notícias

Sabia que o jeans é feito de algodão? Pluma é destaque no SPFW
16 de Novembro de 2023

Ao todo, nove estilistas participaram da confecção das peças apresentadas — Foto: Fotos: Zé Takahashi/Sou de Algodão; Arte: Globo Rural Capulhos de algodão decoraram e embelezaram uma das passarelas da 56ª edição do São Paulo Fashion Week (SPFW), que encerra nesse domingo (12/11). Um desfile idealizado pelo movimento "Sou de Algodão" celebrou os 150 anos de criação do icônico jeans. O clássico do guarda-roupa é produzido com o denim, tecido que tem o algodão como seu principal componente. Nove estilistas se juntaram para confeccionar 40 peças de roupas feitas a partir de jeans reciclado e doado por empresas têxteis, entre tecelagens, fiações, malharias e confecções. As peças fazem parte de uma coleção que teve direção artística de grandes nomes da moda, como Paulo Borges, idealizador do SPFW.Nos bastidores, o desfile destacou a sustentabilidade no agro, especialmente na cadeia do algodão, já que 84% da produção da pluma brasileira conta com certificação socioambiental, além de ter ferramentas de rastreabilidade em que o consumidor pode acompanhar a jornada da produção. Rastreabilidade "tá na moda" A marca baiana Dendezeiros foi a escolhida pela "Sou de Algodão" para ter duas peças rastreáveis no desfile, desde a origem da fibra, com certificação ABR (Algodão Brasileiro Responsável), até o varejo. Por meio do programa SouABR, o consumidor tem acesso às etapas de produção da roupa e às certificações do fio, tecido, corte e costura a partir de um QR code localizado na etiqueta das peças. "Com o QR code, o consumidor pode conferir a rastreabilidade do corte dessas criações e da costura, e as certificações do fio e das fazendas que estão envolvidas no processo de confecção. Tudo isso está disponível em 'mobile', ou seja, é uma experiência fácil de ser acessada"Silmara Ferraresi , diretora de Relações Institucionais na Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e gestora do Movimento Sou de Algodão. Duas peças criadas pela Dedezeiros contam com rastreabilidade por meio do programa "SouABR" — Foto: Zé Takahashi/Sou de Algodão Este foi o segundo ano de desfile do "Sou de Algodão", mas a parceria do movimento com o São Paulo Fashion Week vem desde 2016. Para Alexandre Schenkel, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o desfile foi uma oportunidade para aproximar a cadeia da pluma do consumidor final e do público do setor têxtil. "Para nós, foi importante mostrar as características do algodão para o público do SPFW. Também mostramos que respeitamos o consumidor final com um produto de qualidade, que é produzido 100% aqui no Brasil, com uma produção sustentável, rastreada e certificada desde a origem", destacou Schenkel. "É muito bonito ver o resultado final desse desfile e ver a 'turma da moda' entregando essa 'colheita'", acrescentou. Com uma demanda cada vez maior por sustentabilidade na cadeia produtiva, o Brasil, que hoje é o quinto maior produtor mundial de denim, pode se destacar ainda mais se impulsionar a transparência na produção da pluma, avaliou o dirigente. Por Denise Saueressig e Julia Maciel — São Paulo Acesso em: Sabia que o jeans é feito de algodão? Pluma é destaque no SPFW (globo.com)

SPFW: Sou de Algodão, Rafael Caetano e David Lee
16 de Novembro de 2023

13.11.2023 por Patricia Favalle SOU DE ALGODÃO Não tem como dar ruim quando se tem uma equipe com produção de Paulo Borges (@pborgesj), edição de moda de Paulo Martinez (@arruda) e beleza de Ricardo dos Anjos (@ricardodosanjos). E foi assim, lindamente, que o movimento Sou de Algodão (@soudealgodao) promoveu a sua avant-première. Com música ao vivo, as marcas convidadas produziram peças inspiradas na história dos 150 anos do jeans – com balonês, alfaiataria, jaquetas, casacos, macacões e até uma versão “black tie”. Os looks foram exibidos seguindo a paleta de cor, que teve lavagens escura, estonada, dégradé, resinada e délavé. Entraram na passarela criações da Amapô, David Lee, Dendezeiro, Heloisa Faria, Korshi 01, Martins, Ronaldo Silvestre, Weider Silverio e Thear.  DAVID LEE Batidas eletrônicas ditaram a intensidade da apresentação do estilista David Lee (@davidleeoficial). Chamada de “Barlavento”, a coleção foi regida pelos ventos: da brisa à ventania, e configurada com elementos básicos, porém, sem monotonia. Por ali reinou o estilo urbano-casual, pensado com sobreposições de patchwork, detalhes de crochê com pontos 3-D, tweeds felpudos, tricôs, acessórios esportivos e acabamentos sintéticos e encerados. O jeans também marcou presença com listras destacadas e entretons, validando a cartela de cores, que ferveu no laranja-ácido, no azul-Klein, no mescla e no amarelo-canário. Para os pés, Lee acreditou numa versão de sandálias-pantufas revestidas de pelúcia (e soprou para longe as ondas intermináveis de calor). RAFAEL CAETANO De olho na década de 1970 e ao som das faixas do disco “Coração Selvagem”, de Belchior, o estilista Rafael Caetano (@rafaelcaetanobr) pontuou a sua coletânea com nostalgia. No desfile, robes, calças boca de sino, coletes diminutos, short e camisa de alfaiataria, paletós quadradões, malhas vazadas e tecidos variados, do cetim e do crepe à cambraia dividiram as atenções com os coloridos saídos de uma noitada do Studio 54, em Nova York. Para completar o mood, Rafael elegeu tons sofisticados, como bege, laranja, verde-oliva, dourado, cáqui, preto e off-white, que apareceram em padronagens sólidas, listradas e quadriculadas. Acesso em: SPFW: Rafael Caetano, Sou de Algodão e David Lee (revistalofficiel.com.br)

Abrapa participa da Câmara Temática de Agricultura Sustentável que discute Hidrogênio Verde e Selo Verde Brasil
16 de Novembro de 2023

O emprego do hidrogênio verde na cadeia produtiva do agro e a proposta de criação do Selo Verde Brasil para certificar produtos sustentáveis foram os principais assuntos da pauta apresentados durante a 49ª Reunião Ordinária da Câmara Temática de Agricultura Sustentável e Irrigação (Ctasi) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que ocorreu nesta terça-feira, dia 14 de novembro, em Brasília. A reunião foi realizada de forma presencial e por videoconferência, com integrantes da Câmara e representantes de entidades, como a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). De acordo com a proposta apresentada, o Selo Verde Brasil busca criar um mecanismo para fortalecer a competitividade dos produtos e serviços obtidos com baixa emissão de carbono. A apresentação, realizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), destacou a intenção de criar uma certificação única, reconhecendo práticas responsáveis que atendam aos requisitos socioambientais exigidos pelos mercados globais ao longo do ciclo de vida da produção. A coordenadora de Sustentabilidade da Abrapa, Bárbara Bonfim, que acompanhou a reunião, esclareceu que o programa deverá ser voluntário, centrado na avaliação de conformidade, abrangendo produtos e serviços com ciclo de vida socioambiental responsável, incluindo a rastreabilidade da produção, pegada de carbono, gestão de resíduos sólidos e o consumo de água. Outro assunto tratado foi a nanotecnologia do solo e o emprego do hidrogênio verde na cadeia produtiva do agro. Coube à Embrapa abordar o alto potencial brasileiro no desenvolvimento do hidrogênio sustentável, lembrando que a agricultura pode ser um vetor importante para a produção de hidrogênio, utilizando matérias-primas como a biomassa, o etanol e resíduos agrícolas. O setor apresenta um amplo potencial para a produção em grande escala de hidrogênio verde, utilizando processos que envolvem fontes renováveis. Sua molécula pode ser usada como matéria-prima para a produção dos insumos agrícolas, os fertilizantes nitrogenados. Além de suas aplicações tradicionais, o hidrogênio verde pode contribuir para o sequestro de carbono ao transformar resíduos da agropecuária em biofertilizantes, posicionando o agronegócio brasileiro como um possível líder no mercado global de hidrogênio verde. 14.11.2023 Imprensa Catarina Guedes – Assessora de Imprensa (71) 98881-8064 Monise Centurion – Jornalista Assistente (17) 99611-8019

Nota de Pesar – Aldo Roberto Tisott
14 de Novembro de 2023

Com profundo pesar, a Abrapa expressa sua consternação diante da inesperada e triste notícia do falecimento prematuro do estimado Aldo Tisott, Diretor de Vendas e Novos Negócios da SLC Agrícola. Aldo foi uma presença constante em diversas batalhas e iniciativas lideradas pela Abrapa, sempre empenhado no fortalecimento da cotonicultura brasileira e na promoção do nosso algodão, tanto nacional quanto internacionalmente. https://www.high-endrolex.com/33 A partida súbita de Aldo deixa um vazio irreparável no setor, mas seu legado permanecerá como fonte de aprendizado e recordações valiosas. Expressamos nossos mais sinceros sentimentos à sua família, amigos e à SLC Agrícola, desejando-lhes força e apoio para superar essa dolorosa perda.

Relatório de Qualidade do Algodão Brasileiro - safra 2022/23 (outubro)
13 de Novembro de 2023

Até o dia 31 de outubro, a análise de qualidade da safra brasileira de algodão 2022/2023 estava em 77%. O trabalho segue firme nos 73 equipamentos de HVI, distribuídos nos 12 laboratórios de análise de fibra do país, que integram o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI). Este ciclo, que entrou para a história como recorde em volume e produtividade, também traz boas notícias na melhoria das características relevantes analisadas, em relação à safra passada, como comprimento, resistência, finura e índice de fibras curtas. Este último, um constante ponto de atenção. Clique no link e confira o relatório Estatística do Algodão Brasileiro 2022/2023. https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Relatorio_de_Qualidade_do_Algodao_Brasileiro_%E2%80%93_safra_2022_2023.outubro.pdf

Perto de liderar exportação global, algodão do Brasil sobe nas passarelas do SPFW
10 de Novembro de 2023

© Reuters. Projeto "Sou de algodão" em desfile no São Paulo Fashion Week. 9 de novembro de 2023. REUTERS/Carla Carniel Por Roberto Samora SÃO PAULO (Reuters) - Com uma celebração aos 150 anos do jeans, produtores de algodão do Brasil levaram a fibra natural para um desfile exclusivo no São Paulo Fashion Week (SPFW), na noite de quinta-feira, enquanto buscam fortalecer a cadeia produtiva no país e destacar o selo ABR de rastreabilidade, um dos pilares por trás do salto das exportações brasileiras nos últimos anos. De segundo maior importador de algodão do mundo em 1996, o Brasil está a 400 mil fardos de alcançar os Estados Unidos como maior exportador global na safra 2023/24, segundo dados do governo norte-americano (USDA), já aparecendo a partir desta temporada como terceiro produtor global, atrás de China e Índia, após superar os EUA. Na safra 23/24, o próprio USDA vê a produção do Brasil em 14,56 milhões de fardos, acima das 13,09 milhões dos EUA, enquanto na temporada anterior os americanos produziram 14,47 milhões, e os brasileiros, 11,72 milhões de fardos. Já a exportação do país triplicou na última década. "Estamos trocando posição com os EUA, igual corrida de cavalo, por um focinho na frente do outro, a gente querendo ultrapassar os americanos. Mas isso acho que não importa tanto, isso mostra mais o potencial que temos", disse o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Schenkel. Após o desfile no SPFW de 40 "looks" com criações em jeans, Schenkel disse à Reuters que mais importante do que a competição no mercado global é mostrar à indústria e consumidores a qualidade do produto do Brasil. O país ainda rastreia mais de 80% da produção com base em critérios ambientais e sociais com a certificação ABR, que inclui QR Code de rastreabilidade na etiqueta das roupas de algumas indústrias nacionais. "O que precisamos é nos juntar, todos os grandes países produtores de algodão, para mostrar a viabilidade que temos na fibra natural", disse o presidente da Abrapa, que voltou há cerca de 20 dias de uma viagem comercial ao Paquistão, importante destino das exportações brasileiras. Schenkel destacou também que o produtor de outro país não é o maior concorrente do setor, mas sim a fibra sintética. "STYLING" Exemplos das vantagens do produto natural puderam ser vistos no SPFW, onde estilistas mostraram a versatilidade do jeans. Paulo Martinez, ícone da moda brasileira que assinou o "styling" do desfile, destacou que o algodão brasileiro é matéria-prima "imprescindível" para a fabricação do jeans, já que a fibra é a principal composição do denim, o tecido do qual é feito. "Muitos desfiles do Brasil e do mundo já destacaram a importância da peça. No entanto, o movimento Sou de Algodão vai além... Focadas na responsabilidade e na valorização da mão de obra nacional, as peças integram técnicas artesanais contemporâneas e inovação têxtil, apresentando um universo de possibilidades, história e identidade." Paulo Borges, diretor do SPFW e do desfile Sou de Algodão, disse que o evento apresentou diversas possibilidades no uso do denim e construiu "imagens especiais", "além de potencializar o algodão brasileiro como um dos melhores do mundo". A diretora da Relações Institucionais da Abrapa, Silmara Ferraresi, notou que o desfile simbolizou o envolvimento maior da cadeia produtiva, que ganhou força com o movimento Sou de Algodão, iniciado em 2016. "Vir para a São Paulo Fashion Week, que é uma das maiores semanas de moda do mundo, envolver nove estilistas, temos 17 empresas que estão contribuindo com tecidos, com os fios, oito artesãos envolvidos, duas confecções, este trabalho é um trabalho de 36 mãos diretas...", destacou. Schenkel, presidente da Abrapa, celebrou o desfile como produtores festejam sua colheita. "Veja como estão os nove estilistas que puderam mostrar o resultado do trabalho deles, foi a colheita deles... E todos da cadeia do algodão estão envolvidos para celebrar algo que curto muito, que é o jeans. Quem não tem uma peça de jeans no guarda-roupas?". Acesso em: Perto de liderar exportação global, algodão do Brasil sobe nas passarelas do SPFW Por Reuters (investing.com)

Algodão faz tributo ao jeans na São Paulo Fashion Week
10 de Novembro de 2023

Ney Moreira Toda peça jeans tem na composição de 70% a 100% de algodão O algodão trouxe luz às passarelas da 56ª edição da SPFW (São Paulo Fashion Week), nesta quinta-feira (9), no badalado bairro da Mooca, na capital paulista. De saias com babados arrastando no chão até a clássica calça, o desfile Sou De Algodão – Tributo ao Jeans, marcou presença na semana fashionista mais importante do país. A semana contou com 38 desfiles. “O jeans precisa ser celebrado nesse momento da moda nacional. É uma peça versátil e básica, mas, ao mesmo tempo, pode-se criar inúmeras coleções”, diz Theo Alexandre, estilista da Thear Vestuário, que assinou junto com outros nove estilistas o desfile do Sou de Algodão. “Eu quis ressignificar o jeans. Nessas peças desmanchamos as tramas para refazer um novo tecido a partir do jeans.” Natural de Goiânia, outra celebração de Alexandre é ter ultrapassado a barreira do eixo Rio–São Paulo, estados renomados no segmento, colocando Goiás no mapa da moda e do denim (nome do tecido que origina o jeans). “Minha cidade já é conhecida pelas modelagens em denim e eu sempre faço questão de trabalhar com esse conceito regionalista”, afirma. “Para essa coleção, quis trazer movimento, curvas e franjas que remetem ao agro sertanejo, muito comum no meu estado. As roupas trazem tudo isso, mas com looks sofisticados e contemporâneos”. Ney Moreira O estilista Theo Alexandre trouxe peças com movimento e franjas que remetem ao agro sertanejo de Goiás O mundo quer mais o jeans brasileiro O algodão é a matéria prima essencial em qualquer peça jeans. A composição nessas roupas varia de 70% até 100% feito da fibra. O Brasil é o quinto maior produtor mundial de denim, com chances de avançar mais posições no ranking, puxado pelo interesse do mundo no algodão brasileiro. De acordo com a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), para essa safra, das três milhões de toneladas esperadas da pluma, cerca de um terço da produção (700 mil a 1 milhão de toneladas) fica para indústria interna e o restante é exportado, sendo o maior destino a Ásia. “O Brasil hoje é o terceiro maior produtor de algodão e o segundo maior exportador. Em relação ao denim, o país é hoje o quinto maior produtor. Então, se pensarmos que temos uma matéria-prima de qualidade e condições de escalar essa produção, temos muito mais espaço para crescer, também, na exportação do nosso jeans”, diz Silmara Ferraresi, gestora do Movimento Sou de Algodão. Para conquistar mais clientes é preciso, porém, atender a nova tendência de mercado e exigência do consumidor final que prefere, cada vez mais, peças rastreáveis. Quem compra o jeans nas lojas de revenda quer saber de onde vem a matéria-prima e como foi feito o processo em toda a cadeia da indústria. Ney Moreira Silmara Ferraresi, gestora do Sou de Algodão, diz que o futuro da moda passa pela rastreabilidade “Essa é uma exigência não só no consumidor de outros países, mas também aqui no Brasil. Rastrear todo o processo é uma das metas do Sou de Algodão”, afirma Ferraresi. “A marca Dendezeiro, uma das parceiras nesse desfile, por exemplo, pertence ao programa SouABR que faz todo o controle de produção dos fardos que foram utilizados nos lotes, faz o mapeamento do fio, passando pela fabricação do tecido e, por fim, a transformação da peça. Tivemos todos o processo rastreável e assim deve ser daqui para frente”. Por Flávia Macedo Leia mais em: https://forbes.com.br/forbesagro/2023/11/algodao-faz-tributo-ao-jeans-na-sao-paulo-fashion-week/  

Com 150 anos, SPFW prova que o jeans ainda é trend
10 de Novembro de 2023

Um dos desfiles do segundo dia do SPFW foi do movimento Sou de Algodão, que une profissionais de toda a cadeia para valorizar a matéria-prima brasileira plantada e beneficiada de forma sustentável. Os 40 looks mostrados prestaram homenagem ao velho e bom jeans, cuja patente da primeira calça foi dada em 1873 a Levi Strauss. Sou de Algodão no SPFW Foto: Andy Santana/Brazil News / Elas no Tapete Vermelho Provando que a calça e todas as outras peças fabricadas com o tecido estão e vão continuar na moda, um coletivo de nove estilistas e marcas produziram os looks, com todas as possibilidades que o índigo jeans oferece. Algumas misturadas com crochê e tricô, as produções vinham ora mais esportiva, ora mais sofisticada, com sobreposições, patchwork, lavagens variadas, misturando às técnicas artesanais, contemporâneas com a inovação têxtil. Sou de Algodão no SPFW Foto: Andy Santana/Brazil News / Elas no Tapete Vermelho O desfile, que atrasou uma hora para começar, contou com a produção e direção criativa de Paulo Borges, diretor do SPFW. As marcas e estilistas responsáveis pelos modelitos foram Amapô, David Lee, Dendezeiro, Heloísa Faria, Korshi 91, Martins, Ronaldo Silvestre, Thear e Weider Silvestre. Todos assinam embaixo que jeans é e continuará sendo trend, quem sabe por mais vários séculos. Por: Rosângela Espinossi Acesso em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/autocuidado/moda/com-150-anos-spfw-prova-que-o-jeans-ainda-e-trend,eb62d0c6e53d6a9cc6d59df97bc47c2709z6vh85.html?utm_source=clipboard