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Abrapa participa de debate sobre regulamentação de patentes de biotecnologia

25 de Agosto de 2023

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) esteve presente, no dia 24 de agosto, no debate sobre a atual regulamentação de patentes de biotecnologia, normas e critérios de patenteabilidade de invenções biotecnológicas, organizado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em parceria com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe das Nações Unidas (Cepal) e apoio do Programa Euroclima, da União Europeia.


O evento é uma das ações realizadas para promover o ambiente de negócios em tecnologias verdes: inovação, propriedade intelectual e sustentabilidade. Lançado em maio deste ano, a “Construção de uma estratégia nacional e regional para o desenvolvimento e adoção de tecnologias sustentáveis” tem como propósito levar informação sobre o uso de patentes como mecanismo de difusão de tecnologias verdes, principalmente aquelas que reduzem o impacto climático.


“Acompanhamos o debate acerca da atual regulamentação de patentes de biotecnologia, inclusive normas e critérios de patenteabilidade de invenções biotecnológicas, entre elas as plantas geneticamente modificadas e os diversos bioinsumos que também estão inseridos no contexto de biotecnologia, bem como conhecer os resultados de estudo inédito de benchmarking internacional”, afirmou Edivandro Seron, consultor técnico da Abrapa, que participou do debate realizado no auditório do Ministério do Planejamento, representando a entidade dos cotonicultores


Na ocasião, também foi divulgado um estudo comparativo de benchmarking internacional sobre Normas e Critérios para Patenteabilidade de Invenções Biotecnológicas, que contém conclusões e propostas sobre a patenteabilidade de invenções biotecnológicas no Brasil, a partir da comparação com normas internacionais e pesquisa junto aos usuários, para servir de subsídio a futuras políticas dos países e para identificar os principais gargalos no setor de biotecnologia.


Estudo


O estudo foi realizado com 42 países, entre eles o Brasil. Para cada país estudado, foi analisado seu desempenho no âmbito do Global Innovation Index (GII), para verificar se os critérios de patenteabilidade tem relação com os índices de inovação de cada país. O GII existe desde 2007, é um índice que fornece medidas de desempenho e classifica 132 economias em seus ecossistemas de inovação. É divulgado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em parceria com o Instituto Portulans e é reconhecido pelo Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas (ONU) como uma referência oficial para medir a inovação em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A partir dos dados levantamentos nas legislações e diretrizes de cada país estudado, na América Latina e no Caribe, o Brasil entrou nos top 3 de inovação por região se colocando na 2ª posição.
Outro dado apontado, é que na pesquisa feita no Brasil, a maioria (75%) das instituições entrevistadas vê necessidades de aprimoramentos na legislação. A principal lei mencionada para ajustes é a Diretriz de Exame de Pedidos de Patente na área de biotecnologia e a maioria das sugestões é para explicar melhor alguns conceitos e limites presentes nas atuais diretrizes de exame e exemplificá-los com casos práticos, ficando evidente a necessidade de melhorar a acessibilidade das normas internas relacionadas à patenteabilidade no setor de biotecnologia.

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Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

ALGODÃO PELO MUNDO #33/2023

25 de Agosto de 2023


Destaque da Semana - O clima e a piora nas condições das lavouras no Texas ditaram o ritmo do mercado na semana. No Brasil, a colheita avança e a presidente da Chinatex, maior importadora de algodão do mundo, visita o Brasil pela primeira vez.


Algodão em NY - O contrato Dez/23 fechou nesta quinta 24/8 cotado a 86,09 U$c/lp (+3,0% na semana). O contrato Jul/24 fechou 85,60 U$c/lp (+2,5% na semana) e o Dez/24 a 80,21 (+1,4% na semana).


Basis Ásia – o Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 868 pts para embarque Out/Nov (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 27/jul/23).


Altistas 1 - As condições das lavouras no Texas, maior estado produtor dos EUA, estão cada vez piores. No último relatório, o percentual de lavouras ruins e muito ruins chegou a 71% (+5pp em relação à semana anterior).


Altistas 2 - Nos EUA como um todo, o percentual de lavouras com classificação boa/excelente caiu para 33% (-3pp) e com classificação de ruim a muito ruim aumentou para 46% (+3pp).


Baixistas 1 - Em mais um sinal de preocupação com a economia chinesa, a Bolsa de Xangai caiu para seu nível mais baixo em 2023.


Baixistas 2 - O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, falará em Jackson Hole, Wyoming, hoje (sexta-feira) e é quase certo que mencionará a necessidade de outro aumento das taxas com os preços da energia em alta.


China 1 - Hoje (25.08) a reserva estatal chinesa vendeu 12 mil toneladas de algodão, mais uma vez com 100% dos lotes ofertados vendidos.


China 2 - De 31.07 a 25.08, as vendas dos leilões da reserva estão em 100% dos lotes ofertados. Um total de 208 mil toneladas foram vendidas até agora para 259 fiações.


China 3 - As maiores origens incluem o algodão dos EUA (48,32%), seguido pelo Brasil (36,03%), Austrália (8,31%) e Xinjiang (7,34%).


China 4 - As importações de algodão da China em julho foram de 110 mil toneladas (-7% em relação ao ano anterior, mas aumentando 32% em relação a junho).


China 5 -As importações de fios de algodão estão crescendo no país. Em julho foram de 160 mil toneladas (+146% no ano e 16% no mês).


Qualidade 1 - O certificado do primeiro lote de algodão chancelado pelo Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro foi entregue à Chinatex, estatal chinesa que adquiriu o lote com certificação dos laudos de HVI emitidos pelos laboratórios do Brasil.


Qualidade 2 - O Programa, que é uma certificação voluntária, é desenvolvido pela Abrapa e pelo Ministério da Agricultura (Mapa). O Brasil possui 12 laboratórios que somam 74 máquinas HVI, integrantes do programa SBRHVI, da Abrapa.


Datagro 1 - Com problemas na safra americana e safra recorde no Brasil, a expectativa de que o Brasil se torne o maior exportador de algodão já na safra 2023/24 centralizou os debates ontem no evento de Abertura de Safra – Soja, Milho e Algodão da Datagro.


Datagro 2 - Nesta 4ª edição, o evento ocorreu em Cuiabá e reuniu Abrapa, Anea, Abit e BBM. Em pauta, a redução da área plantada com milho, a projeção de retração na safra norte-americana e a possível retomada econômica.


14º CBA - A 14ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) foi lançada para o mercado na semana passada em São Paulo. Com o tema “Construindo história rumo ao protagonismo mundial”, o evento será realizado de 3 a 5 de setembro de 2024, em Fortaleza (CE).


Exportações - O Brasil exportou 75,0 mil tons de algodão até a terceira semana de ago/23. O volume já supera em 12,2 mil toneladas o total exportado em ago/22 (62,8 mil ton).


Colheita 2022/23 - Até o dia 25/08 foram colhidos: BA (74,3%), GO (77,5%), MA (69%); MG (75%), MS (93%); PR (100%), SP (98%), MT (76%), PI (97%) Total Brasil: 76 % colhido.


Beneficiamento 2022/23 - Até o dia 25/08 foram beneficiados: BA (43%), GO (52%), MA (15%) MG (35%), MS (44%); PR (85%), SP (98%), MT (26%), PI (39%) Total Brasil: 31% beneficiado.


Preços - Consulte tabela abaixo ⬇


Quadro de cotações para 25-08


Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

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Certificada até o porto, cadeia do algodão usa rastreabilidade para ganhar mais clientes

Programa Algodão Brasileiro Responsável lança selo para garantir qualidade na logística dos fardos e, assim, responder a queixas de países compradores

24 de Agosto de 2023

O Brasil é o quarto maior produtor e o segundo principal exportador mundial de algodão, cultura que rendeu US$ 2,7 bilhões em divisas ao País entre agosto de 2022 e junho de 2023. Tem conseguido conquistar mercados graças, sobretudo, a investimentos dos produtores, que entenderam que o segredo de vender mais no exterior ia além da qualidade. Há pelo menos 11 anos a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão Abrapa) vem aplicando uma das mais rigorosas metodologias de certificação socioambiental da produção agrícola do mundo, o selo ABR Algodão Brasileiro Responsável). O que valia só para dentro da porteira foi ampliado, em 2021, às unidades de beneficiamento, com o ABRUBA. E agora chegou até os portos por onde as fibras brasileiras são exportadas. Em parceria com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão Anea), a Abrapa começou este mês a emitir os primeiros selos ABRLOG, uma certificação socioambiental para os terminais retroportuários, responsáveis pelo recebimento dos fardos, armazenagem, estufagem do contêiner e embarque. Com isso, a cadeia do algodão praticamente cobre todo o ciclo, da lavoura ao navio, e atende a uma antiga demanda dos compradores sobre as condições de envio do nosso algodão. “Nas visitas às indústrias, não raramente, temos encontrado fardos de algodão de origem brasileira sujos e com as capas rasgadas”, afirma o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel. “Além do comprometimento do aspecto, os danos na capa de proteção favorecem a contaminação do produto”. Esse foi um dos problemas identificados pela associação durante as missões internacionais que são realizadas todos os anos, principalmente em países da Ásia, para discutir as impressões do mercado acerca do algodão brasileiro. Apesar de gerar reclamações e prejudicar a imagem do Brasil, a situação não chegou a causar grandes prejuízos. “Não chega ao nível de cancelamento de compras. Mas entregar um fardo íntegro é do interesse dos produtores e exportadores, para manter a reputação de qualidade do algodão brasileiro”, explicou Schenkel. A iniciativa de criar o ABRLOG faz parte do programa Cotton Brazil, de promoção da fibra brasileira no mercado internacional, fruto da parceria entre Abrapa, Anea e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos ApexBrasil). Quatro empresas que aderiram ao programa já foram auditadas e aprovadas. São elas: a S. Magalhães & Essemaga – que teve seus terminais de Alemoa e Guarujá chancelados pelo programa –, a Hipercon Terminais de Carga, de Santos, e a Louis Dreyfus Company LDC, com terminal em Cubatão SP. A Brado Logística, terminal de Rondonópolis MT, e o Tecon Salvador BA aderiram e passaram por auditoria e em breve deverão ser certificados também. “Convidamos mais cinco terminais de Santos, Guarujá e Cubatão, e estamos em discussão para que eles possam fazer parte do ABRLOG, ainda no período comercial 2023/2024”, adianta o presidente da Abrapa. Os terminais de Santos são prioridade, pois é de lá que saem 97% das exportações brasileiras de algodão. “A gente espera abranger 30% das exportações, na safra 2022/2023, e ter até o fim do ano perto de 100% dos terminais que trabalham com o algodão certificados”, destaca o presidente da Anea, Miguel Faus. As etapas para a certificação são relativamente simples. Os terminais que têm interesse assinam voluntariamente um termo de adesão ao ABRLOG. A etapa seguinte é o agendamento da auditoria presencial, realizada por certificadoras de terceira parte, de renome internacional. No período comercial 2023/2024, a empresa Control Union foi credenciada como a responsável pelas auditorias do programa. Nesta etapa, são verificadas a regularidade das relações trabalhistas, a proibição da utilização de mão de obra estrangeira irregular, a segurança do trabalho, dentre outros critérios, sendo que a verificação do emprego de crianças e a prática de trabalho forçado ou análogo à escravidão desabilitam imediatamente o terminal à certificação. O programa prevê um processo de melhoria contínua. São necessários 80% de conformidade na lista de certificação, no primeiro ano. A partir da segunda safra, o terminal deverá possuir nível de conformidade igual a 82%, e, nas safras seguintes, deverá elevar o nível de conformidade em 2% a cada ano. “Os resultados esperados são que o comprador receba os fardos de algodão íntegros após o transporte, padronização e melhoria das operações de estufagem nos terminais brasileiros e o fortalecimento de quesitos sociais e ambientais em mais um elo da cadeia produtiva”, conclui Alexandre Schenkel.


Daiany Andrade/AGFeed

Acesso em: https://agfeed.com.br/esg/certificada-ate-o-porto-cadeia-do-algodao-usa-rastreabilidade-para-ganhar-mais-clientes/#

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Ministro anuncia certificação oficial do algodão brasileiro à estatal chinesa

Certificação vai permitir maior destaque para o produto no mercado chinês

24 de Agosto de 2023

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anunciou nesta terça-feira (22) a certificação oficial do algodão brasileiro à Yuan Fei, presidente da Chinatex, estatal chinesa com foco na indústria têxtil. A certificação garante a veracidade dos laudos dos laboratórios de análises de fibras dentro dos padrões internacionais de qualidade com chancela do Ministério da Agricultura e Pecuária.


A dirigente da estatal ressaltou que a empresa, que é a maior compradora de algodão na China, quer promover o algodão brasileiro no mercado chinês. Nos últimos cinco anos, a Chinatex já comprou 400 mil toneladas de algodão do Brasil.


O ministro Fávaro apresentou, durante a audiência, o programa de produção sustentável de alimentos do mundo, que prevê a recuperação e conversão de 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis em dez anos para dobrar a área de produção de alimentos no Brasil sem desmatamento. Ele também ressaltou que os dois países, Brasil e China, têm o respeito recíproco com o compromisso ambiental de preservação do meio ambiente.


Fávaro lembrou que, com a retomada de Lula à presidência, o Brasil voltou a construir relações diplomáticas e a ampliação dos negócios comerciais com a construção de uma nova ordem econômica mundial.


Em 2022, de acordo com o Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (AgroStat), o Brasil exportou em produtos do agronegócio US$ 3,68 bilhões para a China. Deste total, 30% equivale ao algodão não cardado e não penteado, somando US$ 1,08 bilhão para aquele país.


A produção brasileira está estimada em 7,4 milhões de toneladas de algodão em caroço, o equivalente a 3 milhões de toneladas de algodão em pluma, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).


Estiveram presentes também na audiência, os dirigentes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e representantes da empresa chinesa Minghong Chen, Shuwen Deng, Kai Weng e Zhuoer Li.


A comitiva da empresa estatal visitou regiões produtoras e fazendas de algodão no Mato Grosso e Bahia e conheceu o processo de classificação de algodão e também conversou com autoridades do setor agrícola nacional.


Fonte: MAPA Agricultura


Acesso em: Ministro anuncia certificação oficial do algodão brasileiro à estatal chinesa — Ministério da Agricultura e Pecuária (www.gov.br)

ALGODÃO: Ministro anuncia certificação oficial do algodão brasileiro à estatal chinesa | MAIS SOJA - Pensou Soja, Pensou Mais Soja

Mapa anuncia certificação de algodão brasileiro para estatal da China - Avance News

Mapa anuncia certificação de algodão brasileiro para estatal da China (canalrural.com.br)

 

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Algodão é a primeira cadeia produtiva certificada por autocontrole no Brasil

A gigante chinesa Chinatex adquiriu o primeiro lote certificado Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro – certificação voluntária/autocontrole – Mapa

23 de Agosto de 2023

O certificado do primeiro lote de algodão chancelado pelo Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro – certificação voluntária/autocontrole – Mapa, desenvolvido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi entregue, ontem (22), pelo ministro Carlos Fávaro, à indústria têxtil internacional China Corporation Limited, a Chinatex, em cerimônia promovida pela Abrapa, em Brasília. A entrega finaliza uma semana de imersão da cúpula da estatal chinesa aos estados de Mato Grosso e Bahia, respectivamente, primeiro e segundo maiores produtores da fibra no Brasil, bem como à sede da Abrapa, no Distrito Federal, onde conheceram o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA).


A certificação oficial atesta a veracidade dos laudos de High Volume Instrument (HVI) emitidos pelos laboratórios brasileiros. Isso dá ao comprador a segurança de que as amostras analisadas – e que serviram de referência para a comercialização do produto – correspondem e representam os fardos adquiridos e que a análise à qual foram submetidas respeitou os padrões internacionais. O Brasil possui 12 laboratórios que somam 74 máquinas HVI, integrantes do programa de qualidade Standard Brasil HVI (SBRHVI), da Abrapa.


O lote entregue à Chinatex foi produzido no estado de Mato Grosso e pesa 200 toneladas. O documento oficial, de mais de 30 páginas, com os índices das características intrínsecas daquele algodão, afirma que “os fardos descritos foram amostrados e avaliados por instrumento de alto volume sob sistema de identificação, rastreabilidade, controle e monitoramento do Ministério da Agricultura e Pécuária- MAPA (Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro)”.


Referência


“O algodão brasileiro está sempre na vanguarda, buscando melhorar os processos para ganhar mercado e virar uma referência para todos os outros produtos brasileiros”, destacou o ministro Carlos Fávaro, na ocasião. Ao entregar o certificado à presidente da Chinatex, Yuan Fei, Fávaro disse que a certificação é muito importante, “principalmente, na nossa relação com a China, quanto à qualidade, a certificação e a rastreabilidade do algodão produzido no Brasil. Tenho certeza de que isso irá contribuir para dar agilidade às negociações, vencendo etapas como a reclassificação, evitando retrabalho, e, consequentemente, remunerando melhor os nossos produtores”, projeta Fávaro.


A Chinatex é a maior compradora de algodão no país asiático. O conglomerado consome em torno de dois milhões de toneladas de pluma importada, ao ano, e responde por uma cadeia integrada na produção têxtil, com fiação, tecelagem, além de exportação e importação de produtos acabados. Nos últimos cinco anos, a companhia comprou 400 mil toneladas de algodão do Brasil, e o país atualmente participa com 20% do montante importado pela estatal.


Reconhecimento


Para o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, a certificação oficial é um reconhecimento da qualidade do algodão brasileiro. “Já produzimos um dos melhores algodões do mundo, e, agora, a análise e a amostragem da pluma estão chanceladas pelo Governo Federal. Isso é segurança para os nossos clientes, dentro do Brasil e nos mercados internacionais. Essa parceria com o Mapa nos fez sermos os pioneiros no ‘autocontrole’ no país e, para tanto, um grande esforço foi feito em capacitação de inspetores. Isso é motivo de muita alegria para nós”, disse Schenkel.


O presidente da Abrapa afirmou, ainda, que a vinda da Chinatex para conhecer o modelo brasileiro de produção de algodão é parte do trabalho da iniciativa Cotton Brasil, que reúne, além da Abrapa e da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), a ApexBrasil. Presente à solenidade de entrega do certificado, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, disse não ter nenhuma dúvida de que o Brasil em breve será o maior exportador de algodão do mundo, e o trabalho do Cotton Brazil, agora impulsionado pela certificação oficial, está sendo essencial para isso. “Hoje foi um momento histórico para o algodão brasileiro. Tenho certeza de que este programa vai prosperar e o Brasil ganhará ainda mais espaço no mercado internacional”, concluiu Viana.


23.08.2023
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Catarina Guedes – Assessora de Imprensa
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Estudo identifica 27 práticas agrícolas dos cotonicultores que contribuem para adaptação e mitigação das mudanças climáticas

23 de Agosto de 2023

Estudo inédito realizado no Brasil identificou 27 práticas agrícolas inteligentes implementadas por produtores certificados pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e licenciados pela Better Cotton (BCI) no País, que contribuem para a adaptação e mitigação das mudanças climáticas, além de favorecerem a produção da cultura do algodão, contribuindo para a sustentabilidade do agronegócio.
Realizado no primeiro semestre deste ano pela empresa Sustentágil a pedido da instituição Better Cotton, o estudo contou com apoio da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e suas associadas regionais, e foi divulgado no dia 21 de agosto, em reunião on-line para os envolvidos. Os desafios para o aumento da adoção de algumas práticas no contexto brasileiro e a percepção dos entrevistados a respeito das práticas na mitigação das mudanças climáticas também foram debatidos durante a reunião.
Entre as principais práticas climáticas implementadas e documentadas pelos produtores licenciados ABR-Better Cotton estão o plantio direto, a rotação de cultura, culturas de cobertura, controle biológico e microbiológico, gerenciamento de subprodutos e resíduos. “Temos uma indústria a céu aberto e precisamos nos preocupar em ser afetados por eventos climáticos extremos promovidos por mudanças climáticas. O setor pode também contribuir na mitigação de emissões de gases de efeito estufa ao atrelar produção e preservação”, diz Fábio Carneiro, gestor de Sustentabilidade da Abrapa.
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores fizeram revisão bibliográfica, enviaram questionários para as fazendas certificadas ABR e licenciadas pela Better Cotton, fizeram entrevistas, viagens a campo, além de contar com o recebimento de 36 respostas de um questionário com dois conjuntos (produtores e stakeholders). O objetivo da pesquisa de campo foi identificar a percepção dos cotonicultores sobre as práticas agrícolas inteligentes para o clima na mitigação das mudanças climáticas.
De acordo com o gestor da Abrapa, o resultado demonstrou que o agricultor brasileiro é capaz de produzir mais, com mais qualidade e competitividade, utilizando tecnologias disponíveis no mercado com menor custo e impacto ambiental. “73% dos entrevistados afirmaram que estão preocupados ou muito preocupados com os riscos relacionados ao clima e o impacto futuro que podem ter em suas operações agrícolas”, afirma.
Os cotonicultores contam com um programa de sustentabilidade nacional robusto, chamado ABR, que atrela a relações trabalhistas justas, responsabilidade ambiental e boas práticas agrícolas, atuando em parceria com a Better Cotton (BCI), desde 2013.
A pesquisa indicou ainda que Abrapa e associadas regionais demonstram grande preocupação com a preservação e manutenção da qualidade da água de nascente e corpos d’água, fazendo grandes investimentos em pesquisas e implementação de ações práticas junto à comunidade; além de realizarem estudos em conjunto com a Embrapa sobre o sequestro de carbono em ambiente tropical e a metodologia de cálculo do balanço de carbono, que orientará ações mais precisas sobre o tema para a cadeia do algodão. A qualificação do plantio direto foi identificada como um tema que pode ainda ser trabalhado como melhoria, para reduzir compactação, mitigar emissão e contribuir para a produtividade das lavouras.
Efeitos imediatos
De acordo com a pesquisa, a rastreabilidade de produtos, auditorias de certificação e monitoramento, práticas de orientação para o uso eficiente de fertilizantes e produtos fitossanitários; práticas de conservação do solo, da água, matas nativas, boas práticas de cultivo, plantio, colheita e beneficiamento; as coberturas do solo, a produção com mais qualidade e menos uso de combustível, uso eficiente de fertilizantes químicos e defensivos são práticas implementadas pelos produtores certificados ABR e licenciados pela Better Cotton que estão contribuindo para a adaptação e mitigação das mudanças climáticas.

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FEBRATEX SUMMIT DISCUTE MODA SUSTENTÁVEL

EVENTO DE DOIS DIAS EM BLUMENAU ABORDA CASES DE RENNER, C&A, SOMA E AREZZO, ENTRE OUTROS.

22 de Agosto de 2023

Nos dias 23 e 24 de agosto, o Febratex Summit reúne na arena principal em torno de 20 palestras nas quais discute os desafios para evoluir na direção da moda sustentável. a programação inclui a apresentação de cases de relevantes marcas e varejistas da moda nacional, como Renner, C&A, Soma e Arezzo&Co, entre outras que atendem diretamente ao consumidor. Em outra abordagem, a arena principal do Febratex Summit abre espaço em que discute a origem da cadeia têxtil com a fibra de algodão. Representante da grande produção nacional, a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) organiza painel para mostrar a experiência com o SouABR, programa de rastreabilidade, que prevê monitorar a peça de roupa desde a planta no campo, por fazenda, até chegar à loja de varejo. Participam do painel, Cyntia Kasai, da C&A; Gabriele Ghiselini, da Emphasis; German Alejandro, da Vicunha; Júlio Cézar Busato, produtor do Grupo Busato; e Silmara Ferraresi, da Abrapa. Patrocinadora do evento realizado pelo Febratex Group, a cidade de Campo Verde, em Mato Grosso, aborda a estratégia de desenvolvimento econômico atrelada à cultura do algodão. Ainda em fibra, Dalila Têxtil e Cataguases contam a parceria envolvendo o uso de algodão orgânico, que chamam de ‘ouro do agreste’.
A abordagem internacional cabe a Braz Costa, diretor do Citeve, de Portugal, que encerra o evento com a palestra Estratégia da União Europeia em prol da Sustentabilidade e Circularidade dos Têxteis: as implicações dentro e fora da UE.


2ª EDIÇÃO


Para acompanhar as palestras da arena principal da segunda edição do Febratex Summit é preciso comprar ingresso. Custa R$ 359,00 para participar dos dois dias de evento. As palestras dos talks, a cargo dos expositores, têm acesso gratuito, mediante inscrição prévia, assim como a visita à feira de negócios. O Febratex Summit será realizado no Parque da Vila Germânica, em Blumenau, Santa Catarina.


Acesso em: https://gbljeans.com.br/mercado/producao-limpa/febratex-summit-discute-moda-sustentavel/ 

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Alunos de moda participam de imersão na cultura do algodão

Abrapa, Sou de Algodão e Agopa se uniram para promover dois dias de muitos conhecimentos sobre a fibra nacional; a ação foi destinada para alunos das universidades de Goiás

21 de Agosto de 2023

Nos dias 16 e 17 de agosto, estudantes da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), participaram de uma visita educacional organizada pelo movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em parceria com a Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa). O objetivo foi promover o conhecimento técnico sobre a produção da fibra, a sustentabilidade agrícola e a análise de qualidade. A ação foi realizada na sede do Instituto Goiano de Agricultura (IGA) e no laboratório da Agopa.


O diretor executivo da Agopa e do IGA, Dulcimar Pessatto Filho, vê a presença de estudantes como um passo fundamental na construção de novos conceitos na cadeia produtiva. “Há um grande salto de valor, financeiro e simbólico, no momento em que o tecido vira uma peça de vestuário. Os futuros designers têm papel essencial na estruturação de uma moda mais aliada à qualidade e à sustentabilidade”, resume.


As discussões abordaram informações detalhadas sobre a produção sustentável de algodão e seu impacto no meio ambiente. Os estudantes tiveram a oportunidade de observar o campo e conhecer as boas práticas adotadas pela fazenda. No tour realizado dentro do IGA, o grupo visitou a infraestrutura do espaço, enriquecendo sua compreensão sobre bioinsumos e combate a pragas, por exemplo, além de conferir os laboratórios e as ações que o instituto desenvolve em prol da agricultura e meio ambiente.


À tarde, a passagem na unidade de beneficiamento, próximo ao IGA, esclareceu que do algodão nada se desperdiça. Todos os produtos e subprodutos são utilizados, desde a pluma, que segue para a indústria têxtil, até o caroço que, após a extração de seu óleo, segue para a alimentação do gado.


No segundo dia, a imersão ocorreu na Casa do Algodão, sede da Agopa. Divididos em duas sessões, os alunos puderam saber mais sobre as etapas pós colheita, como as separações feitas ainda no campo para evitar contaminações, os cuidados que envolvem a prevenção de incêndios, as variáveis de espessura, comprimento e resistência da matéria-prima, por exemplo.


A coordenadora do curso de Design de Moda da UEG, Carla Nascimento, lembra que começou a desenvolver essa imersão quando conheceu o movimento Sou de Algodão. “A maioria dos alunos nunca tinha visto uma plantação de algodão, uma algodoeira, muito menos um laboratório. Tem cuidados que a gente nem imaginava, além de muita tecnologia envolvida”, afirma. A coordenadora do curso da Universidade Salgado de Oliveira, Suely Calafiori, acredita que é preciso conhecer por quais processos o tecido passou e o que será usado. “A importância da criação passa a ter uma identidade. A roupa conta uma história também”, ressalta.


Fernanda Mota, que está no segundo período na Universidade Salgado de Oliveira, entendeu cada parte do processo e como isso foi fundamental para ter mais noção do que veste. “Agora vejo nas roupas o resultado de questões de sustentabilidade e qualidade do algodão, como o tingimento, nas ‘bolinhas’ que surgem e na mistura com poliéster. Consigo ver o tecido de outra forma”, afirma.


Para o estudante do segundo período da UEG, Yago Vindex, a imersão vai contribuir na hora de escolher e comprar tecidos. “A balança do custo-benefício mudou”, resume. Já para Maria Eduarda Moreira, aluna do quarto período da mesma instituição, a escolha da roupa que era feita pelo tato e pelo valor, agora “precisa incluir a qualidade e a sustentabilidade”.


A parte mais envolvente da visita ocorreu durante a experiência tátil, onde os estudantes puderam interagir diretamente com amostras de algodão de diferentes qualidades, aprimorando suas habilidades na avaliação da textura, resistência e outras características essenciais.


Para a representante do Sou de Algodão, Manami Kawaguchi, todo esse processo tem sua parcela de responsabilidade na busca por uma cadeia produtiva sustentável. “Ao adquirir uma roupa produzida no Brasil, há reflexos na moda, na economia e na sociedade”, diz. Manami confirmou o compromisso de ações semestrais do movimento Sou de Algodão com as universidades parceiras goianas, como oficinas, painéis e visitas, por exemplo.


Sobre Sou de Algodão
É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, com 82% da safra 20/21 com a certificação ABR.


Abrace este movimento:
Site: www.soudealgodao.com.br
Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao
TikTok: @soudealgodão_

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Chinatex vem ao Brasil para conhecer produção de algodão

21 de Agosto de 2023


Representantes da Chinatex, trading estatal chinesa com foco na indústria têxtil, chegaram ao Brasil nesta sexta (18) para conhecer a produção brasileira de algodão. O país é o maior consumidor da pluma nacional e já importou 455 mil toneladas, neste ano. Nos últimos cinco anos, somente a Chinatex comprou 400 mil toneladas de algodão do Brasil.


“Os empresários chineses vêm fortalecer os laços com o setor do algodão brasileiro para ampliar a presença da pluma na China. Para isso, vão conhecer as regiões produtoras e todo o processo de beneficiamento e classificação do produto, além de poderem falar com exportadores brasileiros representantes do setor”, contou Alexandre Schenkel, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), anfitriã da comitiva.


A Chinatex atua com produção e comercialização de fibras, fios, tecidos e produtos têxteis. Devido ao seu porte, compra algodão nacional e importado, revendendo e distribuindo para as indústrias chinesas. Dados oficiais indicam que a Chinatex consome em torno de 2 milhões de toneladas de algodão por ano, dos quais cerca de 500 mil toneladas são importadas.


Na agenda da visita ao Brasil, que segue até 24 de agosto, está prevista reunião com representantes da Abrapa e da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), além de encontro com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Os empresários também conhecerão a produção e beneficiamento de algodão em fazendas nos estados de Mato Grosso e Bahia. Para finalizar a agenda, visitarão o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Senai, no Rio de Janeiro.




Fonte: Abrapa


Acesso em: Chinatex vem ao Brasil para conhecer produção de algodão | MAIS SOJA - Pensou Soja, Pensou Mais Soja

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Abrapa apresenta programas de algodão à diretoria da Syngenta

21 de Agosto de 2023

Porto Alegre, 18 de agosto de 2023 – No dia 15 de agosto, integrantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participaram de uma reunião com a diretoria da Syngenta, uma das empresas apoiadoras do movimento Sou de Algodão e do Congresso Brasileiro do Algodão, reconhecida por suas soluções agrícolas que buscam aumentar a produtividade e a sustentabilidade no campo. O encontro foi realizado em São Paulo e na ocasião foram apresentados o protocolo de certificação Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e o programa de rastreabilidade da Semente ao Guarda Roupa, SouABR.


“Apresentamos a atuação da Abrapa nas áreas de qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade e promoção do movimento Sou de Algodão e Cotton Brazil, além da certificação oficial do algodão. Os projetos foram muito elogiados e a Syngenta se propôs a analisar de que forma poderia trabalhar internamente esses programas e certificações”, afirmou o diretor Executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, que integrou a reunião.


Durante sua apresentação, o executivo ressaltou a importância de Sou de Algodão e destacou os progressos alcançados desde sua criação, enfatizando como o movimento tem desempenhado um papel fundamental na união de produtores, indústria têxtil e sociedade, buscando práticas mais sustentáveis em toda a cadeia do algodão, além de abordar o Programa SouABR, pioneiro de rastreabilidade de ponta a ponta da cadeia têxtil.


Para a Syngenta, o sucesso da cotonicultura brasileira passa por uma maior produtividade e qualidade de fibra além de uma intensa comunicação da importância do consumo da fibra mais sustentável. De acordo com o gerente de Marketing de Algodão, Rafael Borba, o encontro foi importante e fortalece a ambição que a Syngenta tem, de dar o próximo passo na liderança da cultura.


“Acreditamos e, por isso, somos apoiadores dos projetos da Abrapa. Por este motivo, a Syngenta é a empresa mais preparada para suportar as necessidades do cotonicultor, seja com o nosso completo e robusto portifólio, com os produtos em lançamentos, com soluções financeiras ou com as ferramentas digitais. Nesse sentido, podemos contribuir ainda mais para o sucesso da cadeia da fibra natural. Aqui na Syngenta, somos todos de algodão”, disse.


By Sara Silva

Acesso em: Abrapa apresenta programas de algodão à diretoria da Syngenta - SAFRAS & Mercado

 

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