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Presidente da Abrapa comenta sobre algodão responsável na moda em live

12 de Maio de 2021

Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa, conversou com a fundadora do PrioriAgro 


O presidente da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), Júlio Cézar Busato, foi convidado por Eveline Alves, fundadora da PrioriAgro, perfil criado a fim de esclarecer sobre todos os aspectos do agro, desde os alimentos até as polêmicas relacionadas ao setor, além da sustentabilidade. O encontro aconteceu no dia 10/05, no Instagram da página, às 19h.


O bate-papo abordou a criação do Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Abrapa para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Além disso, Júlio Busato comentou que os dois maiores estados produtores de algodão são a Bahia e o Mato Grosso. E por último, os dois participantes falaram sobre o Algodão Brasileiro Responsável (ABR) que busca tornar tangíveis as boas práticas sociais, ambientais e econômicas nas fazendas com foco nos princípios fundamentais do desenvolvimento sustentável.


"Quando começamos a levar as pessoas para conhecer a lavoura de algodão, para mostrar como é e por quem é produzido a fibra, os cuidados que temos, inclusive como o uso de defensivos, foi aí que elas perceberam que a produção não é da forma que é vendida. Tem uma frase que eu escutei de um estilista que é a mais pura verdade: 'esse algodão é produzido por famílias que empregam famílias e, com o trabalho, produzem essa fibra maravilhosa que se transforma em moda", comenta Júlio Cézar Busato.


Confira a live neste link para saber mais sobre o Movimento Sou de Algodão e a fibra brasileira.


Sobre Sou de Algodão


É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 36% de toda a produção mundial de algodão sustentável.


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Setor produtivo divulga carta aberta sobre proposta de Reforma Tributária

11 de Maio de 2021

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) e a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) divulgaram uma carta aberta contra a elevação da carga tributária e o aumento da burocracia na reforma tributária que vier a ser discutida pelo Congresso Nacional. Como representantes de produtores que cultivam mais de 90% da área de cereais, fibras e oleaginosas do país, as três entidades pedem tratamento adequado ao setor agropecuário.


"Precisamos de uma reforma que simplifique o sistema tributário nacional e racionalize a cobrança dos tributos, afastando os efeitos perniciosos sobre quem produz e faz o Brasil crescer há décadas, inclusive em momento de pandemia", diz o documento.


Entre os temas defendidos estão alíquota especial reduzida para os insumos agropecuários;  enquadramento dos produtores rurais pessoas físicas como não contribuintes, com o respectivo crédito presumido para o adquirente da produção;  e aproveitamento e garantia de restituição de créditos de investimento e de exportação para cumprimento do princípio da não cumulatividade.


O setor produtivo se posiciona a favor de uma reforma tributária, mas destaca a necessidade de uma reforma administrativa anterior.  "Preparar o terreno para uma reforma tributária impõe, em primeiro lugar, colocar a casa em ordem para elevar a eficiência do serviço público", afirmam as entidades.


Confira a íntegra da carta aberta assinada pela Abrapa, Aprosoja e Abramilho:


Carta_Reforma Tributária_100521 (1)

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Biofábrica e controle biológico reduzem uso de agrotóxicos no algodão em Minas Gerais

11 de Maio de 2021

Cultivar algodão com nenhum produto químico até o 90º dia de manejo é um feito de dar inveja em muitos produtores Brasil afora. Mas, em Minas Gerais, a exceção virou possibilidade com o uso de controle biológico.


O resultado foi obtido pelo produtor Paulo Henrique de Faria com o auxílio de inimigos naturais produzidos pela biofábrica da Associação Mineira de Produtores de Algodão (Amipa), além de microorganismos criados em sua própria On Farm.


Plantando algodão há cinco anos em Pirapora, no norte de Minas Gerais, Faria recorre a métodos físicos, como a rotação de culturas, e biológicos para proteger sua lavoura desde que aderiu à cotonicultura.


A dificuldade ainda é superar o bicudo do algodoeiro, praga que quase dizimou a produção brasileira e assola o país até hoje. "Quando chega o bicudinho, não tem como. Passamos a intercalar com defensivos químicos", admite.


Embora já produza café e feijão livres de químicos seguindo o mesmo receituário, ele defende que, por causa do bicudo, ainda não é possível manter a produtividade do algodão sem apelar nenhuma vez às moléculas sintéticas. "Hoje, plantar algodão orgânico ainda significa produzir menos para vender um produto mais caro a partir de certificação", conta.


De olho numa solução para esse entrave, a Amipa trabalha em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em busca de uma solução. Uma das alternativas são dois insetos capazes de predar a larva do bicudo ainda dentro da maçã do algodão.


Com o avanço da pesquisa comandada pelo engenheiro agrônomo e entomólogo da Embrapa Algodão José Geraldo Di Stefano, a expectativa é disponibilizar o novo insumo macrobiológico aos associados da Amipa em meados de 2022.


Instalado na biofábrica da associação há cinco anos, Di Stefano defende uma abordagem circular do plantio de algodão calcada em quatro eixos: controle biológico, créditos de carbono, sistemas regenerativos e domínio pleno dos dados sobre a propriedade. "A partir dessa base e de uma mudança na mentalidade do produtor, será possível produzir mais e com menor impacto ambiental", aposta.


De acordo com os cálculos de logística reversa feitos por Di Stéfano, a redução de cinco aplicações de pesticidas voltados à eliminação do bicudo geraria uma redução em 8 milhões de embalagens que precisam ser descartadas após o uso.


Ainda que o trunfo contra o bicudo esteja agendado para 2022, a biofábrica da Amipa incentiva seus 500 associados a usarem bioinsumos desde o fim de 2014. O foco é na produção de insetos predadores das pragas, que ainda contribuem com a complexidade ambiental da lavoura, tornando as plantas mais resistentes e produtivas.


Entre os agentes mais procurados na biofábrica está a microvespa Trichogramma pretiosum. Ela caça  lagartas como do cartucho, bicho-cigarro e falsa-medideira, pragas conhecidas por gerar grandes prejuízos para as culturas de algodão, soja e milho.


Além dos bioinsumos a preço de custo, a Amipa oferece consultoria aos produtores da região. O processo começa com uma visita do agrônomo da associação, José Lusimar Eugênio, que oferece de forma gratuita o assessoramento técnico para introduzir o controle biológico.


"Eu levanto quais os principais problemas dentro da propriedade, as culturas que o produtor trabalha e os principais gargalos presentes no manejo de pragas, não só no controle, mas principalmente na parte de monitoramento, utilização de tecnologia de aplicação", detalha Eugênio.


Depois, uma equipe faz uma análise das larvas, nematóides e insetos nocivos à lavoura via drone para decidir quais inimigos naturais usar e decidir a distribuição de armadilhas com feromônios ativos contra mariposas. Finalmente, os representantes da Amipa negociam com o produtor a compra dos defensivos biológicos.


Idealizador da biofábrica e diretor-executivo da Amipa, Lício Augusto Pena de Sairre ressalta que a produção da biofábrica vem crescendo 20% ao ano. Ele observa que a aplicação dos inimigos naturais também é feita com veículos aéreos autónomos não tripulados, o que torna o manejo de pragas mais preciso.


Somando-se ao efeito dos inimigos naturais, a Amipa oferece bioinsumos voltados ao controle de pragas do solo, como os nematóides, que também ajudam na mineralização do solo, responsável por fornecer às plantas nutrientes importantes como o nitrogênio.



Queda nos custos


Como a maioria dos membros da associação é adepta da rotação de culturas, a biofábrica também trabalha com produtos voltados para feijão e milho. É o caso do presidente da Amipa, Daniel Bruxel.


Sua propriedade, em Patos de Minas, rotaciona 16 lavouras diferentes, uma delas, o algodão. Além da cotonicultura, ele usa a microvespa na soja, no trigo e no tomate - este último já não precisa de aplicações de inseticidas para o controle de lagartas, diz Bruxel.


Embora sua produtividade não tenha aumentado — se manteve constante —, seus custos com aplicação de defensivos químicos caíram em todas as lavouras. No caso do algodão, a substituição por biológicos torna o manejo de pragas cerca de 35% mais barato. "Esse número varia de ano a ano", conta o produtor.


Para manter a lavoura de café saudável de Bruxel, a redução de custos alcança os 60%, com a introdução de inimigos naturais da família Chrysopidae para controle do bicho-mineiro, uma praga típica nos cafezais da região.


Questionado sobre a possibilidade dos biológicos substituírem de uma vez por todas as moléculas sintéticas nos próximos anos, ele aposta nos inimigos naturais pensando em longo prazo.



Algodão sustentável


A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) destaca que todas as fazendas certificadas pelos programas Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e BCI — o equivalente a 75% de todas as unidades produtivas do país na safra 2019/2020 — priorizam o manejo integrado de pragas e o controle biológico em seu sistema de manejo agronômico.


As estratégias de combate de pragas com ênfase nos bioinsumos começaram a ser empregadas nas plantações de algodão na década de 1990. Isso ocorreu após as lavouras brasileiras terem sido devastadas por pragas exóticas, como o bicudo do algodoeiro.


"Com a maior parte do algodão cultivado no Nordeste, o Brasil era um dos maiores produtores mundiais. Depois do bicudo, viramos o maior importador. A partir do uso de biológicos, fomos recuperando a nossa produtividade e estamos atrás apenas dos Estados Unidos na produção mais uma vez", afirma Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.


De acordo com Busato, o algodão brasileiro hoje é o que mais produz em menos área justamente por causa do clima, também culpado por ser propício demais às pragas. Ele ainda cita a campanha Sou de Algodão, da Abrapa, que valoriza a cadeia produtiva, ao afirmar que o produtor brasileiro gasta menos água e tem alta adesão aos bioinsumos.


Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais adotam os agentes de controle biológicos massivamente nas lavouras de algodão, segundo a Abrapa. Os Estados detêm cinco biofábricas, com a capacidade de atender 1,1 milhão de hectares da pluma na safra 2020/2021 – o correspondente a mais de 80% da produção nacional.


Não há, no entanto, dados sobre a área que conta com bioinsumos de forma efetiva, de acordo com a associação. Mesmo assim, as perspectivas são animadoras, diz o produtor Paulo Henrique de Farias. Ele conta que, após aderir ao controle biológico, é impossível não perceber os benefícios.


"Não é apenas o solo que melhora, mas todo o macrossistema da propriedade. Além da redução nos químicos, o produtor começa a reduzir entradas com máquinas agrícolas, gasta menos combustíveis fósseis, energia, água e ainda preserva os funcionários", conclui.


POR PEDRO TEIXEIRA, COM SUPERVISÃO DE LEANDRO BECKER


11 MAI 2021 - 15H58


https://revistagloborural.globo.com/

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De fibra

11 de Maio de 2021

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) vai organizar no mês que vem uma série de webinars com empresários, traders e industriais dos principais importadores para promover o algodão brasileiro. Bangladesh, Vietnã e Índia já têm datas confirmadas e a associação negocia agendas para Coreia do Sul, Indonésia, Turquia e Paquistão. "O objetivo é informar ao nosso mercado na Ásia como está a situação da safra brasileira de algodão 2020/21", conta Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.

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Relatório de Safra - 1ª quinzena de maio - 06/05/2021 Resumo

10 de Maio de 2021

As exportações brasileiras de algodão totalizaram 176.995 toneladas em abril, 95% superior ao embarcado no mesmo período em 2020. Nos oito meses acumulados da temporada 2020/2021, iniciada em agosto do ano passado, as vendas externas já alcançam 2,120 milhões de toneladas. China (32%) e Vietnã (16%) lideram o ranking de compradores da pluma brasileira. Balanço de oferta e demanda publicado pelo ICAC aponta aumento de 10% no consumo global de algodão no ciclo 2020/2021, chegando a 24,9 milhões de toneladas, frente a uma redução de 6,5% na produção mundial. A previsão para a safra brasileira 2020/2021 é de 2,410 milhões de toneladas.


Para saber mais, acesse a íntegra do Relatório Abrapa de Safra da primeira quinzena de maio.


 

Relatório de Safra_1ª quinzena de maio_06.05.2021

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Conheça mães e filhas que trabalham juntas para promover a democratização do algodão brasileiro

09 de Maio de 2021

Em comemoração ao Dia das Mães, o Movimento Sou de Algodão apresenta três histórias de mães que trabalham lado a lado com as filhas.


O Dia das Mães, comemorado no próximo domingo, é mais um dia em que os filhos podem comemorar e agradecer pelo apoio e por tudo o que recebem, devido ao esforço da figura materna. Mas tem algumas filhas que demonstram gratidão às mães por outros motivos como, por exemplo, a conquista de um emprego, a representatividade e o nome de uma marca de roupas e a parceria na administração da fazenda de algodão.


O Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), apresenta algumas mães e filhas que trabalhando juntas no mesmo local de diferentes modos, ajudam a promover a moda e o consumo consciente. Elas estão presentes nos mais diversos setores em que a fibra atua, desenvolvendo papéis fundamentais e quebrando paradigmas de que a relação profissional entre familiares pode dar certo.


Uma mãe que indica a filha a um cargo na mesma empresa, outra que precisa da ajuda da filha para tocar o negócio que está crescendo e, por último, uma família - com destaque para a mãe - que incentiva o sonho da filha de exibir os looks. Esses são alguns exemplos de mães que, pensando nos filhos, conseguem conciliar família e emprego em um mesmo ambiente.


Conheça, abaixo, três histórias de amor, carinho, dedicação e admiração mútua de parceiras do movimento Sou de Algodão.


Belezas de Helena


A história da marca Belezas de Helena surgiu de uma somatória de desejos de toda a família: o do pai, em deixar um futuro com independência para sua filha, que nasceu com Síndrome de Down, o da mãe em propagar a inclusão social e solucionar o problema em achar roupas adequadas ao biotipo da filha, e da Helena, a filha, que adora fotografar, desfilar e exibir seus looks.


"Para desenvolver a autonomia da Helena, nossas peças são escolhidas junto com ela, que entre as opções apresentadas, decide as cores, as estampas, o tecido e qual peça quer confeccionar", comenta Alessandra Nistal, mãe da Helena.


O propósito, além de proporcionar a realização do desejo da filha, é lançar por meio da moda um olhar diferenciado, a necessidade de adequar as roupas aos mais diferentes biotipos existentes e mostrar para a sociedade que todas as pessoas devem ser valorizadas e motivadas em realizar suas atividades.


Companhia Industrial Cataguases


Fabiana Fernandes e a filha, Stefany Caroline Fernandes Rodrigues, trabalham juntas na Companhia Industrial Cataguases. Fabiana está há sete anos no comercial e, um dia, a gestora da área comentou que precisaria contratar alguém comprometida e de confiança para trabalhar com o administrativo. Com isso, ela sugeriu uma entrevista com a filha, que se mostrou muito empolgada e disposta a assumir o desafio.


De lá para cá, já se passou um bom tempo e Stefany conseguiu o emprego. As duas não se arrependem e não se sentem prejudicadas por trabalharem juntas. "Senti um impacto de forma positiva, na relação tanto com a minha filha como também com a empresa. A entrada dela permitiu que todos os conselhos e orientações fossem colocados em prática e eu consigo observar isso de perto. Para mim é um privilégio participar da formação pessoal e agora profissional. Temos um mantra: Dentro da empresa somos colegas de trabalho", comenta Fabiana.


Stefany diz que a mãe sempre foi referência em muitos aspectos. "Sempre aprendi muito com ela. Dentro da empresa não foi diferente, todo seu esforço e empenho me motivaram, e despertou em mim o grande interesse de saber o que a motiva todos os dias para dar o seu melhor ."


Na empresa há mais de um ano, a filha fala sobre a maturidade profissional da mãe e seu dom em saber lidar com o ser humano antes do profissional. Por isso, acredita que essas duas qualidades são as que a inspiram a ser uma pessoa e profissional melhor a cada dia. "Tenho o privilégio de trabalhar não apenas na mesma empresa que minha mãe, mas trabalho diretamente com ela, observo suas ações, erros e acertos e aprendo cada dia um pouco mais da excelente profissional que tenho ao meu lado".


"Com seu exemplo, minha mãe sempre me ensinou a ser uma mulher forte, esforçada e correr atrás dos meus objetivos, sejam eles profissionais ou pessoais", finaliza Stefany.


Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa)


Marcia e Adriana Garbugio, são as responsáveis pela administração da fazenda de algodão no estado de Mato Grosso. Enquanto a mãe cuida da alimentação dos funcionários e faz a compra das comidas, em todas as fazendas, a filha é responsável pela área financeira.


Dona Marcia está na 4ª geração de agricultores. Decidiu continuar nessa área por conta de seus pais e se casou também com um agricultor. Por isso, se sente orgulhosa de saber que está dando continuidade por meio dos filhos. "É a coisa mais gostosa, falo para as minhas amigas que não mexem com isso. Colocar a semente na terra, crescer, plantar e produzir a comida", comenta.


Já Adriana fez faculdade de farmácia e trabalhou, por 12 anos, como funcionária pública. Há quatro anos os pais e irmãos pediram ajuda, porque estava expandindo e não estavam dando conta. "Eu decidi entrar nesse meio, para ajudar minha família, então estou junto com meus três irmãos. E além disso, meu marido é agricultor (algodão, soja e milho) e também ajudo por lá", explica.


As duas concordam que conseguem separar o pessoal e o trabalho. É uma relação de amor entre as duas e paixão pelo que fazem. "Tem gente que pergunta se dá certo ou se nós brigamos, tem hora que a família briga, mas conversando tudo se resolve", reforça Adriana.


O recado que Dona Marcia deixa é que, desde que a mãe crie seus filhos com amor, dedicação pelo que faz, que os filhos compreendam, tem tudo para dar certo. "O principal nessa relação é o amor e a conversa. Uma família que não tem diálogo, não consegue ir para frente. Conversar, entender o que o outro está pensando. Tendo isso tudo se ajeita, principalmente em uma empresa familiar".


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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

07 de Maio de 2021

ALGODÃO PELO MUNDO #18/2021


Algodão em NY - O relatório de exportações dos EUA divulgado ontem e alta nas commodities trouxeram otimismo ao mercado e contribuíram para que os preços rompessem novamente a barreira dos 90 U$c. O contrato Jul/21 fechou em 90,58 U$c/lp, alta de 4,7% nos últimos 7 dias.


-  Preços 1 - O preço do algodão brasileiro Middling 1-1/8" (31-3-36) posto Ásia está cotado a 94,25 U$c/lp (-250 pts na semana) para embarque em Mai-Jun/21 e 95,75 U$c/lp (-25 pts) para embarque em Out-Nov/21.


- Preços 2 - Em abril, a média do indicador Cepea/Esalq ficou 12,5% acima da paridade de exportação – melhor desempenho desde junho de 2018, segundo o Cepea.


- -Altistas 1 - As exportações semanais dos EUA foram recordes para a semana: 107,7 mil toneladas.  Estes números aumentam a crença de muitos no mercado de que a previsão oficial de exportação de 15,75 milhões de fardos em 2020/21 pode ser aumentada.


- Altistas 2 - O Bloomberg Commodity Spot Index, indicador que monitora preço de 23 matérias-primas no mundo, atingiu nesta semana o maior valor desde 2011. De março para cá, a alta já supera 70%.


- Altistas 3 - O governo Chinês emitiu cota adicional para importar 700 mil tons neste ano para compradores não-estatais. Esse aumento já era muito aguardado pelos importadores chineses, principalmente após os boicotes ao algodão de Xinjiang.


- Baixistas 1 - A segunda onda de Covid-19 na Índia, 2º maior consumidor de algodão do mundo, se agrava. Além da crise humanitária, afeta indústrias e consumo e põe em risco a próxima safra de algodão, que depende de sementes e insumos importados.


- Plantio - Relatório de safra do USDA desta semana apontou que 16% da área já foram plantados, igual à média de 5 anos. Praticamente todos os estados estão plantando. Embora tenha chovido no Oeste do Texas, o impacto da seca que atinge a região ainda persiste.


- Colheita - A Abrapa informa o início da colheita da safra 2020/21 de algodão no Brasil em SP e no PR.


- Austrália - Colheita, em ritmo lento, segue na Austrália até julho. O principal problema lá é mercado. Compradora de 65% do algodão australiano na safra passada, a China não sinaliza que irá retomar as importações neste ano.


- ICAC - Último relatório do ICAC estima produção mundial de algodão em 2020/21 em 24,58 milhões de tons (6,5% abaixo do ciclo anterior). O consumo foi previsto em 24,97 milhões de tons (10% acima da safra passada) e a exportação mundial, em 9,83 milhões de tons (8,9% a mais que em 2019/20).


- China 1 - Mercado consumidor de produtos têxteis e vestuário na China pós-covid já se igualou ao norte-americano, segundo a Jernigan Global, impulsionado pelo público jovem.


- China 2 - O governo chinês investe forte para divulgar internamente o algodão produzido em XinJiang. O BCI chinês, o Weilai Cotton, já recebeu adesão de 32 indústrias chinesas. Atualmente, das 20 maiores marcas de vestuário na China, 12 são locais.


- Covid na Ásia - A variante da Covid-19 registrada na Índia preocupa outros países, como Tailândia, Japão e Indonésia. Singapura limitou reuniões sociais e impôs mais barreiras na fronteira. Vietnã está em alerta. Em Bangladesh, em lockdown até 16/mai, a situação parece estar melhorando.


- Cotton Brazil - Está confirmada a participação do Cotton Brazil na 2021 China International Cotton Conference, a ser realizada em Suzhou, China, de 17 a 18 de junho. Será a primeira ação entre Abrapa e China Cotton Association (CCA) após a assinatura do Memorando de Entendimento mês passado.


- Exportações - O Brasil exportou 177 mil toneladas em abril de 2021, totalizando receita de US$ 300 milhões. O volume embarcado em abril/2021 é 58% superior que o volume embarcado no mesmo mês de 2020 e é o melhor mês de abril da história nos embarques.


- Exportações 2 - Os principais destinos do algodão brasileiro foram China (38 mil tons), Vietnã (37 mil tons), Bangladesh (33 mil tons) e Turquia (30 mil tons).


- Exportações 3 - Na temporada 20/21 até aqui (Ago/20 a Abril/21), o Brasil exportou 2,1 milhões de toneladas, totalizando uma receita de US$ 3,3 bilhões. O volume embarcado nesse período é 22% superior ao mesmo período em 2019/20.


- Agenda - No dia 12 de maio, o USDA divulgará seu relatório mensal de oferta e demanda, que pela 1ª vez trará projeções 21/22, além de atualizações das projeções 20/21.


Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com


Preços - Consulte tabela abaixo


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Compromisso com a Qualidade posiciona Brasil entre os grandes produtores mundiais de algodão

07 de Maio de 2021

A qualidade da fibra de algodão é o que determina sua aplicabilidade e valorização no mercado. Muito além do gradiente de brancos e amarelos, a pluma tem finuras e tamanhos distintos e características diversas de resistência e resiliência que ajudam ou atrapalham na hora de transformar a matéria-prima em fios e tecidos. Nas últimas décadas, os cotonicultores brasileiros vêm trabalhando intensamente para elevar o padrão e a credibilidade da fibra produzida no país.


Muita coisa mudou desde que a cultura do algodão começou a migrar para a região central do Brasil, no final dos anos 90. "A Abrapa reorganizou a cadeia produtiva por meio de associações estaduais e parcerias com Embrapa, universidades públicas e privadas e fornecedores de insumos, entre outros", conta Júlio Busato, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão. Novos recursos tecnológicos e pesquisas para melhoramento genético possibilitaram a expansão da cotonicultura e deram dimensão empresarial à produção brasileira de algodão, posicionando o país como quarto maior produtor mundial e segundo maior exportador da pluma.


O salto quantitativo e qualitativo não ocorreu da noite para o dia. A substituição da colheita manual pela mecânica trouxe desafios, como a maior incidência de cascas de caule na pluma.  Segundo Jean Belot, pesquisador do Instituto Mato- Grossense do Algodão (IMAmt),outros dois fatores também foram determinantes na evolução do processo produtivo: a prevalência da segunda safra e a oferta de muitas variedades novas. "São mudanças que criaram uma certa dificuldade para se obter aumento de qualidade ao longo dos anos", avalia.


Os desafios foram superados com pesquisa e novas tecnologias. Os produtores dominam cada vez mais as diversas etapas para melhorar o grau de folhas e outras contaminações, garante o pesquisador. A incidência de pedaços de caule, por exemplo, foi solucionada com a melhoria do manejo da lavoura e a adequação do tamanho da planta, aliada à modernização das algodoeiras com equipamentos de pré-limpeza.


Para minimizar a contaminação por fragmentos de semente no processo de descaroçamento, os produtores buscaram identificar as variedades mais suscetíveis - quando isso é detectado previamente, é possível fazer regulagens nas algodoeiras para amenizar o problema. A presença de açúcar na pluma também foi solucionada. "A pegajosidade é um ponto que resolvemos bem a nível das fazendas, porque os produtores estão cuidando muito mais do controle das pragas de final de ciclo", explica o Belot.


Com relação aos parâmetros de qualidade intrínseca da fibra, a escolha da variedade e o manejo são os fatores preponderantes. "A maturidade é o ponto chave para definir a qualidade intrínseca da fibra e o produtor está cada vez mais esclarecido sobre isso", afirma.


A busca dos cotonicultores por qualidade é um processo contínuo, assegura o gerente de Controle de Qualidade da Scheffer, Maksuell Marques. "Na última década, a qualidade se tornou prioridade.  Na Scheffer, adotamos um processo de melhoria contínua, desde a lavoura, colheita até o beneficiamento, o que nos assegura a evolução da qualidade, em busca de atender às necessidades do mercado", conta. "Hoje temos um algodão com pouca incidência de caule e fragmentos e uma evolução muito grande na fibra, tanto no comprimento quanto nos outros itens, como resistência e maturidade", destaca.


Análise de qualidade


Para o Brasil passar da condição de segundo maior importador para segundo maior exportador mundial de algodão, não bastava investir na melhoria do processo produtivo. Era preciso medir a qualidade da pluma nacional. Para aumentar a confiabilidade e a competitividade do produto brasileiro, em 2002 a Abrapa implementou a análise e classificação da fibra por instrumentos de alto volume aceitos comercialmente.


A adoção do padrão internacional de High Volume Instrument(HVI) equiparou o Brasil aos principais países produtores. A tecnologia, capaz de chegar mais longe que o olho humano, possibilitou medir características intrínsecas e extrínsecas da pluma, tais como micronaire, resistência, comprimento, uniformidade, índice de fibras curtas e cor – aspectos que influenciam no preço e definem se a pluma atende às exigências de cada comprador.


Mas ainda seria necessário dar um passo adiante. Em 2010, durante rodada da International Cotton Association, compradores internacionais reportaram que a qualidade do algodão brasileiro não correspondia ao que constava nos laudos dos laboratórios. A partir daí, a Abrapa empreendeu iniciativas para melhorar e padronizar as análises feitas no país. "Definitivamente, o Brasil precisava criar um modelo de qualidade e nos baseamos no modelo americano", conta Júlio Busato.


O programa Standard Brazil HVI – SBRHVI


Com o apoio das associações estaduais, a Abrapa contratou uma consultoria para verificar a conformidade dos laboratórios brasileiros de classificação do tipo HVI. Também foi disponibilizada a tradução do guia de boas práticas para análise de instrumentos de alto volume publicado pela força tarefa do Commercial Standardization of Instrument Testing o fCotton (CSITC).


Em 2016, visando à padronização da classificação, foi lançado o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI). O programa foi estruturado em 3 pilares: um moderno e bem equipado laboratório central em Brasília; um banco de dados da qualidade, que armazena as informações de análise e classificação do algodão produzido no país; e permanente orientação e treinamento para os laboratórios que atendem aos cotonicultores brasileiros, para que todos trabalhem no mesmo padrão.  "Além de qualidade, o Brasil passou a entregar, também, credibilidade e transparência nos resultados das análises", ressalta o presidente da Abrapa.


O programa foi decisivo para o reconhecimento internacional da pluma brasileira. "Havia muita divergência de laudos e o mercado externo não tinha confiança no algodão brasileiro. O SBRHVI foi um divisor de águas", avalia Maksuell Marques.


Para o diretor Comercial da SLC Agrícola, Aldo Tissot, ao disponibilizar dados detalhados sobre a pluma comercializada, o programa também se tornou uma excelente ferramenta de feedback dos compradores sobre a qualidade do algodão brasileiro. "O mercado internacional é muito exigente, a qualidade que a indústria têxtil está demandando está cada vez maior e isso nos obriga a termos um produto melhor", pontua.


O contato direto com os compradores asiáticos tem possibilitado a evolução constante na qualidade da pluma produzida. "Todo feedback que recebemos, discutimos e tentamos fazer ajustes que atendam às necessidades do mercado", conta o diretor comercial da SLC. A gestão de dados é fundamental nesse processo.  "É preciso usar ferramentas de Business Intelligence para olhar os processos, usar a base de informações que temos para ver onde podemos evoluir e tomar as melhores decisões para a safra seguinte", ressalta.


 


 


Visão do mercado


 


O estreitamento da relação entre produtores e indústria também se verifica no mercado doméstico e contribui para o processo de melhoria contínua da qualidade do algodão produzido. "O entendimento entre cliente e fornecedor vem crescendo muito, ao longo dos anos. A indústria passou a fornecer informações que ajudaram os produtores a compreenderem as necessidades do mercado e desenvolverem a qualidade da fibra", avalia Cleber Resende Martins, gerente de Produção de Fiação da Cia Industrial Cataguases. A empresa produz os próprios fios e fabrica tecidos leves de algodão para vestuário - 90% do portfólio é feito com algodão nacional.


À evolução na qualidade da fibra brasileira, somou-se o aumento de produtividade. A produção praticamente dobrou nos últimos dois anos, chegando a 3 milhões de toneladas na safra 2019/2020. Com a demanda do mercado interno estagnada na faixa de 700 mil toneladas, os cotonicultores passaram a buscar mais ativamente o mercado internacional, competindo de igual para igual com grandes produtores como os Estados Unidos.


"Com o aumento da qualidade e da credibilidade, muitas indústrias que não consumiam o algodão brasileiro começaram a comprar nosso produto e a aumentar a nossa participação nas misturas", relata Marco Antonio Aluisio, diretor da Eisa Trading e da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea)."Felizmente, estamos batendo recordes de embarque e as indústrias estão cada vez mais confiantes de fazer compra futura de algodão brasileiro", afirma.


Na análise comparativa de dados, na média, a fibra produzida no Brasil é superior à americana em comprimento de fibra, resistência e micronaire, garante o presidente da Abrapa. "Estamos preocupados com toda a cadeia, desde a produção, ao beneficiamento e à logística. Trabalhamos para que todos os produtores caminhem no mesmo sentido e possamos oferecer um algodão de ótima qualidade para o nosso cliente, esteja ele onde estiver", conclui Busato.


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Colheita da safra 2020/21 do Brasil começa em São Paulo e no Paraná Resumo

07 de Maio de 2021

​São Paulo, 07/05/2021 - A colheita da safra 2020/21 de algodão do Brasil começou nesta semana, informou a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em nota antecipada ao Broadcast Agro. "Embora o ritmo se intensifique em junho, cotonicultores em São Paulo e Paraná já ligaram as máquinas", disse a associação. Quarto maior produtor mundial da fibra, o Brasil finaliza a colheita em setembro.


Na safra 2021/22, a Abrapa estima que o volume produzido será de 2,41 milhões de toneladas de pluma. Se confirmado, o número corresponderá a um recuo de 20% em relação ao ciclo 2019/20 em consequência, principalmente, de uma área plantada 17% menor, de 1,35 milhão de hectares. A produtividade deve cair 2% na mesma base de comparação, para 1.794 Kg/hectare de pluma, segundo a associação.


Em Mato Grosso, Estado que historicamente contribui com 70% da produção nacional da fibra, o plantio foi protelado pelo atraso no ciclo da soja, e a expectativa é de que a colheita se inicie somente no fim de junho, segundo a Abrapa. "Temos duas preocupações, agora, na lavoura. A primeira é com as condições climáticas, porque a janela ideal de desenvolvimento das plantas foi reduzida. Além disso, precisamos estar atentos ao controle fitossanitário das plantas", disse o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, na nota.


Em relatório sobre exportações, a Abrapa informou que, das 176.995 toneladas embarcadas pelo País em abril, volume recorde para o mês, China, Vietnã e Bangladesh absorveram volumes similares. A China continua, todavia, no topo do ranking de maiores compradores, com 37,6 mil toneladas importadas ao longo de abril.


Nos oito meses da temporada de exportações 2020/21, que começou em agosto do ano passado, o Brasil exportou 2,120 milhões de toneladas, 22% acima de igual período da temporada 2019/2020. A lista dos 10 maiores importadores do algodão brasileiro no acumulado da temporada 2020/2021 traz a China e o Vietnã nos dois primeiros lugares, com participação de 32% e 16%, respectivamente, no total exportado pelo País.

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Movimento Sou de Algodão fecha parceria com Elle, Glamour, Harper’s Bazaar e Vogue

05 de Maio de 2021

Iniciativa da Abrapa e o quarteto de mídias farão o garimpo de peças de algodão para que, semanalmente, publiquem conteúdos com dicas de looks produzidos com a fibra natural


O Movimento Sou de Algodão, iniciativa da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), iniciou, no mês de abril e vai até o final do ano, uma parceria inédita com quatro grandes mídias femininas do Brasil: Elle, Glamour, Harper's Bazaar e Vogue. O projeto tem como objetivo gerar conteúdos no pilar de moda sobre o algodão, garimpando peças e apresentando dicas de looks a fim de expandir o conhecimento do público sobre os benefícios da fibra natural. Cada veículo foi responsável por produzir materiais específicos para suas redes sociais e os resultados do garimpo foram postados semanalmente, às sextas-feiras, nos perfis das mídias. Já no perfil do instagram do Sou de Algodão, às segundas. Mas a Campanha Garimpo Sou de Algodão também pode ser conferida através do site do Movimento.


A Harper's Bazaar será responsável por dicas de tendências para o estilo de vida da leitora. No perfil da Elle, todo mês será divulgado o nome de um novo designer da moda brasileira. Já a Glamour terá como foco o público mais jovem. E com a Vogue, publicações mais conceituais e voltadas para o luxo de cada peça e look.


Todo esse processo do projeto da curadoria, com as principais tendências de moda que contém o algodão como a principal fibra na composição, representa o garimpo. Esse termo já foi utilizado mais de um milhão de vezes no Instagram, por exemplo, e virou a gíria preferida entre os consumidores e empreendedores para falar sobre uma seleção minuciosa de produtos e afins.


A fibra é encontrada no guarda-roupa de milhares de brasileiros e é garantia de uma peça que irá durar por muito tempo. Por isso, o foco do garimpo está sempre na tendência, por ser de fibra natural, e a consequência é encontrar os melhores produtos e ter a certeza que uma blusa, por exemplo, irá aguentar quantas lavagens forem necessárias. Isso acontece graças à fibra natural na composição, o algodão.


"Mesmo depois de 4.000 anos, a nossa fibra continua mais atual do que nunca e nós podemos provar através da curadoria com essas mídias. A importância de trazer essas mídias é mostrar que o algodão é versátil e pode ser encontrado em várias peças de roupas", comemora Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.


Publicações


Babados por Bazaar


Aquela seleção de garimpo que está, literalmente, no babado! A mídia selecionou três marcas incríveis que apostaram no volume e romantismo que o algodão, como matéria-prima, pode proporcionar. Usar algodão na moda, garantindo conforto de maneira responsável, é uma tendência que está sempre em alta e nunca vai sair da moda.


Coletes por Vogue


Um jeito prático e versátil de compor o look no outono/inverno, deste ano, são os coletes. Com as suas variações de estilo, que vão dos cortes clássicos aos mais inventivos, essa peça que, em sua maioria traz o algodão como principal matéria-prima, propõe produções inspiradoras. A Vogue garimpou seis modelos que valem a pena conferir:


Tons pastéis por Glamour


Em tempos de caos, buscar respiro e calma através da moda tem sido uma alternativa. Afinal, as cores são fundamentais para equilibrar os ânimos e até trazer uma certa nostalgia! E faz sentido, já que os tons suaves, que remetem a docinhos, brinquedos e looks da infância, trazem consigo uma memória afetiva reconfortante. Mas será que a paleta consegue fugir da estética fofinha e colorir produções mais urbanas? Para provar que sim, a Glamour garimpou seis ideias, todas com a nossa fibra na composição. Confira!


Designers por Elle


Ao longo dos próximos meses, é possível conferir nas redes Sou de Algodão e Elle, a história de dez estilistas independentes que representam uma nova maneira de se pensar, produzir e consumir moda.


Sobre Sou de Algodão


É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 36% de toda a produção mundial de algodão sustentável.


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