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Sou de Algodão fecha mês de fevereiro com 1.214 marcas parceiras
17 de Março de 2023

Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), encerrou o mês de fevereiro com 1214 marcas parceiras em seu portfólio. Com a entrada de 20 novas empresas dos segmentos de artesanato, confecções, malharia e tecelagem e private label, o movimento superou a meta de 1200 conquistas no período. Marcas de homewear, feminino, infantil, moda íntima, masculino e unissex, foram as que mais tiveram adesões, área do mercado que mais procura pela parceria. Para esses empreendedores, é importante abraçar o movimento para que eles também adotem um posicionamento específico no mercado. ""Conquistar marcas tão importantes do mercado mostra o quanto o movimento Sou de Algodão se tornou fundamental para a moda brasileira. A demanda do público por empresas com produções conscientes cresceu nos últimos anos, e estamos aqui para atender essas expectativas e estimular o consumo responsável"", explica Alexandre Pedro Schenkel, produtor e presidente da Abrapa. O top 5 das parceiras Em fevereiro, os cinco maiores segmentos gerais são: Confecções, com 933 marcas no total; Artesanato e produtos personalizados, com 148;Fiações, tecelagens e malharias, 83 no total; Serviços e private label, com 25; Lojas de tecidos, com 8. Entre as confecções, as primeiras colocadas são: Infantil, com 269 marcas;Feminino, 210;Masculio e feminino, com 151; Masculino, com 79; Pijamas, com 59 marcas. Abrace este movimento: Site:www.soudealgodao.com.br Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn e Pinterest: @soudealgodao

Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão
17 de Março de 2023

Destaque da Semana – A volatilidade voltou com força no mercado de algodão, mas não por conta de fatores ligados à oferta e demanda, mas pela crise de confiança no sistema financeiro que começou com o colapso do Silicon Valley Bank (SVB) nos EUA. Algodão em NY 1 – O contrato Mai/23 fechou ontem a 79,16 U$c/lp (-3,7%). Algodão em NY 2 - Referência para a safra 2022/23, o contrato Dez/23 era cotado a 80,63 U$c/lp (-2,9%) e o Dez/24 a 76,75 (-3,5%) para a safra 2023/24. Preços (16/03), o algodão brasileiro estava cotado a 92,75 U$c/lp (-350 pts) para embarque em Mar-Abr/23 (Middling 1-1/8"" (31-3-36) posto Ásia, fonte Cotlook). Para embarque em Out-Nov/23 a referência do preço fechou em 97,25 U$c/lp (-275 pts). Baixistas 1 – Apesar dos Bancos Centrais terem agido rápido e dado garantias ao mercado e aos clientes, a atual crise no sistema bancário, que se espalhou para a Suíça também, é motivo grande preocupação. Baixistas 2 – A quebra do Silicon Valley Bank foi a segunda maior falência bancária desde a crise financeira de 2008 e o Credit Suisse, banco suíço que também passa por dificuldades, é o segundo maior banco do país. Altistas 1 – A seca continua grande no maior estado produtor dos EUA.  No sul do Texas, onde não existia problema de seca há um mês, hoje mais de 90% está em situação grave. No oeste do estado, a situação permanece inalterada com 73% de seca severa. Altistas 2 – No dia 31 de março o USDA divulgará o relatório de perspectiva de plantio da safra 2023/24. O sentimento no mercado é que o algodão perderá muita área no país nesta safra devido aos baixos retornos em comparação com outras culturas. China 1 - De acordo com os últimos números vindos de Xinjiang, a China deve fechar a produção do ano passado em 6,2 mi toneladas, menor que a estimativa de março do USDA, de 6,4 mil toneladas. Deste total, 5,84 milhões já estão classificados. China 2 - A Abrapa, por meio do Cotton Brazil, participará na próxima semana de um dos maiores eventos do setor do algodão na China, o 2023 CNCE Industry Development Conference, em Beijing. China 3 - O evento terá 500 empresas do setor têxtil chinês e a Abrapa fará palestra e terá um estande no evento. Faz parte da programação da entidade na China reuniões com os setores privado e público chinês para apresentar o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro. China 4 - Este programa oficial, sob gestão do Ministério da Agricultura (Mapa), visa regulamentar e certificar os resultados de HVI do algodão brasileiro. A implantação objetiva, com isso, valorizar o algodão brasileiro no exterior. China 5 - Isso ocorrerá por meio de relatórios de HVI padronizados e certificados oficialmente pelo MAPA, evitando reclassificação no destino, como é feito hoje na maioria dos mercados. China 6 - O Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro está na pauta da visita do Presidente Lula e do Ministro Carlos Fávaro à China a partir do dia 28 de março. Índia - A Cotton Association of India (CAI) reduziu sua estimativa de safra em 144,5 mil toneladas, para 5,32 milhões de toneladas, contra a nova estimativa do USDA em 5,33 milhões. A CAI manteve o uso da usina inalterado em 5,10 milhões de toneladas contra o USDA em 4,90 mi. Workshop - A Abrapa participou na segunda (13) do workshop de alinhamento de diretrizes da Apex/Brasil. Desde 2020, a Apex, que é ligada ao Ministério da Relações Exteriores, é parceria da Abrapa no Cotton Brazil, junto com Anea. Laboratório 1 - O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), da Abrapa, passou, pela terceira vez, por avaliação para manutenção da acreditação na norma NBR ISO/IEC 17025:2017. Laboratório 2 - A norma especifica os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente dos laboratórios. O processo foi realizado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro. Semeadura 2022/23 -  Até ontem (16/03) 99,9% do algodão brasileiro semeado, restando apenas o estado de Goiás (94,27%) finalizar o plantio. Beneficiamento 2021/22 -  Até ontem (16/03) 99,88% beneficiado, restando apenas o estado do Maranhão (95%) para finalizar o processo. Preços - Consulte tabela abaixo ⬇ Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, programa da Abrapa. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

Melhoramento contínuo
16 de Março de 2023

O Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), passou, pela terceira vez, por uma avaliação, com vistas à manutenção da acreditação na norma NBR ISO/IEC 17025:2017, que especifica os requisitos gerais para a competência, imparcialidade e operação consistente dos laboratórios. O processo aconteceu entre os dias 13 e 15 de março, e foi realizado pelo time da Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro. Inaugurado em dezembro de 2016, o CBRA foi acreditado em 2020. A CGCRE é responsável por fiscalizar a competência nos resultados das principais características de análise, sendo elas: micronaire, comprimento de UHML, uniformidade, resistência, grau de reflexão e grau de amarelamento. Foram observados os requisitos de gestão e técnicos, e, nos dois parâmetros, os avaliadores verificaram a conformidade com o que está descrito nas normas preestabelecidas. De acordo com o gestor de programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, a acreditação em na norma NBR ISO/IEC 17025:2017 é relevante para os cenários nacional e internacional. “O certificado tem um peso muito grande na credibilidade dos resultados do laboratório central. Consequentemente, dá maior confiança para os demais centros brasileiros, que são monitorados pelo CBRA”, explica Mizoguchi.  O gestor descreve o processo de reavaliação como uma escada de melhoramento contínuo. “A cada ano, nós vamos evoluindo. Hoje, eu posso dizer que nós temos um sistema muito maduro. Isso nos dá confiança e tranquilidade, quando nos submetemos a processos como este”, afirma. De acordo com a gestora de Acreditação e avaliadora líder da CGCRE, Fernanda Barboza, após esta etapa, um relatório será emitido e outros passos são necessários até que seja decidida a manutenção. “O laboratório terá um prazo de até 60 dias para os eventuais ajustes”, afirmou. Imprensa Abrapa Catarina Guedes – Assessora de Imprensa (71) 98881-8064 Carolina Gomes – Jornalista Assistente (71) 9 8881-1555

COMITIVA DA USTER VISITA O CBRA
15 de Março de 2023

Foi para tratar de questões como novas tecnologias, treinamentos, manutenção de peças e futuras aquisições que representantes da marca Uster, referência global em classificação instrumental de algodão, visitaram o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), na sede da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em Brasília, no dia 13 de março. A suíça Uster é a “grife” quase onipresente na análise de fibras no mundo. Ela existe desde 1875 e atua em 75 países. Participaram do encontro, na Abrapa, o diretor geral de Operações e Classing Business, Peyman Dehkordi, que está baseado nos Estados Unidos, o diretor regional de Vendas América do Sul e Central da Uster, na Suíça, Gregory Winiger, e o responsável pela agência de vendas da empresa, no Brasil, Jean-Luc Chanselme. Alguns dos membros da comitiva visitavam o Brasil, pela primeira vez, como foi o caso de Peyman Dehkordi, que se disse positivamente surpreso e impressionado com o que viu no CBRA. O centro faz parte do seleto grupo de apenas 11 laboratórios, no mundo, certificados pelo ICA Bremen, instituição que congrega o Bremen Fibre Institut (Fibre) e o Bremen Baumwollboerse (BBB). “O Brasil é um dos mais importantes mercados da Uster e está se tornado um player majoritário para o negócio de classificação de algodão. Esta visita foi muito importante, para mim, que trabalho com desenvolvimento de tecnologias: vim aqui me apresentar e conhecer o cliente, entender suas demandas e desafios e dividir com ele algumas das nossas possibilidades em novas tecnologias”, explicou. Outro ponto que chamou a atenção do visitante foi o fato de o CBRA ser criado e gerido por uma iniciativa do setor privado, “enquanto estruturas, assim, em outros países, são totalmente subsidiadas pelo governo”. Gregory Winiger não ficou menos impressionado. “Para mim, tudo isso é notável, e, sinceramente, foi além das minhas expectativas. Eu não sabia que veria, aqui, este nível de excelência. É o estado-da-arte em classificação”, sentenciou. Modernização contínua Representando o presidente da Abrapa na ocasião, o 2º tesoureiro da associação, Luiz Carlos Bergamaschi, ressaltou que a qualidade da análise depende diretamente da tecnologia. “A modernização é um processo contínuo em todos os laboratórios e isso é imprescindível para fortalecer a imagem do algodão brasileiro. Com esta visita, vimos as tecnologias que estão no pipeline da Uster, o que nos dá mais segurança nas futuras aquisições de máquinas. Além disso, falamos de tópicos importantes como manutenção de peças e treinamento de pessoas. Todos eles, fundamentais para o perfeito funcionamento do sistema”, falou Bergamaschi, que também é presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). O gestor do programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, que guiou a visita às instalações do CBRA, lembrou que, desde que o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) foi criado, esta foi a segunda visita realizada por um executivo da companhia suíça. “A primeira trouxe como inovação o grade dos colorímetros duplos. Atualmente, temos 49% dos equipamentos com essa tecnologia, que é a mesma utilizada no programa de qualidade americano. Com o aumento da produção de algodão, será necessária a aquisição de novos equipamentos, além da reposição das máquinas mais antigas. E com a ‘certificação oficial do algodão brasileiro’ pelo Ministério da Agricultura, temos que garantir equipamentos com mais tecnologia e precisão”, concluiu, referindo-se à expectativa do setor produtivo por uma produção de mais de três milhões de toneladas, na safra 2022/2023, e pela implementação do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro, certificação oficial da fibra nacional chancelada pelo Mapa. Imprensa Abrapa Catarina Guedes – Assessora de Imprensa (71) 98881-8064 Fotos: Abrapa/Marcplus

Comitiva da Uster visita o CBRA
14 de Março de 2023

Foi para tratar de questões como novas tecnologias, treinamentos, manutenção de peças e futuras aquisições que representantes da marca Uster, referência global em classificação instrumental de algodão, visitaram o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), na sede da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em Brasília, no dia 13 de março. A suíça Uster é a ""grife"" quase onipresente na análise de fibras no mundo. Ela existe desde 1875 e atua em 75 países. Participaram do encontro, na Abrapa, o diretor geral de Operações e Classing Business, Peyman Dehkordi, que está baseado nos Estados Unidos, o diretor regional de Vendas América do Sul e Central da Uster, na Suíça, Gregory Winiger, e o responsável pela agência de vendas da empresa, no Brasil, Jean-Luc Chanselme. Alguns dos membros da comitiva visitavam o Brasil, pela primeira vez, como foi o caso de Peyman Dehkordi, que se disse positivamente surpreso e impressionado com o que viu no CBRA. O centro faz parte do seleto grupo de apenas 11 laboratórios, no mundo, certificados pelo ICA Bremen, instituição que congrega o Bremen Fibre Institut (Fibre) e o Bremen Baumwollboerse (BBB). ""O Brasil é um dos mais importantes mercados da Uster e está se tornado um player majoritário para o negócio de classificação de algodão. Esta visita foi muito importante, para mim, que trabalho com desenvolvimento de tecnologias: vim aqui me apresentar e conhecer o cliente, entender suas demandas e desafios e dividir com ele algumas das nossas possibilidades em novas tecnologias"", explicou. Outro ponto que chamou a atenção do visitante foi o fato de o CBRA ser criado e gerido por uma iniciativa do setor privado, ""enquanto estruturas, assim, em outros países, são totalmente subsidiadas pelo governo"". Gregory Winiger não ficou menos impressionado. ""Para mim, tudo isso é notável, e, sinceramente, foi além das minhas expectativas. Eu não sabia que veria, aqui, este nível de excelência. É o estado-da-arte em classificação"", sentenciou. Modernização contínua Representando o presidente da Abrapa na ocasião, o 2º tesoureiro da associação, Luiz Carlos Bergamaschi, ressaltou que a qualidade da análise depende diretamente da tecnologia. ""A modernização é um processo contínuo em todos os laboratórios e isso é imprescindível para fortalecer a imagem do algodão brasileiro. Com esta visita, vimos as tecnologias que estão no pipeline da Uster, o que nos dá mais segurança nas futuras aquisições de máquinas. Além disso, falamos de tópicos importantes como manutenção de peças e treinamento de pessoas. Todos eles, fundamentais para o perfeito funcionamento do sistema"", falou Bergamaschi, que também é presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). O gestor do programa de Qualidade da Abrapa, Edson Mizoguchi, que guiou a visita às instalações do CBRA, lembrou que, desde que o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) foi criado, esta foi a segunda visita realizada por um executivo da companhia suíça. ""A primeira trouxe como inovação o grade dos colorímetros duplos. Atualmente, temos 49% dos equipamentos com essa tecnologia, que é a mesma utilizada no programa de qualidade americano. Com o aumento da produção de algodão, será necessária a aquisição de novos equipamentos, além da reposição das máquinas mais antigas. E com a 'certificação oficial do algodão brasileiro' pelo Ministério da Agricultura, temos que garantir equipamentos com mais tecnologia e precisão"", concluiu, referindo-se à expectativa do setor produtivo por uma produção de mais de três milhões de toneladas, na safra 2022/2023, e pela implementação do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro, certificação oficial da fibra nacional chancelada pelo Mapa. 14.03.2023 Imprensa Abrapa Catarina Guedes – Assessora de Imprensa (71) 98881-8064

Workshop da Apex em São Paulo
14 de Março de 2023

​A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participou, no dia 13 de março, do Workshop de Alinhamento de Diretrizes da Apex/Brasil com as entidades de classe dos diversos setores econômicos do País, representadas por cerca de 140 pessoas. O evento foi aberto pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Desde dezembro de 2020, a Apex, que é ligada ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), é parceira da Abrapa, no Cotton Brazil, juntamente com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea). Juntas, neste programa estratégico de promoção internacional da fibra, as instituições trabalham para a abertura de novos mercados para o produto nacional e manutenção dos já existentes, principalmente, na Ásia, tendo como um “posto avançado” nesta tarefa, um escritório em Singapura. O objetivo do evento na capital paulista foi trabalhar estratégias, tendo em vista as tendências e oportunidades para os produtos e serviços brasileiros no mercado internacional. Também estiveram presentes o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, além de representantes do Mapa, MRE e MDIC. Em sua fala, Alckmin lembrou que investimento econômico é um fator de estabilidade social. “O desenvolvimento é o novo nome da paz. Não há paz verdadeira onde não há emprego, renda, oportunidade para as pessoas. Nosso desafio é atrair investimentos para o Brasil e exportar nossos produtos e serviços. A ApexBrasil tem 25 anos, é jovem, mas tem uma larga experiência”, comentou. “Não tem política industrial sem política comercial”, completou. De acordo com o gerente financeiro da Abrapa, Francisco Alves de Lima Júnior, que assistiu ao evento em companhia dos representantes da Markestrat, assessoria estratégica do Cotton Brazil, o workshop foi “uma excelente oportunidade de discutir temas relevantes para a promoção comercial, além de conhecer as novas diretrizes estratégicas da ApexBrasil, que buscam agregar, aos projetos setoriais, temas voltados à descarbonização, equidade de gênero, digitalização e desenvolvimento regional, dentre outras agendas”, concluiu. 14.03.2023 Imprensa Abrapa Catarina Guedes – Assessora de Imprensa (71) 9 8881-8064

​Relatório de Safra da Abrapa – Março 2023
13 de Março de 2023

A quantas andam produção, área e estimativas de produtividade, para a safra 2022/2023? E mais: comercialização, exportações e o finalzinho do beneficiamento do algodão do ciclo anterior. Quem subiu, quem desceu e qual a posição do Brasil no ranking de produtores e exportadores globais? Quais foram os principais destinos da fibra nacional e o que esperar da produção e do consumo mundial? Os principais indicadores da commodity, no Brasil e no mundo, você encontra no Relatório de Safra da Abrapa. Você, bem-informado, para tomar as melhores decisões. Confira agora mesmo no link:FINAL.Relatorio_safra_Abrapa.mar2023

Inspetores das UBAs do MS passam pela capacitação para a “certificação oficial”
10 de Março de 2023

A maratona de treinamentos para o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro chegou ao Mato Grosso do Sul, onde mais de 50 inspetores de Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBAs) foram treinados, na sede da Associação Sul Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampasul), no dia 07 de março. O Programa da Qualidade do Algodão Brasileiro é a certificação oficial da fibra, chancelada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com ele, Governo e Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) esperam simplificar etapas e dispensar a necessidade de rechecagem do algodão, pelos países de destino e mesmo no mercado interno, a partir do pressuposto de que a análise do produto comercializado é fidedigna. Para isto, todo um esforço no aprimoramento dos processos e no cumprimento rigoroso da legislação já existente estão sendo empreendidos. O Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro é baseado no autocontrole e, por isso, tanto laboratórios quanto UBAs precisam designar inspetores, que são funcionários capacitados, detentores dos conhecimentos legais e técnicos para o ofício, e legalmente responsáveis pelos dados que informam. O treinamento tem supervisão da Superintendência Federal de Agricultura do Distrito Federal, SFA/DF, e foi aprovado pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), do mesmo ministério.A capacitação ocorreu no Centro de Eventos do Algodão, da Ampasul, em Chapadão do Sul O conteúdo programático abordou os requisitos legais do programa, como a Instrução Normativa nº24 de 14 de julho de 2016, do Mapa, que define o regulamento técnico do algodão em pluma, o padrão oficial de classificação, os requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação e a marcação ou rotulagem, nos aspectos referentes à classificação do produto. Já a Portaria 375, de 12 de agosto de 2021, estabelece os requisitos e critérios para a certificação voluntária dos produtos de origem vegetal. Inspetores das UBAs do MS passam pela capacitação para a “certificação oficial – YouTube O estado tem oito algodoeiras, mas por questão de distância geográfica, atraiu outras quatro UBAs do vizinho, Goiás. Após a capacitação – ministrada pela diretora de Relações Institucionais da Abrapa, Silmara Ferraresi, e pelo gestor do programa de Qualidade da associação, Edson Mizoguchi –, a sensação, para o gestor de laboratório da Ampasul, Renato Marinho de Souza, foi de que o público tomou consciência da complexidade, importância e do grau de responsabilidade que as algodoeiras e laboratórios terão de assumir, com o Programa de Qualidade.A capacitação foi ministrada pela diretora de Relações Institucionais da Abrapa, Silmara Ferraresi, e pelo gestor do programa de Qualidade da associação, Edson Mizoguchi “Todos os aspectos legais permanecem os mesmos, mas, agora, o descumprimento deles pode descredenciar o fardo à certificação oficial, e isso trará consequências”, explica. Souza diz ainda que, antes mesmo da capacitação da Abrapa e do Mapa, a Ampasul já desenvolvia um trabalho de alerta em relação ao cumprimento da legislação. “Antes, parecia que nós clamávamos no deserto. No dia seguinte ao treinamento, recebemos diversas ligações dos participantes que deixaram claro que entenderam a responsabilidade e estão comprometidos a trabalhar pela classificação”, afirmou. O diretor executivo da Ampasul, Adão Hoffmann, ressaltou que um dos pontos que mais lhe chamaram a atenção foi a explicação da etiqueta SAI. A etiqueta é a síntese do programa de rastreabilidade da Abrapa e funciona como um “CPF” de cada fardo de algodão produzido no Brasil. Ela é composta por uma série de 20 algarismos, incluindo dígito verificador, dispostos em uma ordem lógica, no código de barras. Dentre estes números, o código fornecido pela GS1, organização internacional parceira da Abrapa, no Brasil, que fornece códigos de barras (EAN/UPC) no mundo. “Os profissionais capacitados pela Abrapa e Mapa trabalham diariamente com estas etiquetas, mas muitos deles não detinham o conhecimento do que cada um dos números quer dizer. Depois do encontro, tudo ficou mais claro”, disse Hoffmann. Inspetores das UBAs do MS passam pela capacitação para a “certificação oficial – YouTube Entre as informações embarcadas nas etiquetas SAI, estão onde o algodão foi produzido, o local de beneficiamento e até em que prensa ele foi compactado. Da mesma forma, o código informa se aquele algodão é certificado pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e/ou licenciado pela Better Cotton Initiative (BCI), que tratam da sustentabilidade da fibra. “Para a certificação oficial, contudo, o que precisamos deixar claro e transparente é a resposta a duas perguntas: se a amostra enviada ao laboratório, realmente, corresponde e representa o fardo e se análise de HVI (High Volume Instrument), realizada na amostra, respeitou os padrões internacionais. A credibilidade do produto brasileiro depende, diretamente, da precisão em todos os processos”, sintetiza Silmara Ferraresi. Como o código de barras SAI (20 dígitos) é formado: 00 – Tipo de código 0 a 9 – Dígito de extensão – indica se a algodoeira é matriz ou filial 789854519 – Sequência de 9 dígitos – GS1 – identificação da algodoeira 1 a 9 – identificação da prensa 064004 – Número do fardo 5 – Dígito verificador Confira abaixo: Fonte: Abrapa/Jovem Sul News