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Brasil e Indonésia firmam acordo de cooperação em medidas sanitárias
24 de Outubro de 2025O Brasil e a Indonésia firmaram acordo de cooperação em medidas sanitárias e fitossanitárias e em questões de certificação. O memorando de entendimento foi assinado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e pelo chefe da Autoridade de Quarentena da Indonésia (IQA), Sahat Manaor Panggabean, na manhã desta quinta-feira, 23, em Jacarta, durante visita da comitiva presidencial brasileira. Em nota, o Ministério da Agricultura afirmou que o memorando tem por objetivo criar e consolidar a cooperação entre o Brasil e a Indonésia, especialmente no que se refere ao comércio de produtos agropecuários entre os dois países. O documento inclui, ainda, a troca de informações sobre políticas sanitárias e fitossanitárias, a cooperação em processos de certificação eletrônica e inspeção pré-fronteira, investigações conjuntas em casos de fraude ou questões sanitárias, ações em análise de risco, rastreabilidade, vigilância e resposta a emergências. O acordo prevê colaboração no reconhecimento de equivalência de medidas sanitárias, capacitação técnica, intercâmbio de experiências e realização de atividades de facilitação do comércio. "Grandes oportunidades se abrem para o agro brasileiro. O Brasil já tem uma boa relação comercial com a Indonésia e busca avançar ainda mais, incluindo o encerramento do contencioso sobre a exportação de carnes de frango brasileiras para o país. A abertura desse mercado, além da ampliação das exportações de café e algodão, reforça o papel do agronegócio como pilar da relação entre Brasil e Indonésia", afirmou Fávaro. O ministro se reuniu, ainda, com o ministro Coordenador de Assuntos Alimentares da Indonésia, Zulkifli Hasan, e com o ministro do Comércio, Budi Santoso. As autoridades apresentaram o programa nacional de merenda escolar, para a ampliação do acesso a alimentos de qualidade para crianças em idade escolar. O Brasil quer exportar frango ao mercado indonésio com destinação a esse programa.
Abrapa leva inovações para indústria têxtil no ITMA Asia + CITME
24 de Outubro de 2025Pela primeira vez, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) participa da ITMA Asia + CITME, um dos maiores eventos globais de maquinário têxtil que ocorre de 28 a 31 de outubro em Singapura. Para marcar sua estreia, o Brasil lança duas inovações: a rastreabilidade por lote e o Cotton Brazil Knowledge Hub, uma plataforma digital aberta com informações técnicas e boas práticas sobre o uso da fibra brasileira. Organizado pela International Textile Machinery Association (ITMA) e pela China International Textile Machinery Exhibition (CITME), o ITMA Asia + CITME reúne empresas, fabricantes e entidades do setor têxtil mundial. Um cenário ideal para os produtores brasileiros de algodão apresentarem ao mundo suas inovações. “A rastreabilidade sempre foi um dos principais ativos do algodão brasileiro. Recentemente, identificamos que a consulta de dados por lotes, e não apenas por fardos, seria um diferencial importante. Desenvolvemos o sistema e o lançamento será feito oficialmente aqui no ITMA”, afirma Fernando Rati, gerente do Cotton Brazil, programa de promoção internacional da Abrapa. O novo Sistema de Busca por Lotes permite a análise de um lote inteiro de algodão, reunindo diversos fardos em uma única consulta. O resultado é um dossiê completo com dados sobre o produtor, a planta de descaroçamento, o laboratório de classificação, a análise HVI e as certificações socioambientais (ABR, BCI e governo brasileiro). Já o Knowledge Hub (https://cottonbrazilknowledgehub.com/) reúne informações, relatórios técnicos e conteúdos educativos sobre o algodão brasileiro. “Com dados confiáveis e orientação técnica, o portal permite que o industrial obtenha um maior desempenho operacional ao usar a pluma brasileira”, explica Rati. Durante os quatro dias do evento, a Abrapa realiza apresentações técnicas sobre rastreabilidade, qualidade e performance do algodão brasileiro. Entre os temas programados, estão perspectivas de safra e exportações, desafios e soluções para a fiação de algodão brasileiro, além de tingimento com a fibra brasileira. O embaixador do Brasil em Singapura, Luciano Mazza de Andrade, confirmou presença junto à comitiva brasileira no ITMA Asia + CITME. A delegação é coordenada pela Abrapa e formada por produtores e exportadores brasileiros. Números. Terceiro maior produtor e maior exportador de algodão no mundo, o Brasil tornou-se um importante player para as indústrias têxteis ao redor do globo. No ciclo 2024/25, colheu 4,11 milhões de toneladas e exportou 2,83 milhões de toneladas para mais de 70 países. Desse total, 95,95% foram embarcadas para países asiáticos. Cotton Brazil. A atuação internacional da Abrapa é realizada por meio do CottonBrazil, programa que promove o algodão brasileiro e desenvolve novos mercados. A iniciativa é feita em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e tem apoio da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).
10 tendências do SPFW N60 que vão dominar as ruas depois da semana de moda
23 de Outubro de 2025De 13 a 20 de outubro, a Semana de Moda de São Paulo trouxe uma programação intensa que celebrou 30 anos do evento com desfiles, performances e coleções carregadas de referências culturais e experimentação. A capital paulista voltou a receber o público para conferir de perto as propostas dos grandes nomes e das novas marcas que vêm ganhando espaço nas passarelas. Nesta edição, as tendências do SPFW N60 se destacaram por um diálogo entre tradição e brincadeira: do recorte teatral das golas às bolsas divertidas, que transformam acessórios em verdadeiras obras de arte. Entre referências artesanais e construções cenográficas, vimos peças que já nascem com cara de hit de temporada — prontas para migrar das passarelas ao street style e ao guarda-roupa contemporâneo. Continue lendo a fim de saber mais! 1. Babados Os babados apareceram com força — especialmente em vestidos. Exemplos marcantes incluem o look de renda preto de Amir Slama com babados na cintura, o vestido mullet da Cria Costura em tecidos coloridos e a homenagem da Meninos Rei às vestimentas das baianas. Essa linguagem feminina e fluida ganha versões elegantes e outras mais divertidas, prontas para combinar com botas e acessórios robustos. 2. Franjas As franjas criaram movimento nas passarelas: apareceram na barra do vestido da Bold Strap, na blusa da Cria Costura e no look colorido de Flávia Aranha. Esse elemento traz um balanço performático que realça o caminhar e, como resultado, dá cara de festa a peças do dia a dia. 3. Laços Acima de tudo, os laços retornam como detalhe estrutural e decorativo: vemos o top no conjunto da À La Garçonne, gravata de amarrações da Santa Resistência e o vestido feito de laços da Sou de Algodão. A tendência flerta com o romantismo literal, mas ganha modernidade em cortes assimétricos e tecidos inesperados. 4. Volume no quadril Silhuetas com volume no quadril surgem em vestidos e saias — do vestido no desfile da Apartamento 03 às saias da Fauve e Weider Silveiro, que tem diálogo com o tutu de balé. É uma aposta que reinterpreta nervuras clássicas e cria proporções dramáticas, ou seja, ótima para quem busca um ponto focal no look. 5. Golas estruturadas Golas teatrais e estruturadas apareceram como assinatura em desfiles de Angela Brito, Apartamento 03 e Weider Silveiro. Elas transformam camisas e vestidos em peças de impacto, emprestando assim um ar cenográfico e editorial às coleções. 6. Peças de couro O couro apareceu em peças com texturas diversas: sobretudo e casacos assinados pela FORCA, minissaia texturizada da Handred e um vestido da Lilly Sarti que ganhou saia leve floral por baixo, criando desse modo contraste entre a rigidez do couro e a leveza do tule. 7. Pelúcia e plumas Texturas volumosas dominaram alguns momentos: Gloria Coelho trouxe um vestido rosa claro todo em plumas em um desfile realizado no metrô, enquanto marcas como FORCA e Lilly Sarti apostaram em casacos de pelúcia. Assim, pudemos conferir conforto e teatralidade lado a lado. 8. Xadrez O xadrez, com toda a certeza um clássico do outono-inverno, apareceu em versões contemporâneas nos looks da Dendezeiro, Sou de Algodão e em peças de Herchcovitch/Alexandre. Desse modo, a estampa segue sendo base para coordenações com peças lisas e mix de texturas. 9. Poá A estampa de bolinhas foi a padronagem da vez, combinada com outras linguagens visuais: apareceu na Fauve em coordenação com listras, na Handred com detalhes vermelhos e na Patricia Vieira misturado a estampas florais — prova de que o poá segue versátil e moderno. 10. Bolsas diferentonas Enfim, os acessórios assumiram papel de protagonista no SPFW N60. As bolsas em formato de luva no desfile de Apartamento 03, a bolsa-casinha de Monopoly de Dario Mittmann e a bolsa em formato de teclado de madeira assinada por Ronaldo Fraga, por exemplo, mostram como a turma do design brincou com função e narrativa nas passarelas. Como usar as tendências do SPFW N60 sem exagerar A chave para adotar as tendências do SPFW N60 no dia a dia é equilibrar: escolha um ponto de impacto (babados, bolsa-espetáculo ou gola estruturada) e combine com peças neutras. Misturar texturas, como por exemplo couro com plumas ou poá com xadrez, funciona quando há um fio condutor — cor, material ou proporção — que una o look.
6 marcas que destacaram o que é do Brasil nos desfiles do SPFW N60
23 de Outubro de 2025A edição comemorativa de 30 anos do São Paulo Fashion Week, que aconteceu entre 13 e 20 de outubro, mostrou que as riquezas culturais, ambientais e sociais do Brasil são fonte inesgotável de inspiração e criatividade na moda. Entre celebrar o legado de figuras importantes para a história do nosso país e valorizar matérias-primas que movem a nossa economia, várias marcas provaram que dá para desenvolver coleções deslumbrantes e inovadoras com o que é daqui. Abaixo, destacamos 6 desfiles que foram baseados exatamente nisso. 6 MARCAS QUE DESTACARAM O QUE É BRASILEIRO NA PASSARELA DO SPFW N60 Apartamento 03 O estilista Luiz Claudio Silva resgatou códigos circenses ao trazer como figura condutora de sua coleção Benjamin de Oliveira, considerado o primeiro palhaço negro do Brasil. Com sua mistura de texturas, entre plumas, canutilhos e lurex, as peças exuberantes prenderam a atenção do público. LED A marca mineira LED, comandada pelos diretores criativos Célio Dias e Cleu Oliver, celebrou o Carnaval como engenharia popular, transformando a passarela em uma verdadeira festa. Normando Os estilistas Marcos Normando e Emídio Contente tiveram como tema principal a mitologia amazônica, trazendo narrativas ancestrais tanto de seres que já existem como de seres criados por eles. Destaca-se o uso inédito por uma marca brasileira de microorganismos nativos para fazer o tingimento natural das peças, mostrando que aqui também se cria inovação na moda. Ateliê Mão de Mãe A coleção ‘Tropicália’, desenvolvida por Patrick Fortuna e Vinicius Santana, homenageia esse movimento cultural como forma de resistência. Eles se inspiram na liberdade e ousadia criativas de figuras icônicas para esse período e para o legado do Brasil na arte como um todo, tais como Gal Costa, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Catarina Mina A marca cearense de Celina Hissa ressaltou a potência e a versatilidade da carnaúba, palmeira conhecida como ‘árvore da vida’, e sua importância para a economia cearense, desde a raiz até as folhas. Sou de Algodão Em seu quarto desfile no São Paulo Fashion Week, o movimento Sou de Algodão une marcas e estilistas brasileiros – Alexandre Herchcovitch, Aluf, Amapô, David Lee, Fernada Yamamoto e Weider Silveiro – para trazer suas próprias visões criativas ao algodão brasileiro com certificação ambiental. Leia mais em: https://capricho.abril.com.br/moda/marcas-que-destacaram-o-que-e-do-brasil-nos-desfiles-do-spfw-n60/
Governo prorroga prazo para georreferenciamento de imóveis rurais
22 de Outubro de 2025O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, editou nesta terça-feira (21) um decreto que amplia em quatro anos, até outubro de 2029, o prazo limite para a exigência de certificação de georreferenciamento dos imóveis rurais que são objeto de transferência. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. "Assinei o decreto porque esta semana venceria o prazo para o georreferenciamento das propriedades rurais. Isso dá um prazo mais longo para que todos possam se adequar à lei e promover o georreferenciamento", disse Alckmin a jornalistas. Ao longo dos próximos dias, Alckmin exerce a Presidência enquanto o presidente Lula cumpre viagem oficial ao Sudeste Asiático. O georreferenciamento é o processo de mapeamento técnico que define a localização, os limites e a dimensão de um imóvel rural por meio de coordenadas geográficas. Para isso, utilizam-se técnicas de levantamento topográfico, como GPS de alta precisão, drones ou até imagens de satélite. A exigência de georreferenciamento por lei garante a exatidão dos limites de cada terreno e evita sobreposições com outras propriedades. O procedimento é necessário para transações como venda e doação, acesso a crédito rural e para fins de registro e regularização. A extensão do prazo de adequação foi proposta pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), em função das dificuldades que os proprietários de imóveis rurais, em especial os pequenos, relataram estar enfrentando para se adequar, em razão dos elevados custos e da complexidade técnica do processo de certificação. Com a decisão, o georreferenciamento nas hipóteses de desmembramento, parcelamento, remembramento ou qualquer situação de transferência de imóveis agora só será exigido a partir de 21 de novembro de 2029. Ao unificar o prazo, os proprietários de imóveis rurais de quaisquer dimensões terão mais prazo para planejar e efetivar a medida. Fonte: Agência Brasil
Abrapa recomenda dimensão e revestimento padrão para fardos de algodão brasileiro
21 de Outubro de 2025A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) recomenda a padronização dos fardos de algodão brasileiro para a comercialização nos âmbitos nacional e internacional. O modelo preferencial é o chamado “fardo geladeira”, cujas dimensões e peso atendem aos requisitos logísticos e comerciais. O Comunicado 03/2025 também indica o material para o revestimento dos fardos, em tecido plano ou malha de algodão de primeiro uso. Leia o comunicado completo no link: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Comunicado-Tecnico-N032025.pdf
O algodão brasileiro foi destaque na Textile Exchange Conference 2025
21 de Outubro de 2025A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) marcou presença na Textile Exchange Conference 2025, em Lisboa, Portugal. O intuito dos brasileiros no evento, considerado um dos mais relevantes do mercado têxtil mundial, foi claro: alertar para o aumento no consumo de fibras sintéticas e mostrar como a pluma brasileira pode contribuir para uma moda mais sustentável e saudável. Fabio Carneiro, gerente de Sustentabilidade da Abrapa, explica que boa parte das ações atualmente discutidas pelo mundo todo para aumentar a sustentabilidade no consumo de roupas e produtos têxteis já está no cotidiano dos produtores brasileiros. “O interesse por práticas boas práticas de agricultura para a produção de algodão, incluindo práticas regenerativas, levou muitos visitantes ao nosso estande. Foi uma oportunidade fundamental de diálogo para escutar as demandas do setor e mostrar como o Brasil pode contribuir com diferentes certificações de sustentabilidade e rastreabilidade. ”, observou. A conferência anual da Textile Exchange conecta marcas varejistas, organizações não governamentais e produtores de todo o mundo. Juliana Lopes, diretora de ESG, Comunicação e Compliance da Amaggi, participou da delegação brasileira representando o grupo, um dos maiores do país. De acordo com ela, o evento evidenciou que ainda há desconhecimento em relação a cotonicultura brasileira mundo afora. “Percebemos que muitos se surpreendem com todo o trabalho que já é feito no Brasil quanto à rastreabilidade. Nas reuniões one-on-one com marcas, organizações não governamentais e outras instituições, vimos que poucos conhecem a legislação brasileira e o dia a dia do produtor. Nosso papel foi compartilhar todas essas informações”, pontuou. Visão compartilhada por Camila Batata, gerente de comunicação e marketing da Scheffer, outro grupo importante no cenário brasileiro. “O que para nós é algo básico e rotineiro precisa ainda ser comunicado para o mercado consumidor global. Fazer a rastreabilidade do algodão a partir da fazenda, por exemplo, é visto como algo inovador, embora seja a nossa realidade há muitos anos. Participar deste evento nos permite levar essa mensagem adiante”, disse ela. Outro ponto de muito interesse foi relacionado com as boas práticas de cultivo. “A forma com que cuidamos do solo, o uso massivo de tecnologia nas lavouras e a agricultura regenerativa chamam atenção. São rotina das fazendas brasileiras, mas importantes segmentos do setor ainda desconhecem isso”, comentou. O contato com marcas, ONGs e outras organizações setoriais também foi um exercício de escuta. “Ao mesmo tempo em que divulgamos nossas boas práticas agrícolas, a inovação e a liderança em sustentabilidade do algodão brasileiro, aproveitamos para ouvir as demandas do mercado para que o nosso produto continue atendendo às novas exigências da indústria e dos consumidores”, observou Luiz Carlos Bergamaschi, produtor de algodão e conselheiro da Abrapa. Cotton Brazil Há dois anos consecutivos, o Brasil é o maior exportador de algodão do mundo e o terceiro maior produtor. No ciclo 2024/25, encerrado em julho, o País embarcou 2,83 milhões de toneladas de pluma, 6% a mais que as 2,68 milhões de toneladas de 2023/24. A promoção internacional do produto é feita pela Abrapa com o programa Cotton Brazil, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e com apoio da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea). Textile Exchange Neste ano, o tema da Textile Exchange Conference foi “Shifting Landscapes” (“Paisagens em transformação”), e o evento foi realizado de 13 a 17 de outubro, em Lisboa. A Textile Exchange é uma instituição sem fins lucrativos que fomenta o uso de fibras de menor impacto ambiental em todo o mundo – entre elas, o algodão.
Inscrições para a Brazilian Cotton School 2026 entram na reta final
21 de Outubro de 2025As inscrições para a Brazilian Cotton School 2026 entram na reta final. Promovida pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), a iniciativa se consolidou como uma das principais ações de formação e atualização profissional voltadas ao setor. As aulas da terceira turma da Cotton School serão realizadas presencialmente de 9 a 27 de março de 2026, sendo uma semana em Brasília (DF) e, duas, em São Paulo (SP). Com uma programação abrangente, a escola oferece uma imersão completa no universo do algodão, passando por temas como sustentabilidade, qualidade da fibra, certificações, rastreabilidade e tendências globais de consumo. O conteúdo é voltado a profissionais, estudantes, pesquisadores e representantes de empresas que atuam nas diferentes etapas da cadeia produtiva. De acordo com a organização, o objetivo da Brazilian Cotton School é fortalecer a competitividade e a imagem do algodão brasileiro por meio da qualificação de profissionais e do compartilhamento de boas práticas. “O conhecimento técnico é um pilar fundamental da nossa indústria, e a escola tem sido essencial para conectar ciência, mercado e sustentabilidade”, afirma Jonas Nobre, diretor-executivo da escola. As cerca de 120 horas de aulas ministradas por mais de 50 mentores renomados na cotonicultura nacional, incluem visitas técnicas a fazendas de algodão, indústria têxtil e ao Porto de Santos. As inscrições seguem abertas até o final de outubro de 2025, com número limitado de vagas. Interessados podem acessar o site oficial da escola para consultar a programação completa e realizar a inscrição: www.braziliancottonschool.com.br Serviço: Evento: Brazilian Cotton School 2026 Data: de 9 a 27 de março Local: Brasília e São Paulo Formato: 100% presencial