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Capacitação de inspetores de UBA para o Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB) é feita em Goiânia
29 de Maio de 2024

Profissionais que trabalham nas Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA) tiveram a oportunidade de participar de um curso de capacitação e qualificação como inspetores, oferecido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), no dia 28 de maio. O curso foi realizado no Laboratório de Classificação Visual e Tecnológica da Fibra de Algodão da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa) e teve supervisão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), como parte do Programa da Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB). De acordo com o gestor do programa de Qualidade da entidade, Edson Mizoguchi, essa iniciativa visa garantir a qualidade da pluma nacional. “Além da capacitação, o laboratório da Agopa adquiriu mais um instrumento de análise de alto volume Classing Q PRO para atender seus associados. Ele é acredito pela NBR ISO IEC 17025 para o escopo de análise de micronaire, UHML, uniformidade, resistência, grau de brilho e grau de amarelamento, principais características comerciais da pluma”, informou o gestor, que na ocasião também apresentou as diretrizes do programa Standard Brasil HVI (SBRHVI) e do PQAB. Durante o treinamento, os participantes aprofundaram seus conhecimentos sobre os requisitos legais do PQAB, incluindo a Instrução Normativa 24 (IN24), que define o regulamento técnico do algodão em pluma, e a Portaria 375, que estabelece os requisitos para a certificação voluntária de produtos de origem vegetal. Coube à diretora de relações institucionais da Abrapa, Silmara Ferraresi, mostrar as ações do pilar de rastreabilidade da instituição. Para Rhudson Assolari, gerente do Laboratório de Classificação Visual e Tecnologia da Fibra de Algodão da Agopa, a formação dos inspetores é importante para alinhar os processos de rastreabilidade das amostras. “É fundamental estabelecer contato com os envolvidos na produção das UBAs, destacando o procedimento adequado, incluindo a seleção cuidadosa, a retirada correta e a execução conforme as diretrizes da instrução normativa”, disse. Além disso, os participantes receberam orientações detalhadas sobre todo o processo. “Enfatizamos a importância de enviarem amostras corretas, que garantirão a análise mais confiável e precisa do conteúdo do fardo”, explicou. O curso também abordou as melhores práticas para a amostragem, identificação e embalagem do algodão, bem como os procedimentos para o envio das amostras para classificação e análise. Ao final, os inspetores inscritos foram submetidos a uma avaliação para certificar a assimilação do conteúdo. A nota mínima para aprovação foi seis.

IPA faz balanço positivo de proposições de interesse do agro em 2024
29 de Maio de 2024

O Instituto Pensar Agropecuária (IPA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgaram nesta terça-feira (28), em Brasília, as ações de interesse do agronegócio que foram pautadas no Congresso Nacional, em 2024. De janeiro a maio deste ano, foram apresentadas 611 proposições na Câmara dos Deputados e outras 201 no Senado Federal. Coube ao presidente do IPA, Nilson Leitão, demonstrar os dados durante a assembleia das entidades. "Iniciamos a reunião com o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, com um resumo das ações em discussão no Congresso Nacional. Lupion enfatizou que não há divisões na FPA, e que a união da Frente tem sido demonstrada nas votações da Câmara. A FPA continuará lutando na defesa das questões que afetam os produtores brasileiros, assim como o IPA”, informou Júlio Cézar Busato, conselheiro consultivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e vice-presidente do IPA. Após a assembleia, ocorreu uma reunião com Bernard Appy, secretário extraordinário da Reforma Tributária (RT) do Ministério da Fazenda, para discutir a tramitação da matéria, a participação de membros do Grupo de Trabalho, incluindo representantes do IPA, na regulamentação da reforma na Câmara dos Deputados, e medidas emergenciais para o Rio Grande do Sul. Foram apresentadas alterações indispensáveis na PLP 68/2024 (Reforma Tributária), como o crédito presumido na aquisição de produção de produtor não contribuinte, limitação dos produtos da cesta básica, do conceito de alimentos, dos insumos agropecuários, a questão do imposto seletivo, os créditos acumulativos de ICMS, entre outras. Em breve, deve ocorrer a votação de outros vetos presidenciais à Lei 14.785/2023, conhecida como Lei dos Defensivos Agrícolas. A discussão sobre as taxas de registro dos defensivos não foi abordada pelo Congresso, em 9 de maio. Esta medida é crucial para assegurar um equilíbrio entre a necessidade de arrecadar recursos para custear os processos de registro e a competitividade do agronegócio brasileiro. O IPA congrega representantes das cadeias produtivas do agro brasileiro, da produção à indústria. A entidade discute e elenca as pautas prioritárias para o desenvolvimento agropecuário e subsidia, com informações, a FPA, que as defende no Congresso Nacional.  

Após exportação recorde, Abrapa chega à China para fortalecer parcerias
29 de Maio de 2024

De hoje (28) a 6 de junho, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) promove mais uma missão internacional, agora na China. Entre os intuitos da delegação brasileira, composta por nove representantes da Abrapa e da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea), está garantir que o ano comercial 2023/24 entre para a história do comércio entre os dois países. Afinal, além de principal importador de pluma brasileira, a indústria têxtil da China tem mostrado na prática que ainda há muito potencial de expansão nas relações com o Brasil. De agosto de 2023 a abril de 2024, o país importou 1,2 milhão de toneladas de algodão brasileiro. Esse volume não apenas supera como indica que o ano comercial atual poderá dobrar o recorde histórico de 2020/21 (720,5 mil tons). Os números refletem o empenho da cadeia produtiva do algodão brasileiro em se firmar como parceiro estratégico dos chineses. “Ano passado, recebemos uma visita da Chinatex no Brasil em que mostramos que poderíamos ampliar o fornecimento à China com um produto de qualidade e de forma recorrente nos 12 meses do ano. Os frutos estão sendo colhidos ao longo do ciclo 2023/24”, observou Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa. A Chinatex é uma das maiores empresas da China que comercializam algodão. “De olho nos próximos anos, nossa meta nesta missão é fortalecermos a parceria com outras companhias relevantes do setor, como a China National Cotton Exchange (CNCE) e a China National Cotton Group Corporation (CNCGC)”, antecipou Schenkel. A CNCE é uma empresa estatal que gerencia a maior plataforma de negócios de algodão na China, reunindo mais de 4 mil fiações que respondem por 90% do consumo de algodão no país. Desde 2021, a Abrapa tem convênio de cooperação formalizado com a CNCE. Já a atuação da CNCGC abrange diferentes etapas da cadeia de suprimentos têxteis, indo do cultivo ao comércio, incluindo o beneficiamento da pluma. Uma de suas funções é garantir a oferta de algodão para todos os setores da indústria têxtil chinesa. A agenda na China inclui um jantar de negócios com empresários locais na quarta (29) e participação durante os dois dias do "2024 China Cotton Industry Development Summit", congresso anual da CNCE. Além de networking e reuniões paralelas de negócios, a Abrapa volta a integrar o painel de tendências globais. Pelo terceiro ano consecutivo, o diretor de Relações Internacionais da associação, Marcelo Duarte, será palestrante ao lado de representantes dos Estados Unidos e da Austrália. Após o congresso da CNCE, a comitiva brasileira segue para Xangai e Ningbo para visitas técnicas a fiações e indústrias têxteis. A agenda termina com a participação na programação oficial da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), principal fórum de diálogo regular e oficial entre Brasil e China. No dia 4 de junho, ocorre reunião ampla da Cosban com presença confirmada do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, Geraldo Alckmin. “Na reunião preparatória para a Cosban, o nosso foco principal foi divulgar o Progama de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB), desenvolvido pelo Ministério da Agricultura em parceria conosco. O aceite do PQAB pelos órgãos chineses aumentará a agilidade nas etapas alfandegárias da chegada do algodão na China”, contextualizou o presidente da Abrapa. A missão na China é realizada pelo Cotton Brazil, iniciativa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. Coordenado pela Abrapa, o programa tem parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Anea.

Brasil pode superar EUA na exportação de algodão
29 de Maio de 2024

A consultoria StoneX prevê que o brasileiro exportará até o fim 2,8 milhões de toneladas de algodão em 2024, superando os Estados Unidos. Até então, os agricultores norte-americanos lideram esse mercado no planeta. Pelas estimativas da StoneX, as exportações de algodão do Brasil devem ter um acréscimo de 300 mil toneladas em 2024. É um aumento de 12% sobre o ano anterior. De acordo com a consultoria, o crescimento ocorreu em razão da expansão da área plantada em Mato Grosso e na Bahia. Em conjunto, esses dois Estados respondem por 90% da produção nacional de pluma de algodão, segundo as estimativas da . A maior parte vem das lavouras mato-grossenses (72%). Além da pluma de algodão A lavoura de algodão gera mais que somente a pluma usada para fabricar tecidos e produtos da indústria farmacêutica. O cultivo também gera o caroço. Para 2024, a estima a safra de 8,8 milhões de toneladas de caroço de algodão. Do mesmo modo, Mato Grosso e Bahia respondem por 90% da produção. Sua aplicação se destina à fabricação de rações para a nutrição animal e a extração de óleo - que pode ser tanto usado para a geração de biodiesel quanto na indústria de alimentos.

China aumenta importação do algodão brasileiro em 66%
29 de Maio de 2024

De agosto de 2023 a abril de 2024, a China importou 1,2 milhão de toneladas de algodão brasileiro, um aumento de 66%. Esse volume não apenas supera como indica que o ano comercial atual poderá dobrar o recorde histórico de 2020/21 (720,5 mil tons). De 28 de maio a 6 de junho, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) promove mais uma missão internacional na China, país principal importador da pluma brasileira. De acordo com a Abrapa, entre os objetivos da delegação brasileira, composta por nove representantes da entidade e da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea), está garantir que o ano comercial 2023/24 entre para a história do comércio entre os dois países. Os números refletem o empenho da cadeia produtiva do algodão brasileiro em se firmar como parceiro estratégico dos chineses. “Ano passado, recebemos uma visita da Chinatex no Brasil em que mostramos que poderíamos ampliar o fornecimento à China com um produto de qualidade e de forma recorrente nos 12 meses do ano. Os frutos estão sendo colhidos ao longo do ciclo 2023/24”, observou Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa. A Chinatex é uma das maiores empresas da China que comercializam algodão. “De olho nos próximos anos, nossa meta nesta missão é fortalecermos a parceria com outras companhias relevantes do setor, como a China National Cotton Exchange (CNCE) e a China National Cotton Group Corporation (CNCGC)”, antecipou Schenkel. A CNCE é uma empresa estatal que gerencia a maior plataforma de negócios de algodão na China, reunindo mais de 4 mil fiações que respondem por 90% do consumo de algodão no país. Desde 2021, a Abrapa tem convênio de cooperação formalizado com a CNCE. Já a atuação da CNCGC abrange diferentes etapas da cadeia de suprimentos têxteis, indo do cultivo ao comércio, incluindo o beneficiamento da pluma. Uma de suas funções é garantir a oferta de algodão para todos os setores da indústria têxtil chinesa. Agenda na China A agenda na China inclui um jantar de negócios com empresários locais na quarta (29) e participação durante os dois dias do “2024 China Cotton Industry Development Summit”, congresso anual da CNCE. Além de networking e reuniões paralelas de negócios, a Abrapa volta a integrar o painel de tendências globais. Pelo terceiro ano consecutivo, o diretor de Relações Internacionais da associação, Marcelo Duarte, será palestrante ao lado de representantes dos Estados Unidos e da Austrália. Após o congresso da CNCE, a comitiva brasileira segue para Xangai e Ningbo para visitas técnicas a fiações e indústrias têxteis. A agenda termina com a participação na programação oficial da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), principal fórum de diálogo regular e oficial entre Brasil e China. No dia 4 de junho, ocorre reunião ampla da Cosban com presença confirmada do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, Geraldo Alckmin. “Na reunião preparatória para a Cosban, o nosso foco principal foi divulgar o Progama de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB), desenvolvido pelo Ministério da Agricultura em parceria conosco. O aceite do PQAB pelos órgãos chineses aumentará a agilidade nas etapas alfandegárias da chegada do algodão na China”, contextualizou o presidente da Abrapa. A missão na China é realizada pelo Cotton Brazil, iniciativa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. Coordenado pela Abrapa, o programa tem parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Anea.

Conab indica avanços na colheita do algodão
29 de Maio de 2024

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou um panorama positivo da safra de em grande parte do Brasil. As plantações apresentam bom desenvolvimento, com sanidade regular e formação satisfatória de maçãs. A colheita já foi iniciada em alguns estados, com os avanços ligeiramente mais adiantados do que o mesmo período da safra anterior. Em Mato Grosso, as plantações estão apresentando um bom desenvolvimento, com sanidade considerada regular e uma formação satisfatória de maçãs. Na Bahia, a colheita do algodão já foi iniciada, o que indica que a safra está progredindo conforme o esperado. Da mesma forma, no Mato Grosso do Sul, a colheita também começou, mas com uma observação importante: nas lavouras mais tardias, há uma incidência do bicudo-do-algodoeiro, praga que pode comprometer a qualidade e a quantidade da produção se não for controlada adequadamente. No Maranhão, as lavouras estão em boas condições tanto durante a abertura de capulhos quanto na formação de maçãs. Em algumas áreas desse estado, o processo de desfolha já foi iniciado, o que é um indicativo do avanço das fases fenológicas da planta. Em Goiás, o início da colheita foi registrado, com as lavouras de sequeiro na fase de formação de maçãs e abertura de capulhos, enquanto as lavouras irrigadas estão no início da floração. Em Minas Gerais, a colheita começou nas lavouras de sequeiro, indicando um avanço significativo nas operações de colheita. No estado de São Paulo, especificamente na região de Riolândia, a colheita também está em andamento, o que mostra a movimentação das atividades agrícolas na região. No Piauí, as lavouras de algodão estão se desenvolvendo em boas condições, sem relatos de problemas significativos, o que é um bom indicativo para a expectativa de produção desse estado. A maior parte das lavouras de algodão está na fase de maturação, representando 74,5% do total. Isso indica que a maior parte das plantações está próxima da colheita. A segunda maior fase é a formação de maçãs, com 24,5%. Esta fase é crucial para definir o rendimento final da produção, uma vez que é quando as cápsulas de algodão estão se desenvolvendo. Considerando todos os estados monitorados, a colheita atinge 0,7%. Ligeiramente adiantado se comparado com o mesmo período da safra anterior, que estava em 0,3%, houve um crescimento na atividade de colheita. Andamento da Colheita Maranhão, Piauí e Mato Grosso: Ainda não começaram as operações de colheita Bahia: a colheita alcançou 2,9%, um aumento significativo de 2,9% em relação à semana passada (0,0%). Este avanço é maior em comparação ao mesmo período da safra anterior, que registrava 1,0%. Mato Grosso do Sul: a colheita progrediu para 4,0%, um aumento de 2,0% em relação à semana passada (2,0%). Em comparação à safra anterior, que estava em 3,0% no mesmo período, houve um crescimento. Goiás: a colheita atingiu 1,0%, um avanço em relação à semana passada (0,0%). Esse valor representa um progresso significativo em comparação ao mesmo período da safra anterior, que estava em 0,0%. Minas Gerais: a colheita avançou para 4,0%, um incremento de 4,0% em relação à semana passada (0,0%). No mesmo período da safra anterior, a colheita também estava em 0,0%, indicando um progresso antecipado nesta safra.

Após exportação recorde, Abrapa chega à China para fortalecer parcerias
28 de Maio de 2024

De hoje (28) a 6 de junho, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) promove mais uma missão internacional, agora na China. Entre os intuitos da delegação brasileira, composta por nove representantes da Abrapa e da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea), está garantir que o ano comercial 2023/24 entre para a história do comércio entre os dois países. Afinal, além de principal importador de pluma brasileira, a indústria têxtil da China tem mostrado na prática que ainda há muito potencial de expansão nas relações com o Brasil. De agosto de 2023 a abril de 2024, o país importou 1,2 milhão de toneladas de algodão brasileiro. Esse volume não apenas supera como indica que o ano comercial atual poderá dobrar o recorde histórico de 2020/21 (720,5 mil tons). Os números refletem o empenho da cadeia produtiva do algodão brasileiro em se firmar como parceiro estratégico dos chineses. “Ano passado, recebemos uma visita da Chinatex no Brasil em que mostramos que poderíamos ampliar o fornecimento à China com um produto de qualidade e de forma recorrente nos 12 meses do ano. Os frutos estão sendo colhidos ao longo do ciclo 2023/24”, observou Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa. A Chinatex é uma das maiores empresas da China que comercializam algodão. “De olho nos próximos anos, nossa meta nesta missão é fortalecermos a parceria com outras companhias relevantes do setor, como a China National Cotton Exchange (CNCE) e a China National Cotton Group Corporation (CNCGC)”, antecipou Schenkel. A CNCE é uma empresa estatal que gerencia a maior plataforma de negócios de algodão na China, reunindo mais de 4 mil fiações que respondem por 90% do consumo de algodão no país. Desde 2021, a Abrapa tem convênio de cooperação formalizado com a CNCE. Já a atuação da CNCGC abrange diferentes etapas da cadeia de suprimentos têxteis, indo do cultivo ao comércio, incluindo o beneficiamento da pluma. Uma de suas funções é garantir a oferta de algodão para todos os setores da indústria têxtil chinesa. A agenda na China inclui um jantar de negócios com empresários locais na quarta (29) e participação durante os dois dias do "2024 China Cotton Industry Development Summit", congresso anual da CNCE. Além de networking e reuniões paralelas de negócios, a Abrapa volta a integrar o painel de tendências globais. Pelo terceiro ano consecutivo, o diretor de Relações Internacionais da associação, Marcelo Duarte, será palestrante ao lado de representantes dos Estados Unidos e da Austrália. Após o congresso da CNCE, a comitiva brasileira segue para Xangai e Ningbo para visitas técnicas a fiações e indústrias têxteis. A agenda termina com a participação na programação oficial da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), principal fórum de diálogo regular e oficial entre Brasil e China. No dia 4 de junho, ocorre reunião ampla da Cosban com presença confirmada do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, Geraldo Alckmin. “Na reunião preparatória para a Cosban, o nosso foco principal foi divulgar o Progama de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB), desenvolvido pelo Ministério da Agricultura em parceria conosco. O aceite do PQAB pelos órgãos chineses aumentará a agilidade nas etapas alfandegárias da chegada do algodão na China”, contextualizou o presidente da Abrapa. A missão na China é realizada pelo Cotton Brazil, iniciativa que representa a cadeia produtiva do algodão brasileiro em escala global. Coordenado pela Abrapa, o programa tem parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Anea.

Com alta na exportação de algodão, Brasil deve superar EUA em 2023/24, diz StoneX
28 de Maio de 2024

A exportação de algodão do Brasil deverá atingir 2,8 milhões de toneladas na temporada 2023/24, aumento de 12% na comparação com a previsão do mês anterior, apontou nesta segunda-feira (27) a consultoria StoneX, acrescentando que o número coloca o país como maior exportador global, superando os Estados Unidos. “O volume, que é 300 mil toneladas maior do que a última estimativa, colocaria o Brasil como principal exportador global da pluma, ultrapassando os EUA”, afirmou a StoneX. A consultoria lembrou que as exportações do Brasil estão aquecidas nos últimos meses. Os embarques estão sendo possíveis diante da expectativa de uma safra recorde. A previsão é de safra de 3,5 milhões de toneladas, alta de 2% versus previsão anterior e um aumento de 11,1% ante a temporada passada, segundo a StoneX. “A revisão é resultado de um aumento da área plantada nesta safra, principalmente em Mato Grosso e Bahia, bem como uma expectativa de produtividade média maior, puxada principalmente pela Bahia”, afirmou o relatório. A StoneX ponderou que, nas próximas semanas, o clima deve continuar sendo monitorado, principalmente na região Centro-Oeste.