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Cotonicultores aguardam para março a aprovação de nova tecnologia OGM pela CTNBio

14 de Fevereiro de 2017

Ainda não foi dessa vez que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou uma das três novas tecnologias OGM para o algodão que estão na fila aguardando os pareceres definitivos para que possam ser disponibilizadas aos cotonicultores. Nas reuniões dos dias 8 e 9 de fevereiro, a CTNBio aprovou uma nova soja com tecnologia Xtend da Monsanto, a segunda desde dezembro do ano passado. A oleaginosa traz como atributos tolerância ao herbicida dicamba e ao glifosato. Uma nova reunião da Comissão está marcada para os dias 08 e 09 de março, e a expectativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) é pela  aprovação do Algodão GLT da Bayer que carrega três proteínas Bts para controle de lagartas, além de resistência aos herbicidas glufosinato de amônio e glifosato. Nesses mesmos dias, há ainda a previsão de aprovação de duas tecnologias para o milho.


O benefício da nova tecnologia Xtend, que combina dois diferentes herbicidas de grupo químicos distintos, é melhorar o manejo das plantas daninhas resistentes, um dos grandes desafios da agricultura moderna. "É muito importante para a cadeia produtiva do algodão e, por conseguinte, para a economia brasileira, que tenhamos à mão produtos eficazes que possibilitam diminuir o número de aplicações, reduzindo os impactos ambientais e diminuindo os custos de produção", diz o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, ressaltando que está otimista quanto à aprovação de uma nova tecnologia ainda neste trimestre.

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Rentabilidade e inovação pautam a grade científica do 11º Congresso Brasileiro do Algodão

13 de Fevereiro de 2017

Aumentar a produtividade e reduzir os custos nas lavouras de algodão são dois dos grandes desafios da atualidade para os cotonicultores do Brasil. O binômio será a linha-mestra na programação científica do 11 Congresso Brasileiro do Algodão (11 CBA), a ser realizado entre os dias 29 de agosto e 1 de setembro em Maceió (AL), pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Sob a ótica do aproveitamento máximo dos recursos tecnológicos, naturais e agronômicos para a produção de algodão, o CBA vai tratar ainda de temas como sustentabilidade, biotecnologia e novas ferramentas de gestão em aproximadamente 100 palestras, 24 mesas-redondas e cerca de 250 trabalhos científicos inscritos.


A programação científica do Congresso está sendo elaborada por uma comissão formada por dez membros, representantes da Abrapa, Embrapa Algodão, Secretaria de Agricultura do Mato Grosso do Sul,  Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/ USP), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Instituto Matogrossense do Algodão (IMAmt),  além de consultores do setor. O coordenador científico do CBA, Eleusio Curvelo Freire, destaca as novas tecnologias em softwares para a gestão da produção, em máquinas e equipamentos para a lavoura, assim como as inovações em materiais genéticos que permitem reduzir o uso de químicos e resistir a situações de estresse.


“A sustentabilidade, em seus pilares econômico, social e ambiental, permeia todo o investimento científico na atualidade, e isso será muito incentivado na programação do CBA. Há uma vasta gama de estudos sendo empreendidos que, no evento, serão apresentados a um público segmentado e representativo do setor”, afirma. Segundo o coordenador, o CBA é uma oportunidade para o produtor conhecer “o que vem por aí” e o que já existe de melhor no mercado em inovações científicas, a um só tempo e em um único lugar.


Tendências



De acordo com o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, o CBA vai trazer alguns dos nomes mais relevantes da pesquisa científica em algodão para debater o futuro da fibra. Grandes assuntos relacionados à produção serão debatidos em três conferências máster, com personalidades nacionais e internacionais.


“Vivemos uma nova Revolução Verde, que está permitindo ao campo suprir as demandas dessa população de sete bilhões de pessoas do planeta, em constante crescimento. São máquinas cada vez mais inteligentes, biotecnologia, nanotecnologia e uma infinidade de recursos que permitem ao cotonicultor produzir mais, em menos espaço e com o menor impacto possível. O CBA será uma excelente oportunidade de conhecer as tendências e adquirir conhecimentos que irão balizar a tomada de decisões em um futuro próximo”, conclui o presidente.

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Abrapa e Monsanto reuniram-se hoje para tratar das estratégias para o algodão nos próximos anos

13 de Fevereiro de 2017

A alinhar as demandas da cotonicultura para os próximos anos às estratégias de uma das maiores empresas do mundo na produção de sementes, biotecnologia e químicos para o algodão foi a pauta da reunião entre o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, e representantes da Monsanto Algodão, realizada hoje, às 11h, em São Paulo.



Segundo Moura, no atual modelo de produção de algodão no Brasil, não pode haver descompasso entre a oferta e a demanda de insumos para as lavouras. "Todo o desenvolvimento de produtos deve ser direcionado ao incremento da produtividade e à solução de problemas, por isso somos procurados sempre, como representantes dos produtores de algodão, para que detalhemos as necessidades que temos, que são variáveis e estão em constante evolução", afirma o presidente.



O líder de Negócio de Algodão da Monsanto do Brasil, Eduardo Navarro, ressalta que este é o primeiro encontro com Moura como presidente da Abrapa, função assumida em janeiro, e que será exercida pelo empresário no biênio 2017/2018. "Queremos dividir com ele as estratégias da companhia, bem como entender qual a sua visão e planejamento para o período em que estará à frente da Associação", afirma Navarro.

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Abrapa apresentou a cadeia do algodão aos novos diplomatas brasileiros

09 de Fevereiro de 2017

A cadeia produtiva do algodão brasileiro esteve ontem, 08/02, representada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em uma mesa redonda promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), realizada na sede da entidade, em Brasília. O evento "Diplomatas no campo", na segunda edição, teve como objetivo apresentar os temas mais relevantes do agronegócio brasileiro a um grupo de 29 novos diplomatas recém formados pelo Instituto Rio Branco/ Itamaraty. Além do algodão, soja, lácteos, carnes, e o setor de insumos e serviços, foram foco das explanações e debates, defendidos pelas suas associações de classe, respectivamente, Aprosoja, Viva Lácteos, Abiec e Abag.



Marcio Portocarrero explica que as questões relativas à sustentabilidade, à qualidade e à rastreabilidade do algodão brasileiro foram as mais trabalhadas nos vinte minutos de explanação que couberam à Abrapa. Para cada um desses tópicos, a entidade apresentou os programas e estratégias que desenvolve, como o Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), o Sistema Abrapa de Identificação (SAI), o Sistema Nacional de Dados do Algodão (Sinda), o Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), assim como o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA).



"Oportunidades como essas são muito importantes. Estes jovens atuarão na diplomacia tratando de um dos mais estratégicos pilares da economia brasileira, que é o agronegócio. Atualmente, 60% do algodão nacional vai para o mercado externo, e, com ele, todo um trabalho de qualidade, imagem e credibilidade que começa já na fazenda e se estende por toda a cadeia produtiva", afirmou o executivo da Abrapa.



Missões



Segundo Portocarrero, a rastreabilidade total e a certificação socioambiental da fibra foram os dois temas que mais geraram interesse nos diplomatas. "Ter hoje 100% da produção brasileira de algodão, que é exportada, rastreada e 81% certificada é um feito que a Abrapa conquistou e que gera muito valor para o produto", disse. Na oportunidade, Portocarrero também falou sobre as missões internacionais promovidas pela Abrapa que trazem os compradores para conhecer in loco, no Brasil, o processo produtivo do algodão, e  que também levam produtores brasileiros até os países de destino da fibra exportada, para contato direto com as indústrias têxteis, respectivamente, Missão Compradores e Missão Vendedores, realizadas anualmente pela entidade. Ele ressaltou que o apoio do corpo diplomático que atua nas embaixadas nesses países é um diferencial para o sucesso dos eventos.

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Mapa declara estado de emergência para risco de surto de helicoverpa no MS

03 de Fevereiro de 2017

O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) declarou "estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de surto da praga Helicoverpa armigera" no Mato Grosso do Sul.  Só em 2015, a lagarta representou – entre custos adicionais de combate e prejuízos – em torno de 8,7 milhões de dólares para os produtores de algodão do estado. A medida foi publicada hoje (02/02) no Diário Oficial da União (DOU), através da Portaria de número 266, de 31 de janeiro de 2017, com validade de um ano a partir da publicação. Agora, os produtores do estado aguardam a normatização da Portaria, sem a qual a medida não pode, efetivamente, ser implantada.



"Estamos acompanhando de perto a situação, com a Associação dos Produtores de Algodão do Mato Grosso do Sul (Ampasul), para garantir que os cotonicultores do estado possam usufruir dos benefícios da condição de emergência no tocante ao uso extraordinário do benzoato de emamectina, comprovadamente, a substância mais eficaz para a supressão da praga", afirma o presidente da Abrapa, Alrlindo de Azevedo Moura. Para isso, é preciso que o Governo do Estado publique uma resolução interna normatizando o uso do produto, que ainda não foi liberado no Brasil.



De acordo com o diretor executivo da Ampasul, Adão Hoffmann, embora o estado de emergência já tenha sido declarado em 2014 e 2015, a falta da normatização impediu que os produtores implementassem o plano de supressão. "A situação de emergência é muito importante para a economia do Mato Grosso do Sul. Somos o único estado produtor que ainda não pôde usar o benzoato, a melhor e mais barata forma de combate ao problema", afirmou Hoffmann. O MS produz algodão em duas safras, em uma área total de 29 mil hectares, sendo o quarto maior produtor da fibra no ranking brasileiro.


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Primeiro secretário da Abrapa e presidente da Ampa eleito vice no IPA

01 de Fevereiro de 2017

O algodão brasileiro está representado no Conselho de Administração do Instituto Pensar Agro (IPA), que elegeu ontem (31/01) sua nova diretoria, tendo como presidente o produtor rural Fábio de Salles Meirelles, que assumirá o comando do IPA no biênio 2017/18. Na vice-presidência e linha de sucessão do Instituto está o primeiro secretário da Abrapa e presidente da Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Alexandre Pedro Schenkel. A chapa, eleita por aclamação, traz ainda o presidente da Aprosoja Brasil, Marcos da Rosa, que assume o cargo de 1º vice-presidente secretário. O diretor-executivo da União da Indústria de Cana de Açúcar (Única), Eduardo Leão de Sousa, e o diretor da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Gil Pereira, foram eleitos, respectivamente, como 1º e 2º vice-presidentes tesoureiros. Já Fabio Meirelles substitui o produtor Ricardo Tomczyk. Na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), tomará posse o deputado Nilson Leitão, no  dia 14 de fevereiro.


De acordo com o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão –Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, o IPA hoje é uma instituição estratégica para a cotonicultura e o "agro" brasileiro, na medida em que dá suporte aos trabalhos da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e contribui para a elaboração de programas e projetos de promoção do agronegócio. "Queremos participar, junto com a Aprosoja, da gestão das prioridades do IPA, e preparar o próximo candidato à presidência do Instituto. O setor do algodão é estratégico para a economia brasileira e o Mato Grosso, representado por Schenkel na Abrapa, é hoje o maior produtor brasileiro da fibra", explica Arlindo Moura.


Com sede em Brasília, o IPA congrega 42 entidades representativas do setor produtivo rural que debatem estratégias para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, dando suporte aos trabalhos da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A Frente congrega 240 deputados e senadores de diversos partidos, defensores do agronegócio. O IPA existe desde 2011 e foi criado como uma associação de direito privado de âmbito nacional, sem fins lucrativos, para apoiar programas, projetos e organizações da sociedade civil que trabalham para o desenvolvimento e os avanços do setor agropecuário em articulação com as diversas áreas governamentais.


Liderança


O setor do algodão celebrou ontem (31/01) a eleição da deputada federal Tereza Cristina Côrrea da Costa Dias à liderança do PSB na Câmara Federal. Representante do Mato Grosso do Sul, ela integra a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a expectativa é de que suceda o presidente eleito, Nilson Leitão, ao final do mandato.

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Abrapa alinha certificadores e associadas às diretrizes do Programa ABR em 2016/17

01 de Fevereiro de 2017

Uma visita realizada ontem (31/01) à Fazenda Pamplona, localizada a 70 quilômetros de Brasília, no município de Cristalina – GO, encerrou dois dias atividades de alinhamento para a safra 2016/17 entre as equipes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – Abrapa, certificadoras e associações estaduais afiliadas, envolvidas no Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). O ABR é uma certificação conferida pela Abrapa às fazendas produtoras que cumprem à risca uma série de critérios de ordem social, ambiental e econômica estabelecidos pelo programa para a garantia de sustentabilidade da produção da fibra brasileira, e o reconhecimento desse status nos mercados interno e externo. Na safra 2015/16,  81% da produção nacional de algodão foi certificada, um recorde desde a criação do programa, em 2009.



As reuniões de alinhamento enfocaram, principalmente, os aspectos ambientais e trabalhistas do ABR. Na fazenda, os participantes conheceram na prática parte dos procedimentos administrativos e operacionais de uma unidade de produção que detém, além da certificação ABR, o selo da Better Cotton Iniciative (BCI), chancela internacional de sustentabilidade que atua em benchmark com o ABR. Os protocolos do Programa atendem à legislação Trabalhista e Ambiental do Brasil,  excedendo por vezes o texto das leis em função das especificidades da atividade agrícola.



"Nosso objetivo, nesses dois dias, foi discutir as diretrizes para a safra 2016/17 do programa, e, ainda, estabelecer referências para que as instituições certificadoras possam tomar decisões com mais segurança ao auditar o cumprimento dos protocolos", afirma o coordenador de Sustentabilidade da Abrapa, Fernando Rati.



A Fazenda Pamplona, do Grupo SLC, produz, majoritariamente, algodão, soja e milho, sendo uma referência em boas práticas na agricultura. "É muito gratificante poder partilhar a nossa experiência. Cumprir os protocolos nos traz benefícios de imagem, mas também de gestão, na medida em que reduz os desperdícios de tempo, de materiais, melhorando inclusive, nosso relacionamento com os colaboradores", afirmou o gerente Marcelo Peglow. O coordenador de Segurança e Saúde Ocupacional da fazenda, Regis Roehe destacou os ganhos nas rotinas produtivas da fazenda, quando ajustados nos procedimentos do programa. A Pamplona dispõe de equipes de fiscalização interna que auditam regularmente o cumprimento dos itens. "Eles garantem entre outras coisas o bem-estar geral de quem trabalha na unidade, e isso fortalece o nosso capital humano". No primeiro dia de reunião de alinhamento (30/01), a ênfase foi para meio ambiente, com apresentação ministrada pelo coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias Filho.

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Abrapa alinha certificadores e associadas às diretrizes do Programa ABR em 2016/17

01 de Fevereiro de 2017

Uma visita realizada ontem (31/01) à Fazenda Pamplona, localizada a 70 quilômetros de Brasília, no município de Cristalina – GO, encerrou dois dias atividades de alinhamento para a safra 2016/17 entre as equipes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – Abrapa, certificadoras e associações estaduais afiliadas, envolvidas no Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). O ABR é uma certificação conferida pela Abrapa às fazendas produtoras que cumprem à risca uma série de critérios de ordem social, ambiental e econômica estabelecidos pelo programa para a garantia de sustentabilidade da produção da fibra brasileira, e o reconhecimento desse status nos mercados interno e externo. Na safra 2015/16,  81% da produção nacional de algodão foi certificada, um recorde desde a criação do programa, em 2009.



As reuniões de alinhamento enfocaram, principalmente, os aspectos ambientais e trabalhistas do ABR. Na fazenda, os participantes conheceram na prática parte dos procedimentos administrativos e operacionais de uma unidade de produção que detém, além da certificação ABR, o selo da Better Cotton Iniciative (BCI), chancela internacional de sustentabilidade que atua em benchmark com o ABR. Os protocolos do Programa atendem à legislação Trabalhista e Ambiental do Brasil,  excedendo por vezes o texto das leis em função das especificidades da atividade agrícola.



"Nosso objetivo, nesses dois dias, foi discutir as diretrizes para a safra 2016/17 do programa, e, ainda, estabelecer referências para que as instituições certificadoras possam tomar decisões com mais segurança ao auditar o cumprimento dos protocolos", afirma o coordenador de Sustentabilidade da Abrapa, Fernando Rati.



A Fazenda Pamplona, do Grupo SLC, produz, majoritariamente, algodão, soja e milho, sendo uma referência em boas práticas na agricultura. "É muito gratificante poder partilhar a nossa experiência. Cumprir os protocolos nos traz benefícios de imagem, mas também de gestão, na medida em que reduz os desperdícios de tempo, de materiais, melhorando inclusive, nosso relacionamento com os colaboradores", afirmou o gerente Marcelo Peglow. O coordenador de Segurança e Saúde Ocupacional da fazenda, Regis Roehe destacou os ganhos nas rotinas produtivas da fazenda, quando ajustados nos procedimentos do programa. A Pamplona dispõe de equipes de fiscalização interna que auditam regularmente o cumprimento dos itens. "Eles garantem entre outras coisas o bem-estar geral de quem trabalha na unidade, e isso fortalece o nosso capital humano". No primeiro dia de reunião de alinhamento (30/01), a ênfase foi para meio ambiente, com apresentação ministrada pelo coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias Filho.

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Abrapa alinha certificadores e associadas às diretrizes do Programa ABR em 2016/17

01 de Fevereiro de 2017

Uma visita realizada ontem (31/01) à Fazenda Pamplona, localizada a 70 quilômetros de Brasília, no município de Cristalina – GO, encerrou dois dias atividades de alinhamento para a safra 2016/17 entre as equipes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – Abrapa, certificadoras e associações estaduais afiliadas, envolvidas no Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR). O ABR é uma certificação conferida pela Abrapa às fazendas produtoras que cumprem à risca uma série de critérios de ordem social, ambiental e econômica estabelecidos pelo programa para a garantia de sustentabilidade da produção da fibra brasileira, e o reconhecimento desse status nos mercados interno e externo. Na safra 2015/16,  81% da produção nacional de algodão foi certificada, um recorde desde a criação do programa, em 2009.



As reuniões de alinhamento enfocaram, principalmente, os aspectos ambientais e trabalhistas do ABR. Na fazenda, os participantes conheceram na prática parte dos procedimentos administrativos e operacionais de uma unidade de produção que detém, além da certificação ABR, o selo da Better Cotton Iniciative (BCI), chancela internacional de sustentabilidade que atua em benchmark com o ABR. Os protocolos do Programa atendem à legislação Trabalhista e Ambiental do Brasil,  excedendo por vezes o texto das leis em função das especificidades da atividade agrícola.



"Nosso objetivo, nesses dois dias, foi discutir as diretrizes para a safra 2016/17 do programa, e, ainda, estabelecer referências para que as instituições certificadoras possam tomar decisões com mais segurança ao auditar o cumprimento dos protocolos", afirma o coordenador de Sustentabilidade da Abrapa, Fernando Rati.



A Fazenda Pamplona, do Grupo SLC, produz, majoritariamente, algodão, soja e milho, sendo uma referência em boas práticas na agricultura. "É muito gratificante poder partilhar a nossa experiência. Cumprir os protocolos nos traz benefícios de imagem, mas também de gestão, na medida em que reduz os desperdícios de tempo, de materiais, melhorando inclusive, nosso relacionamento com os colaboradores", afirmou o gerente Marcelo Peglow. O coordenador de Segurança e Saúde Ocupacional da fazenda, Regis Roehe destacou os ganhos nas rotinas produtivas da fazenda, quando ajustados nos procedimentos do programa. A Pamplona dispõe de equipes de fiscalização interna que auditam regularmente o cumprimento dos itens. "Eles garantem entre outras coisas o bem-estar geral de quem trabalha na unidade, e isso fortalece o nosso capital humano". No primeiro dia de reunião de alinhamento (30/01), a ênfase foi para meio ambiente, com apresentação ministrada pelo coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias Filho.

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