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USDA reduz para 12,10 mi de fardos safra 23/24 de algodão dos Estados Unidos; BR com 14,56 mi
11 de Março de 2024

A safra 2023/24 de algodão dos Estados Unidos foi reduzida para 12,10 milhões de fardos, ante 12,43 milhões no reporte anterior. Os dados são do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, em inglês) que divulgou seu boletim de oferta e demanda nesta sexta-feira (08). Os estoques finais da fibra na nova safra do país são apontados em 2,50 milhões de fardos, sobre 2,80 milhões no último reporte. As exportações da pluma seguiram sendo projetadas no novo ciclo de produção em 12,30 milhões de fardos. BRASIL Já a safra 2023/24 de algodão do Brasil foi mantida em 14,56 milhões de fardos. Já os estoques tiveram leve reducação para 5,83 milhões de fardos. As exportações seguiram esperadas no novo ciclo em 11,20 milhões de fardos. MUNDO A produção mundial 2023/24 de algodão foi elevada para 112,96 milhões de fardos, sobre 112,82 milhões na estimativa anterior do USDA. Os estoques finais são projetados no novo ciclo de produção global em 83,34 milhões, sobre 83,70 milhões de fardos da estimativa anterior do USDA.

Primeira turma da Brazilian Cotton School finaliza etapa em Brasília e parte para São Paulo
08 de Março de 2024

Depois de uma visita à Fazenda Pamplona, do Grupo SLC Agrícola, na quinta-feira, a programação da primeira semana de atividades da Brazilian Cotton School voltou a Brasília, novamente, tendo como base as instalações da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abapa).  Com a conclusão da primeira etapa, na Capital Federal, restam duas semanas sequenciais de curso, que serão realizadas em São Paulo. A Brazilian Cotton School é iniciativa conjunta entre a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM). Sua carga horária é de 120 horas, distribuídas em três semanas. “Nesta primeira semana, podemos dizer que a Brazilian Cotton School não só já é uma realidade como é um retumbante sucesso. Havia uma demanda reprimida e a prova disso é que, para as nossas 35 vagas, recebemos mais de 300 contatos de pessoas interessadas”, explica o presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel. Segundo ele, a Brazilian Cotton School é o antigo sonho de produtores, traders, indústria e corretores de ver replicado no próprio país esse modelo de formação intensiva no mundo do algodão, que era um sucesso lá fora e atraía muitos brasileiros para as iniciativas internacionais. Diversidade temática Os temas abordados nos módulos da primeira semana da escola do algodão na Capital Federal foram tão diversos quanto o público que ocupou todas as cadeiras durante as aulas, formado por representantes da produção agrícola, beneficiamento, indústria, comerciantes, consultores de mercado e do Governo Federal. Eles assistiram a palestras que iam desde a história da cotonicultura no Brasil até as fases de desenvolvimento das lavouras, qualidade, rastreabilidade, sustentabilidade, ESG, legislação, descarbonização agrícola e plantio regenerativo, classificação, dentre outras. Vicenzo Masutti faz parte da terceira geração do Grupo Masutti, empresa agrícola com sede em Vilhena (RO) e é um dos integrantes da primeira turma da Brazilian Cotton School. Para ele, a experiência está sendo muito positiva. “Estou aprendendo muito com as aulas, principalmente, as de ESG e produção. Conviver com os colegas e fazer o networking também é fantástico. A cada conversa, a gente aprende”, diz. Para a gerente comercial do Grupo Itaquerê, de Primavera do Leste (MT), Mari Amaral de Pieri, a experiência foi surpreendente. “Pudemos até acompanhar a colheita numa fazenda, e eu imagino o quanto isso não é valioso para as pessoas que não trabalham nessa área. Eu sempre quis fazer a Cotton School em Memphis (EUA), mas era complicado. Com a versão brasileira, pude concretizar este desejo”, afirmou. Thiago Trintinalio também trabalha com comercialização, mas no estado de São Paulo, na Cooperativa Holambra Agroindustrial. Para ele, o resultado foi ainda melhor que o esperado. “Pude aprofundar meus conhecimentos em áreas como sustentabilidade e ESG e conhecer o que as empresas envolvidas neste curso – Abrapa, Anea, Abit e BBM – fazem pelo algodão brasileiro, divulgando nossa fibra dentro e fora do Brasil”, ressalta. Melhoria de percepção A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que é parceira da Abrapa e da Anea na iniciativa Cotton Brasil, de divulgação do algodão nacional no mercado externo, também participou da primeira semana da Brazilian Cotton School. A coordenadora de Agronegócio da entidade, Lilian Leão foi a palestrante.  Na apresentação, ela destacou o trabalho do Programa de Acesso a Mercados do Agronegócio Brasileiro (PAM Agro), cujo objetivo é impulsionar as exportações a partir da melhoria da percepção de mercados internacionais estratégicos sobre os produtos do agronegócio brasileiro. “Falamos sobre o esforço concentrado de produção e disseminação de informações que destacam a sustentabilidade, segurança e a tecnologia dos produtos”, explicou. Em sua fala, ela mostrou os resultados de uma pesquisa de percepção do público europeu sobre agronegócio brasileiro. “O objetivo é que esse trabalho sirva de base para trabalhos de melhoria dessa percepção”, concluiu.

Abrapa participa de diálogo sobre mulheres no algodão e moda sustentável
08 de Março de 2024

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a diretora de Relações Institucionais da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Silmara Ferraresi, participou de um webinar do projeto Mais Algodão, nesta sexta-feira, 8 de março. A iniciativa reuniu mulheres envolvidas na cadeia de valor da pluma de países da América Latina e Caribe para debater moda sustentável e produção artesanal. “Falar de algodão é falar do feminino, e levar essa informação para o consumidor final tornou-se nossa missão nos últimos anos. O objetivo não é apenas valorizar a matéria-prima em si, mas também destacar o quanto contribuímos com a sociedade brasileira. Não podemos ignorar o papel das mulheres nessa cadeia, que responde por 61% da mão de obra na indústria têxtil, segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil, e 87% dos 1,3 milhão de profissionais que trabalham na costura, de acordo com a Abravest,Associação Brasileira de Vestuário”, destacou a diretora. Após a estruturação dos pilares de rastreabilidade, sustentabilidade e qualidade, a Abrapa lançou o movimento Sou de Algodão, com o objetivo de envolver toda a cadeia têxtil brasileira e destacar os atributos da fibra produzida no país. “Nosso objetivo foi engajar a cadeia como um todo, desde os produtores até os varejistas, e dar destaque para o trabalho coletivo. Esse incentivo já faz parte do nosso trabalho, inclusive pela diversidade e democracia da fibra que produzimos”, explicou Silmara. Além da representante da Abrapa, participaram do diálogo Ronaldo Silvestre, estilista e responsável pelo Instituto ITI, e Andrea Cesarman, cofundadora da Ensamble Artesano, do México. Mais Algodão Desenvolvido há 10 anos pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE), o projeto Mais Algodão é uma iniciativa de cooperação em parceria com 7 países.

Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão
08 de Março de 2024

Destaque da Semana 1 - A volatilidade continua forte no mercado, com o contrato Maio/24 caindo bem esta semana e depois atingindo limite de alta, recuperando as perdas. Os preços da safra nova (Dez/24) tiveram leve alta, mas a diferença ainda é grande em relação aos vencimentos mais próximos (Mai/24 e Jul/24). Destaque da Semana 2 - Será divulgado hoje (sexta-feira 8/3) o relatório mensal de Oferta e Demanda Mundial (WASDE) do USDA. Algodão em NY - O contrato Jul/24 fechou nesta quinta 07/03 cotado a 97,78 U$c/lp (0%). O contrato Dez/24 fechou 83,34 U$c/lp (+0,6% na semana) e o Dez/25 a 79,00 U$c/lp (-0,1% na semana). Basis Ásia - o Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 485 pts para embarque Mar/Abr (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 07/mar/24). Altistas 1 -Safra cada vez menor e estoques apertados nos EUA, aliada a fundos especulando contribuem para dar suporte ao mercado. Altistas 2 - As exportações de algodão do Brasil seguiram muito fortes em Fevereiro. Baixistas 1 - As vendas semanais de exportação dos EUA foram de somente 52 mil fardos. Apesar de ter sido superior ao número da semana passada, é somente 1/3 da média das últimas 4 semanas. Baixistas 2 - O órgão internacional ICAC afirmou em seu relatório mensal que: “especuladores, não fundamentos – são a razão pela qual os preços do algodão estão aumentando!”, e isso é um grande risco. EUA 1 - Projeto de lei em discussão nos EUA prevê subsídios de US$ 150 milhões anuais para o setor têxtil norte-americano. A intenção é aumentar a competitividade do segmento em relação à produção chinesa. EUA 2 - Além disso, o projeto propõe o aporte de US$ 14 bilhões para acelerar a transição do setor têxtil norte-americano para a economia circular. Bangladesh 1 - Nos últimos três anos, o setor de vestuário bengali ampliou em 4% o uso de “fibras não-algodão”, chegando ao índice atual de 29%. O percentual de uso de algodão no país (71%) é muito maior que a média global (23%) Bangladesh 2 - Como estratégia para ampliar sua presença no mercado global de vestuário de 7,8% para 12%, a Associação de Fabricantes e Exportadores de Vestuário de Bangladesh (BGMEA) entende que precisa aumentar o uso de fibras de sintéticas no País. Paquistão 1 - As indústrias têxteis paquistanesas querem negociar diretamente com empresas de energia para superar a crise no fornecimento e o alto custo do insumo. Paquistão 2 - De acordo com a All Pakistan Textile Mills Association (APTMA), juros alta e crise energética levaram ao fechamento de 30% das indústrias têxteis do país. Uzbequistão - Cotonicultores uzbeques estão entre os beneficiados com o aporte de US$ 715 milhões da International Islamic Trade Finance Corporation (ITFC). O recurso visa incentivar a produção de commodities, como o algodão. Exportações 1 - o Brasil exportou 258,05 mil tons de algodão em fev/24. O volume foi seis vezes maior que o total embarcado em fevereiro de 2023. Exportações 2 - No acumulado de agosto/23 a fevereiro/24, as exportações somaram 1,63 milhão de tons, alta de 46% com relação ao mesmo período da temporada passada. Preços - Consulte tabela abaixo ⬇ Quadro de cotações para 07-03 Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, marca que representa internacionalmente a cadeia produtiva do algodão brasileiro. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com

Abrapa amplia horizontes do algodão brasileiro com novas missões internacionais
08 de Março de 2024

A Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) anuncia a expansão de suas ações internacionais após a "Missão Indonésia-Bangladesh". A entidade planeja mais 12 intercâmbios comerciais para promover o algodão brasileiro globalmente. A missão, realizada de 26 de fevereiro a 1º de março, contou com a colaboração da Associação Nacional de Exportadores de Algodão (Anea) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Miguel Faus, presidente da Anea, avaliou a missão como muito bem-sucedida, destacando a mistura de debates técnicos e momentos de descontração. Durante a missão, foram realizados seminários "Cotton Brazil Outlook" em Jacarta e Daca, superando as expectativas de público e reunindo importantes decisores. A Indonésia, apesar de uma queda de 35% nas importações de algodão no ano comercial 2022/23, espera um aumento de 20% para 2023/24. Bangladesh, por outro lado, busca diversificar seus fornecedores de algodão, com o Brasil já respondendo por 16% de suas importações. O Brasil, segundo maior exportador mundial de algodão desde 2019, projeta exportar 2,34 milhões de toneladas no ano comercial 2023/24. A agenda de missões internacionais do Cotton Brazil para 2024 inclui ainda o Mercado Europeu, Tailândia, China, Turquia, Egito, Vietnã, Índia, Taiwan, Japão e Estados Unidos. Nos meses de julho e agosto, o destino se inverte e os cotonicultores brasileiros abrem suas propriedades para receber industriais e importadores na chamada Missão Compradores. Acesso em: Abrapa amplia horizontes do algodão brasileiro com novas missões internacionais - Revista Cultivar  

Abrapa visita lavouras e conversa com lideranças da cotonicultura no Piauí
08 de Março de 2024

Porto Alegre, de 8 março de 2024 – Entre os dias 05 e 06 de março, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Schenkel, e o diretor de Relações Internacionais da entidade, Marcelo Duarte, visitaram lavouras e estruturas produtivas de algodão no estado do Piauí, além das instalações da Associação Piauiense dos Produtores de Algodão (Apipa), no município de Uruçuí, na região do Alto Parnaíba. Os representantes da Abrapa foram recebidos pelo presidente da Apipa, Amilton Bortolozzo, e o diretor-executivo da entidade, Francisco Sales Battisti Archer, além de produtores locais, que abriram as porteiras de suas fazendas para a associação. A passagem marca os constantes trabalhos de aproximação da Abrapa com as associações estaduais, canais imediatos de contato com os produtores. O Piauí tem chamado atenção pelo incremento de área na cotonicultura. Na safra 2023/2024, o estado plantou em torno de 23,8 mil hectares, em torno de 34,7% a mais que no ciclo anterior, e as projeções são de ampliar a ocupação com a cultura para 2024/2025, se o clima e o mercado continuarem favorecendo a fibra. “No momento, a Apipa estima que a área pode chegar a 40 mil hectares”, antecipa Bortolozzo, que agradeceu a visita da entidade nacional. De acordo com Schenkel, eles ficaram impressionados com a qualidade das lavouras, que estão muito bem conduzidas e desenvolvidas, mesmo o estado tendo enfrentado problemas climáticos, com 60 dias de atraso nas chuvas. “O que vemos aqui é um trabalho bem-feito no manejo de pragas, cobertura do solo e boas práticas, que, nas condições climáticas esperadas, devem garantir volume, qualidade e produtividade nas lavouras. Esperamos que boas chuvas em abril e maio tragam uma excelente safra para o Piauí”, disse Schenkel, ressaltando que esses fatores explicam o rápido crescimento da atividade na região, que também vem atraindo produtores de outros estados, sobretudo do Matopiba. “Foi muito bom ter vindo aqui com o nosso diretor de Relações Internacionais, Marcelo Duarte, hoje baseado em Singapura. Ele explicou aos produtores o trabalho que desenvolvemos na Ásia e poderá também enriquecer seu testemunho quando falar com a indústria internacional sobre o excelente momento que o algodão brasileiro vive, e isso começa nos estados”, concluiu. As informações são da Abrapa. Revisão: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência Safras Acesso em: Abrapa visita lavouras e conversa com lideranças da cotonicultura no Piauí - SAFRAS & Mercado

Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro – safra 2022/23 (fevereiro)
08 de Março de 2024

Com mais de 129,9 mil análises de HVI realizadas no mês de fevereiro, o fechamento da safra 2022/2023 se aproxima, restando apenas 50 mil aferições para encerramento do ciclo. Durante o período, alguns parâmetros se destacaram devido às condições climáticas favoráveis e à produção de fibras de boa maturidade na última temporada. Predominaram positivamente os índices micronaire, comprimento UHML, uniformidade e fibras curtas. Para conferir essas e outras informações do período, acesse o Relatório da Qualidade do mês de fevereiro no link: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Relatorio_de_Qualidade_do_Algodao_Brasileiro_%E2%80%93_safra_2022_2023.fevereiro.pdf

Brasil é responsável por 36% do algodão sustentável consumido em todo o mundo, mas produção tem fatores desafiadores
08 de Março de 2024

O Brasil hoje, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), fornece 36% do algodão sustentável consumido no mundo. Isso porque 92% da fibra que é produzida depende apenas da água da chuva. Além disso, atualmente, o país é o quarto em volume de produção no mundo, atrás apenas de Índia, China e Estados Unidos. Somados, os quatro acumulam 70% da produção mundial, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Para se destacar na produção mundial, há parâmetros que são levados em consideração, como a cor (quanto mais branco, mais valor atribui ao produtor) e questões como impurezas, folhas e as qualidades intrínsecas (comprimento, resistência, micronaire, fibra curta, índice de fiabilidade e outros). Pedro Afonso, Técnico de Desenvolvimento de Mercado da BRANDT Brasil – empresa de inovação tecnológica focada em fisiologia vegetal, biossoluções e tecnologia da aplicação –, diz que ‘’o manejo correto é fundamental para o produtor atingir bons resultados. Segundo ele, “é importante estar atento a fatores como as condições do solo, o clima, a qualidade e o plantio correto das sementes a fim de se obter alto potencial produtivo”. Afonso comenta que o planejamento da safra antes do plantio é essencial e explica com detalhes os pontos de maior atenção: Fator climático: o clima vem sendo o mais preocupante, com o El Niño, que trouxe altas temperaturas, o que tem impacto direto. Fator solo: envolve a matéria orgânica, textura, estrutura, fatores de manejo, saturação de bases, declive, topografia, temperatura do solo (com boa germinação girando em torno de 18 a 34°C) e profundidade, para exploração de raiz. Fator cultura: é importante levar em consideração a taxa de semeadura, distribuição e espaçamento, data de semeadura, espécie, híbrido, variedade, pestes (pragas, doenças e plantas daninhas), qualidade de semente, evapotranspiração, disponibilidade de água e nutrição, para gerar uma boa eficiência na colheita. Por fim, Afonso diz que o Brasil tem potencial para se destacar ainda mais no mercado mundial. “Isso porque pela primeira vez na história podemos ultrapassar os EUA na produção de algodão da fibra, o que está previsto para ocorrer na safra 2023/24. Com isso, nos tornaremos o terceiro maior produtor da pluma no mundo, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o que é estratégico para posicionar ainda mais o agronegócio brasileiro em todo o planeta”, diz. Sobre a BRANDT A BRANDT Brasil é uma subsidiária da norte-americana BRANDT, uma empresa agrícola líder, que atende agricultores em todo o mundo. Fundada em 1953, desenvolve tecnologias que atuam na fisiologia vegetal e tecnologia da aplicação e bioproteção para diversas culturas. Presente em mais de 80 países, com o propósito de respeitar o investimento do produtor entregando resultados reais no campo por meio de tecnologias inovadoras, as quais estão disponíveis numa grande rede de distribuidores. No Brasil desde 2015, possui sede em Cambé (PR) e filial em Olímpia (SP). Fonte: Assessoria de imprensa Bandt   https://maissoja.com.br/brasil-e-responsavel-por-36-do-algodao-sustentavel-consumido/