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Abrapa e Mapa acertam detalhes para criação de uma certificação oficial da fibra

21 de Maio de 2021

A implementação do Programa de Certificação de Conformidade Oficial do Algodão Brasileiro está na reta final. O assunto foi tema de reunião da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, nesta quinta-feira (20).  Participaram o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Tollstadius Leal, e o Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo.


Durante o encontro, foram tratados os últimos detalhes do projeto de estruturação de uma certificação oficial por parte do Ministério da Agricultura, que permitirá a consolidação da boa imagem do algodão brasileiro no mercado internacional.  Essa será uma garantia de identidade, qualidade e segurança dos resultados das análises do algodão realizadas pela rede de laboratórios privados, sob supervisão da Abrapa, através do programa Standard Brasil HVI (SBRHVI).


Segundo Júlio Busato, presidente da Abrapa, a certificação oficial proporcionará ainda maior confiabilidade ao programa de qualidade do algodão brasileiro, consolidado há quatro anos a partir da implantação de um moderno e bem equipado laboratório central - o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) -, responsável pela orientação aos laboratórios e checagem das análises de classificação.


"A certificação atenderá às exigências dos mercados interno e externo e garantirá a credibilidade necessária para que o algodão brasileiro seja reconhecido como um dos melhores do mundo, levando junto a certificação/licenciamento socio-ambiental dos programas ABR/BCI e o sistema de rastreabilidade (SAI) que já garante a identificação de todos os fardos de algodão produzidos pelos cotonicultores brasileiros", avalia. O Ministério da Agricultura deve publicar, nos próximos dias, portaria instituindo a certificação.

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Abelhas nunca saem de moda

20 de Maio de 2021

Elas ajudam a produzir o algodão que você veste


A visita de abelhas e outros polinizadores podem incrementar em até 20% a produção das lavouras de algodão, uma das principais matérias-primas da indústria da moda. É por causa da relevância desses insetos para o setor algodoeiro que a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) faz questão de celebrar o Dia Mundial das Abelhas (20 de maio) em parceria com a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.).


O cultivo do algodão não é totalmente dependente da polinização realizada por insetos. A reprodução da planta pode acontecer por autopolinização (autogamia), mas também com a ajuda do vento (anemofilia) e até pela ação do homem (manualmente).


Porém, há anos, pesquisas científicas (veja abaixo) vêm demonstrando que as abelhas podem ser aliadas dos cotonicultores, prestando um serviço de polinização cruzada, que contribuiu para uma maior rentabilidade dos cultivos de algumas variedades de algodão.


Um estudo realizado no Mato Grosso, entre 2011 e 2012, mostrou que áreas de algodoeiros localizados a menos de 200 metros de fragmentos de mata – onde as abelhas constroem seus ninhos – tiveram mais porcentagem de fibra (+2%), número de sementes (+18%) e produtividade (+18,4% de Kg de fibra/ha). O estudo mostrou que, além da abelha-africanizada (Apis mellifera), inúmeras outras espécies de abelhas nativas visitam as plantas do algodoeiro.


Ou seja, trabalhando de graça, as abelhas podem elevar a produção, a rentabilidade e o lucro dos produtores. E, de quebra, os cotonicultores colaboram para a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente, já que as flores do algodão alimentam e fortalecem as populações de abelhas no entorno das áreas agrícolas. Ademais, a existência desses insetos contribui para a conservação de toda a biodiversidade local.


Os principais polinizadores


Duas espécies de abelhas são apontadas como as melhores polinizadoras do algodoeiro: as mamangavas do chão (Bombus spp.) e mamangavas de toco (Xylocopa spp.). Porém, elas visitam as flores com menor frequência do que outras espécies de abelhas, como a abelha-africanizada (Apis mellifera), a mais abundante. Outros visitantes florais do algodoeiro são a abelha-irapuá (Trigona spinipes), Gaesischia sp., Ptilothrix plumata Diadasina sp. (espécies que não possuem um nome popular).


Como atrair as abelhas


É possível ajudar as abelhas a realizarem o seu trabalho – e lucrar com isso. A Rede de Pesquisa dos Polinizadores do Algodoeiro no Brasil (PoAL) aponta algumas dicas úteis aos produtores:




  • Conservar a vegetação natural próxima às áreas cultivadas, para dar abrigo e alimento às abelhas (néctar e pólen) durante maior período do ano, e a outros animais que ajudam a controlar as pragas do algodoeiro e plantas que cultivamos;

  • Ter plantios consorciados com outras culturas, o que aumenta a oferta de alimentos para abelhas e insetos que ajudam no controle natural das pragas;

  • Utilizar técnicas alternativas para o controle de pragas como as caldas naturais, catação de botões florais atacados por bicudo e lagarta e Manejo Integrado de Pragas (MIP). Assim, é preciso usar menos produtos químicos que também matam os insetos úteis;

  • Fazer plantio direto (sem revolvimento do solo) para favorecer as abelhas que constroem ninhos no solo;

  • Recompor as áreas próximas as plantações de algodão com espécies nativas que forneçam alimentos às abelhas e outros polinizadores.


Parceria em prol das abelhas


Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) tem consciência do importante papel dos polinizadores para a produção de algodão e da necessidade de conservação dessa fauna. Por essa razão, desde 2016 é uma das apoiadoras da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.), que atua com a missão de promover o conhecimento científico sobre abelhas e outros polinizadores e na conscientização da população e de agricultores sobre a importância de se conservar a biodiversidade.


Referências:


Klein AM et al. (2020) A Polinização Agrícola por Insetos no Brasil. Um Guia para Fazendeiros, Agricultores, Extensionistas, Políticos e Conservacionistas. Albert-Ludwigs University Freiburg, Nature Conservation and Landscape Ecology.


Pires C. S. S., Pires V.C., Rodrigues W. et al. (2015) Plano de manejo para polinizadores em áreas de algodoeiro consorciado no Nordeste do Brasil. Rio de Janeiro: Funbio. 40p., Brazil


Pires C.S.S., Silveira F.A., Cardoso C.F. et al. (2014) Selection of bee species for environmental risk assessment of gm cotton in the Brazilian Cerrado. Pesquisa Agropecuária Brasileira


Rodrigues A.W., Torezani K.R.S., Pires V.C., Arantes R.C.C., Pires C.S.S. e Silveira F.A. et al. (2013) Projeto Polinizadores do Algodoeiro no Brasil. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia


Stephens S. G. (1956) The Composition Of An Open Pollinated Segregating Cotton Population. Amer. Nat. 90(850): 25 - 39.


McGregor, S.E. 1976.  Insect Pollination of Cultivated Crop Plants.Agric.  Handbook  496: 171-190.

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Nova ferramenta facilita diagnóstico da situação ambiental de imóveis rurais

19 de Maio de 2021

Com o objetivo de dar agilidade e precisão à checagem dos dados declarados no Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou, na última semana, uma ferramenta chamada AnalisaCAR.  O módulo, desenvolvido pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) em parceria com a Universidade Federal de Lavras, facilitará a identificação da situação ambiental dos imóveis rurais, contribuindo para a implementação do Código Florestal Brasileiro.


O Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) conta com mais de 6 milhões de registros, atualmente analisados manualmente pelos órgão estaduais competentes. O AnalisaCAR utiliza tecnologias de sensoriamento remoto que possibilitam o processamento de milhares de cadastros simultaneamente. Cruzamentos automatizados verificam as informações geográficas declaradas pelo proprietário/possuidor rural e apontam a situação de regularidade ambiental dos imóveis rurais em relação às áreas de preservação permanente (APP), de reserva legal (RL) e de uso restrito (AUR) e, quando for o caso, da localização de excedentes de vegetação nativa.


A ferramenta traz inúmeros benefícios para os produtores rurais.  Além de proporcionar um diagnóstico preciso da situação ambiental do imóvel rural, a análise passa a ser feita com base em critérios técnicos pré-estabelecidos, reduzindo possíveis subjetividades da análise manual. Entre as vantagens também estão a possibilidade de retificação de informações de forma simples e automatizada; a comprovação oficial da regularidade ambiental para os imóveis rurais que estiverem de acordo com a legislação; o acesso aos Programas de Regularização Ambiental (PRA), caso o proprietário/ possuidor precise regularizar algum passivo ambiental e tenha feito o CAR até 31/12/2020; o acesso às Cotas de Reserva Ambiental (CRA), caso o proprietário/possuidor conservar mais área florestal do que o exigido pela lei; e a possibilidade de adesão à programas de Pagamento por Serviços Ambientais,  entre outras facilidades.


O Cadastro Ambiental Rural (CAR)


Criado pela Lei nº 12.651/2012, no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente - SINIMA, e regulamentado pela Instrução Normativa MMA nº 2, de 5 de maio de 2014, o Cadastro Ambiental Rural – CAR é um registro público eletrônico de âmbito nacional, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais referentes às Áreas de Preservação Permanente - APP, de uso restrito, de Reserva Legal, de remanescentes de florestas e demais formas de vegetação nativa, e das áreas consolidadas, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento.


A inscrição no CAR é obrigatória para todos os imóveis rurais do país, constitui-se no primeiro passo para a regularização ambiental e dá acesso a benefícios previstos no Código Florestal (Lei nº 12.651/2012).


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Orientação contínua aos laboratórios garante qualidade das análises de algodão feitas no Brasil

19 de Maio de 2021

Uma rede de 11 laboratórios espalhados pelo país responde pelo atestado de qualidade do algodão brasileiro. São eles que fazem as análises de classificação pelo padrão internacional por instrumentos de alto volume do tipo HVI, aceitas comercialmente no mundo todo. O trabalho é monitorado e orientado de perto pelo Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).


Os laboratórios de classificação analisam as características intrínsecas da fibra - micronaire, resistência, comprimento, uniformidade, índice de fibras curtas e cor. Os resultados, além de influenciar no preço, são fundamentais para toda a cadeia, da produção à indústria.  Laudos confiáveis indicam caminhos para melhorias no cultivo e otimização de processo de beneficiamento, facilitam a composição de lotes para a venda e a eventual substituição de fardos e garantem que o cliente receberá a qualidade adequada à sua produção.


"Existe mercado para fibras de todas as qualidades, mas a indústria precisa saber exatamente o que está comprando para que o produtor tenha uma remuneração justa pela pluma entregue. Por isso, a padronização e a confiabilidade das análises são tão importante", afirma o presidente da Abrapa, Júlio Busato.


Para que todos os laboratórios atendam aos cotonicultores dentro do mesmo padrão de qualidade, o CBRA gera conhecimento, difunde informação, dá suporte, treina equipes e realiza visitas técnicas de verificação e orientação às unidades participantes do programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), lançado em 2016, para conferir credibilidade às análises de classificação feitas no Brasil.


A estruturação do programa contou com a consultoria de Axel Drieling, do Centro Global de Testagem e Pesquisa do Algodão (ICA Bremen), instituição de referência mundial que congrega o Faserinstitut Bremen, o Bremen Fibre Institute (FIBRE) e o Bremer Baumwollboerse (BBB). "Como país produtor e exportador de algodão, é importante que todos os laboratórios brasileiros forneçam resultados acurados e precisos. O CBRA, com sua posição central, tem todos os pré-requisitos para apoiar e garantir isso", assegura o consultor.


 


Guia de orientação


Uma das principais ferramentas utilizadas pelo CBRA na harmonização de procedimentos é o chamado Guia de Orientação, que reúne normas e recomendações para a realização de análises de algodão de acordo com as melhores práticas. O documento apresenta instruções normativas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, guias de boas práticas, procedimento para buscar a certificação ICA Bremen, entre outras informações.


O guia também inclui a tradução do material técnico disponível e suas atualizações. "É mais fácil para uma entidade central reunir as informações mais recentes e manter contato com as organizações internacionais importantes. Isso possibilita que todos os laboratórios possam melhorar e garantir testes e resultados confiáveis", avalia Axel Drieling.


Treinamentos


O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) promove, periodicamente, workshops com renomados especialistas, para capacitação de profissionais estratégicos dos laboratórios credenciados. Os treinamentos permitem que o conhecimento seja multiplicado e propiciam maior alinhamento e harmonia nos métodos de ensaio.


A própria equipe do laboratório central da Abrapa está em constante aprimoramento. Deninson dos Santos de Lima, responsável técnico e operacional do CBRA, já participou de cursos sobre leitura e interpretação da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, melhores práticas em laboratório - ICA Bremen, auditor interno baseado na norma NBR ISO 19011 e manutenção de HVI – Uster, entre outros. "Consegui adquirir uma sensibilidade técnica que me permite perceber os ajustes necessários em equipamentos e processos para que o CBRA tenha um melhor rendimento e qualidade nos ensaios realizados, melhorando cada vez mais o material de referência produzido para o programa SBRHVI", relata.


Entre suas atribuições, está o suporte aos laboratórios participantes do programa SBRHVI, principalmente nas dúvidas relacionadas a questões técnicas. "Eles buscam saber como analisar criticamente os seus processos, para garantir a qualidade dos resultados", conta.


Lúcio Matos, gestor do laboratório da Associação Sul Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampasul), participou de todos os treinamentos já oferecidos pela Abrapa.  "A aquisição de conhecimentos disponibilizados pelos treinamentos fez com que os laboratórios conquistassem credibilidade, e o algodão brasileiro alcançasse um espaço na vitrine da comercialização mundial", acredita. Ele destaca a adequação e a implantação do sistema de gestão da qualidade dos laboratórios com base na Norma ABNT ISSO/IEC 17025 como carro-chefe das melhorias implementadas, a partir da orientação oferecida pela Abrapa.


Assim como na Ampasul, o suporte do CBRA tornou possível a implantação de um sistema de gestão baseado nos requisitos da ISO 17025 no laboratório da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa). "Nos permitiu padronizar métodos, organizar processos, avaliar a competência do laboratório e treinar nosso pessoal para que estejam aptos a realizar suas atividades com eficiência e sabedoria", revela Rhudson Santo Assolari, gerente Laboratorial de Análises de Algodão da Agopa.


Treinamentos promovidos pelo programa SBRHVI, desde a sua criação:


































































            

                           Cursos
 

    Instituição
 

      Ano
Workshop de Melhores Práticas de Laboratório de HVI ICA Bremen 2017
Estatística aplicada na análise do algodão – programa SBRHVI Inferir 2017
II Workshop de Melhores Práticas de Laboratório de HVI ICA Bremen 2018
Treinamento de manutenção USTER HVI M1000 Uster 2018
Leitura e Interpretação da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 Senai/SC 2019
Formação de Auditores Internos da Qualidade em Laboratórios segundo ABNT NBR ISO 19011 Senai/SC 2019
II Workshop Manutenção Uster Uster 2019
Estimativa de incerteza de medição Qualabor 2019
III Workshop de melhores práticas de laboratório HVI Abrapa 2019
Treinamento Monitoramento e Controle de Centrais de Climatização Senai/BA 2020
Workshop Contemp - Controladores e Software de Monitoramento Contemp 2021

Visitas técnicas


A cada safra, a equipe do CBRA realiza visitas técnicas em todos os laboratórios credenciados, com o objetivo de avaliar se atendem aos requisitos mínimos para o bom funcionamento e a garantia da qualidade dos resultados. "Durante as visitas, buscamos orientar os laboratórios e identificar pontos de melhoria", explica Edson Mizoguchi.  Também são úteis para que sejam detectadas as necessidades de treinamento dos laboratórios. Desde o começo da pandemia de Covid19, as verificações têm sido realizadas remotamente.


"Todos os treinamentos oferecidos vêm para qualificar os serviços prestados, e as visitas técnicas são muito importantes para os laboratórios terem uma padronização da linha de trabalho", pontua Jaison Vavassori, diretor executivo da Unicotton.


Essa também é a avaliação de Rhudson Santo Assolari. "Hoje, temos um controle mais eficaz no processo de recebimento e na divulgação dos resultados, procedimento que nos dá muita confiança", afirma. "Tanto as visitas técnicas quanto as orientações e os treinamentos nos processos de trabalho são de extrema importância para a qualidade do algodão brasileiro", ressalta o gerente da Agopa.

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Indústria têxtil brasileira não corre risco de desabastecimento

19 de Maio de 2021

Em entrevista ao Canal Rural, na última segunda-feira (17), o presidente da Abrapa, Júlio Busato, assegurou que o crescimento das exportações nos primeiros meses do ano não põe em risco o abastecimento da indústria têxtil brasileira. A demanda nacional está estabilizada em 700 mil toneladas, há uma década, e a safra 2019/2020 chegou a 3 milhões de toneladas de pluma. "Tudo o que produzimos acima disso, obrigatoriamente, precisa ser exportado", explicou.


Assista à entrevista na íntegra no  Link: https://youtu.be/yb0mRZSPVQQ


Canal Rural  17.05.2021

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Salto das exportações brasileiras de algodão nos últimos anos é tema de entrevista no Notícias Agrícolas

17 de Maio de 2021

Em entrevista ao portal Notícias Agrícolas na última sexta-feira (14), o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato,  falou sobre o salto das exportações brasileiras de algodão nos últimos anos, fruto do crescimento da produção e das ações de promoção da nossa pluma no exterior. Há sete anos, na safra 2013/2014, o Brasil exportava metade do volume da Austrália. No ciclo 2020/2021, a previsão é de vendas externas 10 vezes superiores aos embarques australianos.


Assista a entrevista em  https://www.youtube.com/watch?v=CvcheKzLRjk


Notícias Agrícolas em 14.05.2021

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Exportações brasileiras de algodão e as perspectivas de ampliação do mercado externo foram destaque no Canal Agro Mais/Band

14 de Maio de 2021

O crescimento das exportações brasileiras de algodão e as perspectivas de ampliação do mercado externo foram tema de entrevista do presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, ao Canal Agro Mais/Band, na noite desta terça-feira (11).  No bate-papo ao vivo com os jornalistas Daniela Ramalho e Marcelo Dias, no programa Agro Noite, Busato também falou sobre os avanços tecnológicos do setor e a previsão de retomada do consumo mundial de algodão depois da pandemia.


Link da entrevista: https://youtu.be/h6U68Yev1Gg

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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão

14 de Maio de 2021

ALGODÃO PELO MUNDO #19/2021


- Algodão em NY - Após ter fechado acima de 90 cents na última quinta, o mercado operou em queda durante praticamente toda a semana.  Os preços foram pressionados pela influência de outros mercados e pela previsão de chuvas no Texas.  O contrato Jul/21 fechou em 84,98 U$c/lp, queda de 6,2% nos últimos 7 dias.


- Preços 1 - Ontem (13/5) o algodão brasileiro Middling 1-1/8" (31-3-36) posto Ásia estava cotado a 95,75 U$c/lp (+150 pts na semana) para embarque em Mai-Jun/21 e 96,00 U$c/lp (+25 pts) para embarque em Out-Nov/21


- Preços 2 - Na bolsa de Zhengzhou (ZCE), China, a semana foi de volatilidade, mas com o mercado fechando em alta, com algodão cotado ao equivalente a 111,05 U$c/lp, alta de 2,4% nos últimos 7 dias.


- Altistas 1 - Segundo a BCO, a área de algodão em Xinjiang (China) deve reduzir este ano devido a restrições ao uso de água para irrigação. Além disso, o governo Chinês está implementando uma política mais forte no sentido de fomentar produção de grãos, segundo a consultoria Cotlook.


- Altistas 2 - Esta semana, os EUA divulgaram o maior índice de inflação (CPI) desde 2008: 4,2% em um ano. Fundos tendem a comprar commodities para se protegerem de inflação.


- Baixistas 1 - As regiões de algodão do Oeste do Texas continuam muito secas, mas previsões de chuva na próxima semana na região pressionaram o mercado.


- Plantio - O plantio nos EUA está em 25% da área total, abaixo tanto da média dos últimos cinco anos (26%), quanto do número do ano passado (30%).


- India - A situação da COVID-19 na Índia continua muito grave. Especula-se sobre um lockdown nacional. A Índia está em período de plantio de algodão e neste momento é o país com mais infecções e mortes diárias totais por Covid-19 no globo.


- Paquistão - O Paquistão entrou em lockdown nacional no último sábado. A iniciativa visa conter o aumento da COVID-19 em uma semana de feriados no país devido ao fim do Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos.


- USDA 1  - Em seu relatório mensal divulgado esta semana, o USDA aumentou a previsão de exportações dos EUA para esta safra, o que reduziu ainda mais a previsão de estoques finais no país, número muito acompanhado pelo mercado no momento.


- USDA 2 - O órgão previu uma safra 21/22 de 17 milhões de fardos (3,7 milhões de tons) para os EUA. A previsão é vista por muitos como otimista devido à possível correção (para baixo) da área plantada e à seca que atinge o Texas.


- Relatorio - Ainda sobre o relatório mensal do USDA, foram apresentadas as primeiras estimativas para 2020/21. A produção global em 21/22 prevista foi de 26 milhões de tons (+5,6%), enquanto o consumo previsto foi de 26,4 milhões de tons (+3,5%).


- China– O recente anúncio do governo chinês de nova cota de importação ainda não teve impacto no mercado. As cotas ainda estão sendo alocadas aos importadores, que só devem fazer seus pedidos após a formalização no novo volume.


- Xinjiang– Esta semana, os EUA fizeram duras acusações em relação à China. A gestão Biden manteve a mesma linha de argumentos do governo Trump, alegando que estão ocorrendo "crimes contra a humanidade e genocídio" em Xinjiang, principal região produtora de algodão na China.


- Japão - Por outro lado, a Muji, marca japonesa de roupas e artigos para o lar, está promovendo publicamente que usa algodão de Xinjiang em seus produtos. A empresa afirma que fez auditoria na região chinesa e não encontrou problemas.


- Indonesia - Impactada pela Covid-19, a Indonésia viu seu PIB encolher no primeiro quadrimestre do ano. O mercado têxtil também foi afetado com redução das exportações de roupas de algodão.


- Cotton Brazil - No próximo mês, haverá uma série de webinars com empresários, traders e industriais dos principais importadores para promover o algodão brasileiro. Bangladesh, Vietnã, Índia, Coreia do Sul, Indonésia, Turquia e Paquistão já têm datas confirmadas. Na China, o algodão Brasileiro será promovido no maior evento do setor no país, também em junho.


- Exportações - O Ministério da Economia divulgou que o Brasil exportou 25,9 mil tons de algodão na 1a semana de maio. O recorde para o mês é 83 mil tons, atingidas em 2019.


- Colheita - A Abrapa informa que a colheita está em andamento em SP e no PR. Norte de MG inicia na próxima semana.


Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com


- Preços - Consulte tabela abaixo -


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Laboratório central garante credibilidade às análises de qualidade do algodão brasileiro

14 de Maio de 2021

A credibilidade do algodão produzido no Brasil é tão importante quanto a qualidade, na conquista de novos mercados e na valorização da pluma nacional. Padronizar as análises de classificação é peça-chave neste processo. Foi com este objetivo que a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) criou o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), cujo principal pilar é um moderno e bem equipado laboratório central localizado em Brasília - o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA).


Sob responsabilidade da Abrapa, o CBRA atua na verificação e padronização dos processos de análise do algodão brasileiro, feitos por instrumentos de alto volume do tipo HVI em 11 laboratórios credenciados. O padrão internacional de classificação por instrumento de alto volume, aceito comercialmente no mundo todo, foi adotado pelo país em 2002.


"Havia muita divergência de resultados. Era preciso criar um laboratório central capaz de monitorar os laboratórios brasileiros, para garantir a reprodução de ensaios de análise e passar credibilidade ao mercado", conta Edson Mizoguchi, gestor do programa SBRHVI.


Para a estruturação da iniciativa, a Abrapa contou com a consultoria internacional de Axel Drieling, do Centro Global de Testagem e Pesquisa do Algodão (ICA Bremen), instituição de referência mundial que congrega o Faserinstitut Bremen, o Bremen Fibre Institute (FIBRE) e o Bremer Baumwollboerse (BBB). "No Brasil, existem vários laboratórios independentes que se dedicam a testar a produção nacional de algodão. O importante papel do laboratório central é zelar para que todos consigam alcançar os mesmos resultados para o mesmo algodão", resume Drieling.


O CBRA é responsável por monitorar as unidades credenciadas e dar recomendações para melhorias; preparar e fornecer as amostras necessárias para verificações diárias dos equipamentos de análise; retestar amostras dos produtores, entre outras atividades. Concebido dentro dos requisitos de boas práticas de análise de algodão, o laboratório central tem cerca de 390 metros quadrados, ambientes com parede de isolamento térmico, sistema de climatização com sensores que monitoram temperatura e umidade por minuto, além de gerador de energia. A estrutura conta com dois equipamentos de análise por instrumentos de alto volume do tipo HVI, com colorímetros duplos que garantem maior confiabilidade na leitura da cor e das impurezas. Cada máquina tem compressores, estabilizadores e no break. Os equipamentos são calibrados com algodão fornecido pelo USDA e passam por manutenção, antes do início de cada safra.


"O CBRA é o elemento central, une todos os laboratórios e cuida de uma consistente avaliação da qualidade do algodão brasileiro. Para isso, é fundamental a cooperação com todos os laboratórios e o contato permanente com as atividades de harmonização internacional", ressalta Axel Drieling.


A atuação do laboratório central é estruturada em quatro programas: Algodão CBRA de Checagem, Algodão de Reteste, Algodão Brasileiro de Verificação Interna e Programa Interlaboratorial Brasileiro. "Todos os programas visam monitorar constantemente as máquinas de alto volume, pois elas realizam mais de mil ensaios por turno de trabalho. Estamos falando de cerca de 14 milhões de análises distribuídos em 11 laboratórios", informa Mizoguchi.


Programa Algodão de Checagem


Para que todas as máquinas de análise instrumental de alto volume funcionem dentro dos mesmos parâmetros, o CBRA prepara amostras no padrão internacional e envia para todos os laboratórios participantes do programa. Essas amostras de referência, chamadas de Algodão de Checagem, são utilizadas a cada 200 amostras comerciais analisadas e enviadas. O resultado é disponiblizado, às cegas, para o laboratório central, que consolida as estatísticas e oferece orientação para a melhoria das análises.


"O programa de checagem é fundamental para a gestão da qualidade de nossos resultados", afirma Renato Marinho de Souzacoordenador dos laboratórios de HVI da Kuhlmann. Diariamente, os quatro laboratórios de HVI da Kuhlmann analisam até 50 mil amostras de algodão. Por safra, o volume chega a 7,3 milhões. "Hoje, temos uma referência confiável, nossas equipes podem monitorar e identificar desvios que antes trariam impactos ao nosso cliente", conta Souza. Segundo ele, diversos clientes pedem, inclusive, para ter acesso ao gráfico de confiabilidade das máquinas.


 


Programa Algodão Brasileiro de Verificação Interna


Dentro dos mesmos padrões do algodão de checagem, o CBRA fornece amostras para que a rede de laboratórios utilize na sua verificação interna. O material é utilizado sempre que necessário, para verificar o funcionamento dos equipamentos de análise do tipo HVI. Caso seja identificado algum desvio, a máquina é paralisada e calibrada com o algodão-padrão USDA, importado dos Estados Unidos.


Desta forma, os laboratórios conseguem manter os equipamentos sempre calibrados dentro dos parâmetros aceitáveis de micronaire, comprimento UHML, uniformidade, resistência, grau de reflexão e grau de amarelamento. "Além de otimizar os custos dos materiais importados para calibração dos equipamentos, o algodão brasileiro de verificação interna possibilita mais um dispositivo de controle da garantia e qualidade laboratorial", acredita Cleciano Silva Moreira,  gestor do Laboratório de Análise e Classificação de Algodão da Cooperfibra.


A facilidade de identificação de desvios, com os equipamentos em plena operação, é destacada por Sérgio Brentano, gerente de laboratório da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). "É possível tratar eventuais desvios imediatamente, sem comprometer a credibilidade dos resultados, elevando cada vez mais a confiança no laboratório", afirma. "Esta transparência, confiança e credibilidade demonstrada na atividade do laboratório contribui positivamente para o fortalecimento do setor produtivo, nos tornando cada vez mais competitivos no mercado mundial", avalia.


De acordo com Edson Mizoguchi, o programa demonstra que os laboratórios estão evoluindo. Na safra 2016/17, de cada 100 análises, 91 ficaram dentro da faixa de conformidade aceitável. Hoje, a taxa média é de 96.


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Programa Algodão de Reteste


O CBRA retesta, aleatoriamente, as amostras de algodão analisadas pela rede de laboratórios. Esta etapa, feita em duas máquinas no laboratório central, contempla as características micronaire, comprimento, resistência e uniformidade. Além de garantir a confiabilidade das análises, o reteste é uma ferramenta importante para a melhoria da qualidade das análises.


A falta de padronização do tamanho do material enviado pelos produtores, porém, ainda é um desafio para os laboratórios e para o CBRA. Para solucionar o problema, desde a safra passada, o laboratório Minas Cotton, da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), trabalha junto às usinas de beneficiamento para adequação da dimensão das amostras. "Fabricamos modelos de gabaritos com as especificações da IN 24 de 2016 MAPA e doamos para as algodoeiras", conta Anicézio Resende, gerente de laboratório da Amipa.


Pela norma, cada amostra deve ter pelo menos 14cm de largura por 24cm de comprimento e 8cm de profundidade, com espessura de massa de no mínimo 12cm e cerca de150g de peso. "Com essas especificações, podemos garantir que as amostras cobrirão toda a área da leitura no modulo da cor e outros, conferindo ainda mais precisão aos resultados e melhorando a credibilidade das análises feitas pelos laboratórios", afirma Resende.


 


Programa Interlaboratorial Brasileiro


Tanto o CBRA quanto os laboratórios participantes do Standard Brasil SBRHVI integram o chamado programa Interlaboratorial brasileiro, que consiste na realização de duas rodadas de ensaio por safra, para monitoramento dos equipamentos de análise do tipo HVI. O programa conta com a participação dos laboratórios Faserinstitut Bremen e Senai Blumenau.


Rhudson Santo Assolari Martins, gerente Laboratorial de Análises de Algodão da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa), lembra que a iniciativa foi implementada com o objetivo de aumentar a confiabilidade dos laboratórios, através da avaliação da exatidão dos resultados de cada um. "Isso nos traz credibilidade e pode até mesmo ser usado como ferramenta de comprovação de resultados da análise comercial, caso haja alguma contestação", pondera.


Além das rodadas nacionais, todos os laboratórios, inclusive o CBRA, participam das rodadas internacionais de teste do CSITC - Força Tarefa do ICAC para Padronização Comercial da Análise Instrumental de Algodão. "A partir dessas participações e orientações, conseguimos garantir para o nosso cliente rastreabilidade, confiabilidade e credibilidade na qualidade das análises do algodão", avalia Anicézio Resende.


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Certificações


Com o objetivo de atestar a competência técnica e dar visibilidade ao Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), a Abrapa buscou a certificação ICA Bremen. Após um longo e rigoroso processo envolvendo auditorias e participação em quatro rodadas internacionais, em 2018 o CBRA entrou para o seleto rol dos 11 laboratórios certificados pelo ICA Bremen no mundo todo.


"Como o laboratório central é responsável por zelar pela confiabilidade dos resultados dos testes de toda a produção brasileira de algodão, é importante cuidar e comprovar que o próprio CBRA atende aos mais elevados padrões de qualidade", explica Axel Drieling. "Com a Certificação ICA Bremen, reconhecida no mercado mundial de algodão, o CBRA vem mantendo um padrão de excelência e conquistando um alto reconhecimento mundial de credibilidade e competência para o laboratório", atesta.


Em 2020, a Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro concedeu a acreditação baseada na NBR ISO/IEC 17025   ao CBRA, nas análises de comprimento, uniformidade, resistência, micronaire, grau de reflexão e grau de amarelamento. "Nos equiparamos aos melhores laboratórios do mundo, com rastreabilidade internacional", afirma o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato.

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Abrapa defende associativismo em reunião anual do projeto +Algodão

13 de Maio de 2021

A Abrapa participa, esta semana, da reunião anual do Projeto de Cooperação Sul-Sul Trilateral denominado + Algodão. Criado em 2012, a partir de um convênio entre a Agência Brasileira de Cooperação de Ministério das Relações Exteriores (ABC / MRE), o Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) e o Escritório Regional da FAO para a América Latina e o Caribe (FAO RLC), o + Algodão tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor algodoeiro do Mercosul, países associados e Haiti.


O encontro, iniciado nesta quarta-feira (12), reúne representantes de governo e instituições do Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru, para avaliação da parceria e definição de ações prioritárias e estratégias no contexto da pandemia de Covid19.  "Esse espaço de diálogo é fundamental para que possamos avançar e assegurar nosso objetivo comum, que é o fortalecimento da cadeia do algodão na região. Espero que encontremos soluções inovadoras para este momento que estamos atravessando", disse Cecilia Malaguti, coordenadora-geral de Cooperação Sul-Sul Trilateral com Organismos Internacionais da ABC/MRE, na abertura da reunião.


O diretor-executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, defendeu o associativismo como caminho para a superação dos desafios atuais e futuros do setor. "A única forma dos produtores serem competitivos é a partir da sua organização em cooperativas, para receber assistência técnica, comprar insumos, utilizar máquinas de forma compartilhada, beneficiar o algodão e, o mais importante, reunir a produção para facilitar a comercialização e garantir uma maior lucratividade para suas famílias", afirmou, destacando o Brasil como exemplo de cooperativismo.  "Cooperativas fortes e eficientes empoderam as pessoas em qualquer atividade", concluiu.


Em março deste ano, o projeto + Algodão entrou em sua terceira fase. Os eixos técnicos da nova etapa, que vai até 2024, visam à ampliação e disseminação das boas práticas, em especial o compartilhamento da tecnologia da colhedora de algodão de linha única e do mini descaroçador.  A agenda inclui avançar no combate ao bicudo-do-algodoeiro, implementar uma estratégia de mercado que articule a produção e o consumo do algodão da agricultura familiar latino-americana e ampliar a efetiva divulgação e comunicação dos resultados do projeto.

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