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Sou de Algodão & Abrapa destacam rastreabilidade do algodão brasileiro no Febratex Summit 2025

A palestra voltada à apresentação do Programa SouABR reforçou o compromisso do movimento e da associação com a produção responsável e a transparência no setor têxtil

21 de Agosto de 2025

O Sou de Algodão e a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) participaram, na última terça-feira (19), do Febratex Summit 2025, em Blumenau (SC), com o objetivo de reforçar a importância da rastreabilidade e da transparência para o futuro da moda. A apresentação, conduzida por Manami Kawaguchi Torres - gestora de Relações Institucionais do movimento - no Espaço Talks, teve como foco o programa de rastreabilidade da cadeia de custódia do algodão brasileiro e a sua relação com a moda.


Durante a palestra, Manami detalhou como funciona o SouABR, sistema que garante a rastreabilidade do algodão brasileiro, desde a produção no campo até o produto-final nas mãos do consumidor. O programa, lançado em 2021, integra dados de fazendas, fiações, malharias, tecelagens, confecções e varejistas habilitadas, com informações seguras compartilhadas por blockchain. “A rastreabilidade é um elo fundamental para conectar toda a cadeia, além de proporcionar ao consumidor final a confiança de que está adquirindo uma peça feita com fibra brasileira responsável,  e com certificação socioambiental na origem ”, destaca Manami.


Atualmente, 83% da produção nacional de algodão é certificada pelo programa ABR (Algodão Brasileiro Responsável), que avalia critérios ambientais, sociais e econômicos. Além disso, diversas empresas do setor têxtil já estão habilitadas a participar da cadeia rastreável, que coloca o Brasil em posição de destaque em relação à produção responsável de algodão mundial.


Para o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, a presença no Febratex Summit reforça a relevância do diálogo com toda a indústria têxtil. “Estarmos presentes neste evento é importante para mostrar ao setor e aos consumidores como o algodão brasileiro é produzido com responsabilidade e inovação. O SouABR é uma iniciativa que conecta o campo, a indústria e o público final, e nos posiciona como referência global em rastreabilidade”, reitera.


O Febratex Summit é um evento bienal, com foco na transformação digital e sustentável da indústria da moda nacional. Nesta edição de 2025, ocorre de 19 a 21 de agosto, no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC). Voltado para empresários, gestores e profissionais das cadeias de fios, malhas, tecidos, confecções e outras tecnologias têxteis, oferece uma plataforma de inovação, exposições e conteúdos inspiradores em diversos formatos, como talks, desfiles e até mesmo podcasts.


“O Febratex Summit é um evento que valoriza a indústria, desde a matéria-prima até o varejo. Desde 2009, temos o compromisso de conectar todos os setores da indústria com foco em sustentabilidade e inovação. Para nós, a participação do Sou de Algodão e da Abrapa é fundamental, pois o algodão brasileiro é a nossa força industrial, e ele precisa ser cada vez mais valorizado”, ressalta Giordana Madeira, Diretora Executiva do Febratex Group.


A conexão direta com os principais elos da cadeia reforça a importância da participação da Abrapa e do movimento Sou de Algodão, alinhando seus compromissos de rastreabilidade, responsabilidade socioambiental e inovação com a agenda de transformação do setor.


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Brasil bate recorde de exportações no ano comercial 2024/2025 e se consolida como maior exportador mundial de algodão

De acorodo com o relatório de safra de agosto desde ano, o volume embarcado atingiu um recorde histórico, ficando 6% acima do registrado em 2023/2024

21 de Agosto de 2025

A Abrapa publicou nesta quinta-feira, 21/08, o relatório de safra referente ao mês de agosto de 2025. Segundo o documento, entre agosto de 2024 e julho de 2025, o Brasil exportou 2.835,3 mil toneladas de algodão, gerando uma receita de US$ 4,851 bilhões. Com esse desempenho, o país ultrapassou os Estados Unidos na safra 2023/2024 e assumiu a liderança mundial nas exportações da pluma. Para 2024/2025, as projeções indicam que o país se manterá como primeiro colocado no ranking global de exportações.


A produção também alcançou um patamar recorde, estimada em 3,96 milhões de toneladas, registrando alta de 7,1% em relação à safra anterior. Esse crescimento foi impulsionado pela expansão da área plantada, que deve atingir 2,14 milhões de hectares, um aumento de 10,2%. Até 14 de agosto de 2025, 47% da área cultivada já havia sido colhida.


No comércio internacional, o Vietnã se destacou como principal destino das exportações brasileiras, com 532 mil toneladas, o equivalente a 19% do total embarcado. Somadas, as compras de Vietnã e Paquistão superaram as da China, que reduziu em 859 mil toneladas suas importações em comparação ao mesmo período do ano anterior.


No setor têxtil brasileiro, os postos de trabalho na indústria registraram alta de 10 mil vagas, enquanto a confecção abriu 12,3 mil novas oportunidades entre janeiro e junho de 2025.


Leia o relatório completo:
https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Relatorio_safra_Abrapa.Ago2025.VF_.pdf

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Doutora Nair Arriel assume a chefia da Embrapa Algodão

Após dois anos desempenhando o cargo de forma interina, a gestora assumiu a chefia-geral da unidade em evento realizado na sede da Embrapa, em Campina Grande (PB)

19 de Agosto de 2025

Na última segunda-feira, 18/08, a pesquisadora Nair Arriel, assumiu o cargo de chefe-geral da Unidade dedicada ao algodão da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).


Com mais de 35 anos de carreira na Embrapa, Nair, que é mestre em Genética e Melhoramento de Plantas e doutora em Agronomia, na área de Produção Vegetal, assumiu a chefia, após 2 anos atuando interinamente no cargo. Antes de se tornar chefe-geral, Nair também exerceu os cargos de chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento e chefe-adjunta de Comunicação e Negócios na Unidade.


Agregando valor para o algodão brasileiro


Nesta nova fase dentro da Embrapa, Nair assumiu o compromisso de transformar conhecimento em tecnologias relevantes para o agricultor. “Para isso, nosso portfólio de pesquisas será direcionado para temas como o uso eficiente dos recursos naturais e da biodiversidade, sustentabilidade dos biomas e a mitigação dos impactos das mudanças climáticas, segurança alimentar, tecnologias para cultivos na agricultura de base familiar, inteligência artificial e agregação de valor a produtos e coprodutos da agricultura”, afirmou a gestora.


Alinhamento com a responsabilidade socioambiental


De acordo com o Diretor Executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Marcio Portocarrero, “Ter a frente da Embrapa Algodão uma especialista no cultivo da pluma, que há anos trabalha com temas como agricultura familiar e agroecologia, é muito positivo para a cotonicultura brasileira”. Portocarrero também afirmou que Nair está alinhada com os objetivos de sustentabilidade que o setor pretende alcançar, em nível nacional.


“O setor algodoeiro é reconhecido por estar sempre em busca de produzir com mais responsabilidade socioambiental, portanto ter uma profissional tão comprometida com o aperfeiçoamento científico da pluma, nos dá uma maior segurança para expandir a cotonicultura no país. A Abrapa e a Embrapa têm uma parceria de anos, e juntas desenvolvem vários projetos para desenvolvimento de novas tecnologias que aliam eficiência e sustentabilidade no cultivo do algodão no Brasil”, pontuou o diretor.


Embrapa Algodão


A Embrapa Algodão é uma das 43 Unidades da empresa brasileira, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com sede em Campina Grande, na Paraíba, atua em 11 estados brasileiros, produzindo novas tecnologias, produtos e serviços para as culturas do algodão.  Desenvolve pesquisas e inovações nas áreas de melhoramento genético, controle biológico, biotecnologia, mecanização agrícola, qualidade de fibras de algodão e sanidade vegetal.

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Deninson Lima assume a gerência de qualidade da Abrapa

O gestor é certificado pelo ICA Bremen como especialista em qualidade do algodão

19 de Agosto de 2025

Em nota, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), informou aos seus associados que, desde 1º de agosto de 2025, o Sr. Deninson Lima passou a ocupar o posto de Gerente de Qualidade da entidade.


Formado em Química Industrial e Gestão Comercial, Lima atua há nove anos no CBRA e foi um dos responsáveis pela implementação do Programa SBRHVI. Especialista em ISO 17025, é certificado pelo ICA Bremen como árbitro internacional e especialista em qualidade do algodão. Também é reconhecido pela Uster Technologies como especialista sênior em HVI.


Agradecimento


Na nota divulgada, a Abrapa também agradeceu ao Sr. Edson Mizoguchi pelo comprometimento dedicado aos programas de qualidade da associação desde sua entrada como Gerente de Qualidade, em 2016. No período que esteve à frente do setor de qualidade da entidade, seu trabalho resultou na criação do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), do Standard Brasil HVI (SBRHVI) e do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB).


Mizoguchi teve um impacto significativo na qualidade do algodão brasileiro e seguirá colaborando com a Abrapa e suas associadas como Consultor Externo de Qualidade, dando continuidade à sua contribuição para o fortalecimento da cotonicultura brasileira.


Leia o comunicado na íntegra:


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Sou de Algodão e Abrapa participam do Dia do Algodão da Abapa

Evento em Riachão das Neves celebrou os 25 anos da Abapa, e reuniu produtores, marcas e iniciativas de toda a cadeia do algodão brasileiro

19 de Agosto de 2025

A Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) e o movimento Sou de Algodão marcaram presença no Dia do Algodão da Abapa (Associação Baiana dos Produtores de Algodão), realizado no último sábado (16), na Fazenda Santana, do Grupo Franciosi, em Riachão das Neves (BA). A convite da associação baiana, o movimento levou experiências de moda, informação e interatividade para o público, em um dos maiores encontros do setor, que, nesta edição, celebrou os 25 anos da Abapa.


A participação reforçou os pilares estratégicos do movimento e da Abrapa em aproximar o campo da moda e da sociedade. Além de divulgar os resultados de iniciativas em andamento, o momento foi uma oportunidade para mostrar como o algodão brasileiro, cultivado de forma responsável, pode ser protagonista em soluções inovadoras que unem responsabilidade, rastreabilidade e criatividade.


Estande Sou de Algodão


O espaço dedicado ao movimento Sou de Algodão foi um dos mais visitados do evento. Nele, os participantes puderam conhecer uma exposição inédita de oito looks de estilistas baianos parceiros - entre eles Adriana Meira, Ateliê Mão de Mãe, Dendezeiro, Gefferson Villanova, Isa Silva, Lourrani Baas, Meninos Rei e Santa Resistência -, que traduziram em suas criações a versatilidade do algodão e a força da moda autoral local. Também estavam presentes peças produzidas dentro do programa SouABR, que certifica a rastreabilidade da fibra brasileira, reforçando o compromisso do movimento com a transparência e a responsabilidade socioambiental. De 99 fazendas certificadas, 47 são baianas, assim como 27 de 79 produtores SouABR.


Além disso, o estande ofereceu um estúdio profissional de fotografia, que garantiu experiências interativas ao público com registros exclusivos em um painel jeans, com peças do acervo à disposição para uso, bem como a lojinha Sou de Algodão, onde camisetas oficiais do movimento ficaram disponíveis para venda.


“Celebrar os 25 anos da Abapa é reconhecer o esforço coletivo que construiu essa história. São produtores, técnicos, instituições, empresas e entidades que acreditaram no poder da organização, da representatividade e da conexão como base para o crescimento sustentável do setor. Este evento representa o que somos: uma cadeia conectada, que se apoia na ciência, na cooperação e na busca constante por excelência”, diz Alessandra Zanotto, presidente da Abapa.


Momento Sou de Algodão


No período da tarde, Silmara Ferraresi, diretora de Relações Institucionais da Abrapa e gestora do Sou de Algodão, realizou uma palestra no evento, apresentando ao público os resultados mais recentes do movimento. Ela destacou que já são mais de 1.800 marcas parceiras em todo o Brasil, além de uma rede crescente de universidades, estudantes e consumidores engajados. Ela também compartilhou como ações como o Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores - que está na sua 4ª edição -, os desfiles na São Paulo Fashion Week (SPFW), as Cotton Trips e as parcerias com marcas e varejistas têm aproximado o setor produtivo do universo criativo, e incentivado o consumo consciente.


“Mostrar os resultados do Sou de Algodão e da Abrapa em um evento tão importante como esse reforça a nossa missão em conectar o setor produtivo com a moda e a sociedade. É gratificante dividir com os produtores e com o público presente o impacto que temos gerado, tanto na educação quanto na valorização da nossa matéria-prima”, afirma Silmara.


Estação Conhecimento da Abrapa realiza mesa-redonda e debates sobre cotonicultura


A Estação Conhecimento da Abrapa promoveu debate sobre as estratégias para o algodão brasileiro. A mesa-redonda sobre o futuro do setor foi mediada por Luciano Thomé e Castro, sócio da Markestrat Group e contou com a participação do presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli; do presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), Dawid Wajs; do CEO do Grupo Santa Colomba, Miguel Prado; e do presidente da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato.


Durante sua fala, Piccoli destacou a importância de iniciativas como o Dia do Algodão para a promoção da fibra nacional: “A Abrapa desenvolve inúmeros projetos de valorização do algodão brasileiro, tanto no mercado interno quanto no externo. O primeiro deles foi o movimento Sou de Algodão, que este ano completa nove anos de existência. Iniciativas como esta são fundamentais para o fortalecimento da cotonicultura, pois proporcionam troca de conhecimento, atualização técnica e integração do setor. Tenho certeza de que os produtores saem daqui mais preparados para aplicar novas soluções em suas propriedades”.


Conexão que fortalece o algodão


O evento contou ainda com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que classificou a iniciativa como uma celebração da força do povo baiano, “que produz, inova e cuida do meio ambiente”. O governador também afirmou que “para o algodão da Bahia existe a possibilidade de exportar não apenas a pluma, mas também o caroço e o tecido”.



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Sou de Algodão promove ações com três universidades parceiras

Palestras e aulas magnas abordaram moda responsável, sustentabilidade e o 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores

18 de Agosto de 2025

O Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), realizou, na última semana, uma maratona de atividades em diversas universidades parceiras dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Entre os dias 12 e 14 de agosto, três instituições de ensino superior receberam palestras e aulas magnas comandadas por Manami Kawaguchi Torres, gestora de Relações Institucionais do movimento, com foco em moda responsável, inovação e no lançamento da 4ª edição do Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores. “Dentro do movimento, nós acreditamos que a transformação do setor têxtil e da moda brasileira começa dentro das universidades, com os futuros profissionais entendendo a importância de unir criatividade, responsabilidade e a valorização de matérias-primas brasileiras, como o algodão”, afirma Manami.

UCS (Universidade de Caxias do Sul): Sustentabilidade e moda circular em pauta

Na noite de terça-feira (12), os estudantes de Design de Moda da Universidade de Caxias do Sul (UCS) participaram de um webinar em parceria com a Ecomaterioteca, projeto e empresa brasileira que atua como acervo de materiais responsáveis e consultoria para práticas mais sustentáveis na moda. A apresentação trouxe reflexões sobre sustentabilidade e moda circular, destacando a versatilidade do algodão em modelos de produção mais conscientes. Durante o encontro, Gabriela Schott, fundadora da Ecomaterioteca, apresentou os critérios de classificação utilizados pela empresa para catalogar tecidos e outros materiais, permitindo que os alunos compreendessem melhor como identificar e selecionar insumos responsáveis. “É muito bacana que os estudantes tenham contato com esse processo, porque além de conhecerem o algodão como uma fibra importante, passam também a acessar informações e tecidos que podem transformar sua forma de criar e projetar moda”, ressaltou Manami.

Tatiana Laschuk, professora de Moda e Têxtil na universidade, destaca a importância da parceria com o movimento, que viabiliza encontros valiosos entre a indústria e a academia. “A palestra que tivemos junto a Manami e a Gabriela foi de extrema importância para que os alunos pudessem ter um panorama sobre materiais responsáveis e conseguissem visualizar os mesmos em classificações apropriadas, criadas pela própria Ecomaterioteca. Também foi relevante para eles entender e desmistificar que esses materiais são acessíveis não apenas a grandes marcas, mas também a pequenas, e inclusive a estudantes de moda”, afirma.

“Nós procuramos conectar a indústria têxtil, a confecção, os estudantes e os consumidores finais. Somos a ponte entre quem produz e quem transforma, e estamos aqui para apoiar quem quer criar e desenvolver produtos e processos com menor impacto e mais propósito”, destaca Gabriela Schott.

FAAL (Faculdade de Administração e Artes de Limeira): Inspiração e incentivo aos novos criadores

Já na noite de quarta-feira (13), foi a vez do curso de Design de Moda da Faculdade de Administração e Artes de Limeira (FAAL) receber uma palestra voltada ao lançamento do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, incentivando a participação dos alunos e apresentando cases de sucesso de edições anteriores, como Lucas Caslu, Guilherme Dutra, Rodrigo Evangelista, Dario Mitmann e Mateus Cardoso. O concurso está com as inscrições abertas até o dia 28 de fevereiro de 2026.

Manami ressalta a importância dessa interação com estudantes de moda enquanto futuros profissionais do setor. “Quando mostramos que é possível explorar a versatilidade da fibra de forma inovadora e ainda aliar com responsabilidade socioambiental e consumo consciente, inspiramos uma nova geração de estilistas e criativos comprometidos com o futuro”.

“A palestra foi muito enriquecedora, porque estimula os alunos a pensarem na cadeia produtiva e em suas criações, com foco no algodão brasileiro. Quando você tem uma pessoa do movimento que vem até a faculdade conversar com os alunos, mostrar como funciona o Desafio com a Casa de Criadores, como eles podem participar e como foram as edições anteriores, demonstra a eles a importância de entrar no mercado de trabalho, de iniciar uma carreira, da matéria-prima, da criação e do envolvimento também”, enfatiza William Fernandes, docente do curso de Design de Moda da FAAL.

UNISO (Universidade de Sorocaba): Palestra inaugural de parceria

Para encerrar a semana, no dia 14 a Universidade de Sorocaba (UNISO) celebrou o início da parceria com o Sou de Algodão com uma palestra inaugural, também com foco no 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores. A instituição passa a integrar a rede de universidades parceiras do movimento, ampliando assim, o alcance de ações educativas e de conscientização sobre o algodão brasileiro.

Aymê Okasaki, docente do curso de Design de Moda na UNISO, destacou a importância da nova parceria com o movimento, já que o algodão está presente em muitos projetos dos estudantes. “É muito bacana termos essas conexões proporcionadas pelo Sou de Algodão, porque a inovação e a criação responsável são fundamentais aqui no curso. Nossos alunos também estavam bem ansiosos para saber mais sobre o 4º Desafio, então foi muito importante ter a Manami falando com a turma e os incentivando a participarem”, finaliza.

“Cada nova parceria reforça nossa missão em compartilhar conhecimento e estimular escolhas conscientes no setor têxtil, da sala de aula à passarela. Nosso objetivo é inspirar os futuros profissionais da moda a pensar de forma crítica e responsável sobre toda a cadeia produtiva”, reitera Manami. “Quando o aluno entende de onde vem a matéria-prima, como ela é cultivada e quais impactos gera, ele passa a criar não apenas com estética, mas também com propósito. É assim que acreditamos que o setor evolui: unindo criatividade e consciência”.

 

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Sou de Algodão participa da Semana de Acolhimento da PUC-Campinas

Com talks e convidados especiais, movimento levou marcas parceiras e apresentou oportunidades para novos talentos da moda

18 de Agosto de 2025

Entre os dias 12 e 15 de agosto, o Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), marcou presença na Semana de Acolhimento da PUC-Campinas, com uma programação especial voltada ao curso de Design de Moda, envolvendo estilistas parceiros, marcas autorais e um bate-papo sobre o lançamento da quarta edição do Desafio em parceria com a Casa de Criadores - concurso voltado a estudantes de moda.


“Dentro do movimento, acreditamos que a moda é feita de histórias, conexões e oportunidades, e levar isso para jovens que estão começando a sua carreira é uma forma de inspirar e abrir horizontes”, afirma Manami Kawaguchi Torres, gestora de Relações Institucionais do movimento, responsável por comandar as palestras na universidade parceira.



Webinar com Dendezeiro


A abertura da participação do movimento na Semana de Acolhimento aconteceu com um webinar em parceria com a Dendezeiro, marca parceira do Sou de Algodão reconhecida por sua estética autoral e compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira. O CEO e diretor criativo Hisan Silva contou em detalhes sua trajetória, desde o início do design de moda na Bahia, passando por desafios do mercado independente, até chegar ao reconhecimento nacional e às passarelas mais prestigiadas do país. Durante a conversa, ele destacou a relação da Dendezeiro com a expressão, já que muitas marcas a procuram para parcerias que trazem autenticidade à necessidade de apoiar a visibilidade de pessoas pretas. Para Hisan, as coleções apresentadas em semanas de moda precisam contar histórias, e, para isso, é necessário pesquisar, trazer verdade ao que se apresenta, como a leitura de fatos importantes para a sociedade.


“Moda tem esse poder de nos fazer sonhar e criar conexões verdadeiras. É muito especial poder compartilhar a minha experiência com tantas pessoas potentes e inteligentes, trocando sonhos e construindo juntos esse desejo de florescer dentro do universo criativo”, declara Hisan.



Palestra com Bold Strap


O segundo encontro da programação trouxe para os estudantes de Moda da PUC-Campinas a Bold Strap, marca parceira que construiu uma narrativa única de representatividade e inclusão no mercado brasileiro. O estilista e diretor criativo Pedro Andrade compartilhou sua visão sobre a criação de peças com mensagens políticas e sociais, mostrando como a moda pode ser usada como ferramenta de transformação. Ele destacou a importância da autenticidade e da fidelidade ao propósito da marca, mesmo diante dos desafios de empreender, lembrando que já chegou a cancelar campanhas prontas por não estarem alinhadas com seus valores.


Pedro também falou sobre a resiliência necessária no início da jornada, quando cuidava de todas as áreas do negócio, e aconselhou os alunos a estudarem sempre, buscarem oportunidades sem medo e valorizarem os relacionamentos.


“É muito importante essa iniciativa do Sou de Algodão em levar profissionais para palestras e eventos em universidades parceiras, principalmente pensando na formação e no entendimento do mercado de trabalho dos estudantes. Moda é criação, é design, é arte, mas também é, acima de tudo, um negócio feito por diversas pessoas, como fornecedores, prestadores de serviços, costureiras, lojistas e compradores; por isso, é tão fundamental que os alunos tenham esse contato”, reitera Pedro.



Lançamento do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores


Encerrando a participação na Semana de Acolhimento, o movimento apresentou oficialmente o 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores. O momento contou com a presença de André Hidalgo, fundador e diretor da Casa de Criadores, que falou sobre a relevância do concurso como o caminho para a revelação de novos talentos na moda autoral brasileira. Durante a palestra de Manami e André, foram compartilhados exemplos de estilistas que participaram de edições anteriores e que hoje já possuem marcas consolidadas, como Guilherme Dutra, Rodrigo Evangelista, Dario Mittmann e outros.


A nova edição mantém o propósito de incentivar a criatividade, promover o uso responsável do algodão brasileiro e aproximar estudantes das experiências reais do mercado de moda, com a possibilidade de integrar o line-up oficial da Casa de Criadores.


André Hidalgo destaca a autenticidade e a diversidade para a 4ª edição do concurso. "A moda autoral no Brasil está cada vez mais diversa, livre e regional, ainda mais conectada com as raízes do nosso país. Com o Desafio, nós queremos mostrar que criar com propósito, usando uma matéria-prima nacional, como o algodão, é essencial para quem está começando e quer fazer parte de uma moda mais responsável. A minha dica para os estudantes é criar como se ninguém tivesse feito a mesma coisa antes", afirma.


“Acreditamos que encontros como esse ajudam a mostrar que há espaço para novas ideias e vozes na moda brasileira, especialmente quando o trabalho é feito com consciência e propósito. Estarmos presentes em um evento como esse, de uma universidade parceira, demonstra a importância de funcionarmos como uma ponte entre a cadeia produtiva e os futuros profissionais do setor”, diz Manami.


“A parceria com o movimento Sou de Algodão trouxe para a Semana de Acolhimento protagonistas do cenário contemporâneo da moda, permitindo aos estudantes dialogar diretamente com profissionais de referência e impulsionando, por meio do Desafio com a Casa de Criadores, a inovação na moda brasileira”, afirma Rose Sathler, coordenadora do curso de Design de Moda da PUC-Campinas. “Foi uma semana extremamente inspiradora para alunos e professores, que iniciam o semestre motivados, com novas ideias e perspectivas para o futuro do curso. Somos profundamente gratos por essa colaboração”, finaliza.



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Brasil, EUA e Austrália podem formar aliança para promover o algodão

Produtores brasileiros de algodão miram na Índia para ampliar exportações; em 2024, os embarques ao país cresceram oito vezes

18 de Agosto de 2025

Entidades do setor privado de Brasil, Estados Unidos e Austrália sinalizaram estar dispostas a trabalharem juntas para promover o algodão pelo mundo. A ideia é “mudar a narrativa” para tentar emplacar que o uso da fibra natural é mais sustentável e seguro do que as fibras sintéticas.


“Estamos iniciando tratativas com os americanos e com os australianos, para, juntos, começarmos um trabalho de divulgação e de promoção do algodão como fibra natural. Já temos sinal verde de sentarmos à mesa e desenharmos um programa de promoção da fibra natural de algodão”, destacou o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gustavo Viganó Piccoli, em entrevista ao Agro Estadão.


Além da Abrapa, a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), do Brasil, a American Cotton Shippers Association (ACSA), dos Estados Unidos, e Australian Cotton Shippers Association (ACSA), da Austrália, também devem participar da aliança. “Estamos iniciando um trabalho para convencermos a grande massa da população, para mostrarmos a narrativa correta da fibra natural versus fibra fóssil”, acrescentou Piccoli.


A estratégia de levar o discurso para o consumidor final passa por demonstrar as diferenças entre o sintético e o natural. Como revela o presidente, o algodão tem perdido espaço no mercado e a intenção é apostar na sustentabilidade do produto nacional.


Índia pode ser caminho de expansão
A Abrapa vem promovendo viagens de imersão para compradores da pluma. Na última, estiveram no Brasil representantes de seis países — Turquia, Índia, China, Paquistão, Bangladesh e Vietnã. Juntos esses países correspondem a 84% das exportações de algodão do Brasil no ciclo 2024/2025. Piccoli afirma que a intenção é ampliar os negócios com todos, mas vê um potencial maior na Índia.


“A Índia, por ser um país que tem uma população muito grande, a gente imagina que em algum momento eles possam direcionar as áreas que hoje são de algodão para produção de alimentos. E aí, como o algodão que produzimos é de excelente qualidade, com preços relativamente baixos, imaginamos que a gente possa aumentar a exportação para a Índia”, explicou o presidente da associação.


De acordo com dados do Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Índia foi o sétimo principal destino do algodão brasileiro em 2024. Foram mais de 100 mil toneladas vendidas a US$ 184,3 milhões. No comparativo com 2023, o volume exportado aumentou mais de oito vezes (+866%).


Também no ano passado, o Brasil passou a liderar as exportações mundiais da pluma, ultrapassando os Estados Unidos. Foram mais de 2,7 milhões de toneladas. Para o ciclo 2025/2026, Piccoli estima que o país continue no topo e aumente esse montante embarcado para aproximadamente 3,2 milhões de toneladas.


Preços apertados e produção em alta
A safra de algodão do Brasil está nos momentos finais de colheita. O último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que o país deve ter uma safra recorde com 3,93 milhões de toneladas da pluma. Porém, o presidente da Abrapa aposta que esse resultado pode chegar às 4 milhões de toneladas.


Já os preços da commodity não tem agradado o produtor. “Faz praticamente um ano que está o preço andando de lado, estamos falando algodão aí de 65 a 70 cento de dólar por libra peso. A esse preço, a margem fica muito estreita. Eu diria que em várias situações o produtor de algodão está sem margem. Isso é problema”. A solução estaria em reduzir os custos de produção já que hoje o mercado comprador de algodão está estagnado, ou seja, não há uma demanda crescente.


Mesmo assim, com aumento de produtividade, a expectativa é de que o recorde seja batido na próxima safra. “Eu diria que a gente vai ter uma manutenção da área que tivemos nesta safra. Dificilmente teremos acréscimo de área, mas com certeza manteremos a área e tentaremos ser as mais eficientes em produtividade também”, pontuou o presidente da associação. A Conab estima que a área plantada de algodão na safra 2024/2025 é de 2,08 milhões de hectares.

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Relatório Mensal de Estatística - Agosto de 2025

O Brasil segue ocupando o ranking de 3º maior produtor mundial de algodão no ano comercial 24/25.

15 de Agosto de 2025

Foi publicado nesta quinta-feira, 14/08, o Relatório Mensal de Estatística de agosto, do Cotton Brazil. Com informações atualizadas do USDA, o documento apresenta os dados comerciais dos maiores players do algodão no mundo.


Produção - O Brasil segue ocupando o ranking de 3º maior produtor mundial de algodão no ano comercial 24/25.


Exportações - A previsão é de que ocorra um aumento do volume exportado pelo país no ano comercial 25/26, atingindo 3,11 milhões de toneladas comercializadas.


Liderança - A expectativa é de que o Brasil continue liderando o ranking global de exportações, aumentando a distância entre a sua posição e o segundo lugar, ocupado pelos Estados Unidos.


EUA - Exportações dos Estados Unidos devem diminuir. No ano comercial 25/26, a expectativa é de que o país exporte 0,13 milhão de tonelada a menos, se comparado com 24/25.


China - A China cai para o 4º lugar no raking de importação, mas continua sendo o maior consumidor de algodão no mundo.


Importações - Bangladesh volta ao topo do ranking de importadores da pluma, acompanhado pelo Vietnã na 2ª posição e do Paquistão na 3ª.


Mercado doméstico - A tendência é que o consumo interno da fibra se mantenha estável.


Essas e outras informações você pode conferir no relatório completo, disponibilizado no link abaixo:


https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Relatorio_de_Estatisticas_Mensais_CottonBrazil_Agosto.pdf

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Abrapa leva algodão brasileiro à Expo Osaka 2025 

De 18 a 23 de agosto, o Pavilhão do Brasil na feira internacional dá destaque aos atributos da fibra natural do algodão 

15 de Agosto de 2025

Na próxima semana, o Pavilhão do Brasil da Expo Osaka 2025, no Japão, abre espaço para a força do algodão brasileiro. De 18 a 23 de agosto, o Cotton Brazil, programa de promoção da pluma brasileira no exterior da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), promove uma programação especial para mostrar a versatilidade, a qualidade e a sustentabilidade do produto brasileiro.


A Expo, também conhecida como Exposição Universal, é realizada desde 1851, organizada pelo Bureau International des Expositions (BIE), e tem como objetivo promover o intercâmbio cultural e tecnológico entre países. A sua primeira edição ocorreu em Londres, e já passou pelo Brasil em 1922, na cidade do Rio de Janeiro, única realizada no país e na América Latina. Sua primeira edição em Osakaocorreu em 1970 e, em 2025, está sendo realizada de 13 de abril a 13 de outubro. Com o tema "Desenhando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas”, a Expo Osaka recebeu até agora 15 milhões de visitantes e a previsão é chegar a 28 milhões de pessoas até outubro.


“Queremos aproveitar essa grande vitrine para o mundo que é a Expo Osaka e mostrar que o algodão é a melhor alternativa para o nosso futuro, por se tratar de uma fibra têxtil natural, renovável e muito mais sustentável que as sintéticas”, explicou Gustavo Piccoli, presidente da Abrapa.


Destaque para o agro brasileiro


Durante o mês de agosto, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Atração de Investimentos (ApexBrasil) promove uma extensa programação focada no agronegócio brasileiro. Na semana de 18 a 23 de agosto, é a vez da Abrapa promover uma exposição multimídia, com painéis interativos, debates e ações de relacionamento com autoridades e empresários japoneses, brasileiros e internacionais.


O poder da fibra natural


A mostra Power of the Natural: From Cotton Fields to Fashion apresenta peças de vestuário que revelam diferentes usos e expressões culturais do algodão brasileiro. Entre elas, destaca-se o traje tradicional das baianas, símbolo histórico do uso do algodão no país, que pertence a Gilcilene, baiana de Salvador que trabalha com a venda de acarajé há mais de 22 anos em Luís Eduardo Magalhães.


A mostra também contará com uma peça de alta costura, um vestido em renda renascença 100% algodão da grife Martha Medeiros, confeccionado artesanalmente por artesãs do Nordeste brasileiro. A marca faz parte do movimento Sou de Algodão e é conhecida pela técnica artesanal, símbolo da herança e tradição das rendeiras nordestinas no manuseio da fibra.


Presenteado especialmente para a exposição, o judogi do medalhista mundial David Moura simboliza a conexão cultural entre Brasil e Japão. No judô, popularizado no Brasil pela influência da imigração japonesa, a veste é como uma extensão do corpo do atleta. Moura, um dos maiores atletas do judô brasileiro, é natural de Mato Grosso, o estado que mais produz algodão no Brasil.


A mostra traz também peças confeccionadas com algodão rastreado, uma camiseta branca, uma calça e uma jaqueta jeans. Em cada etiqueta, um QR Code permite acompanhar toda a jornada do algodão, desde a fazenda onde foi cultivado até chegar à marca responsável pela criação da peça.


Quem for na exposição poderá levar de brinde para casa um Furishiki. A peça tradicional da cultura japonesa, terá um toque de brasilidade por ser confeccionada no tecido Chita. Geralmente, os Furishikis são utilizados como embalagens reutilizáveis, e a depender das dobras feitas no seu tecido, podem servir como cestas, sacola e até mesmo como embrulhos para presentes mais especiais.


Mulheres que tecem o futuro


Como parte da programação dedicada ao algodão brasileiro na Expo Osaka 2025, o painel “Mulheres que tecem o futuro: da sustentabilidade à inovação”, acontece no dia 22 de agosto. No encontro, lideranças femininas debatem representatividade, rastreabilidade e práticas sustentáveis na cadeia do algodão.


A diretora de Negócios da Apex Brasil, será a mediadora do painel que terá a participação da produtora rural e presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto, e da superintendente de Projetos Estratégicos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Lilian Kaddissi.


A programação da Abrapa na Expo Osaka é realizada pelo Cotton Brazil, programa de promoção do algodão brasileiro em escala global. A iniciativa é uma parceria com a ApexBrasil e com apoio da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).

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