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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão
ALGODÃO PELO MUNDO #23/2022
10 de Junho de 2022
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10 de Junho de 2022
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24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
08 de Junho de 2022
Os avanços da cotonicultura brasileira, liderados pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), junto às estaduais e aos produtores podem ser conferidos na edição 2022 do Anuário Brasileiro do Algodão. A publicação é uma iniciativa da Editora Gazeta e está disponível online. São informações sobre produção, mercado, melhorias tecnológicas e sustentáveis, e que movimentam toda a cadeia algodoeira.
Entre os destaques, o anuário traz matéria sobre a rastreabilidade e o acompanhamento completo, desde o plantio do algodão certificado ABR (Algodão Brasileiro Responsável), até o produto na loja. Isso é possível graças ao blockchain, tecnologia que torna a informação acessível e auditável, em todas as etapas do processo. O projeto-piloto do programa SouABR se realiza em parceria com a Renner e a Reserva, numa iniciativa da Abrapa.
As perspectivas para a safra 2021/2022 também foram abordadas na publicação, que utilizou dados divulgados pela Abrapa, e que apontavam crescimento de 19,6%, o que atingiria um volume de 2,82 milhões de toneladas de pluma. Sobre o mercado, a previsão dos EUA para um consumo de algodão maior do que a produção, mas com possível redução no ciclo 2022/2023 por questões econômicas, igualmente mereceu destaque.
A produção sustentável, em que mais de 80% dos produtores de algodão têm certificação ABR, foi citada na publicação. A certificação atesta as boas práticas nas fazendas, considerando os pilares social, ambiental e econômico. As missões à Ásia, continente responsável pela maior parte das importações de algodão do Brasil, foram enfatizadas pela necessidade de promover globalmente a fibra brasileira, assim como o Congresso Brasileiro do Algodão, que se realizará entre os dias 16 e 18 de agosto, em Salvador, e que reunirá lideranças, produtores, pesquisadores e empresários do setor em ciclos de palestras para discutir assuntos da atualidade no mercado da pluma. O tema da 13ª edição do CBA será: "Algodão brasileiro – desafios e perspectivas no novo cenário mundial".
O anuário, em português e inglês, está disponível para os que acompanham a evolução da cotonicultura brasileira.
Leia em: https://www.editoragazeta.com.br/sitewp/wp-content/uploads/2022/06/ALGODAO_2022.pdf
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
07 de Junho de 2022
As marcas do segmento de artesanato e de moda casa foram os destaques no grupo de 38 novas marcas que aderiram ao Movimento Sou de Algodão, que alcançou o patamar de 974 parceiras no mês de maio. Entre as empresas que se associaram aos conceitos da moda responsável e da promoção da fibra natural está a Döhler, de Joinville (SC), que tem mais de 140 anos de tradição na produção de artigos para cama, mesa, banho e decoração. A principal explicação para uma empresa centenária procurar o algodão para fabricar peças para a moda casa está nos atributos reconhecidos: conforto, durabilidade e qualidade. Eles são essenciais, principalmente, para toalhas e lençóis, que são os carros-chefe dessa marca.
Segundo a arquiteta Rosi Pane, os projetos com algodão costumam agregar três pontos principais: estilo, no qual se incorpora a ideia de trabalhar produtos naturais; autenticidade, já que o algodão passa a ser o protagonista; e maturidade, que permite trazer valor e essência. É um elemento que propicia um toque diferenciado, um conceito de perfis que valorizam a responsabilidade e a poesia existentes neste contexto.
Diante de infinitas possibilidades e da versatilidade do material, os objetos feitos a partir do algodão podem frequentar qualquer ambiente e ser transformados, por exemplo, em cachepôs, dando suporte aos arranjos dentro de casa, e em balanços, uma tendência dentro de quartos, varandas e livings. Além disso, cortinas e persianas podem ser uma boa opção para ambientes comerciais, com caimento perfeito, que emolduram as janelas, ou em tecidos que revestem sofás e cadeiras com toque delicado.
Além do artesanato, as marcas femininas, masculinas, infantis e juvenis, de homewear e agênero são alguns dos segmentos que também fazem parte do Movimento Sou de Algodão. Outro destaque são as malharias, sendo que, em maio, ocorreu a chegada das marcas Beckhauser Malhas e Mamut Malhas, que ajudam a reforçar o grupo desse segmento, que, agora, conta com 16 empresas.
A grande adesão por parte de pequenos empreendedores até grandes redes de varejo demonstra que o algodão alcança todos os tipos de consumidores e tem a confiança dos empresários, que são beneficiados por diversos projetos promovidos pelo programa e seus parceiros. "No caso do artesanato, a maioria é liderada por microempreendedores que encontraram uma forma de sobreviver à crise econômica que vivemos. Isso quer dizer que o nosso trabalho não é apenas uma questão de democratizar o uso da fibra, mas de compartilhar com todos, de forma transparente, aquilo que fazemos e a forma como pensamos. O algodão é muito importante para a nossa economia, movimenta grandes indústrias e marcas de varejo, e, além disso, é fundamental para as centenas de microempreendedores individuais", explica Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.
Para conferir todas as marcas que se juntaram ao Movimento, até agora, é só acessar o site.
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
06 de Junho de 2022
A Renner e a Youcom lançam uma iniciativa até então inédita no país. As marcas investiram nas primeiras peças de jeans 100% rastreadas usando blockchain, tecnologia que permite o acompanhamento de todo o ciclo da confecção da peça.
A necessidade de maior transparência no processo produtivo é uma demanda no mercado de moda. Como uma forma de alcançar esse objetivo, a Renner e Youcom se uniram à Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), por meio da Sou de Algodão Brasileiro Responsável (SouABR). Com a parceria, entregam a possibilidade do consumidor conhecer a trajetória do item.
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
06 de Junho de 2022
As boas práticas ambientais adotadas pelo setor algodoeiro, sob a liderança da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), podem ser observadas em diversas frentes nas fazendas e unidades de beneficiamento, nas regiões produtoras da fibra. São soluções implementadas pelos produtores que vão desde a conservação dos recursos naturais, o manejo dos recursos hídricos, técnicas recomendadas para a conservação do solo, da biodiversidade, gerenciamento de dejetos e resíduos sólidos, até a manutenção de áreas de preservação permanente (APP), áreas de integração lavoura pecuária florestas (ILPF), e a utilização de adubo orgânico, sem contaminar o ambiente. Não à toa, a cotonicultura brasileira está entre as mais atuantes pela causa da sustentabilidade, focando os seus esforços em várias ações. Mantém um programa nacional de produção de algodão sustentável, opera um acordo de benchmarking com a Better Cotton Inititiave (BCI), estimula iniciativas regionais relacionadas às boas práticas socioambientais e apoia programas governamentais de cunho sustentável.
Por ocasião do Dia do Meio Ambiente, comemorado em cinco de junho, a Abrapa reforça a importância do trabalho realizado junto às associadas e aos produtores, por meio dos programas Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e ABR-UBA para unidades de beneficiamento. Segundo o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, as fazendas de algodão e unidades de beneficiamento certificadas pelos programas evidenciam o esforço contínuo dos cotonicultores em promover a sustentabilidade no setor. "Certamente, a cotonicultura ganhou novo impulso com a implantação dos programas e é esse trabalho permanente de toda a cadeia que torna a cultura uma das mais organizadas no País", afirma.
ABR e ABR-UBA
Os programas propõem a evolução progressiva das boas práticas sociais, ambientais e econômicas a fim de construir uma boa imagem para o produto brasileiro e conquistar espaço no mercado do algodão responsável. O trabalho permanente da Abrapa é voltado para melhorar continuamente a gestão sustentável das fazendas e das unidades de beneficiamento, para elevarem os níveis de conformidade e estarem aptos à certificação. Para tanto, os programas são sustentados em três pilares: social, ambiental e econômico. São oito os critérios estabelecidos e que devem ser cumpridos para garantir a certificação, entre os quais meio ambiente, segurança do trabalho e saúde ocupacional, desempenho ambiental e boas práticas.
Certificação
A safra 2021\2022 está sendo auditada por três empresas certificadoras – ABNT, Genesis Certificações e Bureau Veritas, que trabalham na conferência das conformidades requeridas. Ao todo, no ABR, são 183 itens de verificação e certificação, desde boas práticas agrícolas, até segurança e bem-estar do trabalhador. A constatação, durante a auditoria, de qualquer prática em desacordo com os 51 Critérios Mínimos de Produção (CMP's) de aprovação obrigatória, conforme acordado com a BCI, elimina a fazenda do processo de certificação.
As fazendas participantes do programa ABR trabalham com evolução contínua: 1ª safra – 85% de aprovação dos critérios da Verificação para Certificação da Propriedade (VCP); na 2ª safra - 87% de aprovação dos critérios da VCP; na 3ª safra - 89% e a partir da 4ª safra em diante – 90% de aprovação dos critérios da VCP. Até agora, 143 fazendas (safra 21/22) receberam a certificação ABR.
Sustentabilidade na agenda da moda
A responsabilidade ambiental já é uma prática presente na moda e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) destaca a potencialidade dos produtores brasileiros, fornecedores da matéria-prima, de produzirem respeitando o meio ambiente. Hoje, o setor é referência mundial, tendo mais de 80% da sua produção certificada. "A questão da sustentabilidade permeia todos os elos da cadeia de produção e a Abit se sente orgulhosa de participar, desde o início, desse projeto da cotonicultura brasileira rumo à sustentabilidade", afirma o presidente da Abit, Fernando Pimentel.
Segundo Pimentel, esse cenário faz com que a matéria-prima produzida no País seja cobiçada globalmente, não apenas pelas características técnicas, mas sobretudo pela forma de cultivo e tratamento de todos os elos que compõem a questão do meio ambiente e da sustentabilidade. "Isso é positivo porque o algodão certificado fortalece e agrega valor aos produtos da cadeia de produção têxtil e de confecção. Nesse sentido, vemos que o Brasil tem uma oportunidade ímpar de se destacar no cenário futuro e os méritos do que foi alcançado estão relacionados ao conjunto de atores que investiram e trabalham na produção sustentável", disse.
Algodão responsável
O trabalho consistente e a evolução da Abrapa levaram a cotonicultura brasileira a um novo patamar. Na última safra, o País produziu 1,96 milhões de toneladas de pluma, sendo 84% certificada pelo programa ABR e licenciada BCI. Com esses números, o Brasil se torna o maior fornecedor de algodão BC, o 2º maior exportador e o 4º maior produtor global da fibra.
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
03 de Junho de 2022
Presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Júlio Cézar Busato, participa da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães. Ele destaca a relevância da feira agrícola e de negócios do Norte e Nordeste e fala sobre os desafios e o trabalho realizado pelos cotonicultores para impulsionar o cultivo do algodão no País.
Assista:
https://youtu.be/mgtzN3jBNMM
Programa Fala Carlão – Programa de TV
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
03 de Junho de 2022
A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) levará uma delegação à Ásia para promover o algodão brasileiro. A missão visitará compradores atuais e clientes potenciais no continente em razão da tendência de aumento da produção da pluma no Brasil. Durante dez dias, o grupo, formado por cotonicultores, exportadores da fibra, membros do conselho de administração da Abrapa e representantes das associadas, passará por Indonésia, Tailândia e Bangladesh, países que são compradores do algodão brasileiro. Juntos, eles representam 21% do total embarcado para a Ásia na safra 2020\2021, cerca de 498,5 mil toneladas da fibra. Já no acumulado das exportações da safra 2021/2022 (agosto/21 a abril/22), esses destinos mantêm o percentual de vendas externas e somam 313 mil toneladas de algodão brasileiro. A viagem inicia no sábado, dia 4, e se estenderá até o dia 14.
Bangladesh foi o quinto maior comprador de algodão brasileiro, na safra 2021\2022, somando 165,9 mil toneladas. Comparativamente à safra anterior, de 2020\2021, houve um recuo de 270,03 mil toneladas para os atuais 165,9 mil ton. Desse modo, merece destaque o dado que mostra Bangladesh com potencial de compra de algodão do Brasil. O país é o segundo maior importador da fibra no mundo, no entanto, apenas 14% vieram do Brasil.
O cenário da Indonésia já é bem diferente. O país é o sexto maior destino da pluma brasileira no mundo, responsável pela importação de 133,2 mil toneladas de algodão brasileiro, na atual safra. Os números apontam que o país também tem mercado para a fibra brasileira, com possibilidade de crescimento das importações, uma vez que não há produção doméstica. O consumo do país soma 503 mil toneladas. Na safra 2020\2021, a Indonésia comprou do Brasil 207 mil toneladas de algodão, portanto, a participação do Brasil é de mais de 40% no país.
Nono maior destino da fibra brasileira, a Tailândia importou 13,7 mil toneladas de algodão do Brasil, na safra 2021\2022. Comparativamente à safra 2020\2021, foram 7,73 mil toneladas a menos. Conjuntura que também mostra potencial de crescimento das vendas brasileiras de algodão.
“Traçamos uma agenda de prioridades que envolverá encontros com representantes da indústria têxtil dos países, além de visitas técnicas em indústrias locais. É uma maneira de promovermos e ampliarmos o mercado da fibra brasileira”, destaca o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato. Os três países foram escolhidos porque estão entre os nove maiores mercados de algodão do mundo. Segundo Busato, o setor algodoeiro quer conhecer e entender as demandas dos clientes, avaliar potencial de crescimento na região, além de construir relações. “Vamos apresentar os principais avanços do algodão no Brasil e mostrar o que está por vir. Queremos relações duradouras com nossos potenciais clientes”, afirma. As informações são da Abrapa.
publicado por: Agência SAFRAS
link: https://safras.com.br/missao-da-abrapa-vai-a-asia-conhecer-demandas-para-algodao/#:~:text=Porto%20Alegre%2C%201%20de%20junho,produ%C3%A7%C3%A3o%20da%20pluma%20no%20Brasil
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
03 de Junho de 2022
Para o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Júlio Cézar Busato, o parecer do Comitê de Avaliação de Risco (RAC) da Agência Europeia de Produtos Químicos (ECHA) de que o glifosato não deve ser classificado como cancerígeno deve ser olhada com atenção pelas autoridades brasileiras. O parecer do RAC será finalizado e publicado até meados de agosto e enviado à Comissão Europeia e à European Food Safety Authority. As informações são da IHS Markit, empresa de fornecimento de dados e tecnologia.
Tanto o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) quanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tendem a seguir o que a União Europeia dita quando o assunto é a análise de risco de defensivos químicos. Neste caso, o comitê constatou que as evidências científicas sobre o ingrediente ativo não atendem aos critérios de classificação, portanto, não deve ser classificado como cancerígeno e tóxico à reprodução. "É uma decisão que só reforça os estudos feitos pela Anvisa e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento", afirma Busato.
O parecer do RAC será ainda finalizado, mas segundo o RAC, as evidências científicas disponíveis não possibilitam a classificação do ingrediente em classe específica de toxicidade, ou como substância cancerígena, mutagênica ou tóxica para a reprodução. Durante a avaliação, foi considerado extenso volume de dados científicos e centenas de contribuições recebidas nas consultas públicas.
Sustentabilidade na agenda da cotonicultura
A Abrapa vem trabalhando com o propósito de garantir e avançar em ações de sustentabilidade, apoiando a implantação de biofábricas nas fazendas para a produção de microorganismos, como bactérias ou fungos para o controle de pragas e doenças e necessários à política de substituição de produtos químicos.
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
03 de Junho de 2022
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24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026
03 de Junho de 2022
Os integrantes da Câmara Setorial de Insumos Agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) manifestaram preocupação com o atraso na liberação de cargas importadas e de produtos de exportação. Desde o fim do ano passado, os auditores da Receita Federal fazem uma operação-padrão. Isso significa que a checagem da documentação e da carga é feita numa quantidade de produtos maior do que a norma. O mesmo procedimento é seguido pelos fiscais do Mapa que também vem cumprindo os prazos regimentais de trabalho. Os resultados das operações-padrão são a demora no desembaraço e liberação de produtos, atrasando os fluxos de fabricação e impactando na linha de produção das indústrias. Ficou acordado pelos integrantes da Câmara, o envio de carta aos órgãos de governo pedindo providências para a solução do impasse.
A reunião, coordenada pelo presidente da Câmara Setorial, Arlindo Moura, ocorreu de maneira híbrida e serviu para discutir assuntos como o desempenho e os desafios do segmento de fertilizantes, agroquímicos e sementes. Além disso, os participantes também acompanharam a explanação do diretor de Crédito e Estudos Econômicos do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, sobre o Plano Safra 2022/2023, que está em construção e deverá ser anunciado até o final do mês de junho. A expectativa do setor é de que o Plano seja robusto e melhor do que o vigente. Moura ressaltou a importância de o governo garantir recursos ao setor.
Outros assuntos, que demandaram a atenção dos integrantes, foram as ações implementadas para mitigar a logística e, consequentemente, o abastecimento de fertilizantes para o Brasil. As ações do governo, por meio do Mapa e do Ministério das Relações Exteriores, com o objetivo de diversificar e abrir novos mercados foram fundamentais para o atendimento da demanda brasileira.
Sobre a Câmara:
A Câmara Setorial de Insumos Agropecuários foi instalada no dia 21 de julho de 2004, pelo Mapa. Devido à grande transversalidade dos assuntos ligados às cadeias produtivas, o que caracteriza a importância dos insumos em todas elas, o organismo passou, a partir de novembro de 2005, a ser denominada Câmara Temática por decisão unânime de seus membros. Em 30 de maio de 2006, foi oficialmente criada a Câmara Temática de Insumos pela Portaria nº 137.
24 de Abril de 2026
17 de Abril de 2026
15 de Abril de 2026