Voltar

Abrapa 20 anos

27 de Maio de 2019












Para celebrar os 20 anos da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), completados em abril, a organização do 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA) convidou o cantor sertanejo Leonardo para encerrar a programação do evento, que será realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Goiânia/GO. Leonardo fará um show exclusivo para os cerca de 1,5 mil participantes do Congresso, com um repertório de modões e sucessos de sua autoria e do cancioneiro popular. As duas décadas da Abrapa serão lembradas em diversos momentos ao longo da programação do CBA e no estande da entidade.


A atração musical é uma novidade na grade do CBA, evento que é considerado o maior e mais importante encontro da cadeia produtiva da pluma. "O congresso é uma atração por si só, pelo que gera de conhecimento. Mas este ano resolvemos celebrar junto com as pessoas que vivem o dia da cotonicultura no Brasil e com aqueles que ajudaram a construir a sua história, que se confunde com a da entidade", explica o presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio.


Ainda segundo Garbugio, a escolha de Leonardo como o convidado de honra para marcar a passagem da data se deu pela identificação direta do cantor com o público do evento, e também com o estado que sediará o congresso nesta edição. "Goiás é o coração das lavouras da pluma no país, estado natal de Leonardo e berço da vertente mais atual da música sertaneja", diz Garbugio, lembrando o pioneirismo de nomes como Leonardo e seu antigo parceiro artístico Leandro, e outras duplas famosas no gênero musical que conquistou o Brasil. "A grade científica concentrada em três dias – de terça a quinta-feira – também favoreceu a realização do show. Da para voltar para casa na sexta ou aproveitar o fim de semana em Goiânia, sem pressa", conclui Garbugio.






Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

SBRHVI

24 de Maio de 2019












Nos dias 21 e 22 de maio, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) realizou, em Brasília, o III Workshop de Melhores Práticas de Laboratórios, um treinamento que faz parte do terceiro pilar do programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), cujo foco é a orientação aos laboratórios que integram o programa e atendem aos cotonicultores brasileiros com serviços de análise de algodão. A capacitação é a última antes de ter início a colheita da safra 2018/2019, em que o Brasil deve bater um novo recorde na produção da commodity, alcançando 2,8 milhões de toneladas de pluma.



O volume maior do produto não apenas vai aumentar a demanda por classificação, como exigirá ainda mais atenção à qualidade de resultados, uma vez que o país passa a ser, a partir dessa safra, o segundo maior exportador mundial de algodão. "É uma posição muito importante, mais ainda se considerarmos que, há pouco mais de duas décadas, importávamos algodão. Precisamos melhorar e manter a boa imagem do algodão brasileiro e a credibilidade do mercado nos laudos de análise que geramos", pondera o presidente da Abrapa, Milton Garbugio.



Nesta safra, todos os dez laboratórios nacionais que atendem aos produtores de algodão fazem parte do programa SBRHVI. O foco do treinamento tem sido a implantação de um Sistema de Gestão de Qualidade. "No ano passado, a certificação internacional do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) era nossa meta, e os treinamentos eram voltados às melhorias de processos e estruturas nos laboratórios participantes e à conscientização para a importância da padronização e cumprimento das normas. Vencida essa etapa, concentramos esforços no SGQ. Desta forma, mantemos um nível de padronização adequado em todos os laboratórios", explica o gestor de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi.



O terceiro pilar do SBRHVI é um dos fundamentos do programa, junto com o Banco de Dados da Qualidade e o CBRA. "Ele é o difusor de conhecimentos do programa, imprescindível para que alcancemos um nível harmônico e padronizado nos resultados obtidos na classificação de pluma no país", conclui Mizoguchi.





Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Agricultores colombianos visitam sede da Abrapa

19 de Maio de 2019

A Abrapa recebeu hoje (19), em sua sede em Brasília, um grupo de agricultores colombianos que está no país esta semana para participar da Feira Internacional dos Cerrados – AgroBrasília – e conhecer o modelo brasileiro de plantar algodão, dentre outras culturas agrícolas. Eles foram recebidos pelos diretores executivos da Abrapa, Marcio Portocarrero, e da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Décio Tocantins, depois de já terem visitado, no último dia 17, a fazenda Onça, em Goiás. Em campo, foram ciceroneados pelo proprietário Carlos Moresco, que também é presidente da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa). Na AgroBrasília, feira que teve início no dia 16 de maio e prossegue até o sábado, 20, os empreendedores estrangeiros montaram um estande no qual recebem produtores, público geral e autoridades brasileiras.


A ideia da missão colombiana no Brasil é atrair o interesse de cotonicultores nacionais para estabelecer parcerias na Colômbia com vistas ao cultivo de algodão, soja, milho e arroz. A cotonicultura já chegou a ocupar mais de 400 mil hectares naquele país e hoje está restrita a, aproximadamente, 18 mil hectares, cultivados por agricultores familiares.


Em março, Portocarrero participou de uma missão diplomática na Colômbia para apresentar ao governo de lá a governança associativa da Abrapa, assim como os programas que a entidade desenvolve em Qualidade, Sustentabilidade e Rastreabilidade, como parte de um acordo de cooperação para o fortalecimento da cotonicultura nos países do Mercosul, Haiti e África subsaariana, firmado em 2012. O pacto envolve o Ministério das Relações Exteriores do Brasil /Agência de Brasileira de Cooperação (MRE/ABC), o Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e o Escritório da FAO para a América Latina e Caribe. A visita dos agricultores colombianos ao Brasil, contudo, não foi diretamente ligada a este acordo. "Mas com certeza foi fomentada por ele", afirma Portocarrero.

Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Treinamento aborda importância do conhecimento da “faixa de incerteza” dos laboratórios de HVI

29 de Abril de 2019

Nos dias 23 e 24 de abril, na sede da Abrapa, em Brasília, os laboratórios participantes do programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) participaram do treinamento "Incerteza de Medição". A iniciativa, alinhada ao terceiro pilar do programa, para a safra 2018/2019, focou em um requisito importante para a implantação de um Sistema de Gestão de Qualidade (SGQ), e contemplou conhecimentos estatísticos e de metrologia. Após o treinamento, o instrutor Clecio Dambinski, da empresa Qualabor, realizou um trabalho de assessoria específico para o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), para validar os cálculos de incerteza dos ensaios de comprimento, finura, uniformidade, resistência, grau de reflexão e grau de amarelamento aferidos pelo laboratório central. Esta assessoria foi concluída no dia 26 de abril.


Dentre os assuntos abordados no treinamento, foi feita uma análise do "Guide to the Expression of Uncertainty in Measurement" - (ISO-GUM - 1995), (NIS 3003), (EA 4/02), e NIT-DICLA 021 – INMETRO. Além disso, tratou-se de terminologia, Vocabulário Internacional de Metrologia (ISO-VIM) e Guia para a Expressão da Incerteza de Medição (ISO-GUM). Outros tópicos foram: Procedimento para determinação da incerteza segundo ISO-GUM e outros; Efeitos sistemáticos e efeitos aleatórios; Avaliação "tipo A" e "tipo B" da incerteza; Incerteza padrão, Incerteza combinada, Incerteza expandida, Fator de abrangência; Coeficiente de sensibilidade – para que serve e como determiná-lo, Fontes de incerteza – como identificá-las e quantificá-las; Conceitos básicos de estatística, dentre outros temas. A dinâmica do treinamento também incluiu uma parte prática, de conteúdo genérico com simulações e cálculos.


De acordo com o gestor de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, cada laboratório tem resultados que comportam índices diversos de incerteza. Isso acontece porque as máquinas são diferentes – inclusive no tempo de uso de cada uma delas – e a diversidade de pessoas que fazem as análises também influencia nos resultados. "Quando se sabe qual o grau de imprecisão, as chances de acerto dos laudos são maiores. Isso incrementa a nossa credibilidade junto ao mercado, o que é grande parte do objetivo da Abrapa com o programa SBRHVI", afirma.


Nos aspectos metrológicos, a incerteza de medição é parte crucial da confiabilidade da medida. "Existe um erro a cada medida, e saber isso é critico. É uma exigência de mercado, e uma obrigação para os laboratórios acreditados. Com o conhecimento da faixa de incerteza, o cliente pode concluir se aquele laboratório é adequando para sua necessidade", atesta Clecio Dambiski.


Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Abrapa pleiteia crédito para fluxo de caixa no Plano Safra 2019

25 de Abril de 2019

Recorde de produção e exportações da pluma aumentou o tempo de embarques e recebimento para o algodão enviado ao mercado internacional.



A estimativa de um novo recorde na produção brasileira de algodão na safra 2018/2019, de 2,8 milhões de toneladas de pluma, com previsão de embarques de 2,1 milhões de toneladas, acende o alerta dos produtores da commodity para a necessidade de crédito adicional para fluxo de caixa. Isso porque o incremento de cerca de 51% no volume exportado alonga o tempo de comercialização da pluma, que deixa de ser concentrado no segundo semestre para ser distribuído nos doze meses do ano. A falta de liquidez atrapalha os investimentos para a safra seguinte e os compromissos do produtor. A preocupação levou a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) a pleitear junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a inclusão no orçamento do Plano Safra 2019 de um montante de R$1 bilhão para a contratação de Empréstimo do Governo Federal (EGF). Na última quarta-feira (24), o vice-presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, e o diretor-executivo da entidade, Marcio Portocarrero, entregaram uma carta à ministra Tereza Cristina, argumentando a necessidade da disponibilização dos recursos.



"Produzindo cada vez mais e melhor, transformamos o Brasil, de um país que importava algodão na década de 80, no segundo maior exportador mundial da pluma, com tudo o que isso representa de geração de divisas, de superávit na balança comercial, emprego e renda", defende Busato. Segundo ele, o alongamento no fluxo das exportações, que antes era concentrado no segundo semestre, se dá em decorrência da logística dos embarques, que depende da disponibilidade de linhas marítimas, contêineres e do tempo de operação dos armadores.



"O cotonicultor que, tradicionalmente, recebia os valores comercializados pelo seu algodão no período da colheita e nos meses imediatamente subsequentes, terá de se adaptar para receber mais espaçadamente, ao longo do ano. Mas isso é muito difícil, pois existe um calendário agrícola que precisa ser cumprido no tempo certo. Por isso, o crédito antecipado é tão importante", disse o vice-presidente da Abrapa. De acordo com Marcio Portocarrero, a contratação dos EGF deverá ocorrer de agosto a dezembro de 2019, com vencimento fixado para julho de 2020. "Propomos que os juros sejam iguais aos do crédito rural, tendo como garantia o produto", conclui.

Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Algodão será a estrela do desfile da Another Place na SPFW

22 de Abril de 2019

Usável, funcional, confortável, cheia de estilo e atemporal. Assim como o algodão, a coleção da Another Place, que será apresentada na próxima quarta-feira (24), pelo estilista Rafael Nascimento e seu sócio Caio Fortes, foi feita para ocupar as ruas e resistir ao tempo. A marca estreia na São Paulo Fashion Week (SPFW) em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com uma coleção na qual a pluma figura em 70% das peças. Todas as roupas produzidas são comerciais, com foco no conforto.  A novidade apresentada na coleção é a alfaiataria, quem vem com o toque esportivo, que já é conhecido como clássico da marca.



"O algodão foi nosso carro-chefe desde a criação da marca, em 2015, porque sempre priorizamos conforto. Trabalhamos anteriormente com a Abrapa e o movimento Sou de Algodão na Casa de Criadores, evento de revelação de novos talentos autorais. Daí surgiu a ideia da nova parceria na Semana de Moda de São Paulo", diz o pernambucano Rafael Nascimento. Junto com o sócio Caio Fortes, ele investe numa coleção que foge do que funciona apenas nas passarelas. "A proposta dessa coleção é de uma moda usável, feita para ir para a rua e ajudar a contar a história de alguém", afirma Nascimento.



A São Paulo Fashion Week (SPFW) é a mais importante semana de moda do Brasil. Em 2016, esse foi o pano de fundo escolhido pela Abrapa para lançar o movimento Sou de Algodão, uma iniciativa conduzida pela associação dos cotonicultores, com apoio de empresas de diversos elos da cadeia produtiva da pluma, cujo objetivo é divulgar as vantagens da fibra natural para os consumidores finais.



De acordo com o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, o Sou de Algodão representou um marco histórico para a Abrapa. Pela primeira vez, os cotonicultores passaram a 'conversar' com outros elos da cadeia produtiva – para além da indústria e do B2B –, como os profissionais que criam tendências de moda, executam e vendem e, também, os clientes finais, cidadãos comuns que consomem vestuário e artigos de casa, mesa e banho. "Nosso movimento vem ganhando cada vez mais adesão das marcas, quando elas passam a entender que optar por algodão é ter a certeza de estar investindo em uma matéria-prima sustentável, de qualidade, saudável, versátil e que conta uma história", enfatiza Milton Garbugio.


Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Bayer lançará novos produtos em biotecnologia e proteção de cultivos no 12º CBA

17 de Abril de 2019

Parceira do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) desde a primeira edição, a Bayer está guardando para o evento suas novidades para a cotonicultura. Este ano, a empresa que, em 2018, adquiriu a Monsanto, leva para a décima segunda edição do congresso um portfolio integrado de soluções e variedades para a lavoura, que contempla desde o tratamento de sementes até agricultura digital, passando por genética, biotecnologia, serviços e produtos para proteção de cultivos. O 12º CBA é uma realização da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e tem como tema A cotonicultura como vitrine para a agricultura do amanhã.


A escolha do 12º CBA como o cenário dos lançamentos, de acordo com o líder de negócios de algodão da Bayer no Brasil, Márcio Boralli, se deve ao fato de que o evento é hoje o principal acontecimento do setor algodoeiro. "É a vitrine do algodão brasileiro. Um encontro de alta credibilidade e qualidade e que, por isso mesmo, mobiliza toda a cadeia produtiva do algodão. Esse público comparece para ver o que há de novo no mercado, tirar dúvidas, e, principalmente, discutir os grandes temas do setor", diz.


Boralli não adianta quais serão as novas tecnologias apresentadas na ocasião. Mas revela que haverá novidades em biotecnologia e produtos para proteção de cultivos. "São variedades e tecnologias pensadas para ajudar o produtor a ter mais produtividade e lucratividade. O CBA é a nossa grande vitrine do algodão e queremos mostrar que a Bayer investe cada vez mais na cultura. Acredito que, para o futuro, somos a empresa que tem o melhor pipeline de soluções para a cotonicultura", afirma.


Digital


O futuro a que se refere o executivo passa, necessariamente, pela agricultura digital. o destaque da Bayer nesse ramo é o Climate FieldView, plataforma que coleta e processa dados automaticamente no campo e ajuda produtores e técnicos a avaliar a performance de cada talhão, desde o plantio até a colheita. O produto não é mais novidade no CBA, já que havia sido apresentado na edição de 2017. "Nesses dois anos, a tecnologia amadureceu e ganhou muita adesão", revela Boralli. A facilidade de ter acesso remoto e online à lavoura, na opinião do executivo, é uma grande aliada, mas não anula o papel do agricultor e dos técnicos na produção.  "Eles não estarão longe do processo, fazendo tudo de casa. Mas receberão a qualquer hora milhares de dados na palma da mão, que, processados, ajudam na tomada de decisões", explica.


A revolução digital e biotecnológica na cotonicultura dá a Boralli a certeza de que ainda há muito para ser alcançado, por exemplo, na melhoria da produtividade. Tomando por parâmetro a média brasileira de 1770 quilos de pluma por hectare, o executivo lembra que há produtores que, em alguns talhões, chegam a colher até três mil quilos de pluma por hectare, cerca de 500 arrobas/ha de algodão em capulho. "Isso é uma prova de que, mesmo tendo uma das maiores médias de produtividade do mundo, ainda há espaço para melhorar", considera.


Para o presidente da Abrapa e do 12º Congresso Brasileiro do Algodão, Milton Garbugio, a decisão de empresas como a Bayer de não apenas patrocinar, como apresentar no evento tecnologias inéditas, mostra a importância do CBA no calendário da cotonicultura nacional. "O congresso influencia em decisões de mercado dessas companhias, que se programam para, a cada dois anos, mostrar produtos, tendências e também para ouvir a demanda dos cotonicultores, que serão a base do desenvolvimento das novas tecnologias", conclui Garbugio.

Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Rabobank confirma patrocínio ao 12º Congresso Brasileiro do Algodão

16 de Abril de 2019

Banco responsável pelo financiamento de mais de 60% da safra brasileira de pluma, o Rabobank é um dos patrocinadores do 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA), evento que deve reunir em torno de 1,5 mil pessoas em Goiânia, entre os dias 27 e 29 de agosto. O banco celebra mais um ano de crescimento de área da commodity, que, neste ciclo, superou 1,5 milhão de hectares plantados, com expectativa de colheita de 2,5 milhões de toneladas. O congresso é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), e este ano traz o tema A cotonicultura como vitrine da agricultura do amanhã.


De acordo com a diretora do Rural Banking do Rabobank Brasil, Fabiana Alves, o cenário de retomada de área e de recorde de produção favorece o posicionamento do país no mercado internacional. Para o banco, o Brasil deve se consolidar como segundo maior exportador global, com vantagens competitivas frente aos seus concorrentes, em especial, a capacidade de expansão de produção em sistemas como o cultivo em segunda safra.


“Para atingir esse potencial, o setor necessitará de investimentos no campo, com maquinários específicos para a cultura, passando pelo incremento da capacidade de beneficiamento e também pelo desenvolvimento de alternativas logísticas para as exportações tradicionais, atualmente concentradas nos portos do Centro-Sul”, explica. Por conta disso, a participação do Rabobank no congresso, o mais importante evento da cotonicultura nacional, na opinião da executiva, é muito importante.


O setor algodoeiro, sob a liderança da Abrapa, tem, segundo Fabiana Alves, o papel fundamental de promover os debates primordiais acerca dos interesses, oportunidades e desafios da cotonicultura brasileira. “Um setor organizado, com pautas e estratégias claras, com atuação coordenada, é fruto desta representação. A disseminação do conhecimento, a integração dos produtores e das associações estaduais, e a unidade institucional são imprescindíveis, não só para solidificar a posição do país como um dos mais relevantes na produção mundial de algodão sustentável e de qualidade, como também para abrir mercados e atuar em prol da melhoria da rentabilidade do setor”, conclui.


Para o presidente da Abrapa, Milton Garbugio, a participação recorrente do Rabobank no CBA é uma prova da confiança da instituição de crédito no setor algodoeiro. “As instituições bancárias privadas são fundamentais para viabilizar a cotonicultura brasileira, porque os programas governamentais, que compõem o Planos Safra, nem sempre são suficientes ou acessíveis no tempo que a cotonicultura demanda. Estar no CBA facilita o relacionamento entre produtores e banco”, diz Garbugio.

Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Tama estreia estande próprio no 12º Congresso Brasileiro do Algodão

09 de Abril de 2019

A Tama Brasil, fabricante do RMW, filme plástico que protege os fardos nas lavouras de algodão, confirmou presença no 12º Congresso Brasileiro do Algodão (12º CBA). Ao contrário de 2017, edição de número 11 do evento, desta vez a empresa vai figurar em um estande próprio, no qual pretende estreitar os laços com os cotonicultores e apresentar as novidades. A companhia é fornecedora mundial exclusiva da fabricante de máquinas John Deere, e detém a patente do RMW, filme plástico utilizado na colhedora de algodão nos modelos JD7760 e CP690, que mudaram drasticamente a forma e a logística da colheita de algodão. Estima-se que, atualmente, em torno de 75% da safra brasileira envolvam a tecnologia no processo. O 12º CBA é realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e será realizado em Goiânia, entre os dias 27 e 29 de agosto. Este ano, o tema será A cotonicultura como vitrine para a agricultura do amanhã.



A empresa israelense, com fábrica no município de Feira de Santana, na Bahia, espera chamar a atenção do público levando para o evento fardos logotipados com a marca do movimento Sou de Algodão, remontando a uma iniciativa fruto da parceria com a Abrapa, lançada em 2018. "Fizemos uma série especial do RMW com tiragem suficiente para enfardar, aproximadamente, 1950 fardos. Adquiridos por produtores da Bahia e do Mato Grosso, os fardos ficavam à beira das rodovias e chamavam atenção de quem passava pela estrada", lembra o gerente de Vendas e Marketing da Tama Brasil, Bruno Caetano Franco. Os fardos envelopados com os famosos filmes amarelos medem em média 2,38 metros e pesam cerca de 2,3 toneladas. No evento, eles ficarão posicionados em áreas de grande movimentação de participantes, fora do estande da Tama.



O 12º CBA também será o cenário para a companhia apresentar à cadeia produtiva da pluma uma novidade, sua plataforma digital de comunicação com o cliente. De acordo com Bruno Franco, trata-se de um app que funciona on e off-line, desenvolvido para garantir mais agilidade, seja na solução de problemas técnicos ou demanda por serviços. "Esperamos também aumentar nossa percepção entre os clientes e estreitar vínculos, mesmo sendo o único fornecedor do produto. Nenhum lugar melhor para isso que o Congresso do Algodão", explica o gerente.



Para o presidente da Abrapa e do 12º CBA, Milton Garbugio, a presença da Tama já era importante, mas a decisão de aumentar sua participação no congresso sinaliza muito positivamente sobre a relevância do evento para o setor. "Esperamos que esta parceria entre a empresa e a Abrapa seja duradoura e frutifique", afirma Garbugio.



Sobre o Sou de Algodão


Lançado em 2016, na São Paulo Fashion Week, o movimento Sou de Algodão visa o incremento do consumo da fibra no mercado interno, através do reforço das vantagens da matéria-prima natural para a saúde, o conforto, o meio ambiente e o estilo, tendo a moda como interface com o público final.


Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter

Voltar

Abrapa – 20 anos na vanguarda

08 de Abril de 2019

O que separa uma produção de 700 mil toneladas de uma de quase três milhões de toneladas, ou a condição de grande importador para a de segundo maior exportador de pluma de algodão do planeta não são números que se mensurem em unidades de peso, mas que se marcam no calendário. Vinte anos se passaram desde que, em 7 de abril de 1999, foi criada a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). A entidade já nasceu sob o signo do desenvolvimento, tendo por estratégia a sustentabilidade da atividade. Ao surgir, como a materialização da união dos cotonicultores do Brasil, a Abrapa deixava para trás uma história secular de fracassos, sucessos temporários e recomeços da cotonicultura brasileira como atividade econômica, para inaugurar uma nova página na história, cravando decisivamente o nome do Brasil no mapa mundial do algodão.



Na safra 2018/2019, que começará a ser colhida em mais alguns dias, a Abrapa e o mercado esperam uma produção nacional de 2,8 milhões de toneladas de pluma. Nos dez estados produtores de algodão do país, as lavouras devem alcançar produtividade média de 1770 quilos por hectare, índice considerado entre os maiores do mundo, principalmente por se tratarem de cultivos em regime de sequeiro. Para os ciclos adiante, a expectativa é de crescimento de área e produção, principalmente, na chamada segunda-safra, cujo plantio é feito na sequência da soja precoce, sistema para o qual o centro-oeste do país, com destaque para o estado de Mato Grosso, tem grande aptidão.



Com o crescimento vertiginoso da produção, e a estagnação da demanda do mercado interno em cerca de 700 mil toneladas, o excedente de pluma que o Brasil deve produzir é três vezes maior do que a indústria têxtil nacional é capaz de consumir, e precisa ser totalmente exportado. A capacidade de escoamento da safra por rodovias e portos, contudo, não acompanhou esse crescimento e ameaça penalizar o produtor justamente pela sua competência. Por essa razão, logística tem sido uma prioridade para a Abrapa, definindo as ações da instituição para o futuro a curto, médio e longo prazo, somando-se às sua quatro grandes frentes de trabalho: qualidade, sustentabilidade, rastreabilidade e promoção.



Produzir cada vez mais, mesmo sabendo que podem haver implicações é um "bom problema". O tipo do desafio que a Abrapa costuma assumir. O novo contexto da produção da pluma impacta tanto nas condições para garantir a entrega do produto para os clientes, a maioria deles, localizados na Ásia, quanto em todas as atividades que a associação desenvolve como programa – Algodão Brasileiro Responsável (ABR), Standard Brasil HVI (SBRHVI), Sistema Abrapa de Identificação (SAI) e Sou de Algodão. Interfere também nas ações de promoção da pluma, que focam em relacionamento para abertura e consolidação de mercados. Dentre elas, as missões Compradores e Vendedores.



Atuantes e em dia com o seu tempo, os presidentes que passaram pelo comando da associação, assim como o da gestão em curso, relembram a trajetória de duas décadas da entidade que ajudaram a criar e olham para frente, tentando prever os grandes desafios, partindo do momento em que o Brasil se consolida como player de peso no algodão, que agora passa a influenciar no comportamento do mercado.


 


Novos paradigmas



Para o atual presidente da entidade, Milton Garbugio, a Abrapa rompeu com modelos arcaicos de cotonicultura para estabelecer novos paradigmas. "Mudamos de região produtiva no Brasil, investimos em qualidade e em aumento da produção; prosperamos no cerrado, uma região que era desacreditada, e hoje o Brasil é reconhecido mundialmente como um país fornecedor de pluma sério, que honra os seus contratos e tem um produto de excelência para oferecer", ressalta. Garbugio vê ainda muitas oportunidades de crescimento, tanto de área e produção, quanto de mercado. "Nosso algodão é produzido em bases sustentáveis do ponto de vista ambiental, social e econômico. Cada vez mais, isso é o que o cliente quer", diz. Atualmente, o país já tem a maior participação, estimada em cerca de 30%, no montante mundial de pluma licenciada pela ONG suíça Better Cotton Initiative (BCI). Chegar a este estágio foi possível graças à criação do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que, desde 2012, opera em benchmarking com a BCI.




Decisões acertadas



Dentre as decisões acertadas que a Abrapa tomou desde a fundação, e que, a seu ver, respondem por parte do sucesso da associação, o ex-presidente João Luiz Ribas Pessa, o primeiro a assumir o comando da entidade, salienta os mandatos sem reeleição. "Evitar a perpetuação na presidência, porém com segurança de continuidade na linha da gestão, permitiu que a Abrapa pudesse atuar sob perspectivas diferentes, evitando a estagnação", afirma Pessa. Ele destaca a representatividade estadual, através das associações filiadas nos estados produtores, como outro fator para o êxito da nacional. "Além desses, tem o fato de que a Abrapa não foi criada para competir com os outros elos da cadeia produtiva, como seus fornecedores, a indústria ou os exportadores. Entidades como a Abit e a Anea, são nossas parceiras", diz.



Ainda segundo Pessa, no âmbito governamental, a associação assumiu uma postura proativa.  "Não chegamos na porta do Executivo apenas para pedir. Quando a Abrapa vai com um problema ao Governo, ela já leva também a solução e se compromete a ser parte da viabilização da proposta", revela Pessa, que considera os problemas logísticos e o excesso de burocracia nas exportações como os grandes gargalos do setor que pautarão a entidade nos próximos anos.



Olhar o todo



Os anos iniciais da Abrapa e os percalços pelos quais passava a cotonicultura nacional ainda estão vívidos na lembrança do segundo presidente da história da Abrapa, Jorge Maeda, que liderou a instituição entre maio de 2002 e março de 2006. "A Abrapa surgiu num contexto de crise muito grande. Os produtores de algodão se juntaram para tentar reverter essa situação, escrever uma nova história. O bonito dessa união é que ela se deu de fato entre aqueles que cultivavam algodão, sem incursões de outros agentes, e conquistou credibilidade", relata. Maeda destaca o papel da iniciativa privada na trajetória da associação, em especial da empresa FMC, cujo apoio, em sua opinião, foi um catalisador do processo. A afinidade de objetivos ao longo das sucessivas gestões também responde, para Maeda, pelo sucesso da Abrapa. "A Abrapa sempre olhou para o todo, e não para o individual. Nada ilustra melhor isso que a vitória na Organização Mundial do Comércio (OMC), que possibilitou o investimento em pesquisa e abertura de mercados. Os recursos foram e devem ser sempre usados em prol da sustentabilidade da atividade", diz.




 Forte e reconhecida


 


"A Abrapa hoje é a associação de produtores rurais, dentre todas as culturas, mais forte e reconhecida pelos nossos clientes e Governo, dentro e fora do Brasil, inclusive, frente a outras entidades da cadeia produtiva", afirma Eduardo Logemann, que presidiu a Abrapa de março a maio de 2006. Segundo ele, dentre todas as associações de classe do agro, a Abrapa é a "mais consolidada; a que tem mais credibilidade, imagem ilibada e idônea. Esse é o maior legado em 20 anos. Chegamos até aqui porque olhamos todos na mesma direção, a do algodão brasileiro", completa.



Dentre os principais desafios numa agenda da Abrapa para as próximas duas décadas, Logemann frisa a abertura de novos mercados. "O trabalho daqui para a frente é tão importante quanto o que foi feito até agora. Já fomos o oitavo exportador mundial e seremos o segundo nesta safra. Nosso esforço, portanto, passa a ser redobrado, para colocar essa produção no mundo. Promover o algodão como fibra natural na concorrência com o sintético e evidenciar o nosso grande trunfo que é a sustentabilidade", considera o ex-presidente. Logemann recorda os primeiros embarques de pluma, da ordem de 200 mil toneladas, contra os 2,1 milhões de toneladas previstos para 2018/2019. Ele destaca a importância de seguir com as missões Compradores e Vendedores, como estratégia de conquista e consolidação dos clientes internacionais.


 


 


Performance potencializada



Presidente da Abrapa por dois mandatos – 2006/2008 e 2015/2016 – João Carlos Jacobsen Rodrigues diz que, comparando um e outro período, parece claro que, na essência, a Abrapa permanece a mesma, não desviando um momento sequer da sua missão de defender a cotonicultura brasileira, promovê-la e propagá-la. "Na performance, prevalece o estilo arrojado e combativo, direcionado para excelência e resultados, que nos caracterizam desde a fundação. Mas no operacional ela mudou radicalmente", compara. Para ele, a resposta para o incremento no poder de atuação da entidade está tanto na maturidade da instituição ao longo das muitas gestões, quanto na força que adquiriu por ser assertiva em suas ações. "Com o advento do Instituto Brasileiro do Algodão–IBA, resultado direto de uma das mais importantes batalhas já vencidas na história do agronegócio brasileiro, finalmente, pudemos tirar os planos do papel e promover mudanças que deverão ser as bases de um novo tempo para o nosso algodão, seja no campo, no mercado, ou no dia a dia das pessoas", explica. Ele dá como exemplo o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), em especial o pilar relativo ao Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) que, ao padronizar e verificar a classificação de pluma por High Volume Instrument (HVI) no território nacional, está ajudando a fortalecer e valorizar a imagem do algodão brasileiro e do Brasil como origem de qualidade e credibilidade. Jacobsen também enfatiza a certificação internacional do CBRA, que o torna mais respeitado no mercado mundial. Da mesma forma, destaca o investimento em propagação da imagem da fibra natural junto ao consumidor final, com movimento Sou de Algodão, cujo foco é o aumento da demanda interna do produto, a partir de iniciativas de comunicação para tornar conhecidos os seus atributos positivos.


 


 


Divisor de águas


 


 


A batalha histórica na Organização Mundial do Comércio (OMC) também é lembrada pelo quinto presidente da Abrapa, Haroldo da Cunha, como um divisor de águas e um sinal de que a sociedade organizada é capaz de alcançar grandes resultados. "Prova disso foi a luta que a associação encampou contra os subsídios do governo americano aos cotonicultores dos Estados Unidos. Essa batalha culminou com a vitória do Brasil, que trouxe benefícios concretos à produção. A Abrapa era uma entidade há dez anos e hoje é outra, graças à compensação financeira decorrente desse marco em sua existência. Ela passou a ter recursos para desenvolver projetos", afirma Cunha, para quem a associação está sempre "antenada com o que o setor precisa e pronta para atuar pela sustentabilidade da cotonicultura nacional". Haroldo da Cunha lembra que a primeira vitória se deu em 2006, quando saiu a decisão positiva de retaliação e se discutiu a modalidade em que ela se daria. "Em 2008, veio a vitória final. Em 2009 definiu-se a modalidade e, em 2010, nasceu o Instituto Brasileiro do Algodão (IBA)", enumera Cunha, que atualmente é presidente do IBA.



 


 


 


 


Um passo à frente



A Abrapa, pensando e agindo como todo, foi decisiva na elevação do Brasil ao lugar de destaque que conquistou no fornecimento mundial de pluma de qualidade, deixando para trás o histórico de grande importador no qual figurou no final do século XX. "A Abrapa foi fundamental nessa virada. Foi um trabalho árduo de marketing pela qualidade e pela credibilidade do algodão. Estamos colhendo os frutos desse esforço, mas ele tem de continuar. Precisamos intensificar nosso marketing e promoção para ganharmos mercado e preferência entre os nossos clientes internacionais", alerta o ex-presidente Sérgio De Marco, que conduziu a entidade entre janeiro de 2011 e dezembro de 2012.



Já para Gilson Pinesso, presidente da Abrapa no biênio 2013-2014, a associação é a mola-mestra do desenvolvimento do chamado novo algodão brasileiro, que prosperou no cerrado a partir do final da década de 1990. "Investimos em marketing internacional, em qualidade e rastreabilidade e nos tornamos um player respeitado no mundo. Para tudo isso, foi importante o empenho dos cotonicultores", lembra-se. Em sua visão, o desafio agora é a logística para escoamento da safra, "para fazer nossa pluma chegar no destino final o quanto antes. Dentro da fazenda, estamos preparados para crescer e ocupar novos mercados", comemora. Ele lembra que a entidade sempre esteve "um passo à frente, comprometida com o algodão e também com o agro brasileiro".




O mais difícil já foi feito


 


Para o penúltimo presidente da Abrapa em 20 anos, Arlindo de Azevedo Moura, que geriu a instituição no biênio 2017-2018, o aumento da área plantada está na base da guinada da cotonicultura brasileira no mercado mundial. Somada às estratégias de promoção que a entidade desenvolve, a expansão nas lavouras ajudou a posicionar o Brasil como grande fornecedor. "Em breve deveremos ocupar o primeiro lugar do pódio de exportadores, porque o atual número um, os Estados Unidos, têm uma produtividade muito baixa, de cerca de 940 quilos por hectare", diz. Moura credita a baixa performance do concorrente aos subsídios que recebem do governo, sem os quais a atividade lá dificilmente seria sustentável. Enquanto isso, a produtividade média do Brasil é de aproximadamente 1770 quilos por hectare. "O mais difícil foi chegar onde chegamos. Temos muita área disponível no centro-oeste, principalmente, para fazer segunda safra. São terras já abertas, e não precisamos derrubar uma só árvore. Sempre digo que é bom plantar algodão. De 20 a 30% na matriz produtiva, fazendo rotação de culturas com soja e milho", prescreve. A segunda safra, explica Moura, tem um ciclo menor, porque as variedades são mais precoces. "Esse tipo de plantio demanda menos aplicações e insumos, o que diminui o custo com a soja. Cada vez mais, a Abrapa tem de concentrar esforços em abrir e manter mercados, continuar e intensificar suas missões e nunca perder esse espírito de união e colaboração que a caracteriza desde sua fundação

Quer ficar por dentro de tudo
que acontece no Portal Abrapa?

assine nossa newsletter