CBA conquista o Prêmio Caio pela segunda vez
16 de Dezembro de 2020
16 de Dezembro de 2020
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
16 de Dezembro de 2020
A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o Grupo Associado de Agricultura Sustentável (Gaas), a Aprosoja Brasil e a CNA divulgaram, nesta quarta-feira (16), um comunicado aberto à sociedade e ao mercado, em defesa da produção "on farm" dos chamados bioinsumos. Esta classe de defensivos agrícolas naturais é aceitável, inclusive, na agricultura orgânica, e representa alternativas a mais para fortalecer o manejo integrado de pragas implementado pelos produtores agrícolas, além de uma possibilidade de redução de custos com produtos químicos. A carta é um manifesto contra notícias falaciosas acerca da fabricação de bioinsumos pelos próprios agricultores e a necessidade de registro para a liberação. Veja no link o documento na íntegra.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
16 de Dezembro de 2020
O consumo industrial de algodão no Brasil, estimado para a próxima safra em 720 mil toneladas, em um momento em que a expectativa dos cotonicultores brasileiros é de retração de área da ordem de 16%, deu o tom de otimismo na última das quatro reuniões anuais da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O encontro aconteceu, virtualmente, na manhã desta quarta-feira (16), com representantes dos diversos elos das cadeias de produção de algodão e da indústria, além do Governo, entidades de pesquisa, dentre outros. Mais de 60 pessoas participaram da videoconferência. A câmara é presidida pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).
O volume anunciado pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel, supera em muito o trabalhado pelos setores, nos últimos meses. Segundo ele, ainda há defasagem de preços, mas o cenário para 2021 é promissor. "O passado, realmente, passou. Agora é hora de olhar o momento atual e para a perspectiva do futuro, porque tivemos entre 90 e 100 dias de paralisação dos negócios. Com essa estimativa de consumo, certamente, vamos recompor postos de trabalho e recuperar as perdas em 2021", afirmou. A alavanca desta recuperação, segundo a Abit, foi a injeção de recursos na economia, com o auxílio emergencial, implementado por conta da pandemia da Covid-19.
O presidente da Abrapa, Milton Garbugio, que comandou a câmara nos últimos dois anos, celebrou a informação. "Trata-se de uma grande recuperação, diante de tantos problemas enfrentados pela cultura neste ano de 2020. Isso anima os produtores para 2021", disse. "Em função desse ano atípico, nossas 10 associadas apresentaram uma redução, em média, de 16% na previsão de área plantada e de 17% na produção de algodão. Mas essa perspectiva de aumento do consumo industrial da pluma indica que, em mais uma safra, podemos retornar aos patamares normais de área e produção", pontuou Garbugio.
Para a safra 2020/2021, a expectativa da câmara, que também é composta por representantes de cada uma das dez associações estaduais da Abrapa, é de 1,35 milhão de hectares plantados com a cultura, com produção em torno de 2,4 milhões de toneladas. Até o momento, a produtividade média esperada é de 1.770 quilos de pluma por hectare.
Exportações
No âmbito do mercado internacional, o diretor da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea), Miguel Faus, destacou que, nesta safra, foram exportadas 920 mil toneladas até o final de novembro, mês de recorde histórico. Foram 330 mil toneladas, para a China, Vietnã, Indonésia, Turquia e Paquistão. "Seguindo neste ritmo, a previsão que temos, na Anea, é exportar, neste ciclo, cerca de 2,2 milhões até junho do ano que vem, mantendo o fortalecimento das exportações para este mês de dezembro", avaliou. De acordo com Faus, os preços já estão "um pouco acima dos praticados antes da pandemia. Isso foi possível, graças à abertura dos mercados, com a reativação da economia e um aumento do consumo como um todo", disse o diretor da Anea.
Sobre o Projeto Cotton Brazil – iniciativa de promoção internacional que reúne Abrapa, Apex, com apoio da Anea – lançado oficialmente no dia 8 de dezembro, o diretor avaliou positivamente a repercussão das ações junto ao mercado asiático. "É importante falar para o mundo o quanto sabemos trabalhar com profissionalismo e objetividade, porque o nosso cliente quer ver precisão e consistência no projeto e no produto", afirmou Faus, lembrando que, na segunda fase, o Cotton Brazil realizará eventos específicos para cada um dos nove mercados de destino na Ásia.
Defensivos Prioritários
Outro ponto de destaque da reunião foram os resultados positivos alcançados no registro de produtos prioritários para proteção das lavouras de algodão. Novos registros de defensivos são um dos mais importantes focos de atenção da Abrapa, uma vez que, com mais produtos no mercado, aumenta a competição entre os fornecedores desses insumos, que representam cerca de 40% do custo total na produção do algodão. Segundo informado, ao longo dos últimos anos, foram aprovados 62 produtos prioritários para a cultura do algodão.
"Apesar disso, o tempo de registro de uma nova molécula para o Brasil é longo, em torno de oito anos para liberação, o que coloca a cotonicultura brasileira em desvantagem em relação a outros países do continente americano e europeu", explicou o consultor técnico da Abrapa, Edvandro Seron.
Também participaram da reunião, a diretora substituta do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária (Diagro), da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação (SDI) do Ministério da Agricultura (MAPA), Sibele Silva, e o Chefe Geral da Embrapa Algodão, Alderi Araújo.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
14 de Dezembro de 2020
A revista inglesa Cotton Outlook, a maior e mais respeitada publicação jornalística sobre algodão do mundo, lançou nesta segunda-feira (14) uma edição especial, realizada em parceria com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), em celebração aos 20 anos desta. A Abrapa foi convidada a participar, com três artigos especiais. O primeiro deles, assinado pelo presidente Milton Garbugio, fala sobre a história da retomada do cultivo da fibra no país, após os anos 2000, e a longa estrada dos três milhões de toneladas. O segundo trata do grande diferencial de sustentabilidade do algodão brasileiro, que foi a base desta história de sucesso. Por último, mas, definitivamente, não menos importante, o papel da pesquisa e do desenvolvimento científico para que o algodão brasileiro alcançasse uma das maiores produtividades do planeta, e a liderança neste índice em lavouras em regime de sequeiro. Clique no link e acesse as edições em português e em inglês.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
11 de Dezembro de 2020
A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, uma entidade que congrega 99% dos cotonicultores Brasileiros, assim como as suas dez associações estaduais, unem-se à Aprosoja, à Fiesp e a outras instituições representantes do agro no repúdio à decisão do Governo de São Paulo de taxar, através de decreto, as operações internas em 4,14% de ICMS, e elevar a carga tributária para o trânsito interestadual de produtos. Esta medida prejudicará não apenas ao estado de São Paulo, mas a todas as outras unidades da federação, e ocorre justamente quando, mais do que nunca, o setor que produz alimentos e fibras têxteis naturais se mostra essencial para economia brasileira e crucial para o enfrentamento desta grande crise sanitária. Compartilhamos a carta aberta publicada pela Aprosoja, associação intimamente ligado ao setor cotonícola, uma vez que todo cotonicultor é também produtor de soja.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
09 de Dezembro de 2020
Qualidade, rastreabilidade e sustentabilidade. Sim, o algodão do Brasil tem tudo isso e muito mais, e, por isso, promoção é importante. Para mostrar ao mundo, em especial, aos consumidores da indústria asiática, os diferenciais da pluma brasileira, a Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), lançaram, na noite desta terça-feira (08), em evento virtual, o Projeto Cotton Brazil. O objetivo maior é colocar o país no topo do ranking da exportação mundial de algodão até 2030, e a Ásia é um continente estratégico, que representa mais de 80% do destino da produção brasileira de algodão.
A partir de agora, a marca Cotton Brazil será trabalhada em nove países asiáticos para desenvolvimento de novos negócios. A iniciativa aproxima ainda mais a oferta e a demanda, com a presença física de um representante dos produtores naquele mercado, num escritório de representação da Abrapa na cidade de Singapura. A "presença" virtual também será importante para os resultados que se pretendem alcançar. Por isso foi desenvolvida a plataforma cottonbrazil.com, traduzida para os idiomas da China, Bangladesh, Vietnã, Turquia, Paquistão, Indonésia, Índia, Tailândia e Coreia do Sul.
Nas últimas três safras, o Brasil dobrou a produção de algodão, mantendo, praticamente, a mesma área; ocupou o quarto lugar como maior produtor da fibra no mundo, e conquistou o posto de segundo maior exportador. "São marcas muito importantes, para nós que, há pouco mais de 20 anos, éramos o segundo maior importador mundial de algodão", destacou o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, durante a abertura do evento, acompanhado pelo atual vice-presidente, Júlio Cézar Busato, que estará à frente da entidade no próximo biênio. "Temos um produto de melhor qualidade. Só precisamos mostrar ao mundo. E, para isso, vamos realizar um grande trabalho de posicionamento de imagem, junto aos principais mercados. Não será fácil, mas já demos o primeiro passo rumo ao que eu chamo de uma nova fase do algodão brasileiro", disse Busato.
Na avaliação do Diretor de Relações Internacionais da Abrapa, Marcelo Duarte, o Brasil deve fortalecer sua colocação no mercado global da commodity. "Nossa tarefa, agora, é consolidar uma marca para unificar a narrativa da qualidade do algodão brasileiro. Queremos aumentar nossas exportações e valorizar do nosso produto", enfatizou Duarte, destacando que, entre desafios e oportunidades, a Abrapa utilizou três motivações para criar o Projeto Cotton Brazil: o algodão brasileiro já é exportado para mais de 50 países e, somente no mês passado, 333 mil toneladas foram embarcadas; o fato de que o Brasil fornece a pluma durante todo o ano e, por fim, a constatação de que, nem sempre, os mercados reconhecem os diferenciais do algodão brasileiro.
Excelência
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, parabenizou a Abrapa, pela criação de um programa estruturado de posicionamento do algodão brasileiro no exterior. "Mostrar o que é a excelência dessa cadeia produtiva para o mundo todo, com suas qualificações e capacidade técnica, com qualidade e gerando emprego, é um grande desafio. Mas tenho certeza que será um sucesso", comemorou a ministra, seguida pelo CEO da Better Cotton Iniciative (BCI), Alan McClay. "A Abrapa tem sido um dos parceiros mais dinâmicos, e se tornou o maior produtor Better Cotton no mundo. Desde o início de sua atuação, em 2010, vem liderando a implementação dos padrões BCI no Brasil para, posteriormente, alinhar tudo isso ao padrão ABR, o que possibilitou um aumento de volume disponível no mercado e a ampliação de perspectivas para os produtores", pontuou McClay, lembrando que, na safra 2018/2019, o Brasil produziu mais de dois milhões de toneladas de algodão Better Cotton, um crescimento de 34% e um volume, equivalente a 36% da pluma Better Cotton no globo. Em todo o país, 75% da produção é licenciada pela BCI.
Eco friendly
A capacidade de produção em sequeiro, os estudos para diminuir o uso de pesticidas, as alternativas biológicas e as ações para promoção do controle de pragas também foram destacadas pelos participantes durante o evento virtual, dentre eles, pelo diretor de Negócios da Apex-Brasil, Augusto Pestana. "Podemos garantir a disponibilidade de mais algodão sustentável no mundo, apresentando nosso potencial e competitividade para os mercados mais exigentes, tendo ainda o reconhecimento da qualidade do nosso produto. Vamos continuar unindo esforços para o êxito nesse projeto", destacou Pestana.
"Precisamos expandir as oportunidades de negócios, porque estamos entre as 40 maiores economias do mundo. O Brasil está crescendo e precisamos que este crescimento venha acompanhado do fortalecimento e, principalmente, de reposicionamento de imagem, sobretudo, a da qualidade percebida. Nosso algodão é tão bom quanto o americano e não difere muito em qualidade do australiano. Mas, na percepção de mercado, eles ganham de nós, e, a partir de agora, vamos mudar isso", ponderou o presidente da Anea, Henrique Snitcovski.
Etapas e estratégias
Com o slogan "Crescendo para um futuro melhor", a primeira etapa do Cotton Brazil incluiu planejar uma marca que pudesse agregar mais valor ao produto brasileiro, fazendo a própria cadeia entender a percepção do mercado sobre a pluma, e verificar a distância entre esta percepção e a realidade. Assim, a marca Cotton Brazil teve sua identidade visual similar à do movimento "Sou de Algodão", iniciativa voltada ao mercado nacional, mostrando a sinergia de comunicação.
O projeto prevê eventos técnicos e de marketing, os chamados Cotton Brazil Days, em cada um dos nove países, em seus respectivos idiomas. Haverá ações em redes sociais, uma plataforma de Business Intelligence, missões Compradores e Vendedores, pesquisas de mercado, além do desenvolvimento de parcerias estratégicas, como as já estabelecidas com a Federação Internacional da Indústria Têxtil Chinesa (ITMF) e do Conselho Chinês da Indústria Têxtil e de Vestuário (CNTAC). "Em tempos desafiadores, é uma ótima ideia celebrar o progresso e olhar com confiança para o futuro. Fico feliz em constatar que os cotonicultores brasileiros têm buscado melhorias contínuas no plantio, na colheita e no beneficiamento do algodão, nos últimos anos", afirmou o presidente da ITMF, Ruizhe Sun.
Pioneirismo
Outra grande realização do projeto foi a abertura do escritório comercial em Singapura, local estrategicamente escolhido para atender aos principais países da Ásia que comercializam o algodão brasileiro. A Abrapa é a primeira entidade privada de agronegócio brasileiro a se instalar na região. A interlocução direta entre os parceiros do Cotton Brazil com o Ministério das Relações Exteriores rendeu a participação efetiva de todas as embaixadas do Brasil na Ásia e o Ministério da Agricultura, por meio dos adidos agrícolas, potencializou a primeira rodada de apresentação do projeto para os nove países prioritários. "A relação estreita entre o setor privado, o Itamarati, o Mapa e a Apex-Brasil conseguiu reunir diversas entidades em prol da cotonicultura do país e isso me orgulha muito. O algodão é um caso de sucesso no Brasil e o mais impressionante é sua evolução recente, em 2019/2020, chegando a mais de 2 bilhões de dólares exportados, justamente num período de dificuldades em função da pandemia, o que revela a capacidade do setor", enfatizou o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
A convicção de todos os participantes, após o lançamento do Cotton Brazil, é a de que foi iniciada uma nova fase desafiadora para o algodão brasileiro. "O caminho será de muitas lições e aprendizados, mas recompensará o setor pela visão de estar presente no centro do maior e mais pujante mercado, o asiático. Vamos projetar o Brasil pelo mundo através do algodão", finalizou o presidente da Abrapa, Milton Garbugio.
09.12.2020
Imprensa Abrapa
Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
(71) 98881-8064
Ivana Ramacioti – Assessora Assistente
(71) 98836-0313
www.abrapa.com.br
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
09 de Dezembro de 2020
Iniciativa criada pela Abrapa alcançou 390 marcas que utilizam a fibra natural em 70% ou mais na composição de cada peça
Lançado em 2016, o Movimento Sou de Algodão, que visa estimular o consumo da matéria-prima na indústria da moda e promover o consumo consciente, engajou entre setembro e novembro deste ano um total de 79 novos parceiros, chegando à marca de 390 empresas que acreditam na iniciativa. As marcas Lez a Lez, do grupo Lunelli, Made By You e Linhas Círculo, são alguns dos destaques do mês que valorizam o #produzidonobrasil e trabalham com fibras que estão de acordo com o princípio da sustentabilidade.
"Chegar à marca de 390 parceiros em um ano que o mundo parou por conta de uma pandemia é uma grande vitória para o Movimento Sou de Algodão. Quem está aderindo ao nosso trabalho é quem busca criar um futuro mais consciente e responsável. Nossa fibra é exemplo para o mundo e o engajamento dessas marcas reforça a potência do algodão brasileiro", afirma Milton Garbugio, produtor e presidente da Associação Brasileira dos Produtos de Algodão (Abrapa).
Presente em diversos segmentos, da decoração à moda, o algodão traz uma série de vantagens para o público. Além disso, por se tratar de uma matéria-prima natural, resulta em tecidos extremamente confortáveis, mais versáteis e resistentes, carregando propriedades que conversam com os desejos de moda mais conscientes do consumidor atual.
Em comum, todas essas marcas trabalham seguindo os valores defendidos pelo Movimento Sou de Algodão, e não apenas no discurso, mas na prática diária. É necessário valorizar empresas que tenham a sustentabilidade como valor inegociável, ou seja, quem produz com respeito à natureza, aos trabalhadores e aos consumidores.
"A parceria é uma troca: as marcas fortalecem o Movimento, contribuindo com a sua divulgação, e o Movimento fortalece as marcas, mostrando aos consumidores que ele está comprando um produto natural, confortável e leve, que colabora para uma jornada do produto ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente responsável", afirma.
Entre as marcas que aderiram ao Movimento Sou de Algodão no último bimestre destacam-se:
Homewear
Ni Na Store; Por Mim Pijamas.
Moda Masculina
3R Básico; Acesso Rouparia Escolar; Bad Horse; Braúna; Burg Company; Camisaria Sótão; Catucci Denim; Da Vinci Print; Enila Brand; Fico Surfwear; Funny T-Shirts; Hangar 33; Holyness Clothing; Jana Jô; Joe Remo; Krucata; Motiro; Owsty Company; Terruá.
Moda Feminina
3 Jolie; Atômica Jeans; Blu; Carlota Store; Conterre; Dolce Me; Ecolife Jeans; Estudio Traça; Fabiana Ferrer; Francesca Loungewear; Lez a Lez; Lunender; Motiro; Nadruz; NB Store; Reptília; Stolfo Denim.
Moda Íntima
Donníssima; Libertari.
Moda Infantil e Juvenil
12 Gomos; Alakazoo; Artigo Kids; Astrodino; Baby Gu; BB Atemporal; BGR; Boca Grande; Chico Bolacha; Chilique da Mamãe; Davini; Glinny; Magia Doce; Mini Roupinea; Moda Neném; Nous Baby; Petit Filippa; Tepee; ZAM Baby Store; Zigalu.
Serviço
Ateliê Xibé
Acessório e Artesanato
Ana Entrelinhas Ateliê; Bossa Dream; Dona Velita; Jhully Saboaria; Paloma Bragança; Retalho Carioca; Salsa.
Fiação
Cocamar; Linhas Círculo; Tramo.
Moda Casa e Decoração
Lavive; Muug; Pui Kids; Reveste Design.
Tecelagem
Renauxview; Teray Têxtil.
Malharia
Lunelli Têxtil.
Sobre Sou de Algodão
É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialoga com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 36% de toda a produção mundial de algodão sustentável.
Siga Sou de Algodão:
Site: www.soudealgodao.com.br
Facebook: soudealgodao
Instagram: @soudealgodao
Youtube: Sou de Algodão
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
08 de Dezembro de 2020
O biênio 2019/2020, que celebrou os 20 anos da retomada da cotonicultura do Brasil, que coincidem com a fundação da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com a conquista do segundo lugar no pódio dos maiores exportadores mundiais, e com uma safra recorde de três milhões de toneladas, foi também o da pandemia da Covid-19, da redução do consumo mundial da pluma de 26 milhões para 24 milhões de toneladas, e da preocupação com a falta de chuvas, às vésperas do plantio da safra 2020/2021. Estes foram alguns dos destaques na coletiva de imprensa da Abrapa, realizada virtualmente, nesta terça-feira (08/12), para marcar o final da gestão da diretoria presidida por Milton Garbugio (MT), e o início da nova administração, em janeiro, liderada por Júlio Cézar Busato (BA).
"Foi um biênio de grandes conquistas. Consolidamos o nosso movimento Sou de Algodão, que hoje já congrega 400 marcas parceiras, e abrimos o nosso escritório de representação em Singapura, como parte de uma ação estratégica de marketing internacional, em parceria com a Apex-Brasil, o projeto Cotton Brazil. Nos posicionamos como o maior produtor mundial de fibra licenciada pela BCI, com 36% de participação no montante global, e ainda estendemos o nosso programa Algodão Brasileiro Responsável – ABR– para as Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA), o elo que faltava para tornar potencialmente possível rastrear uma peça de roupa, desde o ponto de venda até a lavoura", enumera Milton Garbugio.
Na linha mais técnica, Garbugio celebrou também o maior índice de confiabilidade alcançado pelo programa Standard Brasil HVI – SBRHVI–, que parametrizou e padronizou as análises de algodão por instrumentos, o que considera um fator decisivo para a credibilidade e fortalecimento de imagem do algodão brasileiro ante o mercado. "Todas estas entregas são uma continuidade dentro do conceito maior, que fundamenta a Abrapa desde a sua criação, e que dividimos em quatro compromissos: qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade e promoção", explica.
Covid-19 X Safra 2019/2020
De acordo com Milton Garbugio, os efeitos da pandemia na cotonicultura brasileira serão mais sentidos na próxima safra, que começa a ser plantada em dezembro. "Nossas lavouras já estavam instaladas e a cultura, em desenvolvimento, não havendo consequências para a atividade produtiva no período.
"Após a colheita, os efeitos da Covid-19 ficaram notáveis, principalmente, no escoamento da safra para o mercado externo. Isso porque a queda no consumo no ponto de venda, em todo o mundo, teve impacto na indústria internacional, majoritariamente concentrada na Ásia. Houve casos de grandes marcas quebrando contratos com as indústrias, e, muitas destas, postergando a compra de insumos como o algodão. Por conta disso, os embarques foram alongados, o que, em uma situação de super safra, gera estoques de passagem maiores deste para o próximo ano. Ainda assim, batemos vários recordes de exportação", rememora Garbugio.
O presidente ressaltou que, dos quase três milhões de toneladas produzidos, em torno de 550 mil toneladas ficam no país para abastecer a indústria nacional, e o restante é exportado. O país plantou 1,6 milhão de hectares de algodão, na safra 2019/2020, com produtividade de 1,8 mil quilos de pluma por hectare.
Perspectivas 2021
Os números para a safra 2020/2021 ainda são preliminares, mas estarão consolidados na próxima reunião da Câmara Setorial do Algodão e Derivados, no próximo dia 16 de dezembro. O atraso nas chuvas no início da safra de soja, principalmente, no estado do Mato Grosso, é um fator de preocupação. "Isso porque 90% do algodão no Mato Grosso é de segunda safra. Ele é plantado simultaneamente à colheita da soja. O atraso no plantio da oleaginosa comprime a janela do algodão Mato Grosso. Apesar desse déficit de chuva no começo do ciclo, as previsões para este ano são de clima favorável, durante o desenvolvimento das lavouras, para a região Centro Norte do Brasil e ainda duvidosas para a Centro Sul, pela influência do fenômeno meteorológico la niña.", afirmou.
Desafios da gestão 2020/2021
De acordo com Júlio Busato, apesar do impacto de uma pandemia inédita ter obrigado o setor a rever planos e ajustar operações, a gestão 2019/2020 teve o mérito de avançar em vários aspectos e entregar números relevantes e projetos inovadores. "Dar continuidade ao trabalho da diretoria que nos antecedeu, e, se possível, ir além será um desafio e tanto", afirmou.
Qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade e promoção do algodão brasileiro, segundo Busato, continuarão sendo o foco, "para fortalecer a credibilidade da fibra nacional, o que vai nos permitir conquistar e manter mercados, principalmente, lá fora", disse. Júlio Busato cita o projeto Cotton Brazil e o movimento Sou de Algodão como cruciais nesta missão. "Interna e externamente, nossa missão é mostrar para cada vez mais pessoas como produzimos, quem somos, o que pensamos e fazemos, transformando o know how, que adquirimos ao longo desses 20 anos, em valor para a nossa pluma", concluiu.
Mini Bio
Júlio Cézar Busato nasceu em Casca, no Rio Grande do Sul, há 59 anos. É descendente de uma longa linhagem de agricultores, o que inspirou sua formação de Engenheiro Agronômo, graduado pela Universidade de Passo Fundo/RS. Em 1987, mudou-se para a Bahia onde, com a família, fundou a Fazenda Busato/Grupo Busato, que produz, além do algodão, soja e milho, nos municípios de São Desidério, Serra do Ramalho e Jaborandi. É uma liderança de classe atuante e reconhecida no Brasil: foi presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), do Programa de Desenvolvimento do Agronegócio (Prodeagro) e do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro). Desde 2011, quando começou a se dedicar à representação de classe, teve e tem assento em diversos fóruns, conselhos e câmaras do setor agrícola. Dentre estes, foi vice-presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), preside a Câmara Temática de Insumos Agropecuários (CTIA/Mapa), e, a partir de 01 de janeiro de 2021, presidirá a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), da qual é vice-presidente, para o biênio 2021/2022.
Um resumo dos principais números e programas da Abrapa podem ser conferidos na apresentação, em anexo.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
04 de Dezembro de 2020
ALGODÃO PELO MUNDO #47
Algodão em NY - Preocupação com a oferta de algodão devido a problemas climáticos e forte demanda chinesa dão suporte aos preços. O contrato mar/21, após um período de altas, fechou nesta Quinta em 71,11 U$c/lp, com queda de 0,8% na semana.
Altistas 1 - O recorde histórico de exportações de algodão brasileiro em um mês foi batido em Novembro/20. De acordo com o Ministério da Economia, os embarques da pluma atingiram 333,29 mil toneladas, gerando mais de R$ 500 milhões em receitas no mês.
Altistas 2 - No acumulado, o Brasil já exportou 842 mil toneladas esta safra (Ago-Out), 12% a mais que o mesmo período do ano passado.
Baixistas - O aumento dos casos de COVID-19 nos EUA e Europa causa preocupações. Além disso, há ainda incertezas acerca da disponibilidade e distribuição de vacinas com constantes mudanças na previsão de vacinações.
China - Em mais um desdobramento da guerra comercial EUA-China, o governo americano disse na quarta-feira que irá mesmo banir importação de todos os produtos de algodão feitos pelo Corpo de Produção e Construção de Xinjiang (XPCC), citando preocupações de que a organização militar do noroeste da China seja responsável pelo uso generalizado de trabalho forçado.
China 2 - O XPCC é responsável por cerca de um terço da produção de algodão da China. Especialistas da indústria têxtil acreditam que esta situação poderá inviabilizar as exportações de produtos têxteis da China para os EUA (2º maior importador do mundo, atrás da UE), devido à complexidade da segregação de matérias primas na indústria.
Colheita – A colheita evoluiu de 77% na semana passada para 84% esta semana, contra média de 5 anos de 79%.
Oferta e Demanda - O ICAC divulgou seu relatório mensal de oferta e demanda global de algodão esta semana. Apesar do órgão ter reduzido suas projeções de oferta e diminuído os estoques iniciais 2020/21, os estoques finais 2020/21 foram projetados em 89,2%, número muito próximo do divulgado pelo USDA.
Cotton Brazil – A Abrapa será co-realizadora do evento 2020 COTTON OUTLOOK FORUM, em Qingdao, China. Este será o primeiro evento oficial após o lançamento do Cotton Brazil e conta com o apoio da Embaixada do Brasil na China e de dois grandes parceiros no país: a China National Cotton Exchange (CNCE) e a Beijing Cotton Outlook (BCO).
Cotton Brazil 2 – Finalizando a série de reuniões virtuais promovidas pela Abrapa, Anea e Apex Brasil com embaixadas brasileiras na Ásia, as entidades se reuniram esta semana para apresentar o projeto Cotton Brazil a diplomatas do Brasil na Turquia. Participaram da reunião virtual o Embaixador do Brasil na Turquia Carlos Ceglia, a Embaixadora do Brasil em Singapura, Eugênia Barthelmess, além de diplomatas e lideranças do setor.
Agenda 1 - No dia 08/12 (terça-feira), às 19h30 (Brasília), ocorrerá o evento virtual de lançamento oficial do Cotton Brazil, uma parceria Abrapa, Anea e Apex Brasil. O Cotton Brazil é um projeto que pretende tornar o Brasil líder global nas exportações de algodão.
Agenda 2 - Na próxima quarta-feira (09/12) a Abrapa irá divulgar novas estimativas para a safra 2020/21 durante a reunião da Câmara Setorial de Algodão do Ministério da Agricultura.
Agenda 3 - No dia 10/12 (quinta) o USDA divulga seu último relatório mensal de oferta e demanda.
Beneficiamento - A Abrapa informou o progresso do beneficiamento da safra 2019/20 de algodão no Brasil até ontem: Mato Grosso: 91%; Bahia: 97%; Goiás: 95%; Minas Gerais: 97%; Mato Grosso do Sul: 100%; Maranhão: 65%; Piauí: 100%; São Paulo: 100%; Tocantins: 97% e Paraná: 100%. Média Brasil: 92% beneficiado
Preços - A tabela abaixo ⬇ mostra os últimos movimentos de preços, índices e câmbio que impactam o mercado de algodão.

17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
01 de Dezembro de 2020
Em um ano marcado pelo imponderável de uma pandemia, com comércios e serviços fechando ou operando em regime especial, desde março, o crescimento de 5,6% no mercado de fertilizantes no Brasil comprova o que, nos campos do país, já se dizia há tempos: o agro não parou. Ao contrário, seguiu em ritmo crescente, aditivado pelo câmbio e pelos altos patamares de preços da commodities agrícolas, como soja e milho. Mesmo o algodão, cultivo cuja cadeia produtiva sofreu grande impacto negativo, com o fechamento das lojas, sinala positivamente para 2021, graças a estes dois fatores, que favorecem a rentabilidade do produtor. Estas conclusões – além de debates sobre tendências de mercado, inovação, com a entrada dos bioinsumos e novas tecnologias – pontuaram a 106ª reunião da Câmara Temática dos Insumos Agropecuários (CTIA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada virtualmente na tarde desta segunda-feira (30/11).
O encontro reuniu cerca de 30 participantes, dentre produtores, Governo, representantes do setor de fertilizantes, máquinas e defensivos, sendo o último encontro do calendário da câmara, neste ano de 2020. A CTIA é presidida, atualmente, pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).
Embora o Brasil seja um dos maiores fornecedores globais de alimentos e fibras têxteis naturais, cerca de 80% dos insumos que utiliza em sua agricultura são importados, desde máquinas e fertilizantes, até os defensivos. Em defensivos, o país representa 20% do mercado global, e o setor movimentou, em 2019, US$12,4 bilhões. O alto custo destes insumos faz com que os agricultores persigam cada vez mais fortemente a boa performance em produtividade, fator definitivo para a competitividade da agricultura brasileira – tropical e mais suscetível ao ataque de pragas, além de não subsidiada – em confronto com os concorrentes pelo mercado.
Para o presidente da CTIA, e vice-presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, na busca pela alta produtividade, o agricultor brasileiro usa toda a tecnologia disponível "e até aquelas que ainda nem foram criadas". Ele exemplifica o avanço do país neste quesito, comparando o valor da cesta básica no Brasil nos anos de 1970 e atualmente. "Naquela época, a alimentação representava 45% do destino da renda das famílias. Hoje, este custo é de 14%. Só chegamos a este nível com tecnologia e com o aperfeiçoamento do trabalho dos agricultores em seus sistemas produtivos", disse Busato.
Inovação
As novas tecnologias dominaram boa parte das discussões na reunião, com foco para os bioinsumos – como bactérias, vírus, fungos e nematoides – que vêm ganhando espaço no manejo integrado de pragas e doenças do agro no Brasil. A Embrapa tem hoje cerca de 500 pesquisadores dedicados ao tema, que, segundo o representante da instituição, Ivan Cruz, "é uma realidade mundial". No portfólio da entidade, estão produtos para controle biológico, promotores de crescimento e bioativos. Muitas das biofábricas funcionam on farm, e a organização do setor, assim como a possível concentração dos biológicos nas mãos das multinacionais, que já dominam o mercado dos químicos, também estiveram em debate. Luís Eduardo Pacifice Rangel, diretor de Prospecção do Mapa, enfatizou o Programa Nacional de Bioinsumos, lançado pelo Ministério em maio deste ano, para aproveitar a grande biodiversidade brasileira ajudando o país a reduzir a dependência externa pelos insumos tradicionais.
Sobre as tendências para 2021, a expectativa apresentada pelas cadeias produtivas presentes foi de manutenção no crescimento de consumo, de adimplência do produtor, e de intenção de investimentos em máquinas, equipamentos, infraestrutura e recursos humanos para os próximos 12 meses. Os dados são da pesquisa apresentada pela Associação Brasileira da Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo). De acordo com o representante da entidade, Carlos Florence, "apesar da leve queda de 2% no indicador de vendas, 83% das respostas foram otimistas, contra 6% pessimistas e 11% neutras", revelou.
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026