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Mato Grosso comercializa 64% da produção de pluma 2022/23

09 de Maio de 2023

Com preço médio de R$ 145,24 a arroba, as vendas da safra 2022/23 de pluma em Mato Grosso chegaram a 64% da produção esperada no mês de abril. Um avanço mensal de apenas 2,43 pontos percentuais ditado pela continua queda nas cotações da fibra, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Foto: Fundação MT/divulgação
Conforme o levantamento divulgado pelo Imea, nesta segunda-feira (8), ao se comparar com a safra 2021/22 em abril do ano passado, o estado contava com 70,06% da pluma comercializada antecipadamente. A média dos últimos cinco anos para tal período é de 74,97%.
Algodão: incertezas quanto a economia mundial impactam exportações de Mato Grosso
O Instituto pontua que a contínua queda nas cotações da fibra, que vem comprometendo novos negócios no estado, está “atrelada às incertezas quanto à economia mundial que tem afetado no consumo global da pluma”.
Safra 2023/24 alcança 14,12% da produção de pluma
No que tange a produção de pluma da safra 2023/24, as vendas alcançaram 14,12% da produção total projetada para o ciclo, avanço mensal de 5,43 pontos percentuais, a um preço médio de R$ 138,07 a arroba.
Abrapa: economia global continua sendo a maior preocupação no algodão
“Desse modo, mesmo com os preços menos atrativos, o cenário de maior avanço nas negociações deste ciclo foi pautado pelo atraso em relação às safras passadas, somado à falta de fundamentos que indiquem uma recuperação no preço da fibra a curto prazo, motivando os cotonicultores a travarem novos negócios neste mês. Por fim, se a demanda não se fortalecer nos próximos meses, os preços da pluma podem continuar com tendência de queda, impactando ainda mais as vendas do estado”.
canalrural.com.br 09/05/2023


Acesso em: https://vidaruralmt.com.br/Publicacao.aspx?id=397831

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Tecnologia e Sustentabilidade ditam as regras do Agro

Existem vários exemplos de agricultura sustentável utilizadas no Brasil, uma vez que o País é um dos maiores produtores agrícolas e vem se destacando na adoção de práticas sustentáveis.

09 de Maio de 2023

A agricultura sustentável é um método de cultivo que visa intensificar a produção agrícola e, ao mesmo tempo, maximizar os benefícios econômicos e sociais, minimizando os impactos ambientais negativos.
As técnicas de manejo sustentável envolvem a utilização das melhores práticas agrícolas, como a conservação de solo, o plantio direto na palha, a rotação de cultivos, ações de conservação da biodiversidade, a otimização no uso de insumos agrícolas, como os fertilizantes, as sementes e mudas geneticamente avançadas, os defensivos agrícolas químicos e biológicos, por meio de planejamento agronômico e do uso de soluções de agricultura de precisão.
Em resumo, a agricultura sustentável procura atender às necessidades de produção de alimentos, fibras e energia limpa, de forma a garantir a conservação dos recursos naturais e a qualidade de vida das gerações presentes e futuras.
Colocando em prática
Existem vários exemplos de agricultura sustentável utilizadas no Brasil, uma vez que o País é um dos maiores produtores agrícolas e vem se destacando na adoção de práticas sustentáveis. Alguns dos principais exemplos são:
Bioinsumos: têm sido utilizados em cerca de 50 milhões de hectares que recebem os mais diversos tipos de produtos biológicos para o controle pragas e doenças, assim como para melhorar o desenvolvimento de plantas.
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), os bioinsumos já trazem uma economia anual acima de US$ 13 bilhões, decorrente do uso do controle biológico e da fixação biológica de nitrogênio.
Com base no estudo de caso apresentado por Olmo (2022) – safra de soja 2019/20 – foi estimado que 430 milhões de toneladas de CO2 equivalente deixam de ser lançados na atmosfera por conta do uso das bactérias fixadoras de nitrogênio na cultura da soja.
Biotecnologia: de acordo com o Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia (ISAAA), as culturas biotecnológicas vêm contribuindo para a segurança alimentar, sustentabilidade e soluções para mitigar os impactos das mudanças climáticas desde o início de sua adoção, em 1996.
De acordo com o ISAAA, em 2018 o Brasil cultivou 52,8 milhões de hectares com culturas geneticamente modificadas, onde 35,1 milhões de hectares é com soja, 16,3 milhões de hectares de milho, 1,4 milhão de hectares de algodão e cerca de 18 mil hectares de cana-de-açúcar resistente a insetos.
Sistema de Plantio Direto (SPD): é uma técnica de cultivo que preserva a cobertura vegetal do solo com plantas forrageiras para evitar a erosão, além de melhorar a qualidade, a biodiversidade e a fertilidade do solo. De acordo com a Embrapa e a Federação Brasileira do Sistema de Plantio Direto (FEBRAPD), o SPD é praticado em mais de 33 milhões de hectares da área cultivada no país.
Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF): o sistema ILPF é uma estratégia de produção que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área. De de acordo com a Refe ILPF a área com Sistema ILPF já ultrapassou 17 milhões de hectares no Brasil.
Agricultura de Precisão (AP): uso de tecnologias avançadas para monitorar e gerenciar a produção agrícola de forma mais eficiente, como o uso de sensores, equipamentos de automação, hardwares, softwares de inteligência artificial (IA) e internet das coisas (IoT), otimizando o uso de recursos (p.e. água, energia, tempo e insumos agrícolas, dentre outras) e minimizando os impactos ambientais negativos.
De acordo com dados divulgados durante o 9º Congresso de Agricultura de Precisão (ConBAP-2022), por meio de pesquisa desenvolvida pela IHS Markit com o apoio da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP), os produtores de algodão são os que mais utilizam agricultura de precisão (66%), seguidos pelos produtores de soja (34%) e cana-de-açúcar (14%).
Produção sustentável com o mesmo custo
Produzir grãos de forma mais sustentável significa ser mais eficiente nos aspectos econômico, ambiental e social. É um erro analisar apenas o custo de produção, quando na verdade o mais importante é a rentabilidade sustentada ao longo dos anos.
De forma simplista, produzir grãos de forma sustentável é produzir mais grãos por área plantada, utilizando menos recursos (insumos, diesel, água etc.), ou seja, o aumento da produtividade é um dos principais aspectos da sustentabilidade.
Não faz sentido aumentar a produtividade e ter prejuízo, ou gerar impactos negativos para o meio ambiente e a sociedade. Na prática, o custo de produção deve crescer em taxas inferiores ao aumento da produtividade, e os indicadores ambientais (p.e. conservação e fertilidade do solo) e sociais (renda dos trabalhadores, escolaridade e qualidade de vida) devem prosperar ao longo dos anos.
Máximas produtividades
Um bom exemplo para materializar a superioridade da produção agrícola sustentável é o Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, desenvolvido anualmente pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), que visa reconhecer os melhores sojicultores do País nos sistemas irrigado e sequeiro.
Para comprovar que o aumento da sustentabilidade da soja está diretamente relacionado ao aumento da produtividade e à adoção das melhores práticas agrícolas, a Fundação Espaço Eco desenvolveu para o Cesb um algoritmo para cálculo da ecoeficiência da produção de soja.
O sistema considera dez parâmetros internacionalmente aceitos para avaliar os aspectos econômicos e ambientais, utilizando as informações do sistema de produção dos sojicultores que participam do Desafio para calcular e comparar a ecoeficiência das lavouras.
Durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade do Cesb, realizado em junho de 2022, o vencedor nacional colheu 7.611 kg/ha, 125% acima da média nacional (Conab), com uma lucratividade de 74,1% e retorno de 2,9 vezes sobre o capital investido.
O vencedor do Desafio melhorou todos os índices de sustentabilidade, comparativamente aos parâmetros de sua região. Um dos indicadores de destaque é a redução das emissões de gás carbônico (CO2 equivalente), que foram 54% menores, além de 53% de redução no uso da terra. A CropLife Brasil é parceira do Cesb e algumas de suas associadas são patrocinadoras.
Obstáculos à agricultura sustentável
São muitas as oportunidades para expandir a agricultura sustentável, pois o Brasil reúne excelentes condições para aumentar a produção agrícola e se manter como uma grande potência ambiental, já que possui 20% da biodiversidade do mundo e 66% do seu território coberto por vegetação nativa.
De acordo com a FAO, o Brasil está entre os cinco países com maior quantidade de terras agricultáveis, além de ter condições edafoclimáticas favoráveis para produzir duas ou até três safras por ano.
O crescimento da agricultura sustentável pode criar novas oportunidades de acesso aos mercados internacionais, cada vez mais preocupados com a sustentabilidade, além de contribuir para a redução de custos de produção e o aumento da competitividade, a conservação ambiental, o desenvolvimento de tecnologias inovadoras para a agricultura tropical, a geração de empregos mais qualificados e a valorização da imagem de um país como fornecedor sustentável de alimentos, fibras e energia limpa.
Sobre os desafios, é possível listar os mais importantes, como a falta de conscientização de muitos agricultores, a pressão econômica do modelo tradicional de produção agrícola, que muitas vezes prioriza a maximização do lucro a curto prazo, a falta de incentivos e de política pública para facilitar a transição, fato que pode ser um obstáculo para agricultores menos tecnificados, atraso na implementação do novo código florestal, as limitações de investimentos em pesquisa e difusão de tecnologia, problemas de infraestrutura logística e para armazenagem, a desigualdade socioeconômica, a baixa escolaridade e a falta de qualificação profissional no meio rural.
Destaques na agricultura sustentável
O Brasil possui uma grande diversidade de cultivos, e muitos deles se destacam pela produção agrícola sustentável mundial, por exemplo:
Soja: o Brasil é o maior produtor mundial de soja e também apresenta um dos maiores índices de produtividade, com 3.026 kg/ha na safra 2021/22. A maioria dos sojicultores tem adotado técnicas modernas e mais sustentáveis, como o plantio direto, sementes certificadas, biotecnologia, controle biológico, fixação biológica de nitrogênio, agricultura de precisão e rotação de cultivos, dentre outras.
Algodão: de acordo com a Abrapa, o Brasil está entre os quatro maiores produtores mundiais e é o segundo maior exportador de algodão, fornecendo 20% do volume comercializado internacionalmente. Desde 2012, a Abrapa desenvolveu um programa de certificação, Algodão Brasileiro Responsável (ABR), atendendo às diretrizes internacionais de sustentabilidade.
O programa ABR permite a rastreabilidade do processo completo, desde o plantio do algodão certificado até a venda do produto final. De acordo com a Associação, o Brasil é o maior fornecedor mundial de algodão Better Cotton Initiative – BCI (certificação internacional de referência na cadeia produtiva mundial do algodão), representando 42% da oferta mundial.
Café: o Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo. Em 2022, o País colheu 42,3 milhões de sacas de 60 quilos e registrou um recorde de exportações de 36,80 milhões de sacas.
De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produtividade média por hectare é de 22,49 sacas. A área total destinada à cafeicultura no País em 2023 (arábica e conilon) totaliza 2,26 milhões de hectares.
De acordo com o Mapa, o parque cafeeiro nacional é estimado em 2,25 milhões de hectares e compreende um universo de cerca de 290 mil produtores, a maioria pequenos, que estão espalhados por aproximadamente 1.900 municípios.


Roberto Araújo
Engenheiro agrônomo, pós-graduado em Engenharia de Irrigação e Proteção de Plantas (UFV) e líder de sustentabilidade e stewardship na CropLife Brasil.


Acesso em: http://revistacampoenegocios.com.br/tecnologia-e-sustentabilidade-ditam-as-regras-do-agro/

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Sou de Algodão leva desfile de estilista parceira para evento da BASF

Além da apresentação de peças feitas com o algodão responsável, o movimento também fez uma breve apresentação sobre a importância da fibra para a moda

08 de Maio de 2023

Na quarta-feira (03), Manami Kawaguchi, gestora de relações institucionais do Sou de Algodão, representou a iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em um evento da multinacional BASF que apoia o movimento. Realizado no Hotel Vitória, em Paulínia, a ativação teve como objetivo falar da importância do algodão e mostrar como a fibra se transforma nas mãos de talentosos estilistas. A conversa foi destinada para mais de 120 colaboradores das áreas comerciais de sementes da empresa, que cuida de várias commodities.


A gerente de marketing da FiberMax, marca de sementes de algodão da BASF, Valeska De Laquila, diz que esse evento foi uma excelente oportunidade para apresentar o Sou de Algodão para o time, da semente à passarela. ""Eles puderam vivenciar e reconhecer a importância do papel deles dentro da cadeia de algodão. Temos muito orgulho de fazer parte do movimento desde o início. Sabemos da sua importância e seu impacto, por isso veio a ideia de apresentar neste evento. explica. Para ela, o desfile da estilista Priscilla Silva foi uma experiência incrível. ""Conseguimos evidenciar que o trabalho deles impacta a comunidade"" finaliza.

Manami fez uma breve apresentação, falando, primeiramente, sobre a criação do movimento. ""Fizemos uma pesquisa que mostra que o algodão representa 54% do consumo de fibras na indústria informal, mas ele perde share, comparado a outras matérias-primas, nos últimos 10 anos. Por isso, em 2016, nasce o Sou de Algodão, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável, além de agregar alto valor ao produto feito desse material nacional"", explica a gestora.

Caminhando para o final da apresentação, a responsável pelo relacionamento com mais de 1.250 marcas enfatizou que o consumidor deseja saber a origem do produto que está adquirindo, quem o fabricou, quais as condições da produção e o propósito da empresa. Cada vez mais, Sou de Algodão consegue entregar isso, ao participar de sete edições do São Paulo Fashion Week, maior semana de moda da América Latina, e oito edições da Casa de Criadores, evento referência em moda autoral.

""A origem do algodão basicamente se dá por famílias que trabalham produzindo a fibra para vestir pessoas. Existem rostos e histórias por trás de uma peça de roupa que está chegando na mão dos consumidores, que não sabia que era rastreável, que tinha certificação socioambiental, que somos os maiores produtores da fibra responsável"", finaliza Manami.

Na útima parte da ativação, foi a vez de Priscilla Silva, uma das estilistas parceiras, fazer uma breve introdução sobre como o movimento a apoiou, abriu portas e a conectou com as pessoas certas, tornando seu sonho de trabalhar com moda e ter uma marca como a maior realização pessoal e profissional. Depois disso, ela convidou todos os presentes a se dirigirem para a área externa, onde foi realizado um  desfile.

O desfile Priscilla Silva Brand mostrou todo o processo da marca, por meio da apresentação dos looks de todas as coleções desfiladas. ""Começamos com 'Origem', inspirada na minha descendência e vivências com povos indígenas originários. Já 'Casulo', foi inspirada por sentimentos intensificados na pandemia, representados por um mix de cores e modelagens. Depois, tivemos a 'Yby', que significa 'terra' em tupi-guarani. Essa coleção retrata os pés no chão, um apelo ao slow fashion, respeitando os processos no seu tempo. Trabalhamos com cores claras, como off white, e o algodão cru ganhou protagonismo"", explica a estilista. Algumas peças apresentadas foram desmembradas para formarem novas roupas, mostrando a versatilidade da fibra e a possibilidade de ter algo no guarda-roupas que pode ser utilizado de várias formas.

Sobre Sou de Algodão
É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialoga com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 42% de toda a produção mundial de algodão sustentável.

Abrace este movimento:
Site:www.soudealgodao.com.br
Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao

 

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Evento vai debater na Capital sistemas integrados de produção intensiva

​Participantes irão conhecer e debater as principais tecnologias que têm possibilitado aumento de produtividade 

08 de Maio de 2023

​Campo Grande (MS) prepara-se para sediar o II SIP (Simpósio sobre Sistemas Intensivos de Produção 2023), que acontece de 15 a 17 de agosto, no auditório do UEMS (Campus da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul). O evento é uma realização da  Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), da Abrapa (Associação Brasileira de Produtores de Algodão) e, conta com apoio da UEMS, Famasul, Sistema OCB/MS e Ampasul (Associação de  Produtores de Algodão de MS).


Durante os três dias de evento, os participantes vão conhecer e debater as principais inovações e tecnologias que têm possibilitado aumento de produtividade no campo. Ao longo da programação do evento, os participantes vão identificar possibilidades de usar os conceitos de ESG. Trata-se de uma sigla que reúne três palavras da língua inglesa: Environmental, Social and Governance, que traduzidas significam: Ambiental, Social e Governança, em português.


Esses três aspectos são considerados fundamentais para avaliar a sustentabilidade e responsabilidade corporativa de uma empresa e/ou organização, mas que também podem ter seus conceitos aplicados às atividades produtivas do campo.
Esta reflexão é feita pelo pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste e presidente da Comissão Organizadora do II SIP, Fernando Mendes Lamas. Para ele, é urgente a necessidade de discutir sistemas produtivos de forma integrada, pois faz pouco sentido discutir a capacidade produtiva de uma espécie isolada, seja ela produtora de grãos, de fibra, de energia ou uma criação de origem animal.


“Precisamos encontrar novas formas de integrar e otimizar os resultados, pois a cada safra o setor agropecuário do país vem ganhando destaque seja pela quantidade, qualidade e diversidade do que o país produz. Aprimorar os sistemas produtivos deve ser uma constante a ser perseguida, para isso é preciso utilizar tecnologias e conhecimentos que possibilitem a intensificação da produção agrícola, porém elas devem ser balizadas em estratégias produtivas que contribuam com a sustentabilidade nos vetores econômicos, sociais e ambientais. E é sobre isso que vamos conversar durante o evento, em Campo Grande”, explica Lamas.


Vagas


O II SIP 2023 vai reunir pesquisadores, professores, técnicos, produtores rurais e estudantes para discutir os avanços e desafios dos sistemas intensivos de produção na agropecuária. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas.


Acesso em: https://www.campograndenews.com.br/lado-rural/evento-vai-debater-na-capital-sistemas-integrados-de-producao-intensiva


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ministro garante que não taxará exportações e tranquiliza setores, como a cotonicultura

08 de Maio de 2023

A informação de que não há proposta dentro do governo federal para tentar taxar as exportações trouxe alívio para a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), já que o país é o segundo maior exportador da pluma do mundo.
A confirmação foi feita pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, durante audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, realizada no dia 5 de maio. “Tem algum movimento no governo para taxar as exportações? Não tem, estou sendo categórico. Taxar a exportação é exportar empregos”, disse.
Questionado sobre a reforma tributária, Fávaro defendeu a simplificação do modelo de arrecadação e reiterou que o setor agropecuário já paga muitos impostos.  “A simplificação é fundamental. E em hipótese alguma se taxa produto de exportação.
Quem fala que o agro não paga imposto é mentira”, completou. Segundo o ministro, nos municípios com a economia baseada na produção do campo, 42% da arrecadação de impostos vêm da agropecuária.
Fonte: Abrapa



Acesso em: https://jovemsulnews.com.br/noticias/ministro-garante-que-nao-taxara-exportacoes-e-tranquiliza-setores-como-a-cotonicultura/


 

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Processo continuado de seleção e credenciamento de gráficas para o SAI

Processo continuado de seleção e credenciamento de gráficas para o SAI

08 de Maio de 2023

​A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) prorroga o processo para seleção de gráficas que estarão aptas a imprimir as etiquetas dos fardos e os selos de lacres das malas de algodão, material estratégico para a operação do Sistema Abrapa de Identificação (SAI), em 2023. A escolha das três gráficas credenciadas - e duas em lista de espera - obedece a um processo rigoroso, para garantir a qualidade e a lisura da rastreabilidade do algodão brasileiro. Todas as informações necessárias à habilitação dos interessados encontram-se no link a seguir:


https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/08/FINAL.-Processo-continuado-de-selecao-e-credenciamento-de-graficasSAI.-08.05.2023.pdf 

https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Detalhamento-da-Etiqueta-SAI-BOPP.pdf

https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Detalhamento-da-Etiqueta-SAI-Vinil.pdf

DETALHAMENTO - LACRE DE SEGURANÇA DE MALA DE ALGODÃO - SAI - v20032023.pdf


https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/08/DETALHAMENTO-LACRE-DE-SEGURANCA-DE-MALA-DE-ALGODAO-SAI-BOPP.pdf 

https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Lacre_4341_1-1.pdf 

https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/08/ETQ_4341_1.pdf 

 

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Ministro garante que não taxará exportações e tranquiliza setores, como a cotonicultura

05 de Maio de 2023

A informação de que não há proposta dentro do governo federal para tentar taxar as exportações trouxe alívio para a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), já que o país é o segundo maior exportador da pluma do mundo.  A confirmação foi feita pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, durante audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, realizada no dia 5 de maio. "Tem algum movimento no governo para taxar as exportações? Não tem, estou sendo categórico. Taxar a exportação é exportar empregos", disse.
Questionado sobre a reforma tributária, Fávaro defendeu a simplificação do modelo de arrecadação e reiterou que o setor agropecuário já paga muitos impostos.  "A simplificação é fundamental. E em hipótese alguma se taxa produto de exportação. Quem fala que o agro não paga imposto é mentira", completou. Segundo o ministro, nos municípios com a economia baseada na produção do campo, 42% da arrecadação de impostos vêm da agropecuária.


 

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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #17/2023

05 de Maio de 2023

Destaque da Semana – A reunião do Fed tomou os noticiários econômicos da semana. Na China, boas notícias com o aumento na cotação de algodão no país.

Algodão em NY 1 – O contrato Jul/23 fechou ontem a 81,76 U$c/lp (+1,7%).

Algodão em NY 2 - Referência para a safra 2022/23, o contrato Dez/23 era cotado a 81,40 U$c/lp (+1,0%) e o Dez/24 a 77,09 (+0,3%) para a safra 2023/24.

Preços (04/05), o algodão brasileiro estava cotado a 90,00 U$c/lp para embarque em Out-Nov/23 (Middling 1-1/8"" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook).

Baixistas 1 – O Fed (Federal Reserve), Banco Central dos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira o aumento de 0,25 ponto percentual nas taxas de juros do país, este foi o 10º aumento seguido. Apesar de já esperado, os comentários pós anúncio foram considerados baixistas.

Baixistas 2 – Apesar de ter utilizado uma linguagem menos incisiva a favor do aumento de juros em sua fala, Jerome Powell, presidente do Fed, afirmou que o banco ainda não decidiu se precisará continuar aumentando os juros.

Altistas 1 – Esta semana, depois de mais de um ano, o algodão importado ficou mais barato do que o algodão produzido na China. Com isso, já é notado um aumento no interesse de importadores chineses para algodão importado.

Altistas 2 – A previsão de chuvas para o Oeste do Texas não se materializaram conforme estimado pelos meteorologistas.

Oferta e Demanda - Relatório mensal do ICAC traz números inalterados para oferta e demanda de algodão em 22/23, com produção global estimada em 24,5 milhões de toneladas e consumo em 23,8.

Índia - O mesmo relatório do ICAC informa que o governo indiano estabeleceu meta de produzir 6,8 milhões de toneladas de algodão até 2025. Na safra 2021/22, a produção foi de 5,22 milhões de toneladas.

EUA 1 - O plantio de algodão nos EUA chegou a 15%, 3% a mais que na semana passada e um pouco a mais que média de cinco anos (14%).

EUA 2 - Continua havendo preocupação em algumas partes do Texas, à medida que o plantio se move em todo o estado, com o USDA em 30 de abril mostrando um nível muito baixo do solo do Texas em 32% e um nível muito baixo de umidade do subsolo em 37%.

China - Ventos fortes e baixas temperaturas continuam atingindo a região de Xinjiang, na China. A semeadura deve terminar até a próxima semana, com o ritmo atrasado em 15 dias em relação à safra anterior.

Paquistão - Industriais do Paquistão relatam condições operacionais desafiadoras por causa dos custos de juros e energia no país. Representantes da indústria têxtil criticaram a decisão do governo de retirar subsídios de gás para o setor.

Exportações 1 - o Brasil exportou 60,9 mil tons de algodão em abr/23. O volume foi 55,2% menor que o total embarcado em abr/22.

Exportações 2 - No acumulado de ago/22 a abr/23, as exportações somaram 1,256 milhão de tonelada, queda de 17,3% com relação ao mesmo período da temporada passada.

Exportações 3 - Para o próximo período comercial, a Anea estima que os embarques cheguem a 2,3 milhões de toneladas (jul-23 a jun-24). Alta de 49% com relação ao atual período comercial e próximo ao recorde brasileiro já observado em 20/21.

Preços - Consulte tabela abaixo ⬇

Quadro de cotações para 04-05 Final

Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

 

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3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores abre inscrições para estudantes de moda

A iniciativa acaba de ser lançada e traz como tema principal a desconstrução; o prazo de inscrição vai até abril de 2024

05 de Maio de 2023

O movimento Sou de Algodão, que visa estimular a moda responsável e o consumo consciente, e a Casa de Criadores, maior evento de moda autoral brasileira, se juntam, mais uma vez, para lançar o 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores. A iniciativa, que já revelou nomes como Mateus Cardoso, Dario Mittmann, Rodrigo Evangelista e, na última edição, nomeou Guilherme Dutra como o grande vencedor, tem como objetivo dar oportunidade para os estudantes de moda mostrarem toda sua criatividade e descobrir novos talentos do mercado. Os interessados têm até o dia 30 de abril de 2024 para se inscreverem.

A 2º edição, realizada em 2022, reuniu mais de 460 trabalhos de todo o Brasil, tendo como finalistas oito estilistas que carregaram a mesma ideia: mostrar a identidade, a cultura e a história de seu povo. Pensando nisso, os organizadores procuram, neste ano, estudantes brasileiros que gostam de ousar e de desconstruir, além de ter a criatividade pulsando na veia.

Para Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa, essa iniciativa tem como foco principal a revelação e o incentivo a novos talentos, além da divulgação do algodão como matéria-prima principal, para mostrar que tendência e responsabilidade andam juntos. Para isso, os participantes devem utilizar a fibra natural em, pelo menos, 70% da composição de cada look desenvolvido.


Como se inscrever no 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores
Os interessados em participar devem realizar as inscrições no portalhttp://www.soudealgodao.com.br/desafio até o dia 30 de abril de 2024, podendo ser projetos individuais ou em duplas. Além disso, os trabalhos poderão ser dos segmentos de moda masculina, feminina, alta costura, prêt à porter, fitness, homewear/loungewear ou streetwear.

A seleção envolverá três etapas distintas: a primeira será a dos semifinalistas, realizada por uma comissão organizadora. Serão escolhidos até 15 trabalhos de cada região brasileira, divulgados até o dia 17 de maio de 2024, via e-mail, mensagem de celular, perfil do Sou de Algodão, no Instagram, e pelo portal.


Os selecionados serão avaliados por uma comissão de jurados regionais e/ou nacionais do mercado de moda, e, dessa etapa, serão nomeados até dois candidatos de cada região, totalizando até 10 finalistas, que seguirão para a final, em desfile presencial a ser realizado na 55ª edição do evento Casa de Criadores, em novembro de 2024.

O grande vencedor do 3º Desafio entrará para line-up oficial da Casa de Criadores e deverá desfilar uma coleção na 56ª edição do referido evento, a ser realizado no primeiro semestre de 2025. Além disso, o movimento Sou de Algodão pagará um prêmio no valor de até R$ 30.000,00 (trinta mil reais). O segundo e terceiro colocados ganharão 100 e 50 metros de tecido, respectivamente, fornecidos por tecelagens e malharias parceiras do Movimento Sou de Algodão. O professor orientador do aluno vencedor receberá o valor de R$ 10.000,00 líquidos, como Bolsa Orientação.

Para mais informações sobre as inscrições e para conferir o regulamento oficial, é só acessar o site do Desafio, nestelink.

Sobre Sou de Algodão
É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 42% de toda a produção mundial de algodão sustentável.

Abrace este movimento:
Site:www.soudealgodao.com.br
Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao


 

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COMUNICADO DA ABRAPA ÀS ASSOCIAÇÕES ESTADUAIS

​Etiquetas e lacres de mala SAI – 2023

04 de Maio de 2023

​Visando atender à demanda de adaptação alguns produtores/Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBAs), a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) procedeu mudanças em relação aos padrões relativos aos materiais de fabricação das etiquetas SAI e lacres das malas de algodão, em caráter excepcional e temporário para 2023. Veja, no documento, as possibilidades e informações sobre prazos e fique atentos às novas orientações.


Comunicado SAI 2023

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