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Cotton Brazil realiza série de eventos para ampliar mercado na China

Programação da Abrapa vai divulgar o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro

24 de Março de 2023

​O programa Cotton Brazil, que promove internacionalmente o algodão brasileiro, está na China com o intuito de ampliar a parceria comercial e técnica com o país.
A Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) realiza uma série de ações que vão até o dia 28 de março em solo chinês e que culminam com a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A divulgação do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela associação, também será apresentado durante o evento.
“No ano passado, tínhamos várias iniciativas planejadas para a China, mas devido à pandemia, o país manteve-se fechado. Agora, queremos intensificar os negócios e divulgar como funciona o programa oficial de classificação”, afirma o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel.
Nesta quinta-feira (23), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, participou da abertura da Cotton Industry Development Conference 2023, um dos maiores eventos do mercado de algodão na China.
Fávaro ressaltou a excelência do algodão brasileiro e declarou que a produção está pronta para atender à expansão da indústria têxtil da China.


O ministro Carlos Fávaro ressaltou que a produção de algodão brasileiro deve atender às demandas da China — Foto: Mateus Bonomi


Na próxima segunda-feira (27), a equipe da Abrapa deve se encontrar com o ministro da Agricultura e a comitiva brasileira que acompanhará o presidente Lula para apresentar para os representantes dos setores privado e público chinês como funciona o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro.
A Cotton Industry Development Conference 2023 deve reunir 500 empresas do setor têxtil chinês. Outros três eventos serão organizados pelo programa no país em abril, nas cidades de Xangai, Zhengzhou e Pequim. Eles farão parte da missão internacional da Abrapa que levará produtores e exportadores brasileiros para intercâmbio comercial com o mercado têxtil chinês e sul-coreano.


Grandes parceiros
A China é, desde 2009, o maior parceiro comercial do Brasil e uma das principais origens de investimentos em território brasileiro. Em 2022, o comércio entre os países atingiu recorde de US$ 150,5 bilhões, segundo o governo federal.
No caso do algodão, a pluma foi o segundo produto da agropecuária mais exportado para os chineses em 2022, ficando atrás apenas da soja. Em dez anos, a importação de algodão brasileiro pela China aumentou 47,13%, e, hoje, o país é o maior comprador da pluma brasileira.


Leia mais em: https://globorural.globo.com/agricultura/algodao/noticia/2023/03/cotton-brazil-realiza-serie-de-eventos-para-ampliar-mercado-na-china.ghtml

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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #11/2023 24/03

24 de Março de 2023

Destaque da Semana – A semana foi mais uma vez marcada pela instabilidade das economias e suas instituições, jogando o algodão para mínimas de 5 meses.
Algodão em NY 1 – O contrato Mai/23 fechou ontem a 77,58 U$c/lp (-2,0%).
Algodão em NY 2 - Referência para a safra 2022/23, o contrato Dez/23 era cotado a 79,26 U$c/lp (-1,7%) e o Dez/24 a 76,70 (-0,1%) para a safra 2023/24.
Preços (23/03), o algodão brasileiro estava cotado a (92,00 U$c/lp* (-75 pts) para embarque em Abr-Mai/23 (Middling 1-1/8"" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook). Para embarque em Out-Nov/23 a referência do preço fechou em 92,75 U$c/lp (-150 pts).
Baixistas 1 – As preocupações com o setor bancário e a economia global, aliadas aos crescentes atritos geopolíticos entre as grandes potências aumentam as incertezas e acabam pressionando as commodities.
Baixistas 2 – O algodão acaba sofrendo mais que outras commodities agrícolas nestas condições por ser considerada uma commodity industrial e com demanda muito relacionada com as condições econômicas.
Altistas – Na sexta-feira da próxima semana, 31/3, o USDA publicará sua pesquisa de intenções de plantio para a safra 23/24. Analistas estão prevendo uma redução acentuada na área de algodão no país devido à menor rentabilidade relativa a outras culturas.
China 1 - A Abrapa iniciou na quinta (23) a agenda de 2023 pela China, principal importador da pluma brasileira. Várias ações serão realizadas até 28 de março em solo chinês.
China 2 - O primeiro compromisso foi o 2023 CNCE Industry Development Conference.  O evento contou com mais de 500 executivos e industrias do setor têxtil e foi realizado pela da CNCE (China National Cotton Exchange) em Pequim.
China 3 - O algodão brasileiro, através do Cotton Brazil, ficou em evidência com um movimentado estande e a única palestra internacional na programação oficial.
China 4 - O Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, foi convidado de honra e fez um pronunciamento na abertura do evento, destacando o novo recém lançado Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro.
China 5 - O clima no evento da CNCE era de muito otimismo com as perspectivas para a economia chinesa, apesar de no curto prazo as turbulências no mercado internacional estarem afetando o país
China 6 - Vários palestrantes subiram o tom das críticas contra os EUA, mostrando que a escalada das tensões entre os países não está somente na esfera diplomática.
China 7 - Foram destacadas as quatro macro estratégias do país para o setor agrícola: Digitalização (projetos “algodão digital”, “algodão inteligente”), Economia Verde (Sustentabilidade), Resiliência (contra barreiras comerciais, mudanças climáticas, por exemplo) e Segurança (ter quantidade suficiente destes produtos para sua demanda estratégica).
China 8 - Hoje, 24, representantes da Abrapa seguem para Qingdao para se reunir com a agência chinesa de Inspeção e Quarentena (CIQ) e armazéns alfandegados no Porto de Qingdao – o mais importante terminal chinês para o mercado do algodão.
China 9 - O objetivo da reunião com a agência CIQ é discutir uma colaboração estratégica na classificação de algodão.  Hoje, a classificação da CIQ é a referência para as vendas de algodão brasileiro à China.
EUA 1 - O plantio de algodão no país está em andamento. O clima, no entanto, continua seco em importantes regiões produtoras.
EUA 2 - No Texas, maior produtor do país, a seca é considerada severa em mais de 90% das áreas, sem previsão de melhora no curto prazo.
Mais Algodão - A Abrapa participou, no Chile, do 14º Comitê de Acompanhamento do Projeto (CAP) Regional. O evento é uma das ações do Mais Algodão, iniciativa colaborativa para fortalecer o setor algodoeiro no Mercosul, Haiti e África Subsaariana.
Semeadura 2022/23 - Até ontem (23/03) 99,9% do algodão brasileiro semeado, restando apenas o estado de Goiás (94,7%) finalizar o plantio.
Beneficiamento 2021/22 - Beneficiamento concluído em todo o Brasil no dia de ontem (23/03)
Exportações - De acordo com dados do MDIC, o Brasil exportou 44,6 mil tons de algodão até a terceira semana março/23. A média diária de embarque foi 59,3% inferior quando comparado com março/22.
Preços - Consulte tabela abaixo ⬇


Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

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Nova concorrente no páreo para sediar o CBA 2024

24 de Março de 2023

Se já não estava fácil escolher a cidade sede para o Congresso Brasileiro do Algodão, CBA 2024, o time da organização misturou cenário de conto de fadas, chocolate e belezas naturais e deixou a disputa ainda mais acirrada.


Para quem ainda não adivinhou, a terceira concorrente ao posto é Gramado, município do Rio Grande do Sul, que entra na parada, junto com Fortaleza e Goiânia. Ontem, 23 de março, a diretora de Relações Institucionais da Abrapa, Silmara Ferraresi, e as representantes da Comunicato – Eventos Inteligentes, Melissa Matteo e Fernanda Rodrigues, visitaram a cidade e conferiram in loco a infraestrutura, para a realização do congresso, assim como a rede hoteleira, para receber o público, estimado em 3,5 mil participantes, com conforto, praticidade e segurança.


E aí, já tem sua favorita? Fique de olho e na torcida, porque a quarta concorrente também promete... Breve, em nossos canais de comunicação

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Veja o que é preciso para recadastrar a UBA no SAI

​É hora de recadastrar a sua UBA no SAI

24 de Março de 2023

No dia 03 de abril, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) dará início ao recadastramento das Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA), no Sistema Abrapa de Identificação (SAI). Este ano, o processo vem com inovações importantes, que precisam ser observadas, como, por exemplo, a necessidade de registrar a algodoeira no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários, o Sipeagro, e o fornecimento dos dados sobre as prensas, que agora são um requisito.
Neste link, você encontra todos os formulários e as orientações para deixar a sua UBA em dia e aproveitar as oportunidades que vêm por aí.

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Industriais chineses mostram interesse redobrado pelo algodão brasileiro, pós-pandemia

23 de Março de 2023

Salas cheias, estande institucional movimentado e muitas perguntas dos industriais chineses à delegação da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), que participou, nesta quinta-feira, 23, da conferência promovida pela China National Cotton Exchange (CNCE), em Pequim. O evento – um dos mais importantes do setor têxtil no continente e que reúne cerca de 500 empresas locais – abre o calendário de missões internacionais da Abrapa, e é o primeiro compromisso de uma agenda que inclui a participação, dos representantes da associação, na comitiva oficial da Presidência da República, em sua missão inaugural no gigante asiático, no atual mandato do presidente Luís Inácio Lula da Silva.


Durante a conferência da CNCE, o diretor de Relações Internacionais da Abrapa, Marcelo Duarte, apresentou um panorama da produção da commodity no Brasil, na safra 2022/2023.  O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro, um dos convidados da programação, falou sobre o Programa da Qualidade do Algodão Brasileiro, a certificação oficial da pluma, e sobre como produtores e governos estão trabalhando, juntos, para garantir a fidedignidade das informações de qualidade do algodão certificado.


Para o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, já neste primeiro dia de viagem, foi perceptível o alinhamento de interesses entre a oferta e a demanda, além da grande atenção dos industriais chineses ao Programa da Qualidade, que está sendo implementado. ""Mostramos, como exemplo da nossa seriedade e potencial, o caso do SouABR, e o público que visitou o nosso estande viu, no próprio celular, pelas etiquetas das peças produzidas pelas varejistas Reserva e Renner, que cumprimos o que nos propomos a entregar: o passo a passo da produção, desde a semente até o guarda-roupa. Isso reforça a credibilidade do algodão, como produto, e do Brasil, como origem confiável"", afirmou. Ele ressaltou o fato de que a China, pós-pandemia, precisa cada vez mais de pluma ""e estamos preparados para suprir grande parte desta demanda crescente, não apenas com volume, mas com qualidade, sustentabilidade e rastreabilidade assegurada.


23.03.2023
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 98881-8064

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Comitê debate denim e sarja em reunião virtual

23 de Março de 2023

​O conselheiro administrativo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Carlos Moresco, participou, no dia 21 de março, da reunião do Comitê de Denin e Sarja da Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). O encontro virtual é o foro onde os representantes de diversos elos da cadeia produtiva podem dar uma panorâmica sobre os respectivos segmentos e conhecer os indicadores gerais do setor. O algodão é a matéria-prima básica para a fabricação destes tecidos. Pelos cotonicultores, Moresco falou sobre a expectativa da Abrapa acerca da produção da pluma, na safra 2022/2023, dimensionada em, aproximadamente, três milhões de toneladas. O conselheiro ressaltou que se trata de uma projeção que, para se confirmar, depende diretamente do clima.

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Inovações no ABR em pauta na reunião do GT de Sustentabilidade da Abrapa

23 de Março de 2023

As inovações no programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), na rastreabilidade do algodão brasileiro, através do Sistema Abrapa de Identificação (SAI), e a disrupção que a união desses dois pilares com o movimento Sou de Algodão está trazendo para a cadeia produtiva da fibra foram pontos da pauta da reunião do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), nesta no dia 22 de março. Sustentabilidade, rastreabilidade, qualidade e promoção são os quatro compromissos da entidade dos cotonicultores, que individualmente ou combinados, têm contribuído para a estratégia de fortalecimento do algodão nacional e elevação do Brasil ao posto de primeiro exportador mundial da pluma.


Na reunião do GT, os programas da Abrapa foram apresentados aos coordenadores do programa ABR das associações estaduais, ressaltando a importância destes agentes no processo. Atualmente, 84% da produção brasileira estão certificados pelo programa ABR. Nos próximos dias, terão início as visitas de auditorias de terceira parte às fazendas participantes. Além disso, alguns aprimoramentos estão sendo implementados no programa, como é o caso do fim dos selos impressos, que eram afixados aos fardos de algodão certificados, uma vez que a certificação já está contida na etiqueta SAI.


Sustentabilidade e rastreabilidade do algodão também são a base da iniciativa SouABR, pela qual, pela primeira vez no Brasil, usando a tecnologia blockchain, tornou-se possível rastrear uma peça de roupa desde a semente até o guarda-roupa. O caso de sucesso, inaugurado através da parceria com as varejistas Reserva e Renner, agora está aberto a outras marcas interessadas, e foi apresentado, durante a reunião do GT, pela diretora de Relações Institucionais da Abrapa, Silmara Ferraresi.


""É essencial que os gestores de sustentabilidade se vejam como parte de um todo e que cada um deles é essencial para o sucesso deste desafio, da mesma forma que o produtor fica contente ao ver sua fazenda – e até a própria foto – quando aponta o celular para o QR Code de uma peça. Sempre digo que ninguém é SouABR sozinho. Cada elo é feito por muitas pessoas, que precisam trabalhar imbuídas do propósito de entregar rastreabilidade e sustentabilidade e suprir a demanda do consumidor lá na ponta, mas, antes de tudo de garantir, que o nosso algodão seja produzido com responsabilidade"", afirmou Silmara. O diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, lembrou que o compromisso com a transparência é irreversível, e ele está no cerne da rastreabilidade da Abrapa. ""O programa ABR é implementado de forma muito séria nas fazendas produtoras de algodão no Brasil, e é a base para que todo esse trabalho dê certo"", frisou Portocarrero.


Durante a reunião, também foram discutidas atualizações para o protocolo ABR-UBA, que é a vertente do programa socioambiental voltada às unidades de beneficiamento do algodão. Entre 2022 e 2023, nove instruções normativas foram atualizadas pelo Governo Federal e passaram a integrar o protocolo do programa, em 2023. Em destaque, a NR 12, que dispõe sobre segurança no trabalho com máquinas e equipamentos.


23.03.2023
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 98881-8064

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Abrapa: volatilidade volta com força no mercado de algodão

Crise de confiança no sistema financeiro que começou com o colapso do Silicon Valley Bank (SVB) nos EUA afeta mercado da fibra

22 de Março de 2023

O mercado do algodão na semana passada foi marcado pela volta da volatilidade. O principal fator, de acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), foi a rise de confiança no sistema financeiro que começou com o colapso do Silicon Valley Bank (SVB) nos EUA.
A quebra do Silicon Valley Bank foi a segunda maior falência bancária desde a crise financeira de 2008 e o Credit Suisse, banco suíço que também passa por dificuldades, é o segundo maior banco do país.
Tal fato fez com que os contratos futuros chegassem a cair 275 pontos, como para embarque em outubro/novembro de 2023, cuja referência do preço fechou em 97,25 U$c/lp.
As informações são do Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa, divulgado na sexta-feira (17).Confira os destaques trazidos pelo Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa:
Algodão em NY 1 – O contrato Mai/23 fechou ontem a 79,16 U$c/lp (-3,7%).
Algodão em NY 2 – Referência para a safra 2022/23, o contrato Dez/23 era cotado a 80,63 U$c/lp (-2,9%) e o Dez/24 a 76,75 (-3,5%) para a safra 2023/24.
Preços (16/03), o algodão brasileiro estava cotado a 92,75 U$c/lp (-350 pts) para embarque em Mar-Abr/23 (Middling 1-1/8″ (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook). Para embarque em Out-Nov/23 a referência do preço fechou em 97,25 U$c/lp (-275 pts).
Baixistas 1 – Apesar dos Bancos Centrais terem agido rápido e dado garantias ao mercado e aos clientes, a atual crise no sistema bancário, que se espalhou para a Suíça também, é motivo grande preocupação.
Baixistas 2 – A quebra do Silicon Valley Bank foi a segunda maior
falência bancária desde a crise financeira de 2008 e o Credit Suisse, banco suíço que também passa por dificuldades, é o segundo maior banco do país.
Altistas 1 – A seca continua grande no maior estado produtor dos EUA. No sul do Texas, onde não existia problema de seca há um mês, hoje mais de 90% está em situação grave. No oeste do estado, a situação permanece inalterada com 73% de seca severa.
Altistas 2 – No dia 31 de março o USDA divulgará o relatório de perspectiva de plantio da safra 2023/24. O sentimento no mercado é que o algodão perderá muita área no país nesta safra devido aos baixos retornos em comparação com outras culturas.
China 1 – De acordo com os últimos números vindos de Xinjiang, a China deve fechar a produção do ano passado em 6,2 mi toneladas, menor que a estimativa de março do USDA, de 6,4 mil toneladas. Deste total, 5,84 milhões já estão classificados.
China 2 – A Abrapa, por meio do Cotton Brazil, participará na próxima semana de um dos maiores eventos do setor do algodão na China, o 2023 CNCE Industry Development Conference, em Beijing.
China 3 – O evento terá 500 empresas do setor têxtil chinês e a Abrapa fará palestra e terá um estande no evento. Faz parte da programação da entidade na China reuniões com os setores privado e público chinês para apresentar o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro.
China 4 – Este programa oficial, sob gestão do Ministério da Agricultura (Mapa), visa regulamentar e certificar os resultados de HVI do algodão brasileiro. A implantação objetiva, com isso, valorizar o algodão brasileiro no exterior.
China 5 – Isso ocorrerá por meio de relatórios de HVI padronizados e certificados oficialmente pelo MAPA, evitando reclassificação no destino, como é feito hoje na maioria dos mercados.
China 6 – O Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro está na pauta da visita do Presidente Lula e do Ministro Carlos Fávaro à China a partir do dia 28 de março.
Índia – A Cotton Association of India (CAI) reduziu sua estimativa de safra em 144,5 mil toneladas, para 5,32 milhões de toneladas, contra a nova estimativa do USDA em 5,33 milhões. A CAI manteve o uso da usina inalterado em 5,10 milhões de toneladas contra o USDA em 4,90 mi.
Workshop – A Abrapa participou na segunda (13) do workshop de alinhamento de diretrizes da Apex/Brasil. Desde 2020, a Apex, que é ligada ao Ministério da Relações Exteriores, é parceria da Abrapa no Cotton Brazil, junto com Anea.
Laboratório 1 – O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), da Abrapa, passou, pela terceira vez, por avaliação para manutenção da acreditação na norma NBR ISO/IEC 17025:2017.
Laboratório 2 – A norma especifica os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente dos laboratórios. O processo foi realizado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro.
Brasil – Semeadura 2022/23 – Até ontem (16/03) 99,9% do algodão brasileiro semeado, restando apenas o estado de Goiás (94,27%) finalizar o plantio.
Brasil – Beneficiamento 2021/22 – Até ontem (16/03) 99,88% beneficiado, restando apenas o estado do Maranhão (95%) para finalizar o processo.Preços do Algodão – Consulte tabela abaixo:


Fonte: Canal Rural


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Mais de 100 empresários do agronegócio irão à China. Confira a lista

Comitiva irá acompanhar o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, que embarcou nesta segunda-feira

21 de Março de 2023

​A comitiva de empresários do segmento do agronegócio que participaram da comitiva do governo brasileiro à China já passa de cem integrantes, segundo documento divulgado pelo Ministério da Agricultura. Ao todo, 102 empresários, produtores e representantes de associações do agronegócio vão embarcar em missão oficial para o país asiático ao longo da semana.
A comitiva irá acompanhar o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, que embarcou nesta segunda-feira (20). Segundo ele, o objetivo da viagem é trabalhar nos acordos comerciais, simplificação de processos por meio da digitalização, abertura de mercados para novos produtos brasileiros junto às autoridades chinesas, os empresários terão a oportunidade de discutir com o setor privado as demandas de importação e exportação entre os dois países.


Confira a lista:


Carne bovina


Antônio Jorge Camardelli – Abiec
Cínthia Torres – diretora técnica – Abiec
Wesley Mendonça Batista – J&F JBS
Joesley Mendonça Batista – J&F/JBS
Gilberto Tomazoni – CEO Global JBS
Carlos Alberto Macedo Cidade – diretor de Relações Inst. JBS
Marcio Soares Rodrigues – Gerente JBS
Pedro Felippe Castellain Barbosa de Castro – diretor Exp. Ásia JBS
Renato Mauro Menezes Costa – Friboi
Marcela de Souza Afonso Rocha – diretora JBS
Lincoln Bueno – presidente da Mercúrio Alimentos
Paulo Sérgio Mustefaga – Abrafrigo
José João Batista Stival Júnior – Abrafrigo
Lincoln Lafaiete – Abrafrigo
Marcos Antonio Pompei – Abrafrigo
Rogerio Jose Bonato – Abrafrigo
João Gonçalves Silva Júnior – Frigon
Ivon da Silva Jr – Frigorífico Silva
Daniela da Silva – Frigorífico Silva
Adilton Bittencourt – Boa Carne
Rafaella Bittencourt – Boa Carne
Murilo Leite – Frisacacre
Maria Carolina Rebollo Machado Leite -Frisacre
Fabio Ricardo Leite – Frisacre
Marcos Paulo Parente Araujo – Frisacre
Maíra Santiago Pires Parente – Frisacre
Luana da Silva Machado – Frisacre
João de Almeida Sampaio Filho – vice-presidente da Minerva
Marcio Rodrigues – Masterboi
José Eduardo de Oliveira Miron – Frigol
Sandro Silva de Oliveira Júnior – Supremo
Alisson Navarro – diretor Comercial – Marfrig
Magno Alexandre Gaia – Ramax
Márcio André Scarlassara – Frigorífico Tavares FTS
Jeremias Silva Junior – Frigorífico Astra
Diana Miniello Silva – Frigorífico Astra
Bruno Candia Nunes da Cunha – Frigorífico Astra
Guilherme Meneghelli Oranges – Barra Mansa
Fabiano Furlan – Prima Foods
Diego Riva Magnabosco – Frigosul
Maurício Reis Lima – Friesp
Marcos Barbieri Coutinha – Frisa
Francisco Willian Delfino Fortunato – Beauvallet


Carne suína e de aves


Ricardo Santin – presidente da ABPA
Luis Rua – diretor de Mercados ABPA
Linda Chen – representante ABPA na Ásia
Marcos Antonio Molina dos Santos – presidente do Conselho BRF
Márcia Aparecida Pascoal Marçal dos Santos – conselheira BRF
Rogério Moraes – diretor Asia BRF
Bruno Machado Ferla – vice-presidente Jurídico e RI BRF
Johnny Hiroki Fujihara – gerente Ásia Aurora
Cláudio Almeida Faria Rio Branco – Alimentos Pif Paf
José Roberto Gonçalves – diretor de Qualidade BRF
Etivaldo Vadão Gomes -Frigoestrela
Etivaldo Gomes Filho – Frigoestrela
Eduardo Gomes Caluz da Silva – Frigoestrela
Paulo Baub – Frigoestrela
José Roberto Goulart – Alibem
Gilberto Felipe de Souza Junior – Coasul
Olavo de Oliveira Lucena – Somave
Carlos Eduardo Geminiano – Somave
Hugo Leonardo Bongiorno – Avenorte
Schyene Ritter dos Santos Maia – Avenorte
Cristiano Farina Paludo – Bello Alimentos


Algodão


Alexandre Pedro Schenkel – presidente Abrapa
Edson Mizoguchi – coordenador Programa de Qualidade Abrapa
Marcelo Duarte – Diretor de relações Internacionais Abrapa
Jones Yasuda – Assessor Técnico Abrapa
Thomas Paul Reinhart- Assessor Comercial Abrapa


Insumos


Juan Henrique Mena Acosta – Associação Bioinsumos
João Bello Neto – Nortox
Barbara Tamara Mendes Lodi – Ourofino
Geraldo Ubirajara Berger – Bayer
Daniel Bernardes Fereira Rossi – Hubio Agro


Celulose


Pablo Gimenez Machado – diretor-executivo Ásia Suzano
Amaury Pekelman – diretor de Relações Inst. Paper Excellence
Claudio Laert Cotrim Passos -Paper Excellence
Marcelo Kim Yuen Pan – diretor jurídico Paper Excellence


Óleos vegetais – soja


André Meloni Nassar – Abiove


Arroz


Andressa Silva – Abarroz (chega dia 25)


Reciclagem animal


Decio Coutinho – presidente da Abra


Multissetoriais


Sueme Mori – CNA
João José Pietro Flávio – OCB
Nelson Catarino Croda Machado – Aprosmat
Kleverson Scheffer – Ampa
Julio Fortini – Ecoplan
Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho – Representante Caoa
Fábio Phelipe Garcia Pagnozzi – Instituto Brics
Pedro Paulo Pagnozzi – Instituto Brics
Mario Pagnozzi – Instituto Brics
Fabrício Patriani – Instituto Brics
Lijun Lei – Instituto Brics
Itamar Antônio Canossa – Presidente Forum Agro Mato-grossense
Ivanilse Tofoli Canossa – Forum Agro Mato-grossense
Fernando Costa – Universidade Brasil
Marcelo Peres – Universidade Brasil
Stephano Costa – Universidade Brasil
Tarcisio Sachetti – Agro Investments Sachetti
Alexandre Ferreira Lopes – MECH – Centro Estudos do Mercado Chinês
Ricardo Gracia – MECH – Centro Estudos do Mercado Chinês
João Marcelo Costa Fernandez Conde – Afrinvest
Dereck Favero Birchall – Afrinvest


Leia mais em: https://www.canalrural.com.br/brasilia/mais-de-100-empresarios-do-agronegocio-irao-a-china-confira-a-lista/

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O SAI evoluiu e a sua Unidade de Beneficiamento de Algodão (UBA) acompanha esse aprimoramento

21 de Março de 2023

Desde 2004 até hoje, o Sistema Abrapa de Identificação (SAI) tem melhorado constantemente.  Na safra 2022/2023, a plataforma está passando por um grande aprimoramento, com novas funcionalidades, que chegam para deixar a rastreabilidade do algodão brasileiro ainda mais segura e transparente. O que nunca mudou, em todo este tempo, foi a obrigatoriedade do cumprimento da Instrução Normativa nº24, de 14 de julho de 2016. As Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA) precisam estar atentas às inovações do sistema para o cumprimento da IN24, não apenas para operar dentro dos padrões legais, como para se preparar para as grandes oportunidades que vêm por aí.


Não custa lembrar que a IN24 é o marco legal que define o padrão oficial de classificação do algodão em pluma no Brasil.  Este ""regulamento técnico do algodão"" especifica os requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação, além da marcação ou rotulagem, nos aspectos referentes à classificação do produto. Desde o tamanho e o peso da amostra até a forma correta de manuseá-la, tudo está disposto na IN24.


Mas tudo já estava anteriormente na IN24, qual é a novidade?


É que agora o SAI tem ferramentas que verificam o cumprimento da norma, e a algodoeira que entende a necessidade de estar em dia com a legislação terá, na plataforma, uma importante aliada. Nesta nova fase, a UBA deverá:
Ter o cadastro atualizado no sistema, e assinar novo Termo de Adesão, que lista inovações. A mesma exigência vale para todas as prensas,Contar com pelo menos um inspetor treinado, pela Abrapa, em seu quadro,Estar cadastrada no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agripecuários (Sipeagro), do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, antes de começar a beneficiar. O Sipeagro é a ferramenta de realização e acompanhamento dos Processos Administrativos de Fiscalização, pelo Mapa,Comprovar as dimensões das facas das prensas no SAI – antes de começar a beneficiar,Lacrar as malas e comunicar as malas e etiquetas, em sistema, vinculadas ao produtor e à fazenda.


É a sistematização de tudo o que a UBA já fazia, tornando seus processos cada vez mais assertivos.

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