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Sou de Algodão tem lugar de destaque no Clube da Fibra 2017

26 de Maio de 2017

Cada vez mais atenta ao papel do consumidor na cadeia produtiva do agronegócio, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) enfatizou o movimento Sou de Algodão em um dos mais tradicionais eventos da cotonicultura do Brasil, o Clube da Fibra, promovido pela empresa FMC Agrícola, de 24 a 26 de maio, no Rio de Janeiro. Dois dos personagens mais emblemáticos da campanha, a estilista Martha Medeiros e o criador e fundador do São Paulo Fashion Week, Paulo Borges, participaram da programação do evento, falando sobre agregação de valor, sustentabilidade e a importância da fibra na indústria da moda no Brasil.


Os dois convidados são personalidades da moda, reconhecidos nacional e internacionalmente, e, no movimento Sou de Algodão, atuam como "embaixadores". O movimento foi lançado em outubro de 2016, durante o São Paulo Fashion Week, como uma iniciativa da Abrapa de incentivo ao consumo de algodão no mercado interno. Ele é pautado no esclarecimento dos players de moda e do público consumidor e no enaltecimento das vantagens do algodão como matéria-prima.


"O Clube da Fibra é um evento especial para a Abrapa, pois foi numa das suas edições que se formou o gérmen da nossa instituição. Aqui a Abrapa nasceu, há 18 anos. O Sou de Algodão é uma mostra da maturidade da associação e do quanto pudemos expandir o nosso alcance. Falar sobre ele no Clube da Fibra nos deixa muito felizes", afirma o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.


Ética e estética


Paulo Borges participou do painel da Abrapa, intitulado "Sou de Algodão: da prateleira ao campo", com mediação do presidente Arlindo Moura e participação do vice-presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), Henrique Snitcovski, e do presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), Rafael Cervone.


Segundo Borges, o  movimento Sou de Algodão é um fator de aproximação entre os elos da cadeia da fibra, que só será, de fato, produtiva se estiver em sintonia. "Uma cadeia de elos desatados é uma cadeia improdutiva. O Sou de Algodão tem um enorme desafio de transformar culturas, através da educação e do conhecimento. Isso tem um caráter estético e ético, também", afirma, dando ênfase à geração de riquezas e à sustentabilidade da cadeia. Para ele, as distâncias a serem encurtadas entre o produtor e o consumidor são "mais imaginárias que reais".


Renda


Para a estilista alagoana Martha Medeiros, cujo nome, assim como o de Borges, está fortemente ligado ao movimento Sou de Algodão, a palavra "renda" tem múltiplos significados. Tanto é o artesanato tradicional produzido com fios de algodão, que caracterizam a sua marca e fazem parte da sua vida desde a infância, quanto o resultado do poder transformador da arte na vida de, aproximadamente, 450 mulheres beneficiadas pelo projeto social Olhar do Sertão, do Instituto Martha Medeiros. Em sua apresentação hoje pela manhã, no Clube da Fibra, a estilista falou sobre agregar valor à matéria-prima e à própria produção.


"O segredo é transformar uma coisa simples em espetacular e fazer o público entender isso", explica. Segundo Martha, era um sonho antigo seu, entender mais sobre a produção de algodão. "Ele faz parte da minha vida, como a renda, que está em todo o meu trabalho. O movimento é muito oportuno. Esse é o momento de valorizar o que é nosso; de mostrar de onde as coisas vêm. Há uma frase fantástica que diz que 'o futuro tem um coração antigo'. A tradição é o nosso maior valor. Então, vale a pena mostrar para o consumidor o bem que aquilo que eles compram vem fazendo pelo caminho até chegar às suas mãos", diz.


No ano passado, em outubro, uma criação de Martha Medeiros foi entregue à princesa Anne, filha da rainha Elizabeth, da Inglaterra, pela comitiva da Abrapa presente ao encontro anual da International Cotton Association (ICA), ICA Trade Event 2016, em Liverpool.

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Apoio ao Clube de Costura, em Goiânia, marca início da segunda fase do movimento Sou de Algodão

25 de Maio de 2017

Sou de Algodão, movimento capitaneado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), para incentivar o consumo da fibra no mercado interno, inicia a segunda fase construindo parcerias com diversas marcas, de diversos segmentos, e redes varejistas, mostrando como o algodão está presente na vida de todas as pessoas, de forma democrática, e mais próximo do que os consumidores imaginam. Como marco dessa nova etapa, a Abrapa elegeu o estado de Goiás, grande polo produtor de roupas e dono de um parque fabril de quase 10 mil empresas de confecções, para ser o piloto em uma parceria que envolve tanto o apoio à criação de moda, quanto um trabalho de conscientização entre lojistas e consumidores. Por isso, a entidade, através do movimento Sou de Algodão, está dando suporte ao primeiro fashion coworking de Goiás, e um dos pioneiros no país, o Clube de Costura, que será inaugurado no dia 29 de maio, às 20h, no Mega Moda Shopping, em Goiânia. A programação do evento contará com um bate-papo com a  jornalista de moda e escritora Lílian Pacce.



Fashion Coworking Clube de Costura é um espaço de uso compartilhado, totalmente equipado para permitir a pesquisa, a concepção e a execução de peças de vestuário, pensado e decorado para favorecer a integração entre os usuários e a troca de ideias. "É uma iniciativa que tem tudo a ver com o Sou de Algodão, porque inclui conceitos que são importantes ao movimento, como o de criatividade, sustentabilidade e colaboração. O que queremos é reaproximar moda e algodão nas camadas populares, que, devido a uma série de fatores, desde econômicos até de facilidade de acesso, vêm migrando cada vez mais para os fios sintéticos", diz o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura. Segundo Moura, a rapidez com que as tendências de moda são introduzidas e a velocidade com que são superadas fez com que a indústria tivesse que se adaptar, lançando mão de matérias-primas mais baratas e versáteis.



"Mas as vantagens do algodão são muitas. Nenhum outro fio foi capaz de superá-lo no tecido mais duradouro, democrático e altamente relacionado à moda e à cultura, que é o jeans. É o algodão que faz do denim um coringa, que vai da oficina à festa, e faz parte do dia a dia das pessoas, desde que foi criado, em 1972. Um tecido feito com um fio durável, confortável e versátil só poderia ser um sucesso", diz Moura, ressaltando que os atributos da fibra podem ser grandes aliados para as criações.


 


O Sou de Algodão tem o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), e está lastreado nos dados de uma pesquisa que teve início em 2014, encomendada pela Abrapa à consultoria Markestrat. O movimento ganhou a mídia e as redes sociais em 2016, quando foi lançado na 42a edição do São Paulo Fashion Week, tendo como embaixadores os estilistas Alexandre Herchcovitch e Martha Medeiros e o principal executivo e idealizador do evento, Paulo Borges.


 

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Abrapa media o painel "Sou de Algodão: da prateleira ao campo", no 22° Clube da Fibra.

25 de Maio de 2017

O consumidor final e as estratégias para incrementar os hábitos de consumo de algodão são o foco do debate que a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) protagonizou hoje (25), no segundo dia de programação da 22a edição do Clube da Fibra, evento realizado pela FMC Agrícola que, este ano, acontece no Grand Hyatt Hotel, no Rio de Janeiro-RJ. Dentre os elos da cadeia produtiva, representados no painel, o setor de exportações, da indústria e da moda. Esta última, uma das prioridades cada vez mais evidentes da Abrapa, desde que a associação lançou, em outubro do ano passado, o movimento Sou de Algodão.


O painel "Sou de Algodão: da prateleira ao campo" foi mediado pelo presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, e começou com uma explanação do representante da Markestrat e consultor da Abrapa, Luciano Thomé e Castro, que apresentou alguns dos pontos mais importantes do diagnóstico feito pela empresa para lastrear o Sou de Algodão. Essa pesquisa abrangeu a indústria têxtil e de confecções além do consumidor no ponto de venda, traçando perfis e os percentuais de consumo dentre eles, e nos subgrupos que os compõe.


Seguiu-se à apresentação um "bate-papo" sobre o consumo do algodão brasileiro nos mercados interno e externo, a indústria têxtil e a relação da fibra com a moda no país. Os convidados foram o vice presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), Henrique Snitcovski, o presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções, Rafael Cervone, e o criador e fundador do São Paulo Fashion Week, Paulo Borges.


PROGRAMAÇÃO DO EVENTO


Dia 24/05


 


19h: Coquetel


19h30: Semeando e Cultivando a vida, juntos


Ronaldo Pereira: Presidente FMC América Latina


20h30: Jantar


Dia 25/05


9h: Abertura Oficial


9h15: Painel Abrapa: Plano estratégico de fomento do mercado consumidor


10h45: Coffee Break


11h15: Painel FMC:


Juntos, à conquista de mais um hectare - Marcelo Magurno


Momento Inovação - Marketing FMC


Sou Prima Classe - Erica Rodrigues


Produza e Celebre com a FMC - Marketing FMC


13h: Almoço


Painel: Sustentabilidade do Negócio em Cenários Políticos & Econômicos Turbulentos


14h30: Macroeconomia - Marco Maciel Bloomberg


15h: Cenário Político - Kennedy Alencar


15h30: Gestão de negócio


16h: Reflexos no Agronegócio - Roberto Rodrigues


16h30: Debate


17h: Encerramento


19h: Noite Carioca


Dia 26/05


10h30: Palestra: a Vida que vale a pena ser vivida


Prof. Dr. Clóvis de Barros Filho


12h30: Almoço


19h: Celebração: 20 anos do Clube da Fibra


Show Especial: Daniel

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Abapa pleiteia redução do custo da energia elétrica à agricultura irrigada

23 de Maio de 2017











​Na última quinta-feira, 18/05, o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e da Câmara Temática de Insumos Agropecuários (CTIA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Júlio Cézar Busato, reuniu-se em Salvador com os gestores da Unidade de Clientes Corporativos da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), Paulo Medeiros e Bruno Matos,  para tratar sobre as elevadas tarifas cobradas pelas concessionárias de energia elétrica sobre as atividades agrícolas. A CTIA pleiteia a ampliação do horário reservado às atividades de irrigação, aos sábados, domingos e feriados nacionais.


Segundo Busato, que também é vice-presidente da Abrapa, a reunião foi produtiva e a Coelba garantiu que tentará viabilizar o atendimento à solicitação. "A Coelba vai trabalhar em duas frentes; a primeira é fazer um projeto para avaliar o valor da diferença nas contas de irrigação da Bahia, fazendo o horário reservado, e a segunda é encaminhar à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a solicitação para que seja autorizado", afirmou.


A realização dessa reunião seguiu a orientação do Ministério de Minas e Energia (MME), pois ficou a cargo das entidades de classe levar as reivindicações às concessionárias e permissionárias de energia elétrica dos seus respectivos estados. Na Bahia, a Abapa e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) ficaram responsáveis pela negociação com os dirigentes da Coelba. Também participaram da reunião, o presidente da Aiba, Celestino Zanella e o do Superintendente de política do Agronegócio da Seagri, Guilherme Bonfim.





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Abrapa apresenta o programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) em Berlim

19 de Maio de 2017

Durante dois dias, Berlim, na Alemanha, sediou importantes discussões sobre sustentabilidade na cotonicultura. Aproximadamente 500 representantes dos mais diversos elos desta cadeia produtiva reuniram-se na Conferência Mundial da Better Cotton Initiative (BCI), nos dias 17 e 18 de maio. O Brasil, maior fornecedor mundial de algodão licenciado BCI, com 25% da oferta, se fez presente ao evento através da Abrapa, que, desde 2013, estabeleceu um acordo de benchmarking com a entidade internacional, ampliando o alcance do seu programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). Na safra 2015/16, 81% da produção brasileira obtiveram a certificação ABR, e 71% foram licenciados pela BCI.



A Abrapa ministrou duas palestras no evento, nas quais apresentou seu papel institucional de representante dos cotonicultores, assim como os programas que desenvolve em sustentabilidade, qualidade, rastreabilidade, além do movimento Sou de Algodão, de esclarecimento do público consumidor para as vantagens da matéria-prima e fomento do consumo no mercado interno. À frente das apresentações, o responsável pela área de sustentabilidade da associação, Fernando Rati, que participou dos paineis Unindo forças em prol do aumento da oferta de algodão sustentável e Incorporando sustentabilidade na produção mundial de algodão.



"Tivemos um papel muito importante nessa conferência mundial, de mostrar para os outros países, para as principais lideranças e tradings, que sustentabilidade é para nós uma prioridade. Buscamos a melhoria contínua dos nossos protocolos de certificação, escutando o mercado para saber qual a demanda e o que é necessário para adequar o nosso planejamento estratégico nesse sentido", ressalta Fernando Rati.



O evento iniciou com a apresentação do CEO da Better Cotton Initiative, Alan McClay, que mostrou a evolução da oferta de algodão BCI no mundo, desde a safra 2010/2011 até 2015/2016, e, também, a meta de alcançar cinco milhões de produtores BCI. Segundo McClay, a entidade internacional trabalha para que 30% do total de algodão produzido mundialmente sejam licenciadas BCI até 2020 (na safra 2015/2016, 12% da oferta global de algodão é BCI, o correspondente a 2,6 milhões de toneladas de pluma).



O painel Unindo forças em prol do aumento da oferta de algodão sustentável foi moderado pelo gerente mundial de programas da BCI, Corin Wood-Jones, e, além da Abrapa, participaram como palestrantes o CEO da Cotton Austrália, Adam Key, e o conselheiro da Aid by Trade Foundation (Cotton made in Africa), Christoph Kaut. A apresentação realizada pela Abrapa foi pautada na importância do benchmarking entre o programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e a BCI, firmado em 2013, além dos principais resultados alcançados nos sete estados participantes do programa de sustentabilidade da Abrapa desde o início da parceria.


Fortalecimento



O painel Incorporando sustentabilidade na produção mundial de algodão foi moderado pelo gerente mundial de programas da BCI, Corin Wood-Jones, e, além do gestor de sustentabilidade da  Abrapa, Fernando Rati, teve como palestrantes o diretor da Israel Cotton, Johnathan Spenser, e a responsável pela gestão da BCI na China, Sherry Wu.



Em sua apresentação, Rati explanou sobre o programa de rastreabilidade do algodão brasileiro, conhecido como Sistema Abrapa de Identificação (SAI), o Standard Brasil HVI (SBRHVI), e o movimento Sou de Algodão. Segundo o gestor da Abrapa, a integração entre os vários programas desenvolvidos pela associação chamou atenção do público.



"Participar de eventos como esse é fundamental para o fortalecimento do algodão brasileiro. Contribui para a divulgação da nossa fibra e para a boa reputação do setor. Os players percebem, assim, o quanto somos comprometidos, profissionais e transparentes na produção dessa commodity. Nós acreditamos que nenhum negócio que se pretenda bem sucedido e duradouro tem como alcançar essa meta sem pensar em sustentabilidade econômica, social e ambiental. Esse é o nosso jeito de pensar e de agir", afirma o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.

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Basf estará presente no 11º Congresso Brasileiro do Algodão

16 de Maio de 2017

O 11º Congresso Brasileiro do Algodão (11º CBA), mais uma vez, terá a BASF entre os seus patrocinadores. A empresa química é uma das mais importantes e tradicionais da cotonicultura mundial e vê o evento, que este ano será realizado em Maceió, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, como uma importante vitrine para o portfólio de soluções com tecnologia focada no controle fitossanitário do cultivo do algodão.  O 11º CBA é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e reúne toda a cadeia produtiva da fibra. Nesta edição, seu tema central aborda rentabilidade e inovação. Cerca de 1500 participantes são esperados.


Para o gerente de Cultivo Algodão da BASF, Luiz Fernando Straioto, a safra 2016/17 é muito especial por representar a retomada da produtividade brasileira aos seus habituais padrões. "Isso torna ainda mais estratégica a nossa participação no Congresso. A BASF acredita que o Brasil ainda tem muito potencial para até mesmo dobrar a sua produtividade atual. Para isso, oferece uma grande gama de tecnologias, além de investir na pesquisa e no desenvolvimento de novas soluções", afirma. Segundo a Conab, a previsão para a safra 2016/17 é de 265 arrobas de algodão em caroço por hectare, um crescimento de 18% em relação à safra 2015/16, quando o Brasil colheu, em média, 225 arrobas por hectare.


Luiz Fernando Straioto enfatiza a importância do trabalho empreendido pela Abrapa que, segundo ele, "garante informação ao cotonicultor, divulga o algodão brasileiro dentro e fora do país, e favorece o acesso do produtor às alternativas para assegurar a sua sustentabilidade".


"A cada parceria que renovamos ou que conquistamos para o Congresso, celebramos um indicativo forte de que estamos cumprindo bem o nosso papel. A BASF é uma das mais relevantes empresas do setor e tê-la conosco é muito importante", diz o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.


Soluções


No estande da empresa, os participantes do 11° CBA vão encontrar  pesquisadores e técnicos prontos para dar dicas de manejo para uma produção sustentável. Dentre as soluções que serão apresentadas no congresso, destaque para a oferta de fungicidas como Opera® Ultra e Orkestra™SC. As soluções são recomendadas para o controle das principais doenças do algodão, como a ramulária. Já para o manejo de pragas, a Basf dispõe dos inseticidas Nomolt® 150, Imunit®,  Pirate®, Fastac®100SC e Fastac®Duo, que controlam, dentre outras, mosca branca, lagartas e bicudo do algodoeiro. A empresa também disponibiliza serviços que auxiliam na tomada de decisão e mitigação de riscos, como Barter, ferramenta de negociação de insumos, e o Smart Spray Solution, serviço de tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas.


Para saber mais sobre o 11° Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), programação, inscrições, submissão de trabalhos, dentre outros, acesse: www.congressodoalgodao.com.br


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Kuhlmann lançará novo software de gestão no 11° Congresso Brasileiro do Algodão

14 de Maio de 2017

Com o lançamento de uma nova plataforma digital de gestão de processos de sementes, grãos e insumos, a Kuhlmann Tecnologia & Monitoramento Agrícola (KTMA), agora uma empresa da belga Bureau Veritas, confirmou sua participação no 11° Congresso Brasileiro do Algodão (11° CBA), que será realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro, em Maceió (AL). O sistema digital via web permite gerir e controlar os processos de forma customizada, para atender às demandas de cada cliente.


De acordo com o CEO Eduardo Kuhlmann, o software será apresentado em primeira mão no 11° CBA, e agrega todos os processos relativos à produção, beneficiamento e comercialização de sementes, em várias plataformas e perfis, integrando ações dos multiplicadores, distribuidores e agricultores parceiros. Tudo isso, com a chancela de certificação da líder global no segmento, a Bureau Veritas. "Não poderia haver ocasião mais apropriada para lançar esse projeto que o Congresso Brasileiro do Algodão, do qual somos parceiros há várias edições. O algodão é um setor coeso e organizado e o CBA é uma oportunidade de toda a cadeia se encontrar para adquirir novos conhecimentos, expor seus produtos e serviços e prospectar negócios", afirma, ressaltando a força aglutinadora da Abrapa.


A KTMA é líder brasileira em monitoramento agrícola, análise de fibra e auditoria de biotecnologia de sementes. Com matriz em Pinhais (PR), a companhia nasceu em 1989, com expertise em supervisão e controle de cargas, e expandiu sua atuação para o agro, quando detectou a demanda do setor por certificação, inspeção, auditoria e laboratórios. A empresa também lidera a divisão AgriPortuária da Latam,  e está presente nas mais importantes regiões de produção agrícola do Brasil, além de Argentina, Paraguai, Uruguai, dentre outros. Na cotonicultura, a Kuhlmann tem tradição, principalmente, na área de classificação de algodão por High Volume Instrument (HVI), e detém dois laboratórios, um em Roda Velha, distrito de São Desidério, na Bahia, e outro em Sapezal, no Mato Grosso, que somam 14 máquinas de HVI. Em dezembro de 2016, a Kuhlmann foi adquirida pela Bureau Veritas, líder global em testes, inspeção e certificação, fundada em 1828, na antiga Antuérpia, hoje Bélgica.


"A Kuhlmann tem uma sólida tradição na cotonicultura. Sua presença no CBA há várias edições, sempre apresentando inovações, é uma prova da confiança desta empresa na importância do evento e no trabalho da Abrapa", diz o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.


10.07.2017


Imprensa Abrapa


Catarina Guedes – Assessora de Imprensa


(71) 9 8881-8064 / (77) 9 8802-0684

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Cotonicultores apresentam soluções do setor agrícola para modernizar o registro de defensivos

12 de Maio de 2017

Os gargalos do sistema de registro de defensivos agrícolas no Brasil e o que o setor produtivo espera de modernização em uma nova lei, em substituição à atual Lei de Agrotóxicos (7.802/89), foram temas centrais da apresentação da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) na reunião mensal do Conselho do Agro, da CNA, realizada na quarta-feira (10/05), em Brasília. A sessão contou com a presença do assessor especial do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Sérgio De Marco, e do secretário de defesa agropecuária do Ministério, Luís Eduardo Rangel. A Abrapa apresentou dados preliminares levantados no estudo que está sendo elaborado pela Câmara Temática de Insumos Agropecuários (CTIA) do Mapa – da qual é integrante – que serão consolidados em um dossiê para que sirva de base para as tomadas de decisões pelo Poder Público, contribuindo para tornar o agronegócio brasileiro mais competitivo. A reunião do Conselho do Agro, que congrega representantes das principais cadeias produtivas do setor, foi presidida pelo presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura.



Atualmente, os defensivos agrícolas representam 42% do custo de produção da cultura do algodão  no Brasil, semelhante ao que ocorre em outras culturas. A cada ano, são protocolados no sistema 400 novos pedidos de registro pelas empresas fabricantes. Em 2016, desse total, apenas 277 produtos foram registrados, sendo que, destes, apenas cinco são produtos novos, que representam inovação para o controle de pragas e doenças. O restante é composto de produtos genéricos e técnicos, ou seja, que servirão de base para a formulação de novos produtos. O registro depende, simultaneamente, de três órgãos: Anvisa, Mapa e Ibama. Segundo a Abrapa, a burocracia e a morosidade no processo, resultam em longas "filas" e fazem com que, para registrar um novo produto, o Brasil precise de, em média, oito anos, e, para um produto "genérico", seis.



"Isso vulnerabiliza a produção e tira a competitividade do Brasil. Estamos muito aquém dos nossos concorrentes, como os Estados Unidos, onde se levam três anos para registrar um produto novo, e em torno de um ano, para colocar no mercado um genérico", explica Moura. Mesmo na América do Sul, diz o presidente, o prazo é menor. Em países como Argentina (2,5 anos), Paraguai (1,5 anos), Uruguai (0,8 anos) e Chile (3 anos), o processo de registro é da competência de um único órgão, o Ministério da Agricultura, e o sistema de avaliação é eletrônico.



"Antes de tudo, é preciso mudar o próprio conceito de agrotóxico e o mito de que o Brasil é o país que mais consome esses produtos no mundo. Somos o sexto maior consumidor, o que, ainda assim, deve ser entendido como um dado relativo, pelas dimensões da nossa produção agrícola e pelo fato de sermos um país tropical", afirma. Moura argumenta que a neve, por exemplo, nos países de inverno rigoroso, quebra o ciclo de reprodução de pragas e doenças, enquanto o Brasil tem condições climáticas que favorecem o desenvolvimento destas.




Expectativa



Durante a reunião, a Abrapa detalhou a expectativa do setor para uma nova lei de defensivos. Dentre os principais pontos listados, análise integrada dos processos de registro, desburocratização e o atendimento às prioridades do agricultor brasileiro. De acordo com a apresentação, atualmente, no Brasil, há um grande número de produtos aguardando registro, e, até recentemente, não havia um critério de prioridade que estabelecesse o que é urgente para o agricultor.


"Perde-se tempo com o que não é estratégico para o país, pois o critério estabelecido é a ordem de inclusão do pedido pelos fabricantes", afirmou o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero. Enquanto isso, segundo o executivo, "vários produtos, cujas patentes expiraram e caíram no domínio público, poderiam ser registrados como genéricos, ajudando a reduzir os custos de produção, ao aumentar a concorrência no mercado". No dia 31 de março, o Mapa publicou a nova lista de Prioridades para o Registro de Defensivos Químicos para as lavouras brasileiras, no âmbito da Portaria 163/15, com 53 produtos e tecnologias voltados à sanidade dos vegetais, ranqueados como os de maior demanda de celeridade nos processos de análise técnica.



Portocarrero ressaltou também a avaliação dos produtos pautada pelo "perigo" e não pelo "risco". Esta última é a predominante no mercado global. "Quando se diz que um produto tem riscos, paralelamente, se elenca quais são eles, as medidas para evitá-los, os EPIs necessários no manejo, antídotos, dentre outros, e o produto continua circulando. Mas quando o produto é taxado como perigoso, ele é proibido e não se fala mais nisso. O conceito de perigoso é relativo. Mesmo um elemento como a água pode ser perigoso, se não for considerada a quantidade correta de ingestão", exemplifica o diretor executivo.

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Algodão que comporá as amostras-padrão de rechecagem das máquinas de HVI chega ao CBRA

08 de Maio de 2017

O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão – CBRA, da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), já recebeu a primeira carga de algodão em pluma. Foram 115 fardos, adquiridos pela associação nos estados da Bahia e Goiás, que serão transformados em amostras de rechecagem, para servir de parâmetros oficiais nos laboratórios que fazem análise de fibra para produtores de algodão,  como parte do Programa Standard Brasil HVI – SBRHVI. Inaugurado em dezembro de 2016, o CBRA começará a operar já na safra em curso (2016/17).


O modelo logístico da rechecagem com o envio das amostras aos laboratórios simplifica o processo e minimiza os riscos de atraso e mesmo de extravio das remessas em relação ao modelo idealizado inicialmente, que previa o recebimento, no CBRA, das amostras dos laboratórios. Hoje existem 13 centros de análise de High Volume Instrument (HVI) no Brasil, e 63 instrumentos do tipo disponíveis no território nacional. No dia 26 de março, representantes de todos os laboratórios que fazem parte do SBRHVI reuniram-se na sede da Abrapa para conhecer melhor, avaliar e validar as regras que regerão o programa, lançado em outubro do ano passado, em Liverpool, na Inglaterra.  O CBRA é um dos três pilares desta iniciativa, sendo os outros o Banco de Dados da Qualidade e a Orientação Técnica aos Laboratórios de HVI brasileiros.


As amostras de rechecagem produzidas no CBRA chegarão aos laboratórios com as dimensões necessárias e adequadas para análise. Terão sido aferidas pelas  duas máquinas de HVI do centro, e ao serem analisadas pelos equipamentos dos laboratórios participantes, na proporção de 1% das análises feitas durante toda a safra, servirão de base para a calibração de todos os instrumentos que analisam o algodão dos produtores associados às estaduais que compõem a Abrapa. De acordo com o gestor do Programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, os laboratórios deverão inserir a amostra de rechecagem a cada 100 fardos analisados. "Os índices aferidos anteriormente têm de ser os mesmos da amostra. Se os dados não baterem, algo está errado com o instrumento. A Abrapa terá essas informações, notificando e orientando os laboratórios para a padronização", explica.


O novo modelo logístico, contudo, não invalida a chamada checagem cruzada, que será definida por sorteio. Nesse caso, o laboratório escolhido terá de enviar as amostras selecionadas para o Centro. Para tabular os dados, permitir uma visão abrangente das análises e favorecer o desenvolvimento do Programa Standard Brasil HVI – SBRHVI, a Abrapa contratará uma empresa para elaborar o estudo estatístico dos dados levantados e estabelecer os parâmetros de desvios e tolerâncias para o algodão brasileiro.


"Esse é mais um importante passo para padronização e a verificação da qualidade do nosso algodão, o que, consequentemente, contribuirá para reforçar a credibilidade do produto no mercado internacional", afirma o presidente da Abrapa,  Arlindo de Azevedo Moura.


O Centro


O CBRA foi inaugurado pela Abrapa em Brasília, em 6 de dezembro de 2016, ao final do mandato do ex-presidente João Carlos Jacobsen Rodrigues. Para a construção da estrutura e instalação do laboratório, foram investidos em torno de R$ 9 milhões, de um total de R$50 milhões já aplicados pela Abrapa e suas associadas no Programa de Qualidade.


O Centro é equipado com duas máquinas de HVI e capacidade de analisar 800 amostras por dia. Essa é a tecnologia mais avançada e recorrente no mundo para a classificação de algodão. Ela avalia com precisão características intrínsecas e extrínsecas da fibra, como comprimento, resistência, uniformidade, espessura, reflectância, dentre outras, minimizando a subjetividade da classificação visual, que continua existindo, em paralelo ao HVI. No CBRA, todo o ambiente é controlado para atingir e manter as condições ideais de temperatura e umidade para a análise.


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Em Audiência Pública, Abrapa contesta cobrança do Funrural sobre receita bruta do produtor pessoa física.

05 de Maio de 2017

"Taxar a renda bruta significa taxar os insumos agropecuários. E é graças a eles, a essas tecnologias, grande parte do sucesso do setor, e das práticas que garantem a conservação do meio ambiente e a viabilidade econômica do negócio. Taxar a renda bruta é ignorar que os agricultores brasileiros têm o compromisso de se superar em todas as safras para serem competitivos". Essas considerações, a respeito da constitucionalidade da cobrança da Contribuição Social Rural, o Funrural, sobre a renda bruta do produtor rural pessoa física, foram feitas hoje  (03/05) pelo vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Cézar Busato, durante a Audiência Pública realizada pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal, na qual compõe a mesa, representando a Abrapa como expositor.


Representantes das diversas associações estaduais ligadas à Abrapa estiveram presentes na audiência, que atende aos requerimentos de n.º 350/2017, de autoria do deputado Luis Carlos Heinze  -  PP/RS e outros, e de n.º 351/2017, de autoria do deputado Jerônimo Goergen – PP/RS, que ocorreu no Auditório Petrônio Portela, do Senado Federal, em Brasília-DF.


Desde que o STF julgou constitucional, no dia 30 de março, o pagamento do Funrural, a Abrapa tem se posicionado contra o tributo, que vai de encontro à decisão tomada pelo próprio STF em 2010, quando o imposto foi julgado inconstitucional. Busato ressaltou em sua fala a insegurança jurídica causada pelo recente posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que, além de instituir um novo tributo, cuja natureza tem sido questionada, gerou um grande passivo para o produtor rural, tanto para os que – amparados por ações judiciais contra o pagamento do Funrural – deixaram de pagar a contribuição previdenciária, quanto para os que a depositaram em juízo.


 


Lucratividade comprometida


 


Em sua fala, Júlio Busato apresentou o impacto do Funrural sobre a lucratividade do cotonicultor. Segundo o vice-presidente da Abrapa, para plantar um hectare de algodão, o produtor de algodão tem um custo de R$7,8 mil, com faturamento médio estimado de R$8,5 mil, considerada a cotação atual de US$0,70 por libra-peso, e a produtividade média de 240 arrobas de algodão em capulho por hectare. Isso gera uma lucratividade média de R$700. Nessas condições, o Funrural, cuja alíquota é de 2,1%, calculado sobre o faturamento bruto do produtor, equivale a R$178,50. "São 26% sobre a receita bruta do produtor!", alerta Busato.


A Abrapa defende a criação de um Projeto de Lei que altere a Lei 8.212, de 24 de julho de 1991, e permita que o empregador rural possa optar por recolher as contribuições previdenciárias sobre a receita da atividade ou sobre a folha de pagamentos.


"Essa discussão é extremamente importante para a democracia e deveria ter precedido o a votação do dia 30 de março. Nós, produtores rurais, nunca nos furtamos a pagar os impostos que nos cabem, desde que eles sejam justos. Esperamos contribuir para uma solução que corrija os problemas que o Funrural, da forma como foi aprovado, traz para o setor", disse o presidente da Abrapa, Arlindo Moura.


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