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Premiação do 13º CBA fomenta pesquisa sobre algodão nas universidades

​Concurso é aberto a estudantes, professores e pesquisadores

18 de Agosto de 2021

O incentivo à pesquisa e à disseminação de conhecimento é um dos objetivos do Congresso Brasileiro de Algodão (CBA), promovido a cada dois anos pela Abrapa. A excelência da produção acadêmica é reconhecida por meio de uma premiação, que oferece bolsas de estudo e participações em congressos internacionais aos melhores trabalhos científicos.


O CBA nasceu justamente como um encontro de pesquisadores, em 1997, organizado pela Embrapa Algodão. Ao longo de 24 anos, ganhou maior dimensão e participação efetiva do setor produtivo e de empresas, mas a produção técnico-científica continuou sendo prioridade. Foi assim que surgiu a ideia de premiar as melhores pesquisas. “Tentamos evoluir e valorizar um pouco mais esses trabalhos, para estimular jovens profissionais e professores orientadores das universidades a trabalharem com algodão”, conta Jean Belot, pesquisador do Instituto Matogrossense do Algodão (IMAmt) que participou de todas as edições do Congresso e é coordenador-geral da Comissão Científica do 13º CBA.


Segundo Belot, o fomento ao trabalho das universidades é a estratégia adotada pelos Estados Unidos, principal concorrente brasileiro na disputa pelo mercado internacional da pluma. “Nossa avaliação é muito clara, não podemos sustentar uma cadeia produtiva tão importante como a do algodão sem uma pesquisa forte, temos que pensar no futuro”, enfatiza.


Temas de pesquisa


Nas primeiras edições, o Congresso Brasileiro do Algodão abrangia trabalhos técnico-científicos em inúmeras áreas de conhecimento, de estatística a difusão de tecnologias, sementes, práticas culturais e mecanização. Os estudos acompanharam a evolução e as demandas da cadeia produtiva. “As pragas e o custo de manejo sempre foram um gargalo. As instituições tiveram que desenvolver novas cultivares mais resistentes, mais produtivas e de melhor qualidade, visando oferecer maior rentabilidade ao produtor”, relata Odilon Reny, chefe administrativo da Embrapa Algodão e integrante da comissão científica do CBA, desde a 2ª edição.


A produção científica e a união da cadeia produtiva propiciaram um salto na cotonicultura brasileira nas últimas duas décadas. O país passou de segundo maior importador para segundo maior fornecedor global de algodão e, com o apoio das universidades e instituições de pesquisa, pretende chegar ao topo do ranking mundial nos próximos anos.


Na avaliação de Fernando Lamas, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste que participa desde a primeira edição do CBA, o grande desafio dos pesquisadores é pensar a sustentabilidade da cultura. “Temos que desenvolver modelos de produção que permitam reduzir as emissões de CO2 e chegar num algodão carbono neutro ou carbono zero, até para atendermos a demanda dos países importadores e do consumidor brasileiro”, avalia.




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Premiação no 13º CBA


Se você é pesquisador e se interessa pela cotonicultura, chegou a hora de planejar seu próximo estudo. As inscrições para a premiação científica do 13º CBA – que acontece de 16 a 18 de agosto de 2022, em Salvador - começam em 05 de abril do ano que vem.


Os trabalhos deverão abordar temas inovadores, criativos e com proposição de soluções para problemas enfrentados pela cadeia produtiva do algodão em oito áreas de conhecimento:


I – Produção Vegetal – Fisiologia, Fitotecnia, Nutrição de Plantas e Sistemas de Produção;

II – Agricultura Digital – Agricultura de Precisão e Inteligência Artificial;

III – Colheita/ Beneficiamento/ Qualidade de Fibra e do Caroço;

IV – Controle de Pragas – Entomologia e Biotecnologia;

V – Fitopatologia e Nematologia;

VI – Matologia e Destruição de Soqueira;

VII – Melhoramento Vegetal e Biotecnologia e

VIII – Socioeconomia.


Serão premiados os melhores estudos nas categorias Estudante de Graduação, Estudante de Pós-Graduação, Áreas Temáticas (pesquisadores de qualquer instituição) e Professor Orientador.

Os trabalhos serão analisados pela Comissão Científica do 13º CBA, que  escolherá 12  a serem apresentados de forma oral por seus autores no Congresso do ano que vem.

Para saber mais, acesse o regulamento aqui: http://congressodoalgodao.com.br/wp-content/uploads/2020/02/13o-CBA-Regulamento-PREMIACAO-CIENTIFICA-2022-ASSINADO.pdf



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Entidades se manifestam em defesa da democracia

Nota à Imprensa é assinada pela Abrapa e pela Ampa

17 de Agosto de 2021

A Associação Brasileira de Produtores de Algodão (ABRAPA) e a Associação Mato-grossense de Produtores de Algodão (AMPA) divulgaram, nesta terça-feira (17), nota à imprensa em apoio ao Estado Democrático de Direito e às Instituições que garantem a segurança jurídica na democracia brasileira.



No documento, as entidades se posicionam em defesa da atuação independente e harmônica entre os Poderes e contra ataques à Constituição Federal ou os Pod.


Leia a íntegra:


17.08.2021 - NOTA À IMPRENSA

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Abrapa comenta preço mínimo do algodão

17 de Agosto de 2021

Mesmo com reajuste de 6,5%, o preço mínimo do algodão, agora em R$ 82,60, continua abaixo do custo médio da produção da pluma no país. Os seis principais estados produtores estimam que o valor ideal para a commodity seria de pelo menos, R$92. Para falar sobre o assunto, o Programa Bem da Terra, do canal Terra Viva, entrevistou o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, na última quinta-feira (12).



Assista:


https://youtu.be/Rb2n_J2Xh6M


Programa Bem da Terra 12.08.2021


https://tv.uol/199Na

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Brasil exportou volume recorde de algodão no ciclo 2020/2021

De acordo com a Abrapa, embarque totalizou 2,4 milhões de toneladas entre agosto de 2020 e julho de 2021

16 de Agosto de 2021

Brasil encerrou o ano comercial 2020/2021 com recorde nas exportações de algodão, informou, nesta segunda-feira a Associação Brasileira dos Produtores da pluma (Abrapa). De agosto de 2020 a julho de 2021, os embarques do produto somaram 2,4 milhões de toneladas 23% a mais que no período anterior, gerando uma receita de US$ 3,77 bilhões.



 "Nos consolidamos como o segundo maior exportador mundial da pluma e reiteramos a meta de nos tornarmos o primeiro do ranking até 2030, quiçá antes disso", avalia o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, em comunicado.


A China foi o principal destino do algodão brasileiro, respondendo por 30% do total embarcado. Foram 720,7 mil toneladas da pluma que tiveram como destino o país asiático. Na sequência, aparecem Vietnã, com 17% de participação total; Paquistão (12%); Turquia (12%); Bangladesh (11%); Indonésia (9%); Malásia (3%); Coreia do Sul (3%); Tailândia e Índia (1% e 0,4%).


Para o período 2021/2022, a Abrapa avalia que o cenário é de recuperação do consumo global de algodão. A produção, que caiu 7% no ciclo 2020/2021, deve crescer 7%, chegando a 25 milhões de toneladas, volume abaixo do projetado para o consumo mundial, de 25,77 milhões de toneladas.


REDAÇÃO GLOBO RURAL


09 AGO 2021 - 17H07

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Brasil bate recorde de exportação de algodão em 2020/21 com 2,4 mi t, diz Abrapa

16 de Agosto de 2021

A China foi o principal destino da fibra brasileira, responsável por 30% do total embarcado em 2020/21.


"Com inéditas 720,7 mil toneladas adquiridas, o gigante asiático superou o mercado interno como maior consumidor do algodão produzido no Brasil", afirmou a entidade em nota.


O presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, afirmou no comunicado que o Brasil se consolidou como segundo maior exportador mundial da pluma, atrás apenas dos Estados Unidos.


A associação ressaltou que os concorrentes norte-americanos elevaram em 6% os embarques de algodão em 2020/21, para 3,5 milhões de toneladas, contribuindo --junto com o Brasil-- para a redução nos estoques globais da commodity.


"As exportações globais aumentaram 14,9%, atingindo 10,4 milhões de toneladas em 2020/21. A recuperação econômica em geral... e um aumento nas exportações de algodão liderado pela demanda resultaram em estoques iniciais mais baixos para a temporada 2021/22 em 20,9 milhões de toneladas."


Segundo a associação, o cenário para a temporada 2021/22 é de aquecimento no consumo e no comércio mundial. A Abrapa disse que após despencar 7% em 2020/21, espera-se uma recuperação de 3% na produção mundial de algodão, totalizando 25 milhões de toneladas.


O volume, no entanto, é inferior ao consumo global, que deve chegar a 25,77 milhões de toneladas, acrescentou a entidade.


A previsão de produção para a pluma brasileira na safra 2020/21 é de 2,457 milhões de toneladas, 18% menor que a alcançada na temporada anterior, disse a Abrapa.


"O recuo se deve à redução de 18% na área plantada, que foi de 1,369 milhão de hectares", afirmou a entidade, ressaltando que, até o momento, 45% da área já foi colhida e 82% da safra está comercializada.


A entidade não fez previsões sobre a produção brasileira de 2021/22.


Nayara Figueiredo/ Reuters


9 ago2021 15h02

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Brasil bate recorde na exportação de algodão no ciclo 2020/21

Exportações de algodão do país entre agosto de 2020 e julho de 2021 totalizaram 2,4 milhões de toneladas, alta de 23% no ciclo anterior

16 de Agosto de 2021

O Brasil exportou 2,4 milhões de toneladas de algodão entre agosto de 2020 e julho de 2021, 23% a mais do que no ciclo anterior, concretizando um novo recorde de embarques. O comércio exterior da fibra gerou uma receita de US$ 3,77 bilhões na temporada 2020/2021. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9) pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).


 "Nos consolidamos como o segundo maior exportador mundial da pluma e reiteramos a meta de nos tornarmos o primeiro do ranking até 2030, quiçá antes disso", avalia o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato.


A China foi o principal destino da fibra brasileira, responsável por 30% do total exportado na temporada 2020/2021. Com inéditas 720,7 mil toneladas adquiridas, o gigante asiático superou o mercado interno como maior consumidor do algodão produzido no Brasil.


A lista dos dez maiores importadores da pluma brasileira traz ainda Vietnã (17%) e Paquistão (12%) seguidos por Turquia (12%), Bangladesh (11%), Indonésia (9%), Malásia (3%), Coréia do Sul (3%), Tailândia e Índia (1% e 0,4%).


Segundo a Abrapa, o cenário para a temporada 2021/2022 é de aquecimento no consumo e no comércio mundial. Após despencar 7% em 2020/2021, a entidade projeta uma recuperação de 3% na produção mundial de algodão, totalizando 25 milhões de toneladas. O volume, no entanto, é inferior ao consumo global, que deve chegar a 25,77 milhões de toneladas.


Por Agência Safras


11 de agosto de 2021 às 13h14

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Abrapa participa de Dia de Moda em Campo

​Evento do Agroligadas reuniu formadores de opinião em Mato Grosso

16 de Agosto de 2021

O programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e o movimento Sou de Algodão foram apresentados a jornalistas e influencers na última sexta-feira (13), em evento promovido pelo movimento Agroligadas, em Mato Grosso. Formado por mais de 750 mulheres profissionais do agronegócio, o Agroligadas tem como propósito conectar o campo e a cidade a partir de ações educativas e de comunicação.



Cumprindo todos os protocolos de segurança, o movimento levou os formadores de opinião para um Dia de Moda em Campo. O grupo conheceu uma lavoura de algodão, uma unidade beneficiadora e uma fiação.  O presidente da Abrapa, Júlio Busato, e o vice-presidente, Alexandre Schenkel, participaram como palestrantes convidados.



Busato destacou que o Brasil é, hoje, o quarto maior produtor e o segundo exportador mundial da pluma. Com a maior produtividade do mundo em regime de sequeiro (não irrigado), o país fornece 38% de todo o algodão responsável consumido no planeta. "Temos o mais completo programa de sustentabilidade do mundo, o ABR, fundamentado nos pilares ambiental, social, e econômico", afirmou.



Os dirigentes também falaram sobre o Sou de Algodão, que promove o uso da fibra natural pela indústria têxtil brasileira por meio do incentivo ao consumo responsável. Lançado em 2016, na São Paulo Fashion Week, o movimento já conta com mais de 650 marcas parceiras.



"É muito importante o trabalho das Agroligadas, de mostrar aos consumidores e à sociedade em geral como produzimos algodão, quem somos, o que pensamos e aquilo que fazemos", avalia Busato.  "Existe uma desinformação muito grande, esse tipo de iniciativa é uma sementinha que certamente dará bons frutos e ajudará a mudar a imagem do agricultor brasileiro", acredita.


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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #32/2021

13 de Agosto de 2021

Algodão em NY - O relatório do USDA de ontem, apontando produção americana abaixo das estimativas do mercado, deu um bom impulso nas cotações. O contrato Dez/21 atingiu nova máxima e fechou em 93,32 U$c/lp, alta de 2,9% nos últimos 7 dias.



- Preços - Ontem (12/8), o algodão brasileiro estava cotado a 103,00 U$c/lp (+125 pts) para embarque em Out-Nov/21 (Middling 1-1/8" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook).



-  Altistas 1 - O relatório mensal de agosto do USDA, divulgado ontem, reduziu a safra americana deste ano (21/22) em 117 mil toneladas, para 3,76 milhões de tons. Este número é menor que a projeção mais baixa feita por analistas consultados esta semana.



-  Altistas 2 - A China, principalmente através de suas grandes estatais Chinatex e CNCGC, comprou ativamente nesta semana tanto algodão americano (para Jan-Mar) quanto brasileiro (para entrega Out-Dez).  Só não se sabe se o algodão é para repor as reservas estatais.



-  Altistas 3 - No maior mercado consumidor do mundo, EUA, o índice de liquidez dos consumidores é o maior em 55 anos.



-  Altistas 4 - Para completar, começou a temporada de furacões nos EUA. Para este final de semana já é esperada a tempestade tropical "Fred".



- Baixistas 1 - Muitos analistas estão acreditando que a safra americana deve ser maior que a projetada pelo USDA. Um dos argumentos é o alto percentual de lavouras boas e excelentes no país (65%, 5pp a mais que semana passada).



-  Baixistas 2 - O número de novos casos de Covid-19 seguem aumentando no mundo. Este aumento, atribuido à variante Delta, já fez com que a curva global de infecção atingisse patamares próximos dos piores momentos deste ano.



-  Oferta e Demanda 1 – No relatório de oferta e demanda deste mês, o USDA reduziu a produção global desta safra para 25,9 millhões de toneladas, enquanto as previsões de  consumo foram aumentadas para 26,9 milhões de tons.



-  Oferta e Demanda 2 – O órgão também reduziu os estoques finais em 111 mil tons, para 18,9 milhões de tons e a relação estoque-uso para 70,7%, a menor desde 2018/19.



-  China – Com os resultados desta semana, os leilões da reserva da China continuam vendendo 100% dos lotes ofertados. Já foram vendidos 266,4 mil toneladas este ano nos leilões.



-  China 2 – A China vive atualmente um surto de Covid-19 em 29 províncias, o que tem causado lockdowns e várias outras medidas de contenção como interrupção dos transportes em algumas regiões.



-  China 3 – Nos portos do país, as medidas anti Covid-19 também foram endurecidas. O porto de Ningbo chegou a ser fechado e no principal porto de importação de algodão, Qingdao, as cargas de algodão agora precisam ser desinfectadas, o que tem gerado atrasos e custos adicionais.



-  Paquistão – Fontes do Paquistão estão otimistas com o desenvolvimento das lavouras no país. A safra este ano pode passar de 1,2 milhões de tons.



- Índia - O plantio na Índia, maior produtor do mundo, continua atrasado.  A semeadura deve ser concluída somente após o retorno das chuvas de monções a partir da próxima semana.



- Vietnã - As exportações têxteis do Vietnã do mês de Julho foram as maiores desde Ago/19: US$ 3,11 bilhões no mês, com metade indo para os EUA.



- Bangladesh - O país encerrou seu lockdown no dia 11 de Agosto, após 19 dias. A indústria têxtil, maior setor da economia, apesar de não ter fechado as portas neste período, acabou afetada pelas limitações impostas.



- Exportações - O Brasil exportou 12,3 mil tons de algodão na primeira semana do mês de agosto/21, de acordo com dados do Ministério da Economia.



- Colheita - A Abrapa informa o andamento da colheita da safra 2020/21 de algodão no Brasil até ontem (12/8): BA e TO (68%); GO (80%), MA (46%); MG (65%), MS (100%), MT (52%), PI (86%) SP (96%) e PR (100%). Total Brasil: 57% colhido.



-  Beneficiamento - A Abrapa informa o andamento do beneficiamento da safra 2020/21 de algodão no Brasil até ontem (12/8): BA e TO (27%); GO (32%), MA (13%); MG (28%), MS (52%), MT (12%), PI (42%) SP (96%) e PR (100%). Total Brasil: 17% beneficiado.



Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com



 Preços - Consulte tabela abaixo

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Presidente da Abrapa participa da palestra online para estudantes de moda

Os alunos da Faculdade Belas Artes puderam conhecer mais sobre o Programa Algodão Brasileiro Responsável, Better Cotton Initiative e o Programa de Sustentabilidade da Abrapa

13 de Agosto de 2021

O presidente da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), Júlio Cézar Busato, participou, na última quinta-feira (12/08), de duas palestras virtuais para 200 alunos do curso de Design de Moda da Faculdade Belas Artes, das turmas da manhã e noite, do 4º ao 8º semestre. O tema principal foi o algodão brasileiro e os programas de sustentabilidade desenvolvidos pela Abrapa.


Na primeira parte do encontro, o executivo da Abrapa apresentou dados sobre o setor algodoeiro e comentou sobre o Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e Better Cotton Initiative Brasil (BCI). Para isso, falou dos pilares social, econômico e ambiental, que são respeitados na produção do algodão, boas práticas agrícolas, Manejo Integrado de Pragas (MIP) e os critérios de certificação.


A segunda parte foi destinada para apresentar o 2º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, que tem como objetivo dar oportunidade para os estudantes de moda mostrarem toda sua criatividade, e contou com a participação do André Hidalgo, responsável pela Casa de Criadores, e os estilistas do Ateliê Fomenta.


"Ficamos muito felizes quando recebemos o convite da Faculdade Belas Artes, uma das maiores do País. É muito importante mostrarmos aos estudantes de moda que temos recursos responsáveis para produzir roupas de qualidade, como o nosso algodão. Eles podem criar peças que valorizam a fibra nacional e ainda podem colaborar para a democratizacão um consumo mais consciente, com a ajuda do Movimento Sou de Algodão", explica Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão).



Sobre Sou de Algodão


É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 36% de toda a produção mundial de algodão sustentável.



Siga Sou de Algodão:


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Instagram: @soudealgodao


Youtube: Sou de Algodão

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Algodão: mercado e perspectiva para a próxima safra

13 de Agosto de 2021

O presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, foi o entrevistado do programa Agrimercado da última terça-feira (10), apresentado por Silmar Muller no canal Agro Mais. A perspectiva de crescimento da área plantada na próxima safra, em razão da recuperação dos preços da pluma, foi um dos temas abordados. Segundo Busato, o cenário é de aquecimento do consumo mundial de algodão.



Assista:


https://youtu.be/_plCbeogNY0


https://www.youtube.com/watch?v=Q1pqiFkcu2w



Canal Agro Mais – programa Agrimercado – em 10.08.2021

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