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Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão
10 de Maio de 2024Destaque da Semana - As cotações algodão reagiram esta semana, suportadas pelas expectativas de redução de área plantada nos EUA, e aumento da demanda nos patamares de preços da semana passada. O foco agora está no relatório mensal de estimativas de Oferta e Demanda Agrícola Mundial (WASDE) do USDA, que sai hoje, com os primeiros números para 2024/25. Algodão em NY - O contrato Jul/24 fechou nesta quinta 09/05 cotado a 78,60 U$c/lp (+4,0% na semana). O contrato Dez/24 fechou a 76,46 U$c/lp (+3,2% na semana) e o Dez/25 a 75,04 U$c/lp (+1,4% na semana). Basis Ásia - Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 830 pts para embarque Out/Nov-24 (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 09/mai/24). Altistas 1 - Há uma expectativa de algumas consultorias que no relatório WASDE do USDA de hoje a área plantada nos EUA 2024/25 seja reduzida. Altistas 2 - Nesta semana, o salto nas vendas semanais reportadas pelo USDA mostrou que o mercado respondeu com aumento de demanda aos preços abaixo de 80 cents. Baixistas 1 - As cotações de algodão na China caíram 3,2% nesta semana. Baixistas 2 - Mais chuvas caíram em todo o Texas e a previsão dos próximos sete dias indica mais chuva. Plantio 1 - Até 6 de maio, o plantio de algodão nos EUA alcançou 24% da área – superando em 9p.p. a marca da semana anterior. Em 11 dos 15 principais estados, o ritmo estava similar ou adiantado ao ano anterior. Plantio 2 - No Paquistão, a semeadura avançou nos últimos dias com o clima quente e seco. De forma geral, a safra se desenvolve bem no país, que inicia o beneficiamento no final de maio. Plantio 3 - Na região de Xinjiang, principal polo produtor da China, o plantio está praticamente finalizado. Predominam temperaturas altas, o que favorece o desenvolvimento das plantas. Oferta e Demanda - O ICAC divulgou sua 1ª estimativa incluindo 2024/25. A previsão é de produção global de 25,22 milhões tons e consumo de 25,37 milhões. A relação estoque/uso ficou em 74%, contra 76% no ciclo anterior. China 1 - No início de maio, a importação de algodão pelo Porto de Qingdao superou em 35 mil tons a marca registrada no início de abril, totalizando 595 mil tons. Destaque para o algodão brasileiro: 43,5% do total. China 2 - Estudo identificou vestígios de algodão de Xinjiang em mercadorias vendidas nos EUA em 2023. Desde 2021, os EUA instituíram lei proibindo produtos da região chinesa, denunciada por trabalho forçado de muçulmanos uigures. Bangladesh - A exportação de roupas prontas de malha e tecido bangladeses movimentou US$ 3,29 bilhões em abril - 24% a menos que em mar/24. No ano fiscal, o acumulado é de US$ 40,5 bilhões. Austrália 1 - Nas últimas semanas, a colheita do algodão foi suspensa na Austrália devido à chuva. Com previsão de mais precipitação nos próximos dias, há risco de inundação – colocando os produtores em alerta. Austrália 2 - Em março, foram exportadas 38.713 toneladas de algodão pela Austrália - menor volume mensal em quase dois anos. No acumulado de ago/23 a mar/24, foram cerca de 876 mil tons (-7,5% a menos que em 2022/23). Vietnã - A queda dos contratos futuros movimentou o mercado vietnamita na última semana. Entre os produtos priorizados pelas fiações, destaque para o algodão brasileiro. Missão Egito-Turquia 1 - O Cotton Brazil realiza mais uma missão internacional neste ano. De 12 a 19 de maio, os destinos são Egito e Turquia. Missão Egito-Turquia 2 - Uma delegação com 12 representantes da Abrapa, Anea e Apex-Brasil participam do intercâmbio. Duas edições do seminário ‘Cotton Brazil Outlook’ serão realizadas em Cairo (Egito) e Antalya (Turquia). Missão Egito-Turquia 3 - O Egito, que liberou importações de algodão Brasileiro em jan/23, e a Turquia, 4o maior importador de algodão do Brasil, estão entre os 10 países prioritários do Cotton Brazil para desenvolvimento de mercados. Exportações 1 - O Brasil exportou 241,5 mil tons de algodão em abr/24. É o segundo mês consecutivo de recorde de volume exportado (março e abril). Exportações 2 - No acumulado de agosto/23 a abril/24, as exportações somaram 2,12 milhões tons, alta de 69% com relação ao mesmo período do ciclo passado. Colheita 2023/24 - Paraná e São Paulo iniciaram a colheita. Até ontem (09/05), 50% foram colhidos no estado do PR e 34,5% em SP. Total Brasil: 0,24%. Preços - Consulte tabela abaixo ⬇ Tabela de cotação 10.05 Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, iniciativa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com
Egito e Turquia recebem missão do Cotton Brazil
10 de Maio de 2024Um ano e quatro meses depois que o Egito abriu seu mercado ao algodão brasileiro, a Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) inicia pelo país a quinta missão internacional do Cotton Brazil em 2024. De 12 a 19 de maio, uma delegação com 12 brasileiros participa da chamada “Missão Egito-Turquia”. O Cotton Brazil é a iniciativa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. Desenvolvido pela Abrapa, o programa é realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e apoio da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea). Entre os países prioritários do Cotton Brazil estão Egito e Turquia. Como o Egito é um parceiro comercial mais recente, a programação no país será maior. “Queremos entender um pouco mais a fundo as necessidades do mercado egípcio, conhecer os principais players e iniciar o diálogo com as entidades representativas do setor”, antecipa o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel. Schenkel coordenará a comitiva, que além de representantes da Abrapa, terá diretores e técnicos da Anea, da Apex-Brasil e da Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa). A agenda de trabalho começa no dia 14 (terça), quando a delegação se reúne com a Cotton Arbitration and Testing General Organization (CATGO), em Alexandria. A CATGO é a mais importante organização de arbitragem e testes de algodão do Egito, tanto para exportação quanto importação. No mesmo dia, os brasileiros terão reuniões com as lideranças da Alexandria Cotton Exporters Association (Alcotexa), a associação de exportadores de algodão da região. Já no Cairo, capital do Egito, ocorre no dia 15 (quarta) uma edição do seminário “Cotton Brazil Outlook”, no qual são apresentados tanto o status atual da safra 2024 no Brasil como as perspectivas para o ciclo 2025. A agenda no país termina no dia 16 (quinta), com visita técnica a fiações, ao Ministério da Agricultura do Egito e ao Cotton Research Centre – Centro Nacional de Pesquisa do Algodão. No dia 17 (sexta), o grupo brasileiro segue para Antalya, na Turquia. A cidade recebe mais uma edição do “Cotton Brazil Outlook”, para uma plateia seleta, formada por industriais, executivos e investidores do setor. Em seguida, a comitiva retorna para o Brasil. Números – Reconhecido globalmente pelo algodão de alta qualidade, o Egito enfrenta uma tendência de queda tanto na área plantada quanto na produtividade, nos últimos 15 anos. Por isso, tem ampliado sua importação. No ciclo 2022/23, o país adquiriu 99,5 toneladas do Brasil. De agosto de 2023 a março de 2024, o volume totaliza 8.521 toneladas – nestes oito meses, a importação do algodão brasileiro já é 85 vezes maior que nos 12 meses do ano comercial anterior. Já a Turquia investe na importação para abastecer sua pujante indústria de confecções – sendo a quarta maior exportadora de roupas do mundo. Na temporada 2022/23, o país foi o quinto maior importador mundial de pluma, comprando 165 mil tons de algodão brasileiro. Esse volume permitiu ao Brasil um market share de 18% sobre o total.
Cadeia produtiva do algodão é tema de aula em curso para mulheres da Corteva
10 de Maio de 2024O diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), Marcio Portocarrero, ministrou uma aula especial sobre a cadeia produtiva do algodão, no dia 8 de maio, para as participantes da Academia de Liderança para Mulheres do Agronegócio (Alma), da Corteva Agriscience. Convidado a contribuir para o módulo de Gestão do Agronegócio, o executivo abordou o trabalho da entidade em seus quatro pilares de atuação - qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade e promoção - e o histórico que levou o país a se consolidar como um dos maiores produtores de algodão do mundo, além dos desafios futuros. “Enfatizamos a importância do algodão e de toda a sua cadeia produtiva tanto no agronegócio quanto na industrialização. Destacamos os obstáculos que enfrentamos com a concorrência das fibras sintéticas e a importância da produção sustentável e rastreável. Também discutimos as ações estratégicas desenvolvidas em cada um dos temas de trabalho da entidade", pontuou. O desenvolvimento da cotonicultura brasileira baseia-se na tecnologia e na produtividade. "Apesar de ter uma área de produção 2,5 vezes menor que a dos Estados Unidos, o país consegue produzir cinco vezes mais algodão", destacou Portocarrero. O algodão é um produto versátil, com diversas aplicações. Além da fibra têxtil, utilizada na confecção de roupas, lençóis e outros produtos, o caroço do algodão é aproveitado para a produção de óleo, ração animal e biodiesel. A cadeia produtiva do algodão também é a segunda que mais gera empregos no Brasil, com 1,34 milhão de empregos formais e um total de 8 milhões quando consideramos os empregos indiretos e o efeito renda. Portocarrero também ressaltou a importância dessa cadeia para a economia brasileira, enfatizando que a produção de algodão gera renda para milhões de pessoas e contribui para o desenvolvimento do país. Alma A iniciativa foi criada em 2018, em parceria entre a Corteva Agriscience, Fia Business School e a Associação Brasileira de Agronegócio (Abag) para mulheres que ocupam cargos no setor, buscando impulsionar seu desenvolvimento como futuras líderes do agronegócio.
Sucesso na largada!
10 de Maio de 2024Ainda faltam quatro meses para o 14º Congresso Brasileiro do Algodão 2024, mas pelo menos dois recordes já foram batidos. O primeiro é o de área de exposição: serão 7.000 metros quadrados destinados ao melhor da tecnologia em produtos e serviços para o setor produtivo da fibra, contra 4.800, em 2022, na edição realizada em Salvador (BA). O segundo marco já fincado para o 14º CBA é o de “novos entrantes”. No momento, de acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), realizadora do evento, 100% dos espaços para as cotas Ouro Premium, Ouro, Prata, Bronze, Cobre e Stand já foram negociados, sendo que, do total, 41% foram fechados por novos expositores, em um total de 60 empresas. O CBA é o maior evento da cotonicultura brasileira e acontece a cada dois anos. Em 2024, será realizado em Fortaleza (CE), entre os dias 03 e 05 de setembro, com expectativa de público superior a três mil pessoas. Espaços alternativos De acordo com a organização do 14º CBA, quem não garantiu seu espaço na Área de Exposição, mas quer ter sua logomarca em evidência no evento, tem ainda uma chance, na cota Lounge. Mas a Abrapa adverte que essa oportunidade é limitada. “Na verdade, superamos a nossa meta para a cota Lounge, e abrimos a possibilidade sob demanda, dentro das condições de conforto e visibilidade do local”, explica a diretora de Relações Institucionais da Abrapa e gestora do 14º CBA, Silmara Ferraresi. Ela adianta que, para os que já são expositores, há ainda possibilidade de aquisição na Cota Extra. “São espaços para ativações de marcas que já estão na área de exposição e querem potencializar sua presença, como, por exemplo, trazendo máquinas e equipamentos para a área externa do Centro de Eventos, ou ainda em detalhes no mobiliário e outras facilidades do local”, explica. Para o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, o sucesso pré-evento é um indicativo muito bom, tanto da qualidade do congresso em si, quanto do trabalho desenvolvido pelos produtores através da Abrapa. “O CBA é sem dúvida o mais relevante acontecimento da cotonicultura brasileira e as marcas e agentes da cadeia produtiva fazem questão de estar lá. Estamos muito animados para sua realização este ano”, concluiu. Para saber mais sobre a disponibilidade de espaços, procure: Comunicato Eventos Únicos www.comunicatoeventos.com.br +55 (61) 3963-5769 +55 (61) 99258-3417 contato@congressodoalgodao.com.br expositor@congressodoalgodao.com.br
Abrapa é destaque no São Paulo Cotton Day 2024
10 de Maio de 2024O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Schenkel, foi um dos destaques do São Paulo Cotton Day 2024, realizado na Fazenda Olhos D’Água, em Itaí (SP), no dia 8 de maio. O dia de campo, organizado pela Associação Paulista dos Produtores de Algodão (Appa), uma das nove associadas estaduais da Abrapa, reuniu produtores, pesquisadores e entidades para um dia de debates e imersão em tecnologias e inovações para a cotonicultura. “O Brasil tem todas as condições para se tornar o líder mundial na produção de algodão. Mas, para isso, precisamos continuar investindo em pesquisa e desenvolvimento, em inovação tecnológica e na profissionalização dos nossos produtores. O São Paulo Cotton Day é um evento importante que contribui para o desenvolvimento da cotonicultura do país”, afirmou Schenkel. Com o objetivo de disseminar conhecimentos e apresentar as melhores práticas para o manejo da cultura do algodão, o dia de campo ofereceu uma programação completa, incluindo palestras, demonstrações de campo e cases de sucesso. Marcelo Prado apresentou a gestão como diferencial de excelência em propriedades rurais, enquanto Lucilio Alves tratou do recorde de produção e exportações da pluma, discutindo as perspectivas para 2024 e 2025. Além disso, dois cases de sucesso foram apresentados: um sobre o uso da tecnologia de aplicação para o manejo do bicudo-do-algodoeiro, com Diogo Lemos, e outro sobre o uso de reguladores vegetais na cultura do algodão, com Reinaldo Anastácio. O evento também incluiu uma visita técnica ao campo experimental de cultivares de algodão, na Fazenda Olhos D’Água. Homenagem Durante o dia de campo, o presidente da Appa, Thomas Derks, aproveitou a oportunidade para prestar uma homenagem em reconhecimento aos 25 anos de atuação da Abrapa, que foi celebrado no dia 7 de abril. Derks entregou uma placa comemorativa ao presidente Schenkel, destacando a importante contribuição da entidade para o desenvolvimento da produção de algodão no Brasil. “Estou muito honrado em receber esta homenagem em nome da Abrapa", disse Schenkel. "A Abrapa e a Appa são entidades parceiras, que trabalham juntas para o crescimento do setor algodoeiro brasileiro”, completou.
Abrapa comemora derrubada de vetos a leis que beneficiam o agronegócio
10 de Maio de 2024O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (9), parte dos vetos presidenciais à Lei 14.785/2023, conhecida como Lei dos Defensivos Agrícolas. Para a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a iniciativa representa um marco para o agronegócio brasileiro, aprimorando o controle, a inspeção e a fiscalização desses produtos no Brasil. “Consideramos uma conquista significativa para o setor produtivo brasileiro, pois agora o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) assumirá o papel de coordenador nos processos de reanálise de riscos, com autoridade para solicitar informações aos órgãos de saúde e meio ambiente", declarou Alexandre Schenkel, presidente da entidade. A Lei dos Defensivos Agrícolas, que teve seu projeto em tramitação desde 1999, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 28 de dezembro de 2023, após 14 vetos ao texto original. A derrubada dos vetos corrige distorções e aperfeiçoa a legislação, tornando-a mais moderna e adequada à realidade do campo brasileiro. Um dos principais pontos da lei é a centralização da reavaliação de ingredientes ativos usados na agricultura no Mapa. Essa centralização visa agilizar os processos de registro e reanálise dos defensivos agrícolas, sem comprometer as competências técnicas da Anvisa e do Ibama. “Esperamos que, com o passar do tempo, a lista de produtos em espera seja reduzida, permitindo aos produtores brasileiros acesso a tecnologias mais modernos e eficientes, que tenham um impacto significativamente menor no meio ambiente e na saúde. Desejamos que esses avanços também impulsionem a exportação dos produtos nacionais para todo o mundo, com a garantia de sua qualidade e segurança”, completou Schenkel. O Ibama, na área ambiental, atuará como suporte ao registro que o Mapa concederá às empresas que submeterem produtos para registro e uso no Brasil. Já a Anvisa, na área de saúde, será consultada caso haja risco à saúde humana, emitindo parecer contra ou a favor do registro. Essa divisão de responsabilidades, com o Mapa como coordenador central, irá garantir um processo mais eficiente e seguro. Embora a derrubada dos vetos represente um grande avanço, ainda há pendências a serem resolvidas. A discussão sobre as taxas de registro dos defensivos foi adiada para o dia 28 de maio. Ela é crucial para garantir um equilíbrio entre a necessidade de arrecadar recursos para o custeio dos processos de registro e a competitividade do agronegócio brasileiro. Zona de Exclusão A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) decidiu, nesta quinta-feira (9), pela extinção da zona de exclusão para o cultivo de algodão transgênico em duas regiões do Mato Grosso. Por 21 votos a 3, o resultado representa um marco para o desenvolvimento do Estado e para o agronegócio brasileiro. A zona de exclusão foi criada para evitar a contaminação de espécies nativas de algodão e o impacto ambiental na região pantaneira. No entanto, estudos da Embrapa comprovaram que não há riscos nessas áreas específicas do Mato Grosso, e que a liberação do plantio de algodão transgênico traria um grande potencial econômico para a região. “A extinção da zona de exclusão permitirá que o Mato Grosso, maior produtor de algodão do Brasil, explore todo o seu potencial produtivo. Isso significa mais empregos, renda e desenvolvimento para o Estado, além de contribuir para a segurança alimentar do país e para a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional”, explicou Schenkel.
3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores encerra as inscrições com recorde absoluto
10 de Maio de 2024O Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, concurso promovido pelo movimento Sou de Algodão e a Casa de Criadores, encerrou suas inscrições no último dia 30 de abril. Foram qualificados 327 projetos que respeitaram os critérios de seleção, entre eles, a composição mínima de 70% de algodão nas peças. A 3ª edição recebeu 960 inscrições de trabalhos individuais ou em duplas, com mais de 1.130 estudantes de moda e design envolvidos, de 116 instituições de ensino superior e técnico de todo o Brasil. Entre as inscrições válidas, a região Sudeste se destacou mais uma vez, com 188 projetos enviados, correspondendo a 57% de todas as validadas, seguida pelo Sul, com 69, Nordeste, com 46, Centro-Oeste, com 19 e Norte com 5 trabalhos finalizados, cadastrados na plataforma. "Essa é a oportunidade de os estudantes demonstrarem toda a sua criatividade. Esse ano, o número total de inscrições e de trabalhos completos superou as duas primeiras edições juntas. Esse recorde comprova como o algodão tem se tornado cada vez mais popular entre os estudantes de moda”, avalia Silmara Ferraresi, diretora de relações institucionais da Abrapa e gestora do Sou de Algodão. “A união da Casa de Criadores com o Sou de Algodão tem se mostrado cada vez mais forte. Ter mais de 1.000 alunos envolvidos nos projetos inscritos do Desafio nos enche de alegria, porque sabemos que estamos dando espaço para lançar novos talentos, além de possibilitar que estudantes de todo o Brasil tenham sua primeira oportunidade no concorrido universo da moda”, explica André Hidalgo, diretor da Casa de Criadores. Em edições passadas, o Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores revelou nomes como Mateus Cardoso, Dario Mittmann, Rodrigo Evangelista e Guilherme Dutra. Próximas etapas do 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores Dos 321 trabalhos qualificados, serão classificados até 15 projetos de cada uma das cinco regiões. A divulgação será feita por e-mail, mensagem e redes sociais do Sou de Algodão até o próximo dia 17 de maio. A avaliação dos semifinalistas será realizada por uma comissão de jurados distribuídos nas cinco regiões do País. Entre eles, estão estilistas, formadores de opinião e jornalistas de moda, como Maurício Duarte, Daniela Falcão, Gabriel Fusari, Mateus Barbosa, Sam Tavares, Rener Oliveira, Heloisa Strobel, Renata Brosina e Carol Hungria. Nesta fase, serão nomeados até dois candidatos de cada região, totalizando 10 finalistas, que irão apresentar seus trabalhos em desfile presencial na 55ª edição do evento Casa de Criadores, em novembro de 2024. A premiação O grande vencedor do 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores receberá um prêmio de R$ 30 mil, entrará para line-up oficial da Casa de Criadores e desfilará uma nova coleção na 56ª edição do evento, previsto para o primeiro semestre de 2025. O professor orientador desse trabalho também será reconhecido, com uma Bolsa Orientação, no valor de R$ 10 mil. O segundo e terceiro colocados também serão premiados. Eles ganharão 100 e 50 metros de tecido, respectivamente, fornecidos por tecelagens e malharias parceiras do movimento Sou de Algodão. Mais informações sobre o 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores podem ser encontradas neste link. Sobre Sou de Algodão Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 82% de toda a produção nacional de algodão. Abrace este movimento: Site: www.soudealgodao.com.br Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn, Pinterest: @soudealgodao TikTok: @soudealgodao_
Abrapa discute novas tecnologias para o setor em encontro da Corteva
08 de Maio de 2024O diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), Marcio Portocarrero, participou de um encontro com a diretoria da Corteva Agriscience, durante um jantar oferecido pela empresa, em Brasília, no dia 7 de maio. O evento contou com a presença do CEO global Chuck Magro, da CEO para o Brasil, Ana Claudia Cerasoli, e da diretoria da empresa no país, além de representantes de entidades do agronegócio brasileiro, para discutir as perspectivas do setor e as demandas relacionadas a novas tecnologias para o desenvolvimento da agricultura. Entre os participantes estavam a Aprosoja Brasil, Abramilho e Associação dos Pulses e Algodão. Do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) estiveram presentes o assessor especial do ministro Carlos Fávaro, Carlos Augustin, e o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, acompanhados da diretora Edilene Cambraia. "Discutimos a necessidade de novas moléculas químicas para substituir as atualmente utilizadas, o desenvolvimento de produtos biológicos e o melhoramento genético de plantas para oferecer sementes OGM com um espectro maior de resistência a pragas, com foco na soja, milho e algodão", explicou Portocarrero. A Corteva aproveitou a oportunidade para apresentar seus novos projetos para o Brasil e destacar seu compromisso em fortalecer a aproximação com as demandas do setor produtivo.