Agricultor brasileiro: o herói vilanizado.
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09 de Janeiro de 2017
O Governo do Estado do Mato Grosso renovou, até 31 de dezembro de 2025, a validade do Programa de Incentivo ao Algodão do Mato Grosso – Proalmat, que tem por objetivo fomentar a cotonicultura matogrossense dentro de padrões tecnológicos e ambientais de produtividade e qualidade, com estímulo à verticalização do setor e ao investimento social. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Mato Grosso, na última sexta-feira (6/01), através da lei de número 10.849/2016, que está em vigor desde o primeiro dia do ano.
Vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, o Proalmat condiciona o benefício fiscal da redução de 75% do ICMS de 12% nas transações interestaduais da pluma ao cumprimento de pré-requisitos tecnológicos, sociais e ambientais na produção. Parte dos recursos renunciados é aplicada diretamente na cadeia produtiva, no financiamento de pesquisa científica, ações de defesa sanitária e de marketing para o desenvolvimento da atividade no estado, maior produtor nacional de algodão. A Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão –AMPA aguarda a edição do Decreto Regulamentador que estabelecerá os procedimentos gerais para a aplicação da lei.
De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – Abrapa, Márcio Portocarrero, ao longo dos anos, desde que foi instituído, em 1997, o Proalmat tem sido fundamental.
"O Proalmat é um instrumento que permite, dentre outros investimentos, uma série de iniciativas de abertura de mercado e promoção do algodão, como a realização de missões internacionais tanto de compradores de pluma, que são convidados a conhecer in loco o modelo de produção mato-grossense, quanto de vendedores, levando cotonicultores até o mercado comprador, além das fronteiras. Sendo o Mato Grosso o maior produtor de algodão do país, podemos dizer que o Programa tem ajudado a fortalecer o Brasil como player em todo o mundo", lembra o executivo.
09.01.2017
Imprensa Abrapa
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16 de Dezembro de 2016
Publicada na quarta-feira (14/12), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria de número 265, de 6 de dezembro de 2016, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que declara "estado de emergência fitossanitária" relativo ao risco de surto da lagarta Helicoverpa armigera nas mesorregiões Leste e Sul do Maranhão, por um prazo de um ano a contar da publicação. O estado de emergência habilita os cotonicultores maranhenses a implementar o plano de supressão da praga e a adotar medidas emergenciais, dentre as quais, utilizar o produto benzoato de emamectina, único que se mostrou eficaz no combate à lagarta, cujo uso ainda não liberado no Brasil. A última safra maranhense de algodão já se deu em estado de emergência, sendo a Portaria uma renovação.
O vice-presidente da Associação Maranhense dos Produtores de Algodão – Amapa, Aurélio Pavinato, destacou a importância da medida para a sustentabilidade da cotonicultura estadual. "Batalhamos muito por isso. Precisamos agora que o produto seja liberado definitivamente", afirmou. O Maranhão possui, atualmente, uma área plantada de 23 mil hectares de algodão.
O presidente da Abrapa, João Carlos Jacobsen, também se declarou satisfeito com a conquista maranhenses. Ele alerta que a demora na liberação de moléculas e outras tecnologias para a lavoura, ocasionada, na maioria das vezes, pela falta de entendimento entre os Poderes Públicos, é extremamente danosa para a economia brasileira.
"O descompasso entre o tempo da agricultura e o da liberação de novas tecnologias traz prejuízos econômicos, sociais e ambientais. A demora favorece a entrada de produtos piratas, que fogem ao controle dos órgãos competentes e põem em risco toda a sociedade", destaca Jacobsen.
A resistência causada pelo uso continuado e longo das mesmas substâncias nas pragas e doenças é outro problema acarretado pela morosidade. "Muitas vezes, quando um produto é liberado no Brasil, ele já está em desuso em outros países. Somos um player importante na produção mundial de algodão e de alimentos. Não podemos por essa posição em risco", conclui o presidente da Abrapa.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abrapa
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15 de Dezembro de 2016
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12 de Dezembro de 2016
Por 14 votos a favor, três abstenções e nenhum voto contrário, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) liberou para comercialização a primeira variedade de soja com tecnologia Xtend, resistente ao herbicida Dicamba, da Monsanto. A deliberação se deu na reunião plenária de número 198, realizada no último dia 8 de dezembro (quinta-feira), no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em Brasília (DF). Outras quatro tecnologias em soja aguardam aprovação, sendo três delas eventos combinados Dicamba, Glifosato e Bt. A Dow e a DuPont também têm processos de soja na CTNBio aguardando liberação.
Para o algodão, não houve novidades pois os processos na fila ainda carecem de pareceres conclusivos. A próxima reunião da CTNBio está agendada para os dias 08 e 09 de fevereiro de 2017. De acordo com o consultor técnico da Abrapa, Edivandro Seron, a Monsanto também tem submetido a tecnologia Xtend combinada (dicamba+glifosato) para algodão. Graças ao pedido de urgência, a expectativa é de que, na próxima reunião da CTNBio, em fevereiro de 2017, entre na pauta de votação a tecnologia GLT da Bayer. A Dow também tem processo de algodão GM, previsto para ser votado somente no segundo semestre de 2017.
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12 de Dezembro de 2016
A trajetória da Abrapa em 17 anos de existência é pontuada por marcos históricos que contribuíram para balizar o desenvolvimento da cotonicultura brasileira e serviram de referência a todo o setor produtivo, redefinindo a própria Associação, hoje mais forte, proativa e influente. O biênio 2015/2016 finaliza com o estabelecimento de novos marcos que hão de orientar os rumos da atividade em um futuro próximo, com avanços significativos nas quatro linhas-mestras de atuação da entidade: qualidade, promoção, rastreabilidade e sustentabilidade.
Dentre os pontos altos da gestão, ressaltamos o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), a construção do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) e a campanha Sou de Algodão, esta última, um primeiro e arrojado passo para a expansão do mercado interno, através do diálogo direto com o consumidor final. Esse trabalho exigiu profunda pesquisa, desenvolvimento conceitual e uma grande dose de arte e criatividade para chegar a um resultado verdadeiramente belo.
Tudo isso é parte das muitas conquistas desse biênio, que desejamos ver lembrado para sempre como o da gestão por resultados. Um panorama de todas as realizações você confere clicando aqui no nosso Relatório de Gestão do biênio 2015/2016.
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08 de Dezembro de 2016
Em uma cerimônia que reuniu mais de 400 pessoas, ontem (7/12) em Brasília, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Abrapa, deu posse aos membros eleitos para os conselhos de Administração e Fiscal da entidade para o biênio 2017/2018. João Carlos Jacobsen, atual presidente, passou o cargo para Arlindo de Azevedo Moura, que assume o comando a partir de 1° de janeiro. A solenidade de posse teve a presença de integrantes de todos os setores da cadeia produtiva do algodão, de instituições diversas, de parlamentares e do Governo, representado no evento pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller.
As perspectivas favoráveis de clima e de mercado para a safra 2017/18 deram o tom de otimismo recorrente nos discursos, que também enfatizaram a necessidade de ajustes e investimentos no âmbito governamental para mitigar gargalos à produção. Em seu pronunciamento, João Carlos Jacobsen Rodrigues elencou as conquistas da entidade no biênio e ressaltou a evolução da Abrapa em 17 anos de existência, nos quais exerceu a presidência por dois mandatos. Segundo Jacobsen, a criação do Instituto Brasileiro do Algodão–IBA proporcionou à Associação um "salto quântico" em sua atuação no desenvolvimento e promoção da cotonicultura brasileira. Criado em 2010, o IBA administra os recursos conquistados pelos cotonicultores como indenização na célebre ação movida pela entidade contra os subsídios americanos no âmbito da OMC.
"Somente nesse último trimestre, conseguimos executar três grandes projetos que vinham sendo gestados há muito tempo, mas que antes não tínhamos condições de implantar: a inauguração do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão-CBRA, um grande passo rumo à total credibilidade do Brasil como uma origem de excelência em qualidade; o programa Standard Brasil HVI–SBHVI, que padroniza e integra, em uma rede, todos os laboratórios de classificação HVI, e a campanha Sou de Algodão, voltada para o consumidor final, que tem como meta incrementar em 5%, em cinco anos, o consumo de algodão no país", disse João Carlos Jacobsen, citando ainda os trabalhos de defesa do setor empreendidos pela Abrapa junto ao Governo, assim como na Câmara e no Senado Federal.
Novo presidente
Arlindo de Azevedo Moura, já exercia a função de vice-presidente na gestão 2015/2016. Em seu discurso, ele destacou a provável retomada de crescimento pela cotonicultura, proporcionada pela diminuição dos estoques mundiais e pelo aumento do consumo do algodão no mundo que, pela primeira vez desde 2009, deverá ser maior que a produção.
"São ventos 'altistas' que sopram a favor do produtor, acenando para a melhoria da remuneração e o crescimento de área em médio prazo, quiçá a partir de 2017/18. Se o mundo precisa consumir mais algodão, e isso tem de ser feito rapidamente, não há dúvida de que estamos no lugar certo para atender a esta demanda", disse Arlindo Moura, que falou também sobre o decréscimo da área plantada de 4% em 2016/17. "Uma redução motivada por uma série de fatores, em especial, pelas dificuldades enfrentadas na região do Matopiba. Em compensação, são boas as estimativas de produção, de 1,5 milhão de toneladas de pluma. Se confirmado, o volume representará um acréscimo de quase 20% se comparado à safra 2015/16", explicou. À frente da Abrapa, Arlindo Moura se comprometeu a dar encaminhamento às demandas empreendidas, a manter e ampliar, sempre que possível, os projetos existentes e a avançar na busca de soluções e atendimento às demandas do setor.
Administrador de empresas e produtor rural, Moura é formado pela Universidade de Ijuí (RS) e pós-graduado em Administração Financeira. Em mais de 35 anos de carreira, atuou em diversas áreas da Administração, Finanças, Controladoria e Comercial. Desde 2013, é diretor presidente da Vanguarda Agro S.A (Terra Santa). Exerceu, por sete anos, o cargo de diretor-presidente da Kepler Weber S.A e foi, por oito anos, diretor do Banco John Deere e diretor financeiro para a América do Sul do Grupo americano John Deere. Moura atuou ainda como diretor-presidente e membro do Conselho de Administração da SLC Agrícola S.A., sendo responsável pela Abertura de Capital da empresa em 2007.
CHAPA ÚNICA – CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E FISCAL DA ABRAPA
BIÊNIO 2017/2018

08.12.2016
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 98881-8064
(77) 98802-0684
www.abrapa.com.br
24 de Abril de 2026
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07 de Dezembro de 2016
A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – Abrapa - inaugurou ontem (6/12), em Brasília, o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA). Trata-se de um laboratório central de verificação e padronização dos processos classificatórios do algodão brasileiro que atuará para garantir a qualidade e a credibilidade dos resultados aferidos nos diversos laboratórios instalados no território nacional. A estrutura é parte do programa Standard Brasil HVI–SBHVI, lançado em outubro último durante o encontro anual da International Cotton Association (ICA), o ICA Trade Event 2016, em Liverpool, Inglaterra.
A precisão e a credibilidade na classificação contribuem para o fortalecimento da imagem do produto brasileiro e favorecem a valorização da commodity. Baseado na tecnologia mais atual e recorrente em todo o mundo, o High Volume Instrument (HVI), o CBRA entra em operação a partir da safra 2016/17.
O objetivo da Abrapa é integrar toda a rede de laboratórios de análise de fibras do Brasil, atualmente formada por 14 unidades que somam 63 máquinas de HVI. Um sistema operacional unificado permite leituras de resultados em tempo real, com análise de desempenho de cada instrumento. Por amostragem, o CBRA analisará aleatoriamente 1% da safra nacional. A tecnologia HVI afere as características intrínsecas e extrínsecas à fibra, que incluem comprimento, resistência, reflectância, uniformidade, dentre outros.
De acordo com o presidente da Abrapa, João Carlos Jacobsen Rodrigues, o CBRA é resultado de quase uma década de trabalho e atende a uma demanda do mercado e dos produtores por processos mais fidedignos e transparentes de classificação.
"Nosso parâmetro é o modelo americano, que é provido pelo USDA, e que confere às suas classificações resultados altamente confiáveis e reconhecidos pelo mercado internacional, o chamado green card do algodão. Aqui, isso será bancado pelos próprios produtores", afirma Jacobsen.
O custo para implantação do CBRA foi de, aproximadamente, R$9 milhões, de um total de cerca de R$50 milhões investidos em todo o Programa de Qualidade. O valor inclui, além da estrutura da Abrapa, os investimentos feitos nos laboratórios pelas associações estaduais. Os recursos são provenientes do Instituto do Algodão Brasileiro – IBA.
Reconhecimento internacional
O próximo passo, segundo o presidente da Abrapa, é buscar a certificação internacional do próprio laboratório. No primeiro ano, a meta da Associação é implantar o sistema de Gestão da Qualidade, baseado na NBR ISO / IEC 17 025. Depois será dado início ao processo de certificação internacional, que é conferida pelo ICA Bremem, FDA–AMS e Dirad-LTC. O ICA Bremem foi uma das instituições que ajudaram a Abrapa a desenvolver o programa Standard Brasil HVI–SBHVI.
O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão está situado em uma área de aproximadamente dois mil metros quadrados, onde futuramente também estará abrigada a sede definitiva da Abrapa e do Instituto Brasileiro do Algodão–IBA. Ele conta com duas máquinas de HVI com capacidade de análise de 800 amostras por dia, cada, e tem capacidade instalada para checar até duas vezes a safra atual de algodão no Brasil, que está em torno de 1,5 milhões toneladas. Todo o ambiente é controlado para garantir as condições de temperatura e umidade ideais para a classificação.
De acordo com o gestor do Programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, o CBRA é um dos pilares do Programa, e tem como missão não apenas "rechecar" os resultados dos laboratórios, como orientá-los a atender aos padrões de qualidade de operação. Outro pilar é o Banco de Dados da Qualidade do Algodão Brasileiro, que detém todas as informações para rastreabilidade da fibra.
"O CBRA elimina qualquer chance de fraude na classificação, dando mais segurança tanto para quem compra o algodão, quanto para o produtor, que vende", afirma Mizoguchui.
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17 de Abril de 2026
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23 de Novembro de 2016
Com o propósito de continuar com a melhoria da qualidade do algodão brasileiro, mantendo o Brasil como o maior fornecedor mundial de algodão sustentável ou Better Cotton (BC) - sistema de produção de algodão com critérios sustentáveis -, o programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), iniciou a fase de diagnóstico no estado da Bahia, com o objetivo de preparar as fazendas, para o processo de certificação – safra 2016/2017. Coordenado em todo território brasileiro pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o programa foi implantado e executado na Bahia pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), e conta com recursos provenientes do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).
Nessa safra, até o momento, cerca de 45 fazendas da Bahia já aderiram ao Programa ABR. Dessas, 50% receberão safra bônus, que é um prêmio dado ao produtor, pela regularidade no programa nas três últimas safras (nesse caso, a certificação ocorre diretamente, sem auditoria). Na última safra, a Bahia passou de 35 fazendas certificadas para 40, representando uma área de cerca 156 mil hectares, que corresponde a 69% da área de algodão na Bahia. Dessas, 38 fizeram a opção pelo licenciamento da Better Cotton Initiative (BCI).
Para o técnico de segurança do trabalho do Grupo Mizote, George Henrique de Jesus, o programa ABR tem colaborado para o aumento das boas práticas nas fazendas. “Cada ano que passa, vimos a importância do programa. São melhorias gradativas que nos colocam em um patamar privilegiado de organização nas áreas social, ambiental e econômica. Alguns detalhes passam despercebidos, daí a importância da orientação que temos recebido”, disse o técnico.
O processo de certificação acontece em seis passos: Convite e Termo de Adesão, Visita de Diagnóstico e Aplicação da Verificação para Diagnóstico da Propriedade (VDP), Plano de Correção das Não Conformidades (PCNC), Implementação do PCNC, Solicitação de auditoria externa e aplicação da lista de Verificação para Certificação da Propriedade (VCP), Resultado da auditoria e Certificação ABR. Após a confirmação da certificação, o produtor deve solicitar a impressão dos selos ABR em gráfica credenciada pela Abrapa, que serão fixados nos fardos produzidos dentro da safra certificada.
O produtor certificado ABR adquire o direito de aplicar o selo nos fardos da respectiva safra. Uma medida diferenciada que identifica o produto para o mercado de algodão, garantindo que ele foi produzido obedecendo aos três pilares da certificação. Se o produtor optou pelo programa BCI, ele recebe também a licença de comercialização da Better Cotton Initiative. O programa inclui o registro do produtor e do produto no sistema Better Cotton Tracer, aberto a todos os membros BCI, inclusive compradores, entre os quais figuram grandes marcas do mercado internacional de confecção e moda.
Três pilares – O ABR possui três pilares que são a base do programa: o social, sendo 100% alinhado com a legislação trabalhista brasileira (CLT), 100% alinhado com a Norma Regulamentadora 31, 100% alinhado com as normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e 0% "zero por cento" em trabalho infantil e trabalho análogo escravo, indigno ou degradante; o ambiental, alicerçado no desempenho ambiental e nas boas práticas agrícolas, tendo como metas prioritárias: cuidar da saúde e fertilidade do solo e manter a biodiversidade no sistema de produção, por meio de medidas eficazes contra a contaminação do meio ambiente e para a proteção de nascentes, cursos e reservas de água, da fauna e da flora e sua biodiversidade. No contexto ambiental, o ABR é também alinhado com o novo Código Florestal Brasileiro e apoia a política oficial de ocupação e uso do solo, que tem por objetivo a manutenção e proteção dos principais biomas; e o econômico, que propõe fazer do algodão sustentável uma opção mais rentável para o produtor, além de ganhos para a comunidade, gerando emprego e renda. Nesse sentido, as boas práticas sociais e ambientais vinculadas à certificação devem trazer em sua essência ganhos que promovam a consolidação e a prosperidade do negócio.
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
21 de Novembro de 2016
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, na última quinta (17), mais uma reunião do Fórum das lideranças do Agro. Dentre os assuntos tratados, houve destaque para a discussão de mecanismos visando possibilitar que os produtores rurais possam captar recursos no exterior, através da adequação dos títulos do agronegócio, como por exemplo o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e a Cédula do Produtor Rural (CPR) referenciada em dólar. A Abrapa apresentou uma síntese das demandas do setor junto ao governo, destacando os ajustes necessários para que o produtor possa acessar os recursos internacionais, garantindo as operações com os títulos em questão.
O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, esteve presente no encontro e mencionou o que o Governo Federal constituiu um grupo de trabalho para propor mudanças na legislação trabalhista atual, e deixou as lideranças do setor bastante satisfeitas com a expectativa de poderem contar com uma legislação condizente com a realidade do campo. O diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, informou ao conselho que a proposta de uma nova regulação do assunto também recebeu o apoio da Casa Civil da Presidência da República, em um encontro organizado na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) com o ministro chefe, Eliseu Padilha. "O momento é propício para levar um projeto bem formatado para o governo e a Abrapa vai trabalhar junto com a CNA e as outras associações para isso", garantiu Portocarrero.
24 de Abril de 2026
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