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Reunião em São Paulo avalia os próximos passos da Brazilian Cotton School
19 de Abril de 2024

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Schenkel, e o diretor executivo da entidade, Marcio Portocarrero, participaram, na terça-feira (16), de uma agenda em São Paulo para tratar da Brazilian Cotton School, juntamente com o diretor da “escola”, Marcelo Escorel, e representantes de cada um dos parceiros da iniciativa, que também congrega Abit, Anea e BBM. A primeira edição da Brazilian Cotton School foi realizada em março deste ano, e o sucesso da estreia já aponta para os direcionamentos futuros. De acordo com Portocarrero, foi uma reunião de avaliação do curso, com base nos feedbacks dos alunos, que, de maneira geral, segundo o executivo, foram muito positivos. “Com base nestes retornos, pudemos refletir sobre melhorias, adaptações e aprofundamento em alguns temas”, disse. Apesar de ainda não haver data marcada para ocorrer novamente, a estimativa dos organizadores é de repetir a imersão 360º no algodão, em março de 2025.  “A versão brasileira da Cotton School foi bastante elogiada por todos os alunos que participaram e a gente pretende investir e continuar, para que possamos preparar profissionais qualificados para trabalhar na indústria têxtil, no setor comercial, com as traders, corretoras e, principalmente, no setor produtivo”, finaliza Schenkel.

Avanço de área pode garantir produção recorde de algodão no Brasil nesta safra
19 de Abril de 2024

O Brasil deve colher 3,6 milhões de toneladas de algodão em pluma na safra 2023/24, volume 13,4% maior que o da temporada anterior e um recorde, conforme estimativas divulgadas neste mês pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e analisadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. A marca pode ser atingida mesmo com a projeção de queda na produtividade, de 2,5%, para 1.860 kg/ha. O resultado positivo, segundo pesquisadores do Cepea, viria do crescimento de 16,3% na área, que saltou para 1,94 milhão de hectares. Em relação ao mercado doméstico, as cotações da pluma seguem oscilando, ora impulsionadas pela posição firme de vendedores, ora pressionadas pelos menores valores ofertados por compradores ativos. A “queda de braço” quanto ao preço e/ou à qualidade dos lotes continua acirrada e limitando os fechamentos no spot. Nesta terça-feira (16/4), o indicador Cepea/Esalq para o algodão em pluma apresentava cotação média de R$ 3,9644 a libra-peso, uma queda acumulada de 3,06% desde o início de abril. Pesquisadores do Cepea indicam, ainda, que agentes estão buscando realizar novos contratos a termo, seja para embarque nos próximos meses como também envolvendo a pluma das próximas temporadas (2023/24 e 2024/25).

Cultivando o futuro
17 de Abril de 2024

O movimento Sou de Algodão tem muito a falar sobre o trabalho que realiza para democratizar o uso da fibra produzida no Brasil e promover uma moda mais responsável. O SouABR, primeiro programa de rastreabilidade de ponta a ponta da cadeia têxtil, e projetos com marcas e estilistas parceiros, como desfiles em semanas de moda nacionais, foram destaque em uma matéria de quatro páginas na edição impressa da Forbes. Dentro da editoria Life Fashion, toda a história do Sou de Algodão foi contada em um encontro de relacionamento entre Silmara Ferraresi, diretora de relações institucionais da Abrapa e gestora do Sou de Algodão, e a repórter Rafaela Fleur. Confira o PDF com a matéria completa no link! Reportagem Forbes

João Pimenta faz collab com Sou de Algodão na edição 57 do São Paulo Fashion Week
15 de Abril de 2024

No último domingo, 14, o estilista parceiro João Pimenta trouxe o algodão no centro de sua coleção, em desfile emocionante no terraço do Edifício Martinelli, que completa 100 anos em 2024, e vem agitando a agenda cultural do centro histórico da cidade de São Paulo. O movimento Sou de Algodão, iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), participou em collab nesse desfile que contou com 120 looks, apresentados para cerca de 300 convidados, entre jornalistas de moda e comportamento e apoiadores. Em um relacionamento que já dura seis anos com o Sou de Algodão, e após uma visita especial à fazenda de algodão, João Pimenta pensou em outras possíveis parcerias entre a sua marca e o movimento. Foi o desejo de produzir uma nova coleção, mais voltada ao streetwear com o algodão como matéria prima, que fez com que o estilista chegasse à ideia de uma colaboração na primeira edição do SPFW do ano. “Trabalho muito com materiais exclusivos, diferenciados e experimentais, mas queria estar com um produto que fosse mais verdadeiro, como o algodão. Ele é um tecido que conhecemos a procedência, além de ter fácil manuseio, costura e lavagem”, contou. As composições, no segmento de moda masculina, trouxeram camisas polo, camisetas estampadas, bermudas e calças cargo para a passarela. A essência urbana, traduzida por meio da alfaiataria conhecida de João Pimenta, fez alusão ao local do desfile, que completa 100 anos em 2024. Com as estampas tie-dye e xadrez, remetendo ao clima urbano desejado pelo estilista, a escolha da matéria prima - o algodão - foi pensada para alcançar a simplicidade e a democratização que a coleção reflete. Cerca de 70% da coleção apresentada foi produzida com algodão, para trazer o conceito mais utilitário às peças. Para João, a fibra auxilia na praticidade e na facilidade de manuseio, e também a alcançar uma costura bem feita. “Essa coleção é o resgate desse masculino menos fluido, mas sem renunciar ao nosso público. Queremos abraçar essa estética que é um pouco mais do menino da rua, do skatista, do surfwear, e tentar pensar numa diversidade real. O desejo é de incluir sem excluir”, contou. Para João Pimenta, a collab com o movimento Sou de Algodão, que promove a moda responsável por meio do uso da fibra natural e nacional, amplia as possibilidades de concretizar uma moda mais acessível e diversa. “Essa parceria é uma possibilidade muito legal de conhecer esses fornecedores que são parceiros do movimento, já que eu não tinha esse espaço nas fábricas. O Sou de Algodão me apresentou essas empresas e conhecemos novos materiais. Então, essa collab, na verdade, vem como uma forma de evolução para a minha marca, tendo mais diversidade de tecidos e conhecimento sobre a tecnologia que envolve alguns produtos”, afirmou. Ao conhecer os fornecedores e as fábricas, agora o objetivo de Pimenta é conseguir comprar algodão em maior quantidade, profissionalizando, assim, o seu trabalho. As empresas parceiras Ibirapuera Têxtil, RenauxView, Tecidos Constâncio Vieira e Textilfio apoiaram o desfile. Silmara Ferraresi, diretora de relações institucionais da Abrapa e gestora do movimento Sou de Algodão, comemora a parceria de sucesso, já que este é o segundo desfile em collab com o estilista. “Saber que o algodão brasileiro tem conquistado espaço, cada vez mais, nas principais semanas de moda no Brasil, nos mostra que o nosso trabalho de promoção da fibra natural, nacional e responsável, vem ganhando a relevância que desejávamos, desde o início. Fazer uma coleção, em parceria com um grande talento, como o João Pimenta, nos enche de orgulho. Queremos que o algodão seja a principal escolha da moda brasileira" finaliza. Sobre Sou de Algodão Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 82% de toda a produção nacional de algodão.   Foto: agfotosite

Abrapa realiza treinamento de inspetores de UBA em Uberlândia
12 de Abril de 2024

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), encerrou, nesta sexta-feira (12), o calendário de treinamentos de abril com o curso de capacitação e qualificação para inspetores de Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA), em Uberlândia (MG). O evento, realizado na Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton), reuniu profissionais que atuam na área e buscam aprimorar seus conhecimentos para garantir a qualidade e a padronização do algodão brasileiro. O conteúdo do treinamento foi desenvolvido pela Abrapa com a supervisão do Mapa, como parte do Programa da Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB). De acordo com o gestor do programa de Qualidade da entidade, Edson Mizoguchi, essa iniciativa visa garantir a rastreabilidade e a qualidade da pluma nacional. "Com essa capacitação, preparamos novos inspetores para a safra 2023/2024 e damos um passo importante para consolidar o PQAB no estado de Minas Gerais", afirma. A certificação oficial do PQAB garante que o algodão brasileiro atenda aos mais rigorosos padrões internacionais de qualidade. Isso significa que a amostra retirada do fardo de algodão corresponde à realidade do produto, está devidamente identificada e foi produzida de acordo com as normas técnicas. "Temos 15 UBAs ativas em Minas Gerais. No ano passado, formamos mais de 30 inspetores. Este ano, estamos formando mais 16, completando o time no estado. Isso facilita muito para nós, do laboratório de análise de fibra de algodão, pois recebemos amostras que estão dentro das conformidades em relação ao tamanho, espessura e peso corretos”, informa Anicézio Resende, gerente do laboratório da Amipa. O inspetor de UBA é a peça fundamental para o sucesso do Programa. É ele quem garante que todos os procedimentos de amostragem, identificação e embalagem do algodão sejam realizados de acordo com as normas. O trabalho desses profissionais é essencial para garantir a confiabilidade das análises e a qualidade do algodão brasileiro. Durante o treinamento, os participantes aprofundaram seus conhecimentos sobre os requisitos legais do PQAB, incluindo a Instrução Normativa 24 (IN24), que define o regulamento técnico do algodão em pluma, e a Portaria 375, que estabelece os requisitos para a certificação voluntária de produtos de origem vegetal. Além da legislação, o curso também abordou as melhores práticas para a amostragem, identificação e embalagem do algodão, bem como os procedimentos para o envio das amostras para classificação e análise. Ao final, os inspetores inscritos foram submetidos a uma avaliação para certificar a assimilação do conteúdo. A nota mínima para aprovação foi seis. Além da Amipa, o treinamento foi realizado na Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampasul) e na Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro – safra 2022/23 (março)
12 de Abril de 2024

A análise da safra 2022/2023 foi concluída nos 12 laboratórios que atendem aos cotonicultores brasileiros. Durante esse período, os 73 equipamentos de HVI analisaram 15.492.050 amostras de algodão, proporcionando uma visão abrangente do desempenho da pluma na classificação instrumental. Um dos destaques do ciclo foi o índice de fibras curtas, que alcançou o melhor SFI das últimas três safras, resultado das condições climáticas favoráveis e do esforço dos produtores, em conjunto com pesquisas e desenvolvimento científico. A cor também apresentou destaque, porém, esse último parâmetro foi afetado pelo maior tempo de exposição dos enfardamentos em rolos no campo a altas temperaturas, antes de ser beneficiado. O Relatório de Qualidade completo pode ser acessado no link abaixo:   RELATÓRIO DE QUALIDADE DO ALGODÃO BRASILEIRO SAFRA 2022/2023 – MARÇO/24 (abrapa.com.br)

Treinamento de inspetores de UBA da Abrapa chega à Bahia
12 de Abril de 2024

O curso de capacitação e qualificação para inspetores de Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA) chegou à Bahia, segundo maior produtor da fibra no Brasil, nesta terça-feira, 09 de abril. Seu conteúdo foi desenvolvido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), sob supervisão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), como parte do Programa da Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB), a certificação oficial da pluma nacional, emitida pelo governo federal. Realizado no Centro de Treinamento da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), no município de Luís Eduardo Magalhães, a iniciativa visa a garantir a qualidade e a padronização do algodão brasileiro. “Com essa capacitação, a Abapa dá um passo importante para consolidar o PQAB no Matopipa, região que congrega os estados da Bahia, Maranhão, Tocantins e Piauí”, afirma Edson Mizoguchi, gestor do programa de Qualidade da entidade. A certificação oficial assegura que a amostra retirada do fardo de algodão corresponde a ele, está devidamente identificada e foi produzida nas dimensões determinadas por lei, além de garantir que a análise instrumental foi realizada de acordo com as normas internacionais. “O curso é muito importante para o bom funcionamento do programa de autocontrole”, diz Alvani Silva Souza, inspetor de UBA. Na safra 2022/2023, 62 produtores e 38 UBAs da região do Matopiba foram habilitados para participar do programa. Das mais de 3,55 amostras enviadas para análise, 78% foram aprovadas. O restante apresentou problemas de embalagem não lacrada adequadamente, danificada ou com peso diferente do especificado por lei. O papel do inspetor de UBA é fundamental para o Programa da Qualidade do Algodão Brasileiro. É ele quem cumpre os processos determinados pela legislação, assim como padrões de análises internacionais, que são a base para Mapa expedir a certificação. Além disso, cabe ao inspetor alimentar as informações referentes às amostras e fardos no Sistema Abrapa de Identificação (SAI) e no Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI). “Esses profissionais desempenham uma função importante ao garantir a correta retirada de amostragens, identificação e embalagem para o envio para classificação do algodão. Isso assegura que os resultados das análises sejam consistentes com as dos respectivos fardos”, afirma Sérgio Brentano, gerente do Centro de Análises de Fibras da Abapa. Durante o treinamento, foram abordados os requisitos legais do programa, como a Instrução Normativa 24 (IN24), do Mapa, que define o regulamento técnico do algodão em pluma, o padrão oficial de classificação, os critérios de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação e a marcação ou rotulagem nos aspectos referentes à classificação do produto. Já a Portaria 375 estabelece os parâmetros para a certificação voluntária dos produtos de origem vegetal. Ao final do curso, os 50 inspetores inscritos passaram por uma avaliação, sendo a nota mínima para aprovação seis. O próximo encontro está agendado para o dia 12, em Uberlândia (MG), na Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton).

Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa com as principais notícias do mundo do algodão
12 de Abril de 2024

Destaque da Semana - Mercado continua em queda com movimento de vendas dos especuladores. Relatório mensal de oferta e demanda de abril do USDA trouxe pouca mudança nos números em relação ao mês anterior. Algodão em NY - O contrato Jul/24 fechou nesta quinta 11/04 cotado a 85,25 U$c/lp (-3,7% na semana). O contrato Dez/24 fechou 80,69 U$c/lp (-3,3% na semana) e o Dez/25 a 77,85 U$c/lp (-0,9% na semana). Basis Ásia - O Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia está em 200 pts para embarque Abr/Mai (Middling 1-1/8" (31-3-36), fonte Cotlook 11/abr/24). Baixistas 1 - Partes do Texas receberam um bom montante de chuva, mas precisarão de mais volume para a finalização do plantio de algodão. Baixistas 2 - O índice do dólar subiu para o seu nível mais alto desde meados de novembro em relação a uma cesta de moedas. Baixistas 3 - Os estoques certificados na bolsa NY ICE continuam aumentando, chegando aos 155 mil fardos, mais alto desde junho de 2021. Altistas 1 - Os estoques de passagem, principalmente nos EUA, continuam muito baixos, no menor patamar em pelo menos 20 anos. Altistas 2 - A China voltou ao mercado nesta semana, marcada pela ausência da maioria dos países muçulmanos devido às festividades do final do Ramadã. Altistas 3 - A economia chinesa crescerá 5% em 2024, prevê o banco Goldman Sachs em atualização nesta semana. Um dos motivos da revisão é o ritmo mais acelerado na produção industrial. Safra 2024 - O plantio de algodão precisou ser paralisado no Texas, principal estado produtor dos EUA, devido às chuvas. Clima quente e seco favorece o início da safra no Paquistão, assim como em Xinjiang – principal polo produtor chinês. EUA - O relatório de progresso da colheita do USDA coloca o plantio de algodão em 5% em todo o país, mesmo índice que na temporada passada, mas abaixo dos 6% da média de cinco anos. China 1 - O número de fiações operando com mais de 90% de sua capacidade na China aumentou 11 pontos percentuais em março. O Beijing Cotton Outlook (BCO) aferiu que 74% das indústrias ampliaram o consumo de algodão. China 2 - A previsão de importação de algodão pela China no ciclo 2023/24 foi ampliada para 3,1 milhões tons (+283 mil tons) pelo USDA esta semana. China 3 - Em recente pesquisa com agricultores, a China Cotton Association (CCA) manteve a projeção de que a safra 2024 tenha área plantada de 2,74 milhões de hectares de algodão – 1,5% a menos que no período anterior. Turquia - O USDA atualizou os dados para a safra 2024/25 na Turquia, prevendo produção de 820 mil tons (+18% acima de 2023/24), consumo de 1,64 milhão tons (+5,5%) e importação de 820 mil tons (+9%). Vietnã 1 - Aumentou a procura por algodão importado no Vietnã com a queda no preço. Porém, com a desvalorização da moeda local (dong) em relação ao dólar, as fiações receiam o risco de redução no lucro. Vietnã 2 - Em março, o Vietnã importou 128 mil tons de algodão (+31,7% em relação a fev/24 e +34% em relação a mar/23). O Brasil forneceu 42 mil tons (33% do total). Vietnã 3 - De ago/23 a mar/24, o total acumulado foi de 950,8 mil tons – 6,8% a mais que de ago/22 a mar/23. Nesse período, a Austrália responde por 40% das vendas aos vietnamitas. Bangladesh 1 - A Abrapa participou na semana passada da 1ª missão oficial do Ministério das Relações Exteriores (MRE) a Bangladesh. A missão foi conduzida pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira. Bangladesh 2 - Além de seminário empresarial, a comitiva visitou duas indústrias têxteis. A Abrapa foi representada pelo diretor de Relações Internacionais, Marcelo Duarte, responsável pelo Cotton Brazil. Certificação - A Abrapa se posicionou oficialmente a respeito de relatório publicado esta semana por ONG do Reino Unido: https://bit.ly/abrapastatement Exportações - O Brasil exportou 53,8 mil tons de algodão na primeira semana de abr/24. A média diária de embarque é 218% maior em comparação com abr/23. Preços - Consulte tabela abaixo ⬇ Tabela de cotação 12.04 Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil, marca que representa internacionalmente a cadeia produtiva do algodão brasileiro. Contato: cottonbrazil@cottonbrazil.com