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Nota sobre a manifestação do National Cotton Council ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR)
22 de Agosto de 2025A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) tomou conhecimento dos comentários submetidos pelo National Cotton Council (NCC), principal entidade do setor de algodão dos Estados Unidos, no âmbito da investigação em curso da Seção 301 sobre o Brasil. Em sua manifestação, o NCC apresentou um pedido formal para que o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) amplie o escopo da investigação já existente, de modo a incluir especificamente o algodão brasileiro. Enxergamos essa iniciativa como uma reação ao avanço da competitividade do Brasil no mercado internacional de algodão, como maior exportador global. Movimentos como esse não nos surpreendem, pois são comuns em momentos de transformação no cenário global. Os argumentos apresentados contra o algodão brasileiro destoam da realidade. A cotonicultura brasileira não se destaca por políticas artificiais de apoio, mas sim por fatores estruturais sólidos que combinam eficiência, produtividade e compromisso genuíno com o meio ambiente e o desenvolvimento social. No campo da eficiência, o Brasil produz mais que o dobro de algodão por hectare em comparação com os Estados Unidos, e isso ocorre em áreas majoritariamente sem irrigação, o que reforça a sustentabilidade e a competitividade do nosso modelo produtivo. O respeito ao meio ambiente é um pilar fundamental da cotonicultura brasileira. Atualmente, 85% da produção nacional é licenciada por certificação internacional, o que representa um dos índices mais altos do mundo. Esse reconhecimento assegura que o algodão brasileiro atende a padrões internacionais de sustentabilidade, contemplando boas práticas ambientais e responsabilidade social. Estamos à disposição para responder, de forma institucional e técnica, a estas ou quaisquer outras alegações, mantendo um diálogo construtivo com todos os stakeholders. Uma vez esclarecidos esses pontos, esperamos avançar em colaboração com os Estados Unidos e demais produtores de fibras naturais. Essa medida é essencial para enfrentar a urgente crise ambiental e de saúde global criada pela poluição plástica proveniente das fibras sintéticas. Juntos, podemos tornar o planeta mais natural e menos plástico, fortalecendo o setor do algodão e promovendo as soluções sustentáveis que o mundo tanto precisa. Brasília, 22 de agosto de 2025 Acesse a Nota Oficial: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Nota-NCC-PTBR-2.pdf
Alessandra Zanotto participa de painel sobre mulheres na cadeia têxtil em mostra do algodão brasileiro na Expo Osaka 2025
22 de Agosto de 2025Alessandra Zanotto, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), participou da programação dedicada ao algodão brasileiro na Expo Osaka 2025, no Japão. No painel “Mulheres que tecem o futuro: da sustentabilidade à inovação”, Zanotto representou as produtoras de algodão no debate sobre participação feminina, moda, rastreabilidade e práticas sustentáveis na cadeia do algodão. Ana Paula Repezza, Diretora de Negócios da Apex Brasil, e a superintendente de Projetos Estratégicos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Lilian Kaddissi, completaram a mesa. Para a produtora, a participação na Expo Osaka foi uma oportunidade de ressaltar o papel das fibras naturais para um público que é cada vez mais exigente em relação à sustentabilidade. “Para nós, produtores de algodão estarmos aqui, em um diálogo com a indústria e com o varejo falando do quão importante é a nossa cultura para a sustentabilidade traz reflexões muito importantes, afinal estamos falando de uma fibra natural, biodegradável, e que é responsável”, afirmou Zanotto. Em uma das falas durante o painel, Ana Paula Repezza comentou sobre a contribuição social e econômica das empresas exportadoras dirigidas por mulheres. Segundo Rapezza, “Nós vemos na prática, aquilo que os estudos econômicos mostram, uma empresa que exporta, ela gera mais empregos, ela paga melhores salários e ela é mais resiliente a crises. E numa empresa que liderada por mulheres que exportam, esses efeitos são ainda mais evidentes”, ressaltou a diretora. 174 anos conectando nações através do conhecimento De 18 a 23 de agosto, o Cotton Brazil, programa de promoção do algodão brasileiro no exterior da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) promove a mostra “Poder do Natural: dos campos à moda”, uma programação especial para mostrar a versatilidade, a qualidade e a sustentabilidade da fibra natural. Com o tema "Desenhando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas”, a Expo Osaka recebeu até agora 15 milhões de visitantes e a previsão é chegar a 28 milhões de pessoas até outubro. Segundo Zanotto, “É uma alegria enorme poder participar da Expo Osaka como uma representante do algodão e agricultura brasileira. É uma honra estar neste espaço de conexão entre países, propósitos e ações, que trabalham a favor de uma agenda tão importante para o mundo, que é a sustentabilidade”. A Expo, também conhecida como Exposição Universal, é realizada desde 1851, organizada pelo Bureau International des Expositions (BIE), e tem como objetivo promover o intercâmbio cultural e tecnológico entre países. A sua primeira edição ocorreu em Londres, e já passou pelo Brasil em 1922, na cidade do Rio de Janeiro, única realizada no país e na América Latina. Sua primeira edição em Osaka ocorreu em 1970 e, em 2025, está sendo realizada de 13 de abril a 13 de outubro.
Indústria têxtil organiza frente com produtores de algodão para valorizar produto nacional
22 de Agosto de 2025A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), junto com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), abrirá uma “frente” para produzir e agregar valor a matérias-primas como o algodão no país, disse Fernando Valente Pimentel, diretor-superintendente da Abit. “Já estamos nos antecipando a acordos, como o do Mercosul com a União Europeia, para que as empresas enxerguem o Brasil como plataforma produtora”, afirmou Pimentel, que menciona atrativos do país, como energia limpa. A declaração foi dada durante coletiva da Abit, nesta quarta-feira (20), que apresentou o balanço do primeiro semestre do setor. Segundo a entidade, a produção têxtil brasileira cresceu 11,4% no primeiro semestre de 2025 em relação a igual período de 2024. Já as importações de produtos têxteis e de confecção tiveram alta de 10,8% no primeiro semestre de 2025 na comparação com igual período de 2024, enquanto as exportações cresceram 12,3%. Somente a importação de vestuário aumentou 7,2% no semestre.Pimentel disse que o crescimento da importação de vestuário, maior do que o do varejo de vestuário, que cresceu 5,5%, resulta em perda de participação de mercado. “Nesse mundo turbulento, é mais relevante ainda ter todos os elos da cadeia produtiva dentro do nosso país”, afirmou ele, que lembrou a sobretaxa de 40% aplicada pela administração americana contra produtos brasileiros, o que totalizou alíquota de 50%.
Sou de Algodão promove encontros com universidades parceiras em Santa Catarina e Espírito Santo
21 de Agosto de 2025O Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), realizou, entre os dias 19 e 21 de agosto, uma série de encontros em universidades parceiras de Santa Catarina e Espírito Santo. As atividades, que foram conduzidas por Manami Kawaguchi Torres, gestora de Relações Institucionais do movimento, trouxeram como pauta a valorização da moda responsável, a importância da rastreabilidade do algodão, o fortalecimento do diálogo entre a academia e a indústria e o lançamento da 4ª edição do Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores. Segundo Manami, essas iniciativas cumprem um papel essencial na formação dos novos profissionais. “Dentro do Sou de Algodão, acreditamos que é com os futuros profissionais que conseguimos construir um olhar mais consciente, responsável e inovador para a indústria. Por isso, cada palestra, nova parceria e edição do Desafio representam um convite para que os estudantes considerem o algodão não só uma matéria-prima, mas também um elo entre a criatividade e o propósito”, afirma. UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina): palestra com os estudantes de Engenharia Têxtil A agenda da semana começou na manhã de terça-feira (19), em Blumenau (SC), com uma palestra no curso de Engenharia Têxtil da UFSC. O encontro reuniu estudantes para conhecerem mais sobre o SouABR, programa pioneiro, idealizado pela Abrapa, que utiliza a tecnologia blockchain para rastrear a cadeia produtiva do algodão, do campo até o produto final, garantindo transparência e promovendo o consumo consciente. Além disso, Manami apresentou o 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, concurso nacional que incentiva estudantes de moda de todo o país a desenvolverem coleções criativas com o algodão como matéria-prima principal. As inscrições estão abertas até 28 de fevereiro de 2026, e o vencedor entra para o line-up oficial da Casa de Criadores. Maria Elisa Phlippsen Missner, coordenadora do curso de Engenharia Têxtil da UFSC, considerou a palestra sobre a rastreabilidade do algodão muito relevante, já que demonstra como o acompanhamento da fibra, desde a origem até o produto final, agrega valor e credibilidade ao setor. “A parceria entre Sou de Algodão e a UFSC fortalece o curso ao aproximar os alunos de um movimento nacional, oferecendo experiências práticas, oportunidades de pesquisa e ampliando a consciência socioambiental, elementos essenciais para a construção de uma moda responsável e que contribuem diretamente para a formação de profissionais mais preparados e alinhados às demandas atuais do mercado”, completa. “Saber que o Brasil é referência mundial em rastreabilidade da produção de algodão responsável nos enche de orgulho. O programa desenvolvido pela Abrapa oferece um elevado nível de transparência e confiabilidade, gerando evidências verificáveis da origem, qualidade e conformidade do algodão, desde o fardo registrado até o produto final, que chega ao consumidor. A palestra foi extremamente enriquecedora, tanto para nós, docentes, como para os estudantes”, diz Grazyella Cristina Oliveira de Aguiar, professora do curso na UFSC. Univali (Universidade do Vale do Itajaí): parceria inaugurada em duas turmas Ainda na terça-feira (19), à noite, a Univali, em Itajaí (SC), celebrou o início da sua parceria com o movimento. A palestra inaugural reuniu a turma do período noturno do curso de Design de Moda para apresentar as ações realizadas pelo Sou de Algodão desde a sua criação, destacando o engajamento com universidades, marcas e consumidores em favor de uma moda mais responsável. Manami também compartilhou informações sobre as possibilidades que a parceria entre instituições e o movimento pode proporcionar, incluindo a participação dos alunos no Desafio e o acesso a conteúdos, experiências e iniciativas educativas. No dia seguinte (20), foi a vez da turma matutina do curso participar da palestra inaugural. O encontro reforçou a importância de aproximar os estudantes da prática do setor têxtil, mostrando a relevância da fibra em diferentes etapas da criação de moda e incentivando os jovens a se inscreverem no 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores. “A palestra foi inspiradora. Ela trouxe para os nossos alunos uma visão muito clara de como o movimento conecta a moda à sustentabilidade, à inovação e à responsabilidade social, valores que são fundamentais na formação de qualquer designer, hoje. Além disso, Manami apresentou o 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, que abre espaço para que jovens talentos mostrem seu potencial em coleções autorais, unindo criatividade e propósito. Para mim, ficou evidente o quanto essa parceria amplia as possibilidades criativas e profissionais dos nossos estudantes”, conta Renato Riffel, coordenador do curso de Design de Moda da Univali. “Ter o Sou de Algodão junto da Univali significa abrir portas para que eles experimentem, questionem e criem com mais consciência, sabendo que a moda pode, sim, ser um agente de transformação. É uma oportunidade que fortalece nossa missão de formar designers de moda conscientes e conectados com os desafios profissionais do presente e do futuro”. FAESA (Fundação de Assistência e Educação do Espírito Santo): aula magna em Vitória Encerrando a semana, na manhã de quinta-feira (21), a FAESA, em Vitória (ES), recebeu uma aula magna voltada aos estudantes do curso de Design de Moda da instituição. A palestra de Manami abordou a trajetória do movimento, seus projetos de conscientização e parceria com instituições de ensino, além de apresentar os detalhes de inscrição para o 4º Desafio com a Casa de Criadores. A ação marcou a consolidação da parceria entre a faculdade e o movimento, ampliando as oportunidades de troca de conhecimento e incentivo à formação de profissionais. André Lima, coordenador do curso de Design de Moda da FAESA, afirma que a palestra foi fundamental para marcar o início da parceria com o Sou de Algodão, e também para trazer uma visão mais ampla sobre moda consciente e sustentabilidade aos alunos. “Essa conexão vai muito além de uma palestra; trata-se de fomentar experiências, incentivar a pesquisa, a produção acadêmica e a participação dos nossos estudantes em um movimento nacional de grande relevância. Para nós, é uma oportunidade de colocar em prática valores que acreditamos, como responsabilidade socioambiental, criatividade e colaboração, fortalecendo ainda mais a formação dos futuros profissionais”, reitera. “Esses encontros reforçam nosso compromisso em compartilhar conhecimento e ampliar o alcance de uma moda mais consciente e inovadora. Quando unimos a sala de aula à realidade da indústria, damos aos estudantes a chance de enxergar a moda além da estética, entendendo seu impacto e seu papel transformador. Acreditamos que essa conexão fortalece a nossa missão dentro do movimento, e inspira os jovens a criarem com mais responsabilidade e propósito”, conclui Manami Kawaguchi Torres. Abrace este movimento: Site: www.soudealgodao.com.br Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn, Pinterest: @soudealgodao TikTok: @soudealgodao_
Sou de Algodão & Abrapa destacam rastreabilidade do algodão brasileiro no Febratex Summit 2025
21 de Agosto de 2025O Sou de Algodão e a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) participaram, na última terça-feira (19), do Febratex Summit 2025, em Blumenau (SC), com o objetivo de reforçar a importância da rastreabilidade e da transparência para o futuro da moda. A apresentação, conduzida por Manami Kawaguchi Torres - gestora de Relações Institucionais do movimento - no Espaço Talks, teve como foco o programa de rastreabilidade da cadeia de custódia do algodão brasileiro e a sua relação com a moda. Durante a palestra, Manami detalhou como funciona o SouABR, sistema que garante a rastreabilidade do algodão brasileiro, desde a produção no campo até o produto-final nas mãos do consumidor. O programa, lançado em 2021, integra dados de fazendas, fiações, malharias, tecelagens, confecções e varejistas habilitadas, com informações seguras compartilhadas por blockchain. “A rastreabilidade é um elo fundamental para conectar toda a cadeia, além de proporcionar ao consumidor final a confiança de que está adquirindo uma peça feita com fibra brasileira responsável, e com certificação socioambiental na origem ”, destaca Manami. Atualmente, 83% da produção nacional de algodão é certificada pelo programa ABR (Algodão Brasileiro Responsável), que avalia critérios ambientais, sociais e econômicos. Além disso, diversas empresas do setor têxtil já estão habilitadas a participar da cadeia rastreável, que coloca o Brasil em posição de destaque em relação à produção responsável de algodão mundial. Para o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, a presença no Febratex Summit reforça a relevância do diálogo com toda a indústria têxtil. “Estarmos presentes neste evento é importante para mostrar ao setor e aos consumidores como o algodão brasileiro é produzido com responsabilidade e inovação. O SouABR é uma iniciativa que conecta o campo, a indústria e o público final, e nos posiciona como referência global em rastreabilidade”, reitera. O Febratex Summit é um evento bienal, com foco na transformação digital e sustentável da indústria da moda nacional. Nesta edição de 2025, ocorre de 19 a 21 de agosto, no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC). Voltado para empresários, gestores e profissionais das cadeias de fios, malhas, tecidos, confecções e outras tecnologias têxteis, oferece uma plataforma de inovação, exposições e conteúdos inspiradores em diversos formatos, como talks, desfiles e até mesmo podcasts. “O Febratex Summit é um evento que valoriza a indústria, desde a matéria-prima até o varejo. Desde 2009, temos o compromisso de conectar todos os setores da indústria com foco em sustentabilidade e inovação. Para nós, a participação do Sou de Algodão e da Abrapa é fundamental, pois o algodão brasileiro é a nossa força industrial, e ele precisa ser cada vez mais valorizado”, ressalta Giordana Madeira, Diretora Executiva do Febratex Group. A conexão direta com os principais elos da cadeia reforça a importância da participação da Abrapa e do movimento Sou de Algodão, alinhando seus compromissos de rastreabilidade, responsabilidade socioambiental e inovação com a agenda de transformação do setor. Abrace este movimento: Site: www.soudealgodao.com.br Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn, Pinterest: @soudealgodao TikTok: @soudealgodao_
Brasil bate recorde de exportações no ano comercial 2024/2025 e se consolida como maior exportador mundial de algodão
21 de Agosto de 2025A Abrapa publicou nesta quinta-feira, 21/08, o relatório de safra referente ao mês de agosto de 2025. Segundo o documento, entre agosto de 2024 e julho de 2025, o Brasil exportou 2.835,3 mil toneladas de algodão, gerando uma receita de US$ 4,851 bilhões. Com esse desempenho, o país ultrapassou os Estados Unidos na safra 2023/2024 e assumiu a liderança mundial nas exportações da pluma. Para 2024/2025, as projeções indicam que o país se manterá como primeiro colocado no ranking global de exportações. A produção também alcançou um patamar recorde, estimada em 3,96 milhões de toneladas, registrando alta de 7,1% em relação à safra anterior. Esse crescimento foi impulsionado pela expansão da área plantada, que deve atingir 2,14 milhões de hectares, um aumento de 10,2%. Até 14 de agosto de 2025, 47% da área cultivada já havia sido colhida. No comércio internacional, o Vietnã se destacou como principal destino das exportações brasileiras, com 532 mil toneladas, o equivalente a 19% do total embarcado. Somadas, as compras de Vietnã e Paquistão superaram as da China, que reduziu em 859 mil toneladas suas importações em comparação ao mesmo período do ano anterior. No setor têxtil brasileiro, os postos de trabalho na indústria registraram alta de 10 mil vagas, enquanto a confecção abriu 12,3 mil novas oportunidades entre janeiro e junho de 2025. Leia o relatório completo: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Relatorio_safra_Abrapa.Ago2025.VF_.pdf
Doutora Nair Arriel assume a chefia da Embrapa Algodão
19 de Agosto de 2025Na última segunda-feira, 18/08, a pesquisadora Nair Arriel, assumiu o cargo de chefe-geral da Unidade dedicada ao algodão da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Com mais de 35 anos de carreira na Embrapa, Nair, que é mestre em Genética e Melhoramento de Plantas e doutora em Agronomia, na área de Produção Vegetal, assumiu a chefia, após 2 anos atuando interinamente no cargo. Antes de se tornar chefe-geral, Nair também exerceu os cargos de chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento e chefe-adjunta de Comunicação e Negócios na Unidade. Agregando valor para o algodão brasileiro Nesta nova fase dentro da Embrapa, Nair assumiu o compromisso de transformar conhecimento em tecnologias relevantes para o agricultor. “Para isso, nosso portfólio de pesquisas será direcionado para temas como o uso eficiente dos recursos naturais e da biodiversidade, sustentabilidade dos biomas e a mitigação dos impactos das mudanças climáticas, segurança alimentar, tecnologias para cultivos na agricultura de base familiar, inteligência artificial e agregação de valor a produtos e coprodutos da agricultura”, afirmou a gestora. Alinhamento com a responsabilidade socioambiental De acordo com o Diretor Executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Marcio Portocarrero, “Ter a frente da Embrapa Algodão uma especialista no cultivo da pluma, que há anos trabalha com temas como agricultura familiar e agroecologia, é muito positivo para a cotonicultura brasileira”. Portocarrero também afirmou que Nair está alinhada com os objetivos de sustentabilidade que o setor pretende alcançar, em nível nacional. “O setor algodoeiro é reconhecido por estar sempre em busca de produzir com mais responsabilidade socioambiental, portanto ter uma profissional tão comprometida com o aperfeiçoamento científico da pluma, nos dá uma maior segurança para expandir a cotonicultura no país. A Abrapa e a Embrapa têm uma parceria de anos, e juntas desenvolvem vários projetos para desenvolvimento de novas tecnologias que aliam eficiência e sustentabilidade no cultivo do algodão no Brasil”, pontuou o diretor. Embrapa Algodão A Embrapa Algodão é uma das 43 Unidades da empresa brasileira, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com sede em Campina Grande, na Paraíba, atua em 11 estados brasileiros, produzindo novas tecnologias, produtos e serviços para as culturas do algodão. Desenvolve pesquisas e inovações nas áreas de melhoramento genético, controle biológico, biotecnologia, mecanização agrícola, qualidade de fibras de algodão e sanidade vegetal.
Deninson Lima assume a gerência de qualidade da Abrapa
19 de Agosto de 2025Em nota, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), informou aos seus associados que, desde 1º de agosto de 2025, o Sr. Deninson Lima passou a ocupar o posto de Gerente de Qualidade da entidade. Formado em Química Industrial e Gestão Comercial, Lima atua há nove anos no CBRA e foi um dos responsáveis pela implementação do Programa SBRHVI. Especialista em ISO 17025, é certificado pelo ICA Bremen como árbitro internacional e especialista em qualidade do algodão. Também é reconhecido pela Uster Technologies como especialista sênior em HVI. Agradecimento Na nota divulgada, a Abrapa também agradeceu ao Sr. Edson Mizoguchi pelo comprometimento dedicado aos programas de qualidade da associação desde sua entrada como Gerente de Qualidade, em 2016. No período que esteve à frente do setor de qualidade da entidade, seu trabalho resultou na criação do Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), do Standard Brasil HVI (SBRHVI) e do Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB). Mizoguchi teve um impacto significativo na qualidade do algodão brasileiro e seguirá colaborando com a Abrapa e suas associadas como Consultor Externo de Qualidade, dando continuidade à sua contribuição para o fortalecimento da cotonicultura brasileira. Leia o comunicado na íntegra: