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Cotton Brazil Dialogues reúne líderes globais da moda e da cadeia têxtil em imersão pelo algodão brasileiro

Iniciativa do Cotton Brazil amplia o diálogo com representantes da indústria têxtil, marcas e organizações internacionais em uma jornada pelas principais regiões produtoras do país

21 de Julho de 2026

O algodão brasileiro já conquistou reconhecimento internacional pela qualidade da fibra, produtividade e capacidade de abastecimento. Agora, o desafio é fortalecer esse posicionamento junto a quem influencia as tendências da indústria da moda, estabelece padrões de sustentabilidade e participa das decisões que moldam o futuro da cadeia têxtil global.

É com esse propósito que a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) realiza, em duas etapas, nos meses de julho e agosto, o Cotton Brazil Dialogues, iniciativa que marca uma nova fase da estratégia internacional de promoção do algodão brasileiro.

A programação é coordenada pela Abrapa e a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e das associações estaduais ligadas a Abrapa, Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa). As entidades acompanharão a delegação nos maiores estados produtores de algodão do Brasil, proporcionando aos participantes uma experiência prática sobre o sistema produtivo brasileiro e aproximando-os da realidade do campo.


Uma nova agenda de relacionamento

A evolução da missão, que acontece desde 2015, acompanha as transformações da cadeia têxtil mundial. O relacionamento com compradores internacionais permanece como um dos pilares da iniciativa, mas o Cotton Brazil Dialogues amplia esse diálogo com outros atores estratégicos, como marcas, varejistas, indústrias têxteis e organizações internacionais. A proposta é fortalecer conexões em toda a cadeia de valor do algodão, aproximando quem produz a fibra daqueles que influenciam sua transformação, comercialização e percepção pelo consumidor final.


Ao longo de seis dias, as delegações percorrerão propriedades rurais, algodoeiras, laboratórios e centros de pesquisa nos estados de Mato Grosso, Bahia e Goiás. A programação inclui visitas técnicas e workshops sobre qualidade da fibra, genética, agricultura regenerativa, certificação socioambiental, emissões e remoções de carbono, rastreabilidade e os avanços da cotonicultura brasileira.


Para o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, o Cotton Brazil Dialogues representa uma evolução da estratégia internacional da entidade. "O algodão brasileiro já conquistou reconhecimento pela qualidade da fibra e pela capacidade de atender aos mercados internacionais. Agora queremos dar um passo além, aproximando do campo aqueles que ajudam a construir o futuro da cadeia têxtil mundial. O Cotton Brazil Dialogues nasce para fortalecer esse relacionamento, mostrar como produzimos e criar um ambiente permanente de diálogo, confiança e cooperação entre produtores, indústria, marcas e organizações internacionais."


A mudança de conceito acompanha a evolução da cadeia têxtil mundial. Se antes o foco estava concentrado na aproximação com compradores internacionais, agora o objetivo é construir um relacionamento permanente com os diferentes elos que agregam valor ao algodão, influenciam o comportamento do consumidor e ajudam a definir padrões globais de qualidade, inovação e sustentabilidade.


A presença de representantes da moda, do varejo, da indústria têxtil e de organizações internacionais reforça o novo posicionamento do Cotton Brazil Dialogues: mais do que apresentar o algodão brasileiro ao mercado, a iniciativa busca fortalecer o relacionamento com toda a cadeia produtiva, promovendo troca de conhecimento, transparência e construção de parcerias de longo prazo.


Ao aproximar produtores, indústria, marcas e organizações internacionais, o Cotton Brazil Dialogues fortalece o posicionamento do Brasil como líder global no fornecimento de algodão e como referência em qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade e inovação.


Sobre o Cotton Brazil


O Cotton Brazil consiste na execução, de forma estruturada e integrada, de um plano de promoção internacional do algodão brasileiro, para que o país seja reconhecido mundialmente pela qualidade, sustentabilidade e padrão tecnológico de seu produto. Lançado em 2020, o projeto é executado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), responsável por promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos do país. Conta, também, com o apoio dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de Relações Exteriores, além da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).


Serviço: Cotton Brazil Dialogues
Quando: De 26 a 31/07 e de 16 a 22/07
Onde: Cuiabá (MT), Lucas do Rio Verde (MT), Luís Eduardo Magalhães (BA), Cristalina (GO) e Brasília (DF).
Credenciamento para imprensa: comunicação@abrapa.com.br

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Julho sem Plástico: por que a moda também precisa repensar o plástico que veste todos os dias

Movimento Sou de Algodão reforça o papel das fibras naturais, especialmente do algodão, na redução do uso de plástico na moda e na construção de um consumo mais consciente

21 de Julho de 2026

O mês de Julho sem Plástico costuma trazer à tona embalagens, sacolas e canudos, mas raramente coloca o guarda-roupa no centro da conversa. Grande parte das roupas produzidas no mundo hoje é feita de poliéster e outras fibras sintéticas derivadas do petróleo - ou seja, plástico. O movimento Sou de Algodão, iniciativa da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), usa a data para chamar atenção a um debate que ainda é pouco explorado: o impacto das fibras sintéticas no meio-ambiente e na saúde, e o papel das fibras naturais, com destaque para o algodão, na construção de uma moda mais consciente.


Segundo dados da The International Union for Conservation of Nature (IUCN), aproximadamente 35% dos microplásticos liberados nos oceanos em todo o mundo têm origem na lavagem de têxteis sintéticos. Essas partículas acabam chegando a rios, oceanos e até à cadeia alimentar. Diferentemente do poliéster e de outras fibras derivadas de combustíveis fósseis, o algodão é uma fibra natural, biodegradável e renovável, cultivada a partir de uma planta que também gera alimento e óleo. No Brasil, 79% de toda a produção de algodão segue os critérios do Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que certifica boas práticas ambientais, sociais e econômicas ao longo da cadeia produtiva.


Além da questão ambiental, o contato direto do tecido com a pele é outro ponto que ganha espaço nas conversas sobre saúde e bem-estar. Fibras naturais como o algodão favorecem a transpiração da pele e tendem a causar menos irritações do que tecidos sintéticos, o que amplia o interesse por peças de algodão em públicos sensíveis, como bebês, crianças e pessoas com pele mais reativa.


Para o Sou de Algodão, Julho sem Plástico é uma oportunidade de ampliar essa conversa e mostrar que o consumo consciente também passa pela etiqueta da roupa. Escolher peças de fibras naturais, entender a composição têxtil antes de comprar e valorizar cadeias produtivas responsáveis, como a do algodão brasileiro, são atitudes simples que fazem parte de uma moda mais responsável, do campo ao guarda-roupa.


O movimento reforça ainda que essa transformação não depende apenas do consumidor final, mas também da indústria, que tem papel central ao optar por matérias-primas mais sustentáveis e investir em rastreabilidade. Nesse sentido, o Sou de Algodão segue atuando junto à cadeia produtiva têxtil e de moda para ampliar o uso e o reconhecimento do Algodão Brasileiro Responsável como alternativa concreta ao plástico que hoje veste boa parte da população.


Ao colocar o algodão no centro da discussão sobre Julho sem Plástico, o movimento convida a imprensa e o público a olhar para o próprio armário com outros olhos: entender de que fibra é feita cada peça é também um gesto de consciência ambiental, e o algodão brasileiro segue como um dos caminhos mais naturais para isso.



Sobre Sou de Algodão


Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 83% de toda a produção nacional de algodão.



Abrace este movimento: 


Site: www.soudealgodao.com.br


Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao


TikTok: @soudealgodao_


 

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Abrapa cria Gerência de Desenvolvimento de Negócios para ampliar mercados e impulsionar a inovação do algodão brasileiro

Nova área será liderada pela gerente Renata Caixeta e terá como foco a expansão de oportunidades para a fibra brasileira, do mercado da moda a novos segmentos industriais

20 de Julho de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) passa a contar, no mês de julho,  com uma nova estrutura voltada à geração de oportunidades para a cotonicultura brasileira. A criação da Gerência de Desenvolvimento de Negócios reforça a estratégia da entidade de ampliar mercados, fortalecer o posicionamento do algodão brasileiro e desenvolver novas frentes de atuação para a fibra, tanto no Brasil quanto no exterior.

A área será conduzida pela gerente Renata Caixeta, que assume a missão de integrar iniciativas de promoção do algodão brasileiro, desenvolvimento de mercados, inovação e relacionamento com diferentes segmentos da indústria.

A nova gerência nasce em um momento estratégico para a cadeia produtiva, marcado pelos 10 anos do movimento Sou de Algodão, uma iniciativa da Abrapa que se consolidou como referência na valorização da fibra natural brasileira e na aproximação entre o campo, a indústria, a moda e o consumidor. A partir desse legado, a Gerência de Desenvolvimento de Negócios amplia seu escopo para identificar novas oportunidades de mercado, fomentar parcerias estratégicas e acelerar projetos capazes de aumentar o valor agregado do algodão brasileiro

Para o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, a criação da nova gerência representa um passo importante na estratégia da entidade de preparar o algodão brasileiro para os desafios e oportunidades do futuro. "O Brasil já é uma referência mundial na produção e exportação de algodão e queremos avançar também na geração de valor para essa fibra, ampliando mercados, estimulando a inovação e fortalecendo a conexão entre o campo, a indústria e o consumidor”.

Segundo Renata Caixeta, o objetivo é conectar ainda mais o algodão brasileiro às demandas da sociedade e da indústria. "A missão da Gerência de Desenvolvimento de Negócios é ampliar as fronteiras do algodão brasileiro. Vamos fortalecer iniciativas já consolidadas, como o Sou de Algodão, aproximando ainda mais a fibra do consumidor, ao mesmo tempo em que buscamos novas oportunidades em setores industriais de alto valor agregado. O algodão brasileiro tem qualidade, sustentabilidade e tecnologia para ocupar espaços cada vez maiores dentro e fora do país."

Entre as prioridades da nova estrutura estão o fortalecimento do mercado interno, o aumento da participação do algodão natural frente às fibras sintéticas, o desenvolvimento de parcerias com os setores de moda, design, indústria e pesquisa, além da prospecção de aplicações inovadoras para a fibra em segmentos como construção civil, indústria automotiva, farmacêutica e materiais avançados.

A iniciativa também reforça o compromisso da Abrapa em agregar valor à produção nacional, aproximando o campo da indústria e do consumidor por meio de inovação, sustentabilidade, rastreabilidade e comunicação.

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Abrapa leva modelo brasileiro de certificação e rastreabilidade do algodão à missão internacional da cooperação Brasil-FAO na Colômbia

Entidade reforça o seu compromisso com o fortalecimento da cotonicultura mundial e com a construção de cadeias produtivas cada vez mais sustentáveis

16 de Julho de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participou, nesta quarta-feira (16), em Bogotá (Colômbia), da missão de encerramento do projeto +Algodão Colômbia, iniciativa desenvolvida no âmbito do Programa de Cooperação Sul-Sul Brasil–FAO. O encontro reuniu representantes de governos, organismos internacionais, instituições de pesquisa, produtores e da indústria têxtil para apresentar os resultados da cooperação e discutir estratégias para o fortalecimento da cadeia do algodão na América Latina.


Representando a Abrapa, o diretor executivo Marcio Portocarrero apresentou a experiência brasileira na construção de um dos mais completos sistemas de qualidade, certificação e rastreabilidade do algodão do mundo, destacando como esses instrumentos têm ampliado a competitividade da fibra brasileira e consolidado a confiança dos mercados internacionais.


Brasil compartilha experiência em cooperação internacional


A missão integra o Projeto Regional "Fortalecimento do Setor Algodoeiro por meio da Cooperação Sul-Sul" (Projeto +Algodão), desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), em parceria com Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Haiti, Paraguai e Peru.


Desde 2017, a iniciativa promove o intercâmbio de conhecimentos, tecnologias e boas práticas para fortalecer a agricultura familiar, ampliar a competitividade da cadeia do algodão e incentivar a produção sustentável na América Latina.


Modelo brasileiro alia qualidade, sustentabilidade e rastreabilidade

Durante a apresentação, Marcio Portocarrero destacou a evolução da cotonicultura brasileira nas últimas décadas, resultado da combinação entre ciência, inovação, melhoramento genético, tecnologia e adoção de boas práticas agrícolas. Atualmente, o Brasil é o maior exportador mundial de algodão, o terceiro maior produtor global e responde pela maior produção de algodão certificado do planeta.


Entre os destaques apresentados esteve o Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), referência nacional em certificação socioambiental da produção de algodão. O programa reúne critérios relacionados ao cumprimento da legislação trabalhista e ambiental, às boas práticas agrícolas e à gestão das propriedades rurais, além de possuir reconhecimento internacional por meio do benchmarking com a Better Cotton.


Outro ponto abordado foi o Programa de Rastreabilidade do Algodão Brasileiro, que permite acompanhar a fibra desde a fazenda até o consumidor final, identificando a propriedade produtora, a unidade de beneficiamento, os resultados das análises de qualidade e as certificações obtidas ao longo da cadeia produtiva.


Referência para a cotonicultura mundial

Para Marcio Portocarrero, compartilhar a experiência brasileira reforça o papel da cooperação internacional no desenvolvimento de cadeias produtivas mais sustentáveis e competitivas.


"O modelo brasileiro demonstra que é possível produzir algodão em larga escala aliando qualidade, sustentabilidade, rastreabilidade e inovação. Compartilhar essa experiência fortalece a cooperação entre os países e contribui para o desenvolvimento de cadeias produtivas mais competitivas e preparadas para atender às exigências dos mercados internacionais."


Além dos programas de certificação e rastreabilidade, a Abrapa apresentou iniciativas voltadas à promoção da fibra brasileira nos mercados nacional e internacional, como o Sou de Algodão e o Cotton Brazil, que aproximam produtores, indústria têxtil, marcas e consumidores por meio da valorização do algodão brasileiro.


Ao levar a experiência brasileira em certificação, rastreabilidade e sustentabilidade, a Abrapa reforça o seu compromisso com o fortalecimento da cotonicultura mundial e com a construção de cadeias produtivas cada vez mais sustentáveis, competitivas e conectadas às demandas do mercado internacional.

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Abrapa avalia como avanço Medida Provisória que amplia alternativas para renegociação das dívidas rurais

16 de Julho de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) considera a publicação da Medida Provisória nº 1.376/2026, que estabelece novas condições para a renegociação das dívidas rurais, um importante avanço na busca por soluções para os desafios enfrentados pelos produtores brasileiros nos últimos anos.


A medida representa uma resposta às dificuldades acumuladas em decorrência de eventos climáticos adversos, da elevação dos custos de produção, do aumento das taxas de juros e da redução da rentabilidade da atividade agropecuária. Nesse contexto, cria mecanismos que ampliam as possibilidades de reestruturação do passivo dos produtores rurais.


Entre os principais avanços previstos na Medida Provisória estão a ampliação dos prazos para renegociação das operações de crédito, a concessão de período de carência sem exigência de pagamento de entrada, a possibilidade de revisão das garantias das operações e a previsão de instrumentos voltados ao fortalecimento da gestão de risco do crédito rural, como a futura participação da União em um fundo garantidor destinado ao setor.


A Abrapa reconhece o empenho do Governo Federal, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e das entidades representativas do agro na construção de uma proposta que busca oferecer melhores condições para a recuperação financeira dos produtores rurais.


Na avaliação da Abrapa, a Medida Provisória foi necessária para oferecer suporte ao setor diante do planejamento da safra 2026/27. No entanto, a entidade ressalta que serão necessárias novas medidas estruturantes no âmbito da política agrícola para mitigar o ciclo recorrente de endividamento rural. A recuperação da renda dos produtores tende a ocorrer de forma gradual e permanece condicionada a fatores como as condições climáticas, os preços internacionais, os custos de produção e a disponibilidade de crédito.


A entidade ressalta que a efetividade da Medida Provisória dependerá da regulamentação de seus dispositivos e da adequada implementação pelas instituições responsáveis por sua operacionalização. Por essa razão, a Abrapa acompanhará atentamente as próximas etapas do processo, contribuindo para que a regulamentação assegure segurança jurídica, ampla aplicabilidade e efetivo acesso dos produtores aos instrumentos previstos.


"A Medida Provisória representa um avanço importante ao reconhecer a necessidade de criar mecanismos para a reestruturação das dívidas rurais. Agora, a prioridade é assegurar uma regulamentação que permita sua efetiva implementação, garantindo que os instrumentos previstos sejam acessíveis aos produtores e cumpram o objetivo de preservar a capacidade produtiva do campo. A Abrapa continuará acompanhando esse processo e colaborando institucionalmente para o aperfeiçoamento das medidas sempre que necessário", afirma o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero.


A Associação seguirá acompanhando a tramitação da Medida Provisória, sua regulamentação e os desdobramentos relacionados à implementação das novas regras, mantendo diálogo permanente com os poderes Executivo e Legislativo e com as instituições responsáveis pela operacionalização das medidas.


Íntegra da Medida Provisória nº 1.376/2026:
Acesse o texto da MP: https://bit.ly/4pnDxND

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Abrapa reforça defesa do reconhecimento do algodão sustentável nas futuras regras de Ecodesign da União Europeia

Associação integra coalizão internacional que pede à Comissão Europeia critérios científicos e equilibrados para avaliar a sustentabilidade dos materiais têxteis

15 de Julho de 2026



"Consumo sustentável não é apenas sobre a sacola. O que está dentro dela é ainda mais importante." Imagem: Make the Label Count. 

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) reforçou seu apoio à iniciativa da coalizão internacional Make the Label Count (MTLC), que solicita à Comissão Europeia o reconhecimento dos materiais renováveis de origem sustentável (Sustainably Sourced Renewable Materials – SSRMs) nas futuras regras de Ecodesign para o setor têxtil da União Europeia.


Em carta pública encaminhada no dia 29 de junho à comissária europeia para Meio Ambiente, Resiliência Hídrica e Economia Circular Competitiva, Jessika Roswall, a coalizão defende que a regulamentação adote critérios científicos, transparentes e comparáveis para avaliar a sustentabilidade dos diferentes materiais utilizados pela indústria têxtil.


A proposta é que as futuras normas não se limitem a indicadores como reciclabilidade ou métricas restritas de ciclo de vida. Em vez disso, a avaliação deve considerar aspectos como práticas agrícolas responsáveis, saúde do solo, gestão eficiente dos recursos hídricos, proteção da biodiversidade e contribuição para o desenvolvimento das comunidades rurais.


A carta também propõe que as exigências de transparência sejam aplicadas de forma equivalente às fibras de origem fóssil. Segundo a coalizão, todos os materiais devem ser avaliados sob critérios comparáveis, considerando a origem das matérias-primas, as práticas de produção, os impactos ambientais e os resultados ao final do ciclo de vida, garantindo condições equitativas entre fibras naturais e sintéticas.


Para a gerente de Parcerias Internacionais da Abrapa, Lisa Ventura, o reconhecimento das fibras naturais por meio de critérios baseados na ciência é fundamental para assegurar uma concorrência justa no mercado global.


"O algodão brasileiro demonstra que escala e sustentabilidade podem caminhar juntas. À medida que o setor têxtil global evolui, os marcos regulatórios de sustentabilidade precisam ser construídos com base em metodologias confiáveis e fundamentadas na ciência, garantindo condições equitativas para todos os materiais", afirma.


Como integrante da Make the Label Count, a Abrapa participa ativamente do diálogo com formuladores de políticas públicas europeus para contribuir com a construção de regras que reflitam, de forma equilibrada, os atributos ambientais, sociais e econômicos das fibras naturais produzidas de forma sustentável.


Debate com impacto global

Para a Abrapa, a discussão vai além do mercado europeu. As regras em elaboração pela União Europeia tendem a influenciar políticas públicas, padrões de sustentabilidade e exigências comerciais em diversos mercados internacionais, tornando estratégica a participação do Brasil nesse processo.


Para o diretor executivo da Abrapa, Márcio Portocarrero, acompanhar a construção dessas regras é estratégico para garantir que o algodão produzido de forma sustentável seja avaliado de maneira justa no mercado internacional.


"A União Europeia vem estabelecendo referências regulatórias que acabam influenciando mercados em diversas partes do mundo. Por isso, é fundamental que essas normas sejam construídas com base em critérios científicos, transparentes e comparáveis, reconhecendo os atributos das fibras naturais produzidas de forma sustentável”, afirma Márcio Portocarrero.


A associação defende que metodologias de avaliação da sustentabilidade sejam abrangentes, comparáveis e fundamentadas em evidências científicas, garantindo que o algodão e outras fibras naturais sejam reconhecidos pelos benefícios que oferecem ao longo de toda a cadeia produtiva.


A Make the Label Count reúne mais de 80 organizações de diferentes países, entre produtores de fibras naturais, fabricantes, marcas e organizações da sociedade civil. A coalizão atua para que a sustentabilidade dos produtos têxteis seja medida por metodologias justas, confiáveis e baseadas na ciência, assegurando tratamento equilibrado entre materiais naturais e sintéticos.


A participação da Abrapa na iniciativa fortalece a representação dos produtores brasileiros de algodão em um dos principais debates regulatórios que deverão definir o futuro da sustentabilidade da indústria têxtil mundial.

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Abrapa e entidades do agro propõem fundo garantidor para ampliar acesso ao crédito de custeio rural

Proposta prevê aporte inicial de R$ 8 bilhões pelo Tesouro Nacional, com potencial para viabilizar até R$ 80 bilhões em financiamentos para a próxima safra

09 de Julho de 2026


A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), encaminharam, nesta quarta-feira (8), uma proposta conjunta ao Governo Federal para a criação de um Fundo Garantidor voltado ao crédito de custeio rural encaminharam, nesta quarta-feira (8), uma proposta conjunta ao Governo Federal para a criação de um Fundo Garantidor voltado ao crédito de custeio rural. A iniciativa busca enfrentar um dos principais desafios vividos pelos produtores rurais: a dificuldade de acesso ao financiamento, mesmo diante da existência de recursos disponíveis para o crédito.


Segundo as entidades, o setor atravessa um período marcado pela redução das margens de rentabilidade, aumento dos custos financeiros, maior seletividade das instituições bancárias e comprometimento das garantias patrimoniais dos produtores. Na prática, esse cenário tem limitado a contratação de novos financiamentos necessários para o plantio da próxima safra. A proposta apresentada prevê, como medida emergencial, a criação de uma carteira segregada no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI-PEAC), com aporte inicial de R$ 8 bilhões do Tesouro Nacional. O mecanismo teria potencial para alavancar até R$ 80 bilhões em crédito para operações de custeio rural.


O modelo mantém a análise de risco pelas instituições financeiras e preserva o compartilhamento de responsabilidades entre os agentes envolvidos. Os produtores também participariam do mecanismo, contribuindo com 1% do valor de cada operação garantida, fortalecendo o patrimônio do fundo ao longo do tempo.


Para o diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, mais importante do que anunciar recursos é garantir que eles cheguem efetivamente ao produtor rural. Segundo ele, muitos agricultores enfrentam dificuldades para contratar o custeio da safra porque já esgotaram suas garantias patrimoniais ou encontram um ambiente de maior percepção de risco por parte das instituições financeiras.


“O fundo garantidor representa uma solução estruturante, capaz de ampliar o acesso ao crédito, preservar a responsabilidade dos agentes financeiros e oferecer maior previsibilidade ao financiamento da produção agropecuária. Trata-se de uma medida que fortalece não apenas o produtor, mas toda a cadeia do agronegócio brasileiro, contribuindo para a continuidade da produção e para a competitividade do setor", afirma Portocarrero.


De acordo com as entidades, a proposta não tem como objetivo substituir o sistema financeiro, refinanciar dívidas antigas ou transferir integralmente os riscos das operações ao Poder Público. O foco é reduzir a percepção de risco nas novas operações de crédito, diminuir a necessidade de garantias reais e ampliar o acesso ao financiamento por produtores economicamente viáveis. Além da solução emergencial, o documento propõe a criação, a partir de 2027, de um Fundo Garantidor permanente para o crédito rural, com participação da União, dos estados, dos municípios, das instituições financeiras e dos produtores rurais. A estrutura seria inspirada no modelo do Garantia-Safra e teria como objetivo tornar o financiamento agropecuário mais estável e menos dependente de medidas extraordinárias em momentos de crise.


Na avaliação das entidades, um fundo permanente contribuirá para ampliar a segurança do crédito rural, fortalecer a produção agropecuária, estimular o desenvolvimento regional e reduzir, ao longo do tempo, a necessidade de aportes públicos emergenciais. A expectativa é que o mecanismo se consolide como uma política estruturante para garantir previsibilidade ao financiamento da produção e maior segurança alimentar ao país. A proposta foi encaminhada ao Governo Federal acompanhada de uma nota técnica com os detalhes da modelagem operacional e da estrutura financeira sugerida para implementação do fundo.


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Apoiadora do 3º Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto, Abrapa reforça compromisso da cotonicultura com a agricultura regenerativa

Com o tema "Sistema Plantio Direto: Base para a Agricultura Regenerativa", a programação reúne mais de 50 palestras, painéis e demonstrações de campo em Brasília (DF)

07 de Julho de 2026

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participa do 3º Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto (EMSPD) e do 20º Encontro Nacional do Sistema Plantio Direto (ENSPD), realizados entre os dias 7 e 9 de julho, em Brasília (DF). Promovido pela Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP), o encontro reúne produtores rurais, pesquisadores, consultores, representantes de instituições e especialistas de diversos países para debater o futuro da agricultura regenerativa e o papel do Sistema Plantio Direto na produção sustentável.


Com o tema "Sistema Plantio Direto: Base para a Agricultura Regenerativa", a programação reúne mais de 50 palestras técnicas, painéis internacionais e demonstrações de campo sobre manejo conservacionista, saúde do solo, carbono, bioinsumos, microbiologia, inovação, mercado de carbono e pagamento por serviços ambientais. O evento também promove a troca de experiências entre agricultores brasileiros e produtores de diferentes continentes, reforçando o protagonismo do Brasil no desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis.


Na cotonicultura brasileira, o Sistema Plantio Direto é uma das principais ferramentas para promover a conservação do solo, aumentar a eficiência no uso da água, reduzir processos erosivos e ampliar a resiliência das lavouras frente às mudanças climáticas. A prática é incentivada pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que reúne critérios internacionais de produção sustentável. Associado à rotação de culturas e às boas práticas agrícolas, o sistema contribui para uma produção mais eficiente, competitiva e ambientalmente responsável.


Patrocinadora do encontro, a Abrapa reforça seu compromisso com iniciativas que promovem a inovação, a sustentabilidade e a disseminação de conhecimento para o fortalecimento da agricultura brasileira. Para o diretor-executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, o Sistema Plantio Direto é um dos pilares que sustentam a competitividade e a sustentabilidade da cotonicultura nacional.


"O algodão brasileiro é produzido com base em tecnologias e práticas que conciliam produtividade, conservação ambiental e responsabilidade social. O Sistema Plantio Direto é parte dessa evolução e contribui diretamente para a saúde do solo, a eficiência do uso dos recursos naturais e a resiliência das lavouras. Participar deste encontro reforça o compromisso da Abrapa em apoiar iniciativas que impulsionam a inovação e consolidam o Brasil como referência mundial em agricultura sustentável".


Confira a programação completa do evento: https://20enspd.plantiodireto.org.br/programacao

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Diretora do Cotton Outlook tem imersão na qualidade e sustentabilidade do algodão brasileiro

Antonia Prescott conheceu o modelo de produção do algodão brasileiro em roteiro pelos estados de Goiás, Bahia e Distrito Federal.

07 de Julho de 2026

A diretora-geral e editora da Cotton Outlook, de Liverpool, Antonia Prescott, esteve no Brasil na primeira semana de julho e conheceu, na prática, o sistema produtivo brasileiro. A programação incluiu visitas à sede da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a lavouras em Goiás e na Bahia e ao novo laboratório de análise de fibra da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), proporcionando uma imersão na produção nacional, desde o campo até a classificação do algodão.


Reconhecida como uma das principais referências mundiais em inteligência de mercado para o setor algodoeiro, a Cotton Outlook desempenha papel estratégico na análise do mercado internacional e na divulgação de informações que orientam produtores, exportadores, indústrias e compradores em todo o mundo.


Em Goiás, a diretora visitou a fazenda do produtor e membro do conselho da Abrapa, Carlos Alberto Moresco. A fazenda, que fica na região de Luziânia, iniciou a colheita da safra 2025/2026 com expectativa de boas produtividades. Durante a visita, Moresco destacou o papel da certificação do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) na adoção de boas práticas de manejo e gestão, que têm impacto direto na qualidade e sustentabilidade do algodão que o Brasil exporta para o mundo. “Nossa missão, enquanto produtores, é a de manter o equilíbrio do ecossistema. Aqui em Goiás, fazemos isso através do uso de biológicos, plantio direto e rotação de culturas. Todas essas práticas fazem parte do protocolo do programa ABR”, explicou.


Já na Bahia, Antonia foi recebida pela Abapa e conheceu perto os investimentos da cotonicultura brasileira em tecnologia, sustentabilidade, rastreabilidade e qualidade da fibra. Além disso, trocou experiências com produtores e lideranças do setor em visita à fazenda do Grupo Franciosi. “É a minha primeira visita ao Brasil e meu objetivo foi conhecer de perto a produção, o comércio e toda a cadeia de produção do algodão brasileiro, que está em um momento de forte expansão. Tive uma excelente recepção junto a Abapa e Abrapa e agradeço a organização por proporcionar uma experiência tão enriquecedora, informativa e acolhedora”.


Para o diretor executivo da Abrapa, a iniciativa reforça o compromisso da entidade e das associações estaduais em aproximar importantes formadores de opinião da realidade da produção brasileira. “Esse contato estratégico fortalece a imagem do país como um fornecedor confiável, competitivo e sustentável no mercado internacional”, avalia.

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XXIII ANEA Cotton Dinner debate o futuro da cotonicultura global e reforça a importância da inovação, sustentabilidade e rastreabilidade

Cotton Brazil reuniu especialistas do Brasil e de Portugal para discutir os desafios que devem moldar a cadeia global do algodão nos próximos anos. O conteúdo completo já está disponível no YouTube

07 de Julho de 2026

Como manter o algodão competitivo em um mercado cada vez mais sintético? De que forma as novas regulamentações da União Europeia podem impactar a cadeia produtiva brasileira? E quais oportunidades a inovação tecnológica abre para as fibras naturais?


Essas foram algumas das questões debatidas durante a programação especial realizada pelo Cotton Brazil no XXIII ANEA Cotton Dinner, evento anual da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (ANEA), que reúne representantes do setor algodoeiro. Realizado em 26 de junho, a edição de 2026 contou com especialistas brasileiros e portugueses para discutir os caminhos que devem orientar o futuro da cotonicultura mundial.


Panorama da safra e desafios para o Brasil


A abertura do evento apresentou um panorama da safra brasileira de algodão, com análise de Heloisa Melo, da Agroconsult, que destacou o cenário de produção, o posicionamento do Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de algodão e as perspectivas para a próxima safra.


Na oportunidade, a analista destacou que um dos principais desafios da cotonicultura brasileira é manter uma oferta constante de algodão ao longo de todo o ano.


"Essa regularidade é fundamental para o mercado de exportação, porque dá previsibilidade ao comprador, que passa a confiar que o Brasil conseguirá entregar volume e qualidade de forma contínua, mês após mês. Para atingir esse padrão, o setor tende a passar por um processo de maior competitividade, em que os players menos eficientes podem acabar perdendo espaço.


Inovação e agregação de valor à fibra


Na sequência, o vice-reitor para Inovação, Empreendedorismo e Transferência de Conhecimento da Universidade do Minho, Raul Fangueiro, mostrou que a competitividade do algodão dependerá cada vez mais da capacidade de agregar inovação ao longo da cadeia. Em sua apresentação, defendeu que a sustentabilidade vai muito além da origem natural da fibra e passa pela análise de todo o seu ciclo de vida, incluindo consumo de recursos, eficiência produtiva, reciclagem e desenvolvimento de novos materiais.


O pesquisador também chamou atenção para o crescimento das fibras celulósicas regeneradas e destacou que o algodão precisa ampliar seu valor agregado por meio da pesquisa e da tecnologia. Entre as oportunidades apresentadas estão o aproveitamento de resíduos para a produção de nanocelulose, a funcionalização da fibra com nanotecnologia e biotecnologia e o desenvolvimento de aplicações voltadas às áreas da saúde, dos têxteis técnicos, do esporte e dos equipamentos de proteção.


Regulamentação europeia amplia exigências de rastreabilidade


Outro tema de destaque foi o avanço das novas regulamentações da União Europeia. O diretor-geral do CITEVE (Portugal), António Braz Costa, apresentou as mudanças que estão sendo implementadas no bloco europeu e que deverão influenciar empresas de toda a cadeia têxtil mundial.


Entre elas está o Passaporte Digital de Produto, ferramenta que reunirá informações sobre origem da matéria-prima, consumo de água, emissões de carbono, certificações e outros indicadores relacionados à produção. Embora o Brasil exporte uma parcela relativamente pequena de algodão diretamente para a Europa, boa parte da fibra brasileira chega ao continente após ser industrializada em outros países. Por isso, as novas exigências tendem a alcançar também produtores e exportadores brasileiros, tornando a rastreabilidade e a gestão de dados fatores cada vez mais estratégicos.


Competitividade passa por inovação e transparência


Durante o debate de encerramento, os especialistas convergiram em um ponto: o futuro do algodão passa pelo fortalecimento da inovação, da transparência, da pesquisa, da reciclagem e da colaboração entre todos os elos da cadeia produtiva.


Para o diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Marcio Portocarrero, discussões como essa reforçam que a competitividade da cotonicultura brasileira está diretamente ligada à capacidade do setor de antecipar tendências, investir em inovação e ampliar a transparência ao longo da cadeia produtiva.


"O algodão brasileiro já é reconhecido internacionalmente por sua qualidade, sustentabilidade e capacidade de produção. Agora, precisamos seguir avançando em temas como rastreabilidade, inovação e agregação de valor, acompanhando a evolução das exigências dos mercados consumidores. Promover esse diálogo com especialistas e parceiros internacionais é fundamental para fortalecer o posicionamento do Brasil como um fornecedor confiável e preparado para os desafios do futuro", destaca o diretor executivo da Abrapa.


Assista à transmissão completa no canal da Abrapa no YouTube e acompanhe, na íntegra, as análises e reflexões dos especialistas sobre os desafios e as oportunidades para o futuro do algodão brasileiro:


Raul Fangueiro:

https://www.youtube.com/watch?v=-P06iCHoMzo

António Braz:

https://www.youtube.com/watch?v=99glc_EosN0

 

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