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Sou de Algodão realiza primeira Cotton Trip no interior de São Paulo

Em sua 5ª edição, movimento levou influenciadores digitais, stylists e estilistas a experiência em parceria com a APPA

13 de Maio de 2025

Na terça-feira (6), o movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), deu início a mais uma edição da Cotton Trip, uma experiência imersiva no mundo do algodão, que explica a sua importância para a moda brasileira. Com o objetivo de ampliar o conhecimento de todos sobre a fibra, desde o plantio até chegar ao consumidor final, cerca de 35 influenciadores, estilistas parceiros e stylists passaram o dia nas cidades de Itaí e Paranapanema, ambas no interior paulista.


Sendo realizado pela primeira vez com a APPA (Associação Paulista dos Produtores de Algodão), o evento começou com um café da manhã na sede da associação, seguido de uma apresentação sobre o setor produtivo desta matéria prima no Brasil e os quatro pilares de atuação da Abrapa – sustentabilidade, rastreabilidade, qualidade e promoção -, e a produção da fibra no estado de São Paulo.


Ao longo do dia, os convidados puderam conhecer a lavoura, na Fazenda Santa Isabel, e a unidade de beneficiamento de algodão, na Cooperativa Agro Industrial de Holambra. Como explica Thomas Derks, presidente da APPA, a Cotton Trip é a chance de causar uma boa impressão da cotonicultura nacional. “Eu acho que é nosso dever, enquanto associação, receber todos os elos da cadeia do algodão para mostrar a realidade do campo, pois é uma oportunidade única”, afirma.


Pedro Andrade, diretor criativo da Boldstrap, marca parceira do movimento, pontuou que a experiência foi engrandecedora para quem utiliza o algodão no dia a dia da empresa, com o design e a confecção. “Estando aqui, entendemos quantos processos são necessários para chegar naquele tecido que a gente tanto usa. É tudo muito grandioso, com muita gente envolvida, e passa um senso de responsabilidade muito grande, de trabalhar e fazer valer o trabalho de todo mundo de uma maneira sustentável e justa”, diz.


Já para a influenciadora e especialista em moda de luxo, Bia Nardini, foi muito interessante conhecer os processos de plantio, colheita e beneficiamento do algodão. “Eu sou formada em Moda e especializada no mercado internacional de luxo, então, é incrível ver de perto essa matéria–prima, e principalmente entender o seu valor, sabendo que o Brasil é o maior exportador de algodão do mundo”, completa.


Para Silmara Ferraresi, gestora geral do Sou de Algodão, a Cotton Trip é de extrema importância para que o trabalho realizado, desde o processo de plantio com os produtores até o beneficiamento, seja compartilhado com os profissionais da moda. “É uma ação super importante para nós, porque conseguimos dividir com esse público, e com a sociedade em geral, como é o trabalho responsável que desenvolvemos dentro das lavouras, produzindo a matéria-prima que veste o Brasil. Dessa forma, eles conseguem entender como abastecemos integralmente a indústria nacional, e também como nos tornamos os maiores exportadores da fibra do mundo”, afirma.


“Estou muito feliz de ter sido convidado para essa imersão em Paranapanema. Foi muito curioso descobrir todos os processos do algodão, da sua plantação até o final, incluindo o rastreamento. Espero que o Sou de Algodão continue com essa iniciativa, de trazer um novo olhar para esse setor, incentivando cada vez mais a moda nacional”, deseja Jair Baptista, estilista da Mockup.


O movimento Sou de Algodão está crescendo e ganhando ainda mais reconhecimento dos profissionais da moda e formadores de opinião do Brasil. Este ano, atingiu quase 1.800 marcas parceiras e, além disso, se prepara para duas grandes ações no próximo semestre: o lançamento do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores – concurso de moda autoral para estudantes; e o 4º desfile na São Paulo Fashion Week (SPFW).

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Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro - Safra 2023/2024 - Relatório Final

13 de Maio de 2025

O Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro – Abril de 2025 consolida os resultados da safra 2023/2024, com base na análise de mais de 16 milhões de amostras realizadas em 12 Laboratórios credenciados, utilizando 83 equipamentos HVI (High Volume Instrument). O trabalho contou com o suporte técnico do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), garantindo a padronização e a confiabilidade dos dados apresentados.

Entre os destaques desta safra, estão os indicadores relacionados ao comprimento (92%), à resistência da fibra (95%) e à uniformidade (95%), índices dentro da faixa considerada ideal para o mercado. Também merece atenção o desempenho do índice de fibra curta que voltou ao patamar de 79%.

Acesse o relatório completo no link. 

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Sou de Algodão promove Cotton Trip 2025: Imersão no algodão brasileiro com influenciadores e profissionais da moda

13 de Maio de 2025

Na terça-feira (6), o movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), deu início a mais uma edição da Cotton Trip, uma experiência imersiva no mundo do algodão, que explica a sua importância para a moda brasileira. Com o objetivo de ampliar o conhecimento de todos sobre a fibra, desde o plantio até chegar ao consumidor final, cerca de 35 influenciadores, estilistas parceiros e stylists passaram o dia nas cidades de Itaí (SP) e Paranapanema (SP).


Sendo realizado pela primeira vez com a APPA (Associação Paulista dos Produtores de Algodão), o evento começou com um café da manhã na sede da associação, seguido de uma apresentação sobre o setor produtivo desta matéria prima no Brasil e os quatro pilares de atuação da Abrapa – sustentabilidade, rastreabilidade, qualidade e promoção -, e a produção da fibra no estado de SP. Ao longo do dia, os convidados puderam conhecer a lavoura, na Fazenda Santa Isabel, e a unidade de beneficiamento de algodão, na Cooperativa Agro Industrial de Holambra. Como explica Thomas Derks, Presidente da APPA, a Cotton Trip é a chance de causar uma boa impressão da cotonicultura nacional. “Eu acho que é nosso dever, enquanto associação, receber todos os elos da cadeia do algodão para mostrar a realidade do campo, pois é uma oportunidade única”, afirma.


Pedro Andrade, diretor criativo da Boldstrap, marca parceira do movimento, pontuou que a experiência foi engrandecedora para quem utiliza o algodão no dia a dia da empresa, com o design e a confecção. “Estando aqui, entendemos quantos processos são necessários para chegar naquele tecido que a gente tanto usa. É tudo muito grandioso, com muita gente envolvida, e passa um senso de responsabilidade muito grande, de trabalhar e fazer valer o trabalho de todo mundo de uma maneira sustentável e justa”, diz.


Já para a influenciadora e especialista em moda de luxo, Bia Nardini, foi muito interessante conhecer os processos de plantio, colheita e beneficiamento do algodão. “Eu sou formada em Moda e especializada no mercado internacional de luxo, então é incrível ver de perto essa matéria–prima, e principalmente entender o seu valor, sabendo que o Brasil é o maior exportador de algodão do mundo”, completa.


A viagem também foi muito positiva para stylists, como indica Will Pissinini. “Achei muito interessante toda a experiência, principalmente entender o processo de separação de caroço e da fibra. É muito importante, porque o algodão é a matéria-prima que eu mais utilizo atualmente. Sabendo que a planta do algodão é 100% utilizada, a gente entende que ela reduz o impacto ambiental, e isso é muito relevante para mim”, reitera.


Para Silmara Ferraresi, gestora geral do Sou de Algodão, a Cotton Trip é de extrema importância para que o trabalho realizado, desde o processo de plantio com os produtores até o beneficiamento, seja compartilhado com os profissionais da moda. “É uma ação super importante para nós, porque conseguimos dividir com esse público, e com a sociedade em geral, como é o trabalho responsável que desenvolvemos dentro das lavouras, produzindo a matéria-prima que veste o Brasil. Dessa forma, eles conseguem entender como abastecemos integralmente a indústria nacional, e também como nos tornamos os maiores exportadores da fibra do mundo”, afirma.


“Estou muito feliz de ter sido convidado para essa imersão em Paranapanema. Foi muito curioso descobrir todos os processos do algodão, da sua plantação até o final, incluindo o rastreamento. Espero que o Sou de Algodão continue com essa iniciativa, de trazer um novo olhar para esse setor, incentivando cada vez mais a moda nacional”, deseja Jair Baptista, estilista da Mockup.


O movimento Sou de Algodão está crescendo e ganhando ainda mais reconhecimento dos profissionais da moda e formadores de opinião do Brasil. Este ano, atingiu quase 1.800 marcas parceiras e, além disso, se prepara para duas grandes ações no próximo semestre: o lançamento do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores – concurso de moda autoral para estudantes; e o 4º desfile na São Paulo Fashion Week (SPFW).

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Abrapa integra programação oficial do Brasil na China

Associação cumpre agenda com entidades setoriais chinesas e participa de eventos bilaterais do governo brasileiro 

12 de Maio de 2025

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) está na China nesta próxima semana para uma intensa agenda institucional e comercial. Além de reuniões de trabalho com importantes organizações setoriais chinesas, a entidade participa da missão oficial do Governo Federal. O objetivo é estreitar ainda mais o diálogo com o país asiático visando o aumento no comércio bilateral.


Ainda no domingo (11), o diretor de Relações Internacionais da Abrapa, Marcelo Duarte, esteve em encontro promovido pela CropLife Brasil e Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) do Brasil. Em pauta, a convergência regulatória em biotecnologia entre Brasil e China.


Na segunda (12), importantes lideranças das principais empresas estatais chinesas do setor de algodão atenderam ao convite da Abrapa e participaram do Seminário Empresarial China-Brasil, em Pequim. O evento contou com a presença do presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, e permitiu o contato direto entre representantes chineses e autoridades brasileiras.


“Nossos convidados conversaram com nossos ministros e valorizaram bastante o respeito e atenção que receberam. Esse gesto sinalizou o quanto o Brasil deseja ser parceiro de longo prazo da China. Para a comunidade do algodão, essa boa receptividade é muito importante”, observou Duarte. Além da Presidência da República, o seminário empresarial foi organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).


Na terça-feira (13), o diretor da Abrapa segue a agenda com as principais empresas estatais chinesas compradoras de algodão: China National Textiles Import and Export Corporation (Chinatex), China National Cotton Group Corporation (CNCGC) e China National Cotton Exchange (CNCE). Em pauta, a manutenção da boa relação entre os dois países no comércio de algodão.


A associação também foi convidada pela ApexBrasil para o “Diálogo Brasil-China sobre Segurança Alimentar”, que ocorrerá em 14 de maio. O encontro tratará especificamente do agronegócio, abordando abastecimento e comércio agrícola entre os dois países.


Brasil e China têm sido parceiros nos últimos anos. No ciclo 2017/18, o algodão brasileiro representava 6% das importações chinesas, mas em 2023/25 o percentual passou para 40%. Em 2024, a exportação de pluma brasileira rendeu mais de US$ 1,7 bilhão para a China. No entanto, neste ano a China tem importado menos, devido à “guerra comercial” com os Estados Unidos, à demanda mundial mais tímida por têxteis e a uma boa safra doméstica, cuja previsão é superar 7 milhões de toneladas.

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Manejo integrado de pragas e doenças é tema de workshop da Abrapa nos dias 13 e 14 de maio

Programação terá palestrantes nacionais e internacionais para traçar um panorama atualizado sobre o assunto

12 de Maio de 2025

Nos dias 13 e 14 de maio, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) promove o Workshop de Manejo Integrado de Pragas e Doenças na Cultura do Algodão, em Brasília. Com palestrantes internacionais e público estratégico, o evento reforça um dos compromissos de sustentabilidade da entidade firmados por meio do programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), trazendo um grande panorama sobre desafios e soluções no uso eficiente de insumos.


Estimativas do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) apontam que, para a safra 2025/2026, o custo com pesticidas equivale a 30% do custo operacional efetivo (COE) e 28% do custo operacional total (COT) do algodão no Mato Grosso, principal estado produtor da fibra no Brasil. Nesse cenário, a eficiência do controle de pragas e doenças é fundamental para a rentabilidade da atividade, além de promover benefícios ambientais, como o equilíbrio dos ecossistemas e o fortalecimento dos processos regenerativos naturais. O workshop será realizado em parceria com a Bayer, e terá 20 apresentações, em formatos de palestras, casos técnicos e mesas-redondas. Entre os assuntos, manejo integrado de pragas (MIP), biotecnologias e bioinsumos.


“Reunimos representantes de diferentes regiões produtoras do País e trouxemos especialistas de nações tradicionais na produção de algodão, como a Austrália e os Estados Unidos. Nosso objetivo é promover a atualização técnica do cotonicultor brasileiro fomentar a troca de experiências entre diferentes realidades produtivas”, observou o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli.


Piccoli conduz a abertura oficial do Workshop de Manejo Integrado no dia 13 de maio, às 8h30. A programação inclui palestras do Dr. Gary Fitt, pesquisador da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO), da Austrália, que falará sobre a experiência australiana no manejo de insetos e áreas de refúgio. Já o Dr. Dominic Reiseg, da North Carolina State University, abordará o gerenciamento de insetos no sul dos Estados Unidos com culturas Bt (plantas geneticamente modificadas).


Além da Abrapa, participam do workshop organizações como Embrapa, Better Cotton, Esalq, ImaMT, Amipa, IGA e Fundação Chapadão, além de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ministério do Meio Ambiente (MMA). Confira a programação na íntegra: https://bit.ly/abrapa250509

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Ministro da Agricultura se reúne com entidades do setor produtivo brasileiro em Pequim

Fávaro reforçou o importância do diálogo e da ampliação da presença do agro do Brasil no mercado chinês

12 de Maio de 2025

Com a intenção de reforçar o diálogo com o setor produtivo, identificar oportunidades de negócios e alinhar estratégias para ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado chinês, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, acompanhado do embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, dos secretários de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, reuniu-se com representantes de 13 entidades do agronegócio brasileiro em Pequim.


O encontro, realizado na manhã desta segunda-feira (12), integrou a agenda da missão oficial ao país.


“Esta é a maior missão governamental que realizamos na China, e vocês, empresários, são fundamentais para estreitarmos as relações e ampliarmos os negócios do agro brasileiro”, afirmou Fávaro. “Vamos fazer com que Brasil e China, com respeito mútuo, fortaleçam suas relações comerciais, para o benefício do povo chinês e, principalmente, para que o povo brasileiro possa aproveitar essas oportunidades”, concluiu.


O embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, destacou o crescimento das exportações brasileiras para o país asiático nos últimos dois anos. “O Brasil foi, no ano passado, o mercado para o qual as exportações da China mais cresceram: 22%. Somos, cada vez mais, um parceiro comercial estratégico para os chineses”, afirmou.


Participaram do encontro, em Pequim, representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira da Indústria do Arroz (ABIARROZ), Associação Nacional de Sucos Cítricos (CitrusBR), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CECAFÉ), União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), CropLife Brasil, Instituto Brasileiro do Feijão (IBRAFE) e Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

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Experiência Sou de Algodão: movimento leva estudantes de moda para a lavoura

Estudantes de quatro universidades parceiras participam de experiência imersiva no  interior paulista

12 de Maio de 2025

O movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), promoveu, nos dias 7 e 8 de maio, a Experiência Sou de Algodão com estudantes do curso de Moda de quatro universidades parceiras: Faculdade de Administração de Artes de Limeira (FAAL), PUC-Campinas, Senac SP e Anhembi Morumbi. Durante os dois dias, cerca de 150 pessoas passaram o dia nas cidades de Paranapanema (SP) e Itaí (SP) conhecendo um pouco mais sobre a cadeia produtiva do algodão.


Em ambos os dias, o evento começou com um café da manhã na sede da APPA (Associação Paulista dos Produtores de Algodão), seguido por apresentações sobre a entidade e a Abrapa, e também sobre o setor produtivo da fibra no Brasil, destacando dados importantes do algodão no Brasil.


Após as conversas iniciais, os estudantes e professores seguiram para a Fazenda Olhos d’Água, em Itaí (SP), para conhecerem o campo de algodão, e também a etapa de beneficiamento na Cooperativa Agro Industrial de Holambra, em Paranapanema (SP). Segundo Thomas Derks, Presidente da APPA, a Experiência Sou de Algodão é uma ótima oportunidade para explicar a realidade da cotonicultura nacional aos futuros profissionais do setor. “Enquanto associação, é nosso dever receber todos os elos da cadeia da fibra e mostrar as melhores práticas na sua produção”, diz.


Sandra Boschiero, professora do curso de Design de Moda da FAAL, considera a viagem como uma chance única de conscientizar os alunos sobre a importância do algodão para a sociedade. William Fernandes, também docente de Moda na mesma instituição, completa: “É muito importante também para mostrar a valorização dessa matéria-prima na nossa profissão, seja na indústria ou nos processos criativos”.


A estudante da PUC-Campinas, Juliana Moura, afirmou que estavam todos muito ansiosos para vivenciar a experiência. “Hoje foi um dia muito especial, de muitos aprendizados. Todos os momentos foram muito bem pensados e muito enriquecedores para o nosso futuro profissional. Estamos indo embora com apenas lembranças boas, e muito gratos ao movimento Sou de Algodão”, afirma.


Ryan Henrique, aluno da FAAL, também considerou a experiência muito positiva. “Nós pudemos conhecer e ouvir sobre todos os processos do algodão até chegar nos consumidores, e foi muito legal, pois eu não conhecia nada sobre isso. Eu aprendi muito mesmo, e saio daqui ainda mais interessado pela fibra”, reitera.


O docente Felipe Oliveira, da Anhembi Morumbi, esteve presente no segundo dia da experiência, e ressaltou a relevância da parceria com o movimento. “Ela é importante porque acaba dando visibilidade para o que a gente trabalha na teoria em sala de aula. Com a experiência, os alunos se engajam com o tema, que é um tanto técnico mas super relevante para a indústria”.


Também participante do segundo dia do evento, a aluna Isabella da Silva, do Senac SP, destaca a grandiosidade do processo visto. “É muito maior e mais complexo do que imaginamos. É bom ver que o Sou de Algodão se importa em ter esse contato com os estudantes, e também em estar alinhado com tanta responsabilidade em todas as etapas”, reitera.


Manami Kawaguchi Torres, gestora de relações institucionais do Sou de Algodão, cita a importância de mostrar a origem da fibra para formar uma nova geração de profissionais ainda mais conscientes e comprometidos com a moda responsável. “Experiências como essas, que aproximam os estudantes do campo e de toda a cadeia produtiva, são muito valiosas. Eles não só conhecem de perto o caminho do algodão, como também passam a entender o seu papel nesse processo como futuros agentes de transformação do setor”, completa.


O movimento Sou de Algodão vem crescendo e conquistando cada vez mais reconhecimento entre estudantes, formadores de opinião e profissionais da moda do Brasil. Até este ano, já conta com 11 faculdades parceiras, e se prepara para duas importantes iniciativas no próximo semestre: o lançamento da quarta edição do Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores - concurso voltado para estudantes de moda -, e a realização do quarto desfile na semana de moda paulistana, a SPFW.

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Abrapa realiza workshop técnico sobre climatização com participação dos 12 laboratórios de análise por HVI

09 de Maio de 2025

Entre os dias 6 e 8 de maio, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) promoveu mais uma edição do Workshop Sistema de Climatização, voltado para os laboratórios integrantes do programa SBRHVI (Standard Brasil HVI). Com carga horária de 24 horas, o treinamento reuniu 30 profissionais diretamente envolvidos na rotina técnica dos laboratórios, além de técnicos do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA).


Edson Mizoguchi, gerente do programa de qualidade da Abrapa, explica que o treinamento faz parte do Pilar 3 do SBRHVI, voltado à orientação técnica dos laboratórios. “A capacitação constante é essencial para garantir a excelência do nosso sistema de análise. Precisamos ter pessoas muito bem qualificadas na área de climatização para garantir a padronização das amostras e a confiabilidade dos resultados, que são a base para a comercialização justa da fibra brasileira”, afirma


A formação foi ministrada pela Refrigeração Ambiente, empresa com 27 anos de atuação e referência em projetos de climatização para laboratórios voltados ao setor algodoeiro. Michael de Oliveira, sócio-proprietário da empresa, reforça que, devido às características físicas do algodão — que é higroscópico, ou seja, absorve ou perde umidade conforme o ambiente —, é imprescindível que as análises ocorram em ambientes com controle rigoroso de temperatura e umidade. “O conhecimento técnico ajuda a mitigar e resolver os problemas antecipadamente”, explica.


O workshop também contou com a participação da Contemp, especializada em sensores e controladores. A empresa apresentou as tecnologias utilizadas no monitoramento e controle de temperatura e umidade, componentes fundamentais para o desempenho adequado das salas climatizadas.


Treinamento segue normas internacionais


Segundo Deninson Lima, especialista em análise de pluma do CBRA, os parâmetros de climatização seguem as normas internacionais ASTM D1776 e ISO 139, que orientam as condições ambientais ideais para ensaios têxteis. “Essas normas definem as faixas adequadas de temperatura e umidade relativa, que precisam ser rigorosamente mantidas para garantir a reprodutibilidade e a confiabilidade dos resultados entregues pelos  diferentes laboratórios  participantes do SBRHVI” explica.


Para Renato Marinho de Souza, gerente do Laboratório de Análises da Ampasul, o workshop teve um papel estratégico no aprimoramento técnico das equipes. “Esse tipo de capacitação é fundamental para que os laboratórios possam melhorar a segurança, eficiência e qualidade dos ambientes climatizados. Além disso, ambientes mais bem controlados também contribuem para a saúde ocupacional dos nossos colaboradores”, afirma.


Já Eduardo Oliveira, também sócio da Refrigeração Ambiente e responsável pela condução do curso, destacou que as boas práticas levam à otimização dos sistemas de climatização — tema central dos conteúdos abordados. “Essa otimização permite melhorar o uso de recursos e reduzir o consumo de energia, impactando diretamente os custos operacionais dos laboratórios”, afirmou.


Sobre o PQAB


O conteúdo técnico do curso foi estruturado para atender às demandas práticas do cotidiano dos laboratórios e levou em consideração apontamentos feitos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), dentro do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB). O PQAB é a certificação oficial do governo federal que atesta os indicadores de qualidade do algodão nacional, tendo como base o SBRHVI — sistema desenvolvido pela Abrapa — somado à certificação da amostragem e ao controle externo realizado por fiscais do Mapa.

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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa - 09/05/2025

ALGODÃO PELO MUNDO #18/2025

09 de Maio de 2025

Destaque da Semana - Rumores de uma redução das tensões comerciais entre EUA e China impulsionaram fortemente o mercado na última sexta-feira, com uma leve continuidade na segunda-feira. Após isso, leve queda pelas próximas sessões, apesar da confirmação da reunião entre as potências este final de semana.


Algodão em NY - O contrato Jul/25 fechou nesta quinta 08/mai cotado a 66,69 U$c/lp (+1,0% vs. 30/abr). O contrato Dez/25 fechou em 68,75 U$c/lp (+1,4% vs. 30/abr).


Basis Ásia - Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 887 pts para embarque Mai/Jun-25 (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 08/mai/25).


Altistas 1 - O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, se reúnem neste final de semana em Genebra (Suíça) . Uma boa sinalização após o encontro pode animar os mercados.


Altistas 2 - Será a primeira negociação oficial dos dois países após o “Tarifaço” de Donald Trump. A disposição de Pequim em negociar com Washington animou o mercado.


Altistas 3 - A umidade do subsolo no Oeste Texas deixa muito a desejar e ainda há um longo caminho a percorrer, indicando que a safra vai depender de várias chuvas no momento certo.


Baixistas 1 - A União Europeia está preparando uma atualização em suas contramedidas contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos, o que pode acirrar as tensões.


Baixistas 2 - O governo dos EUA demonstrou pouca disposição em reduzir as tarifas sobre produtos chineses, o que dificulta o avanço das negociações comerciais.


Baixistas 3 - O acirramento das tensões entre Índia e Paquistão , duas potências nucleares, preocupa o mundo.


China 1 - Em seu último relatório, o Cncotton manteve todas as estimativas anteriores. A produção de algodão em 2024/25 ficou em 6,68 milhões tons ; o consumo em 8 milhões tons e a importação em 1,6 milhão tons .


China 2 - O presidente Lula viaja até Pequim, na China, para uma visita oficial de Estado ao país. A previsão é que sejam assinados atos de parceria nas áreas de agricultura, comércio, investimentos, infraestrutura, indústria, energia, mineração, finanças, entre outras.


China 3 - A ApexBrasil aproveita a missão oficial e realiza na quarta (14) um seminário sobre segurança alimentar. A Abrapa, por meio do programa Cotton Brazil, será uma das entidades brasileiras a participar.


EUA 1 - Com as últimas chuvas no Texas , principal estado produtor dos EUA, os níveis de umidade do solo melhoraram. De forma geral, o plantio continua à frente da média de cinco anos, embora haja atraso em partes do Delta do Mississipi.


EUA 2 - Em seu mais recente relatório de safra, o USDA informou que o plantio atingiu 21% da área plantada , um pouco acima da média de cinco anos (20%).


Índia x Paquistão 1 - Nesta semana, Índia e Paquistão trocaram ataques aéreos na fronteira da Caxemira. Pelo menos 44 pessoas morreram. O conflito começou em 1947 e preocupa o mundo por serem duas nações com armas nucleares.


Índia x Paquistão 2 - A tensão afeta a cotonicultura paquistanesa, já que a Índia suspendeu o fornecimento de água a importantes províncias produtoras no Paquistão , como Punjab e Sindh.


Turquia 1 - Em março, a Turquia importou 81.395 tons de algodão, maior valor mensal desde jul/24. O Brasil foi o principal fornecedor , com 30.841 tons (37,8%).


Turquia 2 - No ano, a importação turca soma 490.780 tons, +15,9% a mais que as 423.390 tons de 2023/24. O Brasil foi responsável por 34% desse volume.


Austrália 1 - Chuvas na Austrália, que a princípio pareciam prejudicar a colheita de algodão, acabaram fornecendo a umidade necessária para o desenvolvimento das maçãs, elevando a safra a níveis quase recordes , com algumas estimativas chegando a 1.26 milhão tons (USDA estima 1,18 milhão tons).


Austrália 2 - A colheita avança em grande parte do país sob céu claro, enquanto as algodoeiras iniciam o processamento .


Agenda - Na próxima segunda-feira (12) , o USDA divulga as estimativas mundiais de Oferta e Demanda de algodão, com as primeiras estimativas de 2025/26.


Exportações - As exportações brasileiras de algodão somaram 239,1 mil tons em abril, leve queda (-0,9%) em relação aos embarques de abril/24 (241,4 mil tons).


Preços - Consulte tabela abaixo


Quadro de cotações para 08-05


Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, iniciativa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

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Sou de Algodão promove Cotton Trip com influenciadores e profissionais da moda

Em sua 5ª edição, movimento levou influenciadores digitais, stylists e estilistas para experiência no interior de São Paulo

09 de Maio de 2025

Na terça-feira (6), o movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), deu início a mais uma edição da Cotton Trip, uma experiência imersiva no mundo do algodão, que explica a sua importância para a moda brasileira. Com o objetivo de ampliar o conhecimento de todos sobre a fibra, desde o plantio até chegar ao consumidor final, cerca de 35 influenciadores, estilistas parceiros e stylists passaram o dia nas cidades de Itaí (SP) e Paranapanema (SP).


Sendo realizado pela primeira vez com a APPA (Associação Paulista dos Produtores de Algodão), o evento começou com um café da manhã na sede da associação, seguido de uma apresentação sobre o setor produtivo desta matéria prima no Brasil e os quatro pilares de atuação da Abrapa - sustentabilidade, rastreabilidade, qualidade e promoção -, e a produção da fibra no estado de SP.


Ao longo do dia, os convidados puderam conhecer a lavoura, na Fazenda Santa Isabel, e a unidade de beneficiamento de algodão, na Cooperativa Agro Industrial de Holambra. Como explica Thomas Derks, Presidente da APPA, a Cotton Trip é a chance de causar uma boa impressão da cotonicultura nacional. “Eu acho que é nosso dever, enquanto associação, receber todos os elos da cadeia do algodão para mostrar a realidade do campo, pois é uma oportunidade única”, afirma.


Pedro Andrade, diretor criativo da Boldstrap, marca parceira do movimento, pontuou que a experiência foi engrandecedora para quem utiliza o algodão no dia a dia da empresa, com o design e a confecção. “Estando aqui, entendemos quantos processos são necessários para chegar naquele tecido que a gente tanto usa. É tudo muito grandioso, com muita gente envolvida, e passa um senso de responsabilidade muito grande, de trabalhar e fazer valer o trabalho de todo mundo de uma maneira sustentável e justa”, diz.


Já para a influenciadora e especialista em moda de luxo, Bia Nardini, foi muito interessante conhecer os processos de plantio, colheita e beneficiamento do algodão. “Eu sou formada em Moda e especializada no mercado internacional de luxo, então é incrível ver de perto essa matéria–prima, e principalmente entender o seu valor, sabendo que o Brasil é o maior exportador de algodão do mundo”, completa.


A viagem também foi muito positiva para stylists, como indica Will Pissinini. “Achei muito interessante toda a experiência, principalmente entender o processo de separação de caroço e da fibra. É muito importante, porque o algodão é a matéria-prima que eu mais utilizo atualmente. Sabendo que a planta do algodão é 100% utilizada, a gente entende que ela reduz o impacto ambiental, e isso é muito relevante para mim”, reitera.


Para Silmara Ferraresi, gestora geral do Sou de Algodão, a Cotton Trip é de extrema importância para que o trabalho realizado, desde o processo de plantio com os produtores até o beneficiamento, seja compartilhado com os profissionais da moda. “É uma ação super importante para nós, porque conseguimos dividir com esse público, e com a sociedade em geral, como é o trabalho responsável que desenvolvemos dentro das lavouras, produzindo a matéria-prima que veste o Brasil. Dessa forma, eles conseguem entender como abastecemos integralmente a indústria nacional, e também como nos tornamos os maiores exportadores da fibra do mundo”, afirma.


“Estou muito feliz de ter sido convidado para essa imersão em Paranapanema. Foi muito curioso descobrir todos os processos do algodão, da sua plantação até o final, incluindo o rastreamento. Espero que o Sou de Algodão continue com essa iniciativa, de trazer um novo olhar para esse setor, incentivando cada vez mais a moda nacional”, deseja Jair Baptista, estilista da Mockup.


O movimento Sou de Algodão está crescendo e ganhando ainda mais reconhecimento dos profissionais da moda e formadores de opinião do Brasil. Este ano, atingiu quase 1.800 marcas parceiras e, além disso, se prepara para duas grandes ações no próximo semestre: o lançamento do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores - concurso de moda autoral para estudantes; e o 4º desfile na São Paulo Fashion Week (SPFW).


Sobre Sou de Algodão


Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 82% de toda a produção nacional de algodão.

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