara, de Goiânia (GO), Universidade Federal de Goiás (UFG)


- Antonia Loiola Silva, de Rondonópolis (MT), Unicesumar


- Baiflu Gonçalves Alencar, de Campo Grande (MS), Senac Hub Academy


- Deusivan Martins de Araújo, de Goiânia (GO), Universidade Federal de Goiás (UFG)


- Evelly dos Reis Vasconcelos, de Goiânia (GO), Universidade Salgado de Oliveira (Universo)


- Hugo dos Reis Martins, de Goiânia (GO), Universidade Federal de Goiás (UFG)


- Júlia Theophilo Dias de Lima, de Brasília (DF), Instituto Federal de Brasília (IFB)


- Lucas Fernando Rodrigues de Souza, de Goiânia (GO), Universidade Salgado de Oliveira (Universo)


- Lucas Freitas da Silva, de Brasília (DF), Instituto Federal de Brasília (IFB)


- Lyss Lhoá Lima Marinho de Assis, de Brasília (DF), Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB)


- Manoel Vítor Jesus dos Santos Cutrim, de Brasília (DF), Instituto Federal de Brasília (IFB)


- Maria Letícia Amorim de Sous, de Brasília (DF), Instituto Federal de Brasília (IFB)


- Maria Luiza Miranda Melo, de Brasília (DF), Instituto Federal de Brasília (IFB)


- Thiago Pinheiro de Morais, de Goiânia (GO), Estácio de Sá


- Vivian Filardi Moura Olinto, de Brasília (DF), Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB)



Nordeste


- Abner de Lima Monteiro, de Caicó (RN), Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)


- Artur Leovegildo de Oliveira Batista, de Juazeiro do Norte (CE), Universidade Federal do Cariri (UFCA)


- Douglas Raphael da Silva Marques, de Piripiri (PI), Instituto Federal do Piauí (IFPI)


- Gleice de Souza Braz, de Fortaleza (CE), Universidade Federal do Ceará (UFC)


- Graziele Siqueira Gomes da Silva, de São Cristóvão (SE), Universidade Federal do Sergipe (UFS)


- João Pedro de Lima, de Juazeiro do Norte (CE), Universidade Federal do Cariri (UFCA)


- José Isaías da Silva Neto, de Cabedelo (PB), Instituto Federal da Paraíba (IFPB)


- Leticia Zayanne de Sousa Rodrigues, de Juazeiro do Norte (CE), Universidade Federal do Cariri (UFCA)


- Lysandra Vitoria da Silva Justino / Leonia Mirelly Profiria da Silva, de Caruaru (PE), Universidade Federal do Pernambuco (UFPE)


- Matilde de Araújo Ferreira, de Teresina (PI), Universidade Federal do Piauí (UFPI)


- Natalia Ferreira de Souza Passos, de Salvador (BA), Universidade Salvador (UNIFACS)


- Ronald Oliveira Barbosa, de Salvador (BA), Universidade Salvador (UNIFACS)


- Uênio Alves Dantas / Débora Lins de Medeiros Santos, de Caicó (RN), Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)


- Wendy Marina dos Santos Dias / Éveli Leticia da Silva, de Caruaru (PE), Universidade Federal do Pernambuco (UFPE)


- Yasmin Rocha Américo de Souza / Luana do Vale Cavalcante, de Fortaleza (CE), Universidade Federal do Ceará (UFC)



Norte


- Ana Beatriz Mariano da Rocha de Oliveira / Thais de Carvalho Pinto, de Manaus (AM), Faculdade Santa Teresa


- Fernanda Marcele Bastos Pereira, de Belém (PA), Faculdade Estácio do Pará


- Jose Bruno Silva Sacramento, de Belém (PA), Universidade da Amazônia (Unama)


- Ludimila Roni de Andrade Heringer, de Belém (PA), Universidade da Amazônia (Unama)



Sudeste


- Beatriz de Oliveira Azevedo, de São Paulo (SP), Centro Universitário Belas Artes de São Paulo


- Bianca Hermogenes, de São Paulo (SP), Senac Lapa Faustolo


- Fil Rodrigues, de Niterói (RJ), Universidade Veiga de Almeida (UVA)


- Guilherme Paganini Nascimento, de São Paulo (SP), Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP)


- João Paulo de Freitas, do Rio de Janeiro (RJ), Universidade Anhembi Morumbi


- João Victor de Oliveira Pereira, de São Paulo (SP), Faculdade Santa Marcelina (FASM)


- Juliana Mendes / Kamila Ferreira Araujo Vieira, de São Paulo (SP), Universidade Anhembi Morumbi


- Laura Diniz Ferreira de Oliveira / Yohanna de Oliveira Pereira, do Rio de Janeiro (RJ), Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio)


- Letícia Araujo Lopes / Beatriz Calado De Oliveira, de São Paulo (SP), Faculdade Santa Marcelina (FASM)


- Rafael Hernandes Gosso Leite, de São Paulo (SP), Faculdade Santa Marcelina (FASM)


- Raphaella Alves Dias, de Belo Horizonte (MG), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)


- Rodrigo Rocha Rodrigues dos Santos, do Rio de Janeiro (RJ), Senai Cetiqt


- Rubens Carvalho Silva / Gabrielle Di Pierro Blanco, de São Paulo (SP), Faculdade Santa Marcelina (FASM)


- Sophia D'Almeida Couto Cravo, de São Paulo (SP), Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP)


- Vítor Gabriel da Silva Félix, de Divinópolis (MG), Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET-MG)



Sul 


- Andeli de Castro Alves Pinto / Melissa Halmenshlager Lowenhaupt, de Porto Alegre (RS), Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)


- Arthur Henrique de Souza Trindade, de Gaspar (SC), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC)


- Edivan Pereira dos Santos, de Curitiba (PR), UniSenai-PR


- Eduardo Reimann Steglich, de Santa Maria (RS), Universidade Franciscana


- Guilherme Fraga Sosnowski / José Alberto Arnecke, de Porto Alegre (RS), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)


- Isabela Aimê Santos de Sá, de Londrina (PR), Universidade Estadual de Londrina (UEL)


- Luana Giacomin Galafassi, de Caxias do Sul (RS), Universidade de Caxias do Sul (UCS)


- Lucas Longarini da Costa / Thiago Mioni de Godoi Vieira, de Londrina (PR), Universidade Estadual de Londrina (UEL)


- Maria Fernanda de Oliveira dos Santos / Queren Pereira dos Santos, de Curitiba (PR), UniSenai-PR


- Marilia Valmorbida De Cezaro, de Caxias do Sul (RS), Universidade de Caxias do Sul (UCS)


- Maynara VilasBoas da Costa, de Cianorte (PR), Universidade Estadual de Maringá (UEM)


- Rafael Abayomi Brito da Cruz, de Jaraguá do Sul (SC), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC)


- Ranieri Paulo Bona, de Florianópolis (SC), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC)


- Thaynê de Momi, de Caxias do Sul (RS), Universidade de Caxias do Sul (UCS)


- Vitoria Schneider Antunes, de Porto Alegre (RS), Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)



Sobre Sou de Algodão
Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 82% de toda a produção nacional de algodão.



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