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O SAI evoluiu e a sua Unidade de Beneficiamento de Algodão (UBA) acompanha esse aprimoramento

21 de Março de 2023

Desde 2004 até hoje, o Sistema Abrapa de Identificação (SAI) tem melhorado constantemente.  Na safra 2022/2023, a plataforma está passando por um grande aprimoramento, com novas funcionalidades, que chegam para deixar a rastreabilidade do algodão brasileiro ainda mais segura e transparente. O que nunca mudou, em todo este tempo, foi a obrigatoriedade do cumprimento da Instrução Normativa nº24, de 14 de julho de 2016. As Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA) precisam estar atentas às inovações do sistema para o cumprimento da IN24, não apenas para operar dentro dos padrões legais, como para se preparar para as grandes oportunidades que vêm por aí.


Não custa lembrar que a IN24 é o marco legal que define o padrão oficial de classificação do algodão em pluma no Brasil.  Este ""regulamento técnico do algodão"" especifica os requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação, além da marcação ou rotulagem, nos aspectos referentes à classificação do produto. Desde o tamanho e o peso da amostra até a forma correta de manuseá-la, tudo está disposto na IN24.


Mas tudo já estava anteriormente na IN24, qual é a novidade?


É que agora o SAI tem ferramentas que verificam o cumprimento da norma, e a algodoeira que entende a necessidade de estar em dia com a legislação terá, na plataforma, uma importante aliada. Nesta nova fase, a UBA deverá:
Ter o cadastro atualizado no sistema, e assinar novo Termo de Adesão, que lista inovações. A mesma exigência vale para todas as prensas,Contar com pelo menos um inspetor treinado, pela Abrapa, em seu quadro,Estar cadastrada no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agripecuários (Sipeagro), do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, antes de começar a beneficiar. O Sipeagro é a ferramenta de realização e acompanhamento dos Processos Administrativos de Fiscalização, pelo Mapa,Comprovar as dimensões das facas das prensas no SAI – antes de começar a beneficiar,Lacrar as malas e comunicar as malas e etiquetas, em sistema, vinculadas ao produtor e à fazenda.


É a sistematização de tudo o que a UBA já fazia, tornando seus processos cada vez mais assertivos.

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Abrapa abre processo de seleção e credenciamento das gráficas oficiais para impressão das etiquetas e lacres do SAI

O SAI evoluiu e a sua Unidade de Beneficiamento de Algodão (UBA) acompanha esse aprimoramento

20 de Março de 2023

Desde 2004 até hoje, o Sistema Abrapa de Identificação (SAI) tem melhorado constantemente. Na safra 2022/2023, a plataforma está passando por um grande aprimoramento, com novas funcionalidades, que chegam para deixar a rastreabilidade do algodão brasileiro ainda mais segura e transparente. O que nunca mudou, em todo este tempo, foi a obrigatoriedade do cumprimento da Instrução Normativa nº24, de 14 de julho de 2016. As Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA) precisam estar atentas às inovações do sistema para o cumprimento da IN24, não apenas para operar dentro dos padrões legais, como para se preparar para as grandes oportunidades que vêm por aí.
Não custa lembrar que a IN24 é o marco legal que define o padrão oficial de classificação do algodão em pluma no Brasil. Este “regulamento técnico do algodão” especifica os requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação, além da marcação ou rotulagem, nos aspectos referentes à classificação do produto. Desde o tamanho e o peso da amostra até a forma correta de manuseá-la, tudo está disposto na IN24.
Mas tudo já estava anteriormente na IN24, qual é a novidade?
É que agora o SAI tem ferramentas que verificam o cumprimento da norma, e a algodoeira que entende a necessidade de estar em dia com a legislação terá, na plataforma, uma importante aliada. Nesta nova fase, a UBA deverá:
– Ter o cadastro atualizado no sistema, e assinar novo Termo de Adesão, que lista inovações. A mesma exigência vale para todas as prensas, Contar com pelo menos um inspetor treinado, pela Abrapa, em seu quadro,
– Estar cadastrada no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agripecuários (Sipeagro), do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, antes de começar a beneficiar. O Sipeagro é a ferramenta de realização e acompanhamento dos Processos Administrativos de Fiscalização, pelo Mapa,
– Comprovar as dimensões das facas das prensas no SAI – antes de começar a beneficiar,
– Lacrar as malas e comunicar as malas e etiquetas, em sistema, vinculadas ao produtor e à fazenda.
É a sistematização de tudo o que a UBA já fazia, tornando seus processos cada vez mais assertivos.
Credenciamento das gráficas oficiais para impressão das etiquetas e lacres do SAI
A partir de hoje, até o dia 31 de março, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) abre processo para seleção de gráficas que estarão aptas a imprimir as etiquetas dos fardos e os selos de lacres das malas de algodão, material estratégico para a operação do Sistema Abrapa de Identificação (SAI), em 2023. A escolha das três gráficas credenciadas – e duas em lista de espera – obedece a um processo rigoroso, para garantir a qualidade e a lisura da rastreabilidade do algodão brasileiro. Todas as informações necessárias à habilitação dos interessados encontram-se no link a seguir:

Fonte: Abrapa
Leia mais em: https://jovemsulnews.com.br/noticias/abrapa-abre-processo-de-selecao-e-credenciamento-das-graficas-oficiais-para-impressao-das-etiquetas-e-lacres-do-sai/

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CBA 2024: pé na estrada em busca da cidade-sede

20 de Março de 2023

Entre o litoral e o cerrado, a jangada e a pamonha, a cadência do cordel e a pegada do sertanejo universitário, nosso coração fica divididinho. Ainda falta mais de um ano, mas a organização do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) já está com o pé na estrada, na difícil tarefa de escolher a cidade que sediará o evento, em 2024.


Na semana passada, a diretora de Relações Institucionais da Abrapa, Silmara Ferraresi, e o time da Comunicato – Eventos Inteligentes, formado por Melissa Matteo e Fernanda Rodrigues, visitaram a capital cearense, Fortaleza. Hoje, levando, também, a bordo a assessora de Relações Institucionais, Camilla Preuss, foi a vez de Goiânia, veterana no evento. Em cada uma dessas passagens, diversos critérios foram levados em consideração e vão fazer a diferença na escolha.


Além dos evidentes atributos naturais, urbanísticos e culturais, questões como infraestrutura disponível e logística têm peso na decisão. Se você já tem um palpite, aguarde um pouco, pois ainda há mais duas paradas na rota da nossa caravana. Em breve, mais notícias nos nossos canais oficiais de comunicação.

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Abrapa abre processo de seleção e credenciamento das gráficas oficiais para impressão das etiquetas e lacres do Sistema Abrapa de Identificação - SAI

20 de Março de 2023

​A partir de hoje, até o dia 31 de março, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) abre processo para seleção de gráficas que estarão aptas a imprimir as etiquetas dos fardos e os selos de lacres das malas de algodão, material estratégico para a operação do Sistema Abrapa de Identificação (SAI), em 2023. A escolha das três gráficas credenciadas - e duas em lista de espera - obedece a um processo rigoroso, para garantir a qualidade e a lisura da rastreabilidade do algodão brasileiro. Todas as informações necessárias à habilitação dos interessados encontram-se na área de Publicações do portal da Abrapa.

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Sou de Algodão fecha mês de fevereiro com 1.214 marcas parceiras

Segmentos de artesanato, confecções, malharia e tecelagem e private label se destacaram no período de novas entradas

17 de Março de 2023

Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), encerrou o mês de fevereiro com 1214 marcas parceiras em seu portfólio. Com a entrada de 20 novas empresas dos segmentos de artesanato, confecções, malharia e tecelagem e private label, o movimento superou a meta de 1200 conquistas no período.


Marcas de homewear, feminino, infantil, moda íntima, masculino e unissex, foram as que mais tiveram adesões, área do mercado que mais procura pela parceria. Para esses empreendedores, é importante abraçar o movimento para que eles também adotem um posicionamento específico no mercado.


""Conquistar marcas tão importantes do mercado mostra o quanto o movimento Sou de Algodão se tornou fundamental para a moda brasileira. A demanda do público por empresas com produções conscientes cresceu nos últimos anos, e estamos aqui para atender essas expectativas e estimular o consumo responsável"", explica Alexandre Pedro Schenkel, produtor e presidente da Abrapa.


O top 5 das parceiras
Em fevereiro, os cinco maiores segmentos gerais são:
Confecções, com 933 marcas no total; Artesanato e produtos personalizados, com 148;Fiações, tecelagens e malharias, 83 no total; Serviços e private label, com 25; Lojas de tecidos, com 8.


Entre as confecções, as primeiras colocadas são: Infantil, com 269 marcas;Feminino, 210;Masculio e feminino, com 151; Masculino, com 79; Pijamas, com 59 marcas.


Abrace este movimento:
Site:www.soudealgodao.com.br
Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao

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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #10/2023 17/03

17 de Março de 2023

Destaque da Semana – A volatilidade voltou com força no mercado de algodão, mas não por conta de fatores ligados à oferta e demanda, mas pela crise de confiança no sistema financeiro que começou com o colapso do Silicon Valley Bank (SVB) nos EUA.


Algodão em NY 1 – O contrato Mai/23 fechou ontem a 79,16 U$c/lp (-3,7%).


Algodão em NY 2 - Referência para a safra 2022/23, o contrato Dez/23 era cotado a 80,63 U$c/lp (-2,9%) e o Dez/24 a 76,75 (-3,5%) para a safra 2023/24.


Preços (16/03), o algodão brasileiro estava cotado a 92,75 U$c/lp (-350 pts) para embarque em Mar-Abr/23 (Middling 1-1/8"" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook). Para embarque em Out-Nov/23 a referência do preço fechou em 97,25 U$c/lp (-275 pts).


Baixistas 1 – Apesar dos Bancos Centrais terem agido rápido e dado garantias ao mercado e aos clientes, a atual crise no sistema bancário, que se espalhou para a Suíça também, é motivo grande preocupação.


Baixistas 2 – A quebra do Silicon Valley Bank foi a segunda maior falência bancária desde a crise financeira de 2008 e o Credit Suisse, banco suíço que também passa por dificuldades, é o segundo maior banco do país.


Altistas 1 – A seca continua grande no maior estado produtor dos EUA.  No sul do Texas, onde não existia problema de seca há um mês, hoje mais de 90% está em situação grave. No oeste do estado, a situação permanece inalterada com 73% de seca severa.


Altistas 2 – No dia 31 de março o USDA divulgará o relatório de perspectiva de plantio da safra 2023/24. O sentimento no mercado é que o algodão perderá muita área no país nesta safra devido aos baixos retornos em comparação com outras culturas.


China 1 - De acordo com os últimos números vindos de Xinjiang, a China deve fechar a produção do ano passado em 6,2 mi toneladas, menor que a estimativa de março do USDA, de 6,4 mil toneladas. Deste total, 5,84 milhões já estão classificados.


China 2 - A Abrapa, por meio do Cotton Brazil, participará na próxima semana de um dos maiores eventos do setor do algodão na China, o 2023 CNCE Industry Development Conference, em Beijing.


China 3 - O evento terá 500 empresas do setor têxtil chinês e a Abrapa fará palestra e terá um estande no evento. Faz parte da programação da entidade na China reuniões com os setores privado e público chinês para apresentar o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro.


China 4 - Este programa oficial, sob gestão do Ministério da Agricultura (Mapa), visa regulamentar e certificar os resultados de HVI do algodão brasileiro. A implantação objetiva, com isso, valorizar o algodão brasileiro no exterior.


China 5 - Isso ocorrerá por meio de relatórios de HVI padronizados e certificados oficialmente pelo MAPA, evitando reclassificação no destino, como é feito hoje na maioria dos mercados.


China 6 - O Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro está na pauta da visita do Presidente Lula e do Ministro Carlos Fávaro à China a partir do dia 28 de março.


Índia - A Cotton Association of India (CAI) reduziu sua estimativa de safra em 144,5 mil toneladas, para 5,32 milhões de toneladas, contra a nova estimativa do USDA em 5,33 milhões. A CAI manteve o uso da usina inalterado em 5,10 milhões de toneladas contra o USDA em 4,90 mi.


Workshop - A Abrapa participou na segunda (13) do workshop de alinhamento de diretrizes da Apex/Brasil. Desde 2020, a Apex, que é ligada ao Ministério da Relações Exteriores, é parceria da Abrapa no Cotton Brazil, junto com Anea.


Laboratório 1 - O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), da Abrapa, passou, pela terceira vez, por avaliação para manutenção da acreditação na norma NBR ISO/IEC 17025:2017.


Laboratório 2 - A norma especifica os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente dos laboratórios. O processo foi realizado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro.


Semeadura 2022/23 -  Até ontem (16/03) 99,9% do algodão brasileiro semeado, restando apenas o estado de Goiás (94,27%) finalizar o plantio.


Beneficiamento 2021/22 -  Até ontem (16/03) 99,88% beneficiado, restando apenas o estado do Maranhão (95%) para finalizar o processo.


Preços - Consulte tabela abaixo ⬇


Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

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Melhoramento contínuo

CBRA avança na busca da manutenção da acreditação na norma NBR ISO/IEC 17025:2017

16 de Março de 2023

O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), passou, pela terceira vez, por uma avaliação, com vistas à manutenção da acreditação na norma NBR ISO/IEC 17025:2017, que especifica os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente dos laboratórios. O processo aconteceu entre os dias 13 e 15 de março, e foi realizado pelo time da Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro. Inaugurado em dezembro de 2016, o CBRA foi acreditado em 2020.


A CGCRE é responsável por fiscalizar a competência nos resultados das principais características de análise, sendo elas: micronaire, comprimento de UHML, uniformidade, resistência, grau de reflexão e grau de amarelamento. Foram observados os requisitos de gestão e técnicos, e, nos dois parâmetros, os avaliadores verificaram a conformidade com o que está descrito nas normas preestabelecidas.


De acordo com o gestor de programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, a acreditação em na norma NBR ISO/IEC 17025:2017 é relevante para os cenários nacional e internacional. “O certificado tem um peso muito grande na credibilidade dos resultados do laboratório central. Consequentemente, dá maior confiança para os demais centros brasileiros, que são monitorados pelo CBRA”, explica Mizoguchi.  O gestor descreve o processo de reavaliação como uma escada de melhoramento contínuo. “A cada ano, nós vamos evoluindo. Hoje, eu posso dizer que nós temos um sistema muito maduro. Isso nos dá confiança e tranquilidade, quando nos submetemos a processos como este”, afirma.


De acordo com a gestora de Acreditação e avaliadora líder da CGCRE, Fernanda Barboza, após esta etapa, um relatório será emitido e outros passos são necessários até que seja decidida a manutenção. “O laboratório terá um prazo de até 60 dias para os eventuais ajustes”, afirmou.


Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 98881-8064
Carolina Gomes – Jornalista Assistente
(71) 9 8881-1555

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COMITIVA DA USTER VISITA O CBRA

O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão foi considerado “estado da arte”, pelos visitantes.

15 de Março de 2023

Foi para tratar de questões como novas tecnologias, treinamentos, manutenção de peças e futuras aquisições que representantes da marca Uster, referência global em classificação instrumental de algodão, visitaram o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), na sede da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em Brasília, no dia 13 de março. A suíça Uster é a “grife” quase onipresente na análise de fibras no mundo. Ela existe desde 1875 e atua em 75 países.


Participaram do encontro, na Abrapa, o diretor geral de Operações e Classing Business, Peyman Dehkordi, que está baseado nos Estados Unidos, o diretor regional de Vendas América do Sul e Central da Uster, na Suíça, Gregory Winiger, e o responsável pela agência de vendas da empresa, no Brasil, Jean-Luc Chanselme. Alguns dos membros da comitiva visitavam o Brasil, pela primeira vez, como foi o caso de Peyman Dehkordi, que se disse positivamente surpreso e impressionado com o que viu no CBRA. O centro faz parte do seleto grupo de apenas 11 laboratórios, no mundo, certificados pelo ICA Bremen, instituição que congrega o Bremen Fibre Institut (Fibre) e o Bremen Baumwollboerse (BBB).
“O Brasil é um dos mais importantes mercados da Uster e está se tornado um player majoritário para o negócio de classificação de algodão. Esta visita foi muito importante, para mim, que trabalho com desenvolvimento de tecnologias: vim aqui me apresentar e conhecer o cliente, entender suas demandas e desafios e dividir com ele algumas das nossas possibilidades em novas tecnologias”, explicou. Outro ponto que chamou a atenção do visitante foi o fato de o CBRA ser criado e gerido por uma iniciativa do setor privado, “enquanto estruturas, assim, em outros países, são totalmente subsidiadas pelo governo”.


Gregory Winiger não ficou menos impressionado. “Para mim, tudo isso é notável, e, sinceramente, foi além das minhas expectativas. Eu não sabia que veria, aqui, este nível de excelência. É o estado-da-arte em classificação”, sentenciou.
Modernização contínua
Representando o presidente da Abrapa na ocasião, o 2º tesoureiro da associação, Luiz Carlos Bergamaschi, ressaltou que a qualidade da análise depende diretamente da tecnologia. “A modernização é um processo contínuo em todos os laboratórios e isso é imprescindível para fortalecer a imagem do algodão brasileiro. Com esta visita, vimos as tecnologias que estão no pipeline da Uster, o que nos dá mais segurança nas futuras aquisições de máquinas. Além disso, falamos de tópicos importantes como manutenção de peças e treinamento de pessoas. Todos eles, fundamentais para o perfeito funcionamento do sistema”, falou Bergamaschi, que também é presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).
O gestor do programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, que guiou a visita às instalações do CBRA, lembrou que, desde que o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) foi criado, esta foi a segunda visita realizada por um executivo da companhia suíça. “A primeira trouxe como inovação o grade dos colorímetros duplos. Atualmente, temos 49% dos equipamentos com essa tecnologia, que é a mesma utilizada no programa de qualidade americano. Com o aumento da produção de algodão, será necessária a aquisição de novos equipamentos, além da reposição das máquinas mais antigas. E com a ‘certificação oficial do algodão brasileiro’ pelo Ministério da Agricultura, temos que garantir equipamentos com mais tecnologia e precisão”, concluiu, referindo-se à expectativa do setor produtivo por uma produção de mais de três milhões de toneladas, na safra 2022/2023, e pela implementação do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro, certificação oficial da fibra nacional chancelada pelo Mapa.
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 98881-8064


Fotos: Abrapa/Marcplus

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Comitiva da Uster visita o CBRA

O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão foi considerado “estado da arte”, pelos visitantes.

14 de Março de 2023

Foi para tratar de questões como novas tecnologias, treinamentos, manutenção de peças e futuras aquisições que representantes da marca Uster, referência global em classificação instrumental de algodão, visitaram o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), na sede da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em Brasília, no dia 13 de março. A suíça Uster é a ""grife"" quase onipresente na análise de fibras no mundo. Ela existe desde 1875 e atua em 75 países.


Participaram do encontro, na Abrapa, o diretor geral de Operações e Classing Business, Peyman Dehkordi, que está baseado nos Estados Unidos, o diretor regional de Vendas América do Sul e Central da Uster, na Suíça, Gregory Winiger, e o responsável pela agência de vendas da empresa, no Brasil, Jean-Luc Chanselme. Alguns dos membros da comitiva visitavam o Brasil, pela primeira vez, como foi o caso de Peyman Dehkordi, que se disse positivamente surpreso e impressionado com o que viu no CBRA. O centro faz parte do seleto grupo de apenas 11 laboratórios, no mundo, certificados pelo ICA Bremen, instituição que congrega o Bremen Fibre Institut (Fibre) e o Bremen Baumwollboerse (BBB).


""O Brasil é um dos mais importantes mercados da Uster e está se tornado um player majoritário para o negócio de classificação de algodão. Esta visita foi muito importante, para mim, que trabalho com desenvolvimento de tecnologias: vim aqui me apresentar e conhecer o cliente, entender suas demandas e desafios e dividir com ele algumas das nossas possibilidades em novas tecnologias"", explicou. Outro ponto que chamou a atenção do visitante foi o fato de o CBRA ser criado e gerido por uma iniciativa do setor privado, ""enquanto estruturas, assim, em outros países, são totalmente subsidiadas pelo governo"".


Gregory Winiger não ficou menos impressionado. ""Para mim, tudo isso é notável, e, sinceramente, foi além das minhas expectativas. Eu não sabia que veria, aqui, este nível de excelência. É o estado-da-arte em classificação"", sentenciou.


Modernização contínua


Representando o presidente da Abrapa na ocasião, o 2º tesoureiro da associação, Luiz Carlos Bergamaschi, ressaltou que a qualidade da análise depende diretamente da tecnologia. ""A modernização é um processo contínuo em todos os laboratórios e isso é imprescindível para fortalecer a imagem do algodão brasileiro. Com esta visita, vimos as tecnologias que estão no pipeline da Uster, o que nos dá mais segurança nas futuras aquisições de máquinas. Além disso, falamos de tópicos importantes como manutenção de peças e treinamento de pessoas. Todos eles, fundamentais para o perfeito funcionamento do sistema"", falou Bergamaschi, que também é presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).


O gestor do programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, que guiou a visita às instalações do CBRA, lembrou que, desde que o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) foi criado, esta foi a segunda visita realizada por um executivo da companhia suíça. ""A primeira trouxe como inovação o grade dos colorímetros duplos. Atualmente, temos 49% dos equipamentos com essa tecnologia, que é a mesma utilizada no programa de qualidade americano. Com o aumento da produção de algodão, será necessária a aquisição de novos equipamentos, além da reposição das máquinas mais antigas. E com a 'certificação oficial do algodão brasileiro' pelo Ministério da Agricultura, temos que garantir equipamentos com mais tecnologia e precisão"", concluiu, referindo-se à expectativa do setor produtivo por uma produção de mais de três milhões de toneladas, na safra 2022/2023, e pela implementação do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro, certificação oficial da fibra nacional chancelada pelo Mapa.


14.03.2023
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 98881-8064


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Workshop da Apex em São Paulo

​Evento reuniu mais de 140 representantes das entidades setoriais

14 de Março de 2023

​A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participou, no dia 13 de março, do Workshop de Alinhamento de Diretrizes da Apex/Brasil com as entidades de classe dos diversos setores econômicos do País, representadas por cerca de 140 pessoas. O evento foi aberto pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Desde dezembro de 2020, a Apex, que é ligada ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), é parceira da Abrapa, no Cotton Brazil, juntamente com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea). Juntas, neste programa estratégico de promoção internacional da fibra, as instituições trabalham para a abertura de novos mercados para o produto nacional e manutenção dos já existentes, principalmente, na Ásia, tendo como um “posto avançado” nesta tarefa, um escritório em Singapura.


O objetivo do evento na capital paulista foi trabalhar estratégias, tendo em vista as tendências e oportunidades para os produtos e serviços brasileiros no mercado internacional. Também estiveram presentes o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, além de representantes do Mapa, MRE e MDIC. Em sua fala, Alckmin lembrou que investimento econômico é um fator de estabilidade social. “O desenvolvimento é o novo nome da paz. Não há paz verdadeira onde não há emprego, renda, oportunidade para as pessoas. Nosso desafio é atrair investimentos para o Brasil e exportar nossos produtos e serviços. A ApexBrasil tem 25 anos, é jovem, mas tem uma larga experiência”, comentou. “Não tem política industrial sem política comercial”, completou.


De acordo com o gerente financeiro da Abrapa, Francisco Alves de Lima Júnior, que assistiu ao evento em companhia dos representantes da Markestrat, assessoria estratégica do Cotton Brazil, o workshop foi “uma excelente oportunidade de discutir temas relevantes para a promoção comercial, além de conhecer as novas diretrizes estratégicas da ApexBrasil, que buscam agregar, aos projetos setoriais, temas voltados à descarbonização, equidade de gênero, digitalização e desenvolvimento regional, dentre outras agendas”, concluiu.


14.03.2023
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 9 8881-8064

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